terça-feira, 27 de setembro de 2016

MOMENTO DE REFEFLEXÃO



O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

CAPÍTULO  28
COLETÂNEA DE PRECES ESPÍRITAS
Introdução 
1 - Preces em geral;     
2 - Preces para si mesmo;            
3 - Preces pelos encarnados;
4 - Preces pelos desencarnados;
5 - Preces pelos doentes e os obsedados.        
1 PRECES EM GERAL
Ato de submissão e de resignação
30. Instrução Preliminar
Quando um motivo de aflição nos atinge, se procuramos a sua causa, muitas vezes reconheceremos que é consequência de nossa imprudência, de nossa imprevidência ou de uma ação anterior. Assim, devemos atribuí-la apenas a nós mesmos. Se a causa de uma infelicidade é independente de toda a nossa participação, ou ela é uma prova para esta vida, ou é a expiação de alguma falta de uma existência passada. Neste último caso, a natureza da expiação pode nos fazer conhecer a natureza da falta, pois sempre somos punidos naquilo que pecamos. (Veja nesta obra Cap. 5:4, 6 e seguintes.)
Naquilo que nos aflige, vemos em geral apenas o mal do momento, e não as consequências favoráveis seguintes que isso pode ter. O bem é, muitas vezes, a consequência de um mal passageiro, como a cura de uma doença é o resultado dos meios dolorosos que se empregaram para obtê-la. Em todos os casos devemos nos submeter à vontade de Deus, suportar com coragem as aflições da vida, se queremos que elas nos sejam levadas em conta e que estas palavras do Cristo se apliquem a nós: Bem-aventurados os que sofrem. (Veja nesta obra Cap. 5:18.)
31. Prece
Meu Deus sois soberanamente justo; todo sofrimento na Terra deve, pois, ter sua causa e sua utilidade. Aceito a aflição que me atormenta como uma expiação por minhas faltas passadas e uma prova para o futuro.
Bons Espíritos que me protegeis, dai-me a força para suportá-la sem lamentações. Fazei com que seja para mim uma advertência salutar; que aumente minha experiência, que combata em mim o orgulho, a ambição, a tola vaidade e o egoísmo; que contribua assim para o meu adiantamento.
32. Prece (outra)
Sinto, meu Deus, a necessidade de vos rogar para que me dês forças para suportar as provações que vós me enviastes. Permiti que a luz se faça bastante viva em meu Espírito, para que eu aprecie toda a extensão de um amor que me aflige por querer me salvar. Eu me submeto com resignação, meu Deus. Mas a criatura é tão fraca que, se vós não me amparardes, temo cair. Não me abandoneis Senhor, pois sem vós não sou nada.
33. Prece (outra)
Elevei meu olhar para ti, ó Eterno, e me senti fortalecido. Tu és minha força, não me abandones. Meu Deus, estou esmagado sob o peso de minhas maldades! Ajuda-me. Conheces a fraqueza de minha carne, não desvies teu olhar de mim!
Estou devorado por uma sede ardente; faze jorrar a fonte de água viva que aliviará minha sede. Que minha boca apenas se abra para cantar teus louvores e não para reclamar das aflições da vida. Sou fraco, Senhor, mas teu amor me sustentará.
Senhor, Eterno Deus! Somente tu és grande, somente tu és o fim e a meta de minha vida! Seja bendito teu nome, se me fazes sofrer, pois és o Senhor e eu o servidor infiel. Curvarei minha fronte sem me lamentar, porque só tu és grande, só tu és a meta.
CONTINUA AMANHA

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