segunda-feira, 26 de setembro de 2016

MOMENTO DE REFLEXÃO



O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

CAPÍTULO  28
COLETÂNEA DE PRECES ESPÍRITAS
Introdução 
1 - Preces em geral;     
2 - Preces para si mesmo;            
3 - Preces pelos encarnados;
4 - Preces pelos desencarnados;
5 - Preces pelos doentes e os obsedados.        
1 PRECES EM GERAL
Nas aflições da vida
26 Instrução Preliminar
Podemos pedir a Deus benefícios materiais, e Ele pode nos atender, quando tenham um objetivo útil e sério. Mas, como julgamos a utilidade das coisas do nosso ponto de vista, e sendo a nossa visão limitada ao presente, nem sempre vemos o lado mau do que desejamos.
Deus, que vê melhor do que nós e apenas quer o nosso bem, pode nos recusar o que pedimos, como um pai recusa ao filho o que poderia prejudicá-lo. Se o que pedimos não nos é concedido, não devemos desanimar por isso; é preciso pensar, ao contrário, que a privação do que desejamos nos é imposta como prova ou como expiação, e que a nossa recompensa será proporcional à resignação com que a tivermos suportado. (Veja nesta obra Caps. 27:6; e 2:5 a 7.)
27. Prece
Deus Todo-Poderoso, que vedes nossas misérias, dignai-vos escutar, favoravelmente, a súplica que vos dirijo neste momento. Se meu pedido for inconveniente, perdoai-me; se for útil e justo a vossos olhos, que os bons Espíritos, que executam vossa vontade, venham em minha ajuda para sua realização.
Como quer que seja meu Deus, que vossa vontade seja feita. Se meus desejos não forem atendidos, é que é da vossa vontade provar-me, e eu me submeto sem queixas. Fazei com que eu não desanime nem desencoraje sua bondade e de sua proteção que, espontaneamente, devemos testemunhar-Lhe nossa gratidão. Basta para isto um pensamento que agradeça o benefício, sem que haja necessidade de interromper o trabalho que estejamos fazendo.
Os benefícios de Deus não consistem somente em coisas materiais. É preciso igualmente agradecer as boas ideias, as inspirações felizes que nos são sugeridas. Enquanto os orgulhosos acham nelas um mérito próprio e o incrédulo as atribui ao acaso, aquele que tem fé rende graças a Deus e aos bons Espíritos. São desnecessárias, para isso, longas frases: “Obrigado, meu Deus, pelo bom pensamento que me inspiraste”, diz mais do que muitas palavras.
O impulso espontâneo que nos faz atribuir a Deus o que nos acontece de bom testemunha um hábito de agradecimento e de humildade que nos sintoniza com a simpatia dos bons Espíritos. (Veja nesta obra Cap. 27:7 e 8.)
Ação de graças por um favor obtido
28 Instrução Preliminar
Não devemos considerar como acontecimentos felizes apenas as coisas de grande importância. As menores na aparência são, muitas vezes, as que mais influem sobre nosso destino. O homem esquece facilmente o bem e lembra mais daquilo que o aflige. Se registrássemos, dia a dia, os benefícios que recebemos sem tê-los pedido, ficaríamos espantados de ter recebido tanto e em tanta quantidade que até os esquecemos, e nos sentiríamos envergonhados com a nossa ingratidão.
A cada noite, ao elevar nossa alma a Deus, devemos nos lembrar dos favores que Ele nos concedeu durante o dia e agradecer-Lhe por eles. É, sobretudo, no próprio momento em que provamos o efeito de sua bondade e de sua proteção que, espontaneamente, devemos testemunhar- Lhe nossa gratidão. Basta para isto um pensamento que agradeça o benefício, sem que haja necessidade de interromper o trabalho que estejamos fazendo.
Os benefícios de Deus não consistem somente em coisas materiais. É preciso igualmente agradecer as boas ideias, as inspirações felizes que nos são sugeridas. Enquanto os orgulhosos acham nelas um mérito próprio e o incrédulo as atribui ao acaso, aquele que tem fé rende graças a Deus e aos bons Espíritos. São desnecessárias, para isso, longas frases: “Obrigado, meu Deus, pelo bom pensamento que me inspiraste”, diz mais do que muitas palavras.
O impulso espontâneo que nos faz atribuir a Deus o que nos acontece de bom testemunha um hábito de agradecimento e de humildade que nos sintoniza com a simpatia dos bons Espíritos. (Veja nesta obra Cap. 27:7 e 8.)
29. Prece
Deus, infinitamente bom, que vosso nome seja abençoado pelos benefícios que me concedestes. Eu seria indigno se os atribuísse ao acaso dos acontecimentos ou ao meu próprio mérito.
Bons Espíritos, que fostes os executores da vontade de Deus, e, sobretudo a vós, meu anjo guardião, eu vos agradeço. Desviai de mim a ideia de orgulhar-me pelo que recebi e de não aproveitar os benefícios recebidos somente para o bem.
Eu vos agradeço especialmente por... (Citar o favor recebido.)
CONTINUA AMANHA

Nenhum comentário: