21 de Novembro de 2009
"Enquanto não se cumpre uma etapa, a Lei não permite que se passe à próxima."
Trigueirinho
A principal finalidade deste blog é a divulgação da Doutrina Espírita, codificada por ALLAN KARDEC, através de trechos do Evangelho Segundo o Espiritismo, preces, orações, crônicas e comentários.Queremos, também, transformar esse blog em uma CASA ESPÍRITA VIRTUAL.
sábado, 21 de novembro de 2009
MINUTO DE SABEDORIA
SEJA alegre, procurando fazer todo o bem que puder, nos dias em que permanecer na face da Terra.
Espalhe em torno de si esmolas de conforto, palavras de carinho, sorrisos de felicidade.
Responda com alegria e otimismo a todos aqueles que lhe dirigem a palavra, sem irritar-se jamais.
Imprima, em cada dia da sua vida, toda a bondade que existe no fundo de seu coração.
Espalhe em torno de si esmolas de conforto, palavras de carinho, sorrisos de felicidade.
Responda com alegria e otimismo a todos aqueles que lhe dirigem a palavra, sem irritar-se jamais.
Imprima, em cada dia da sua vida, toda a bondade que existe no fundo de seu coração.
APRENDENDO COM A DOR - 1ª Parte
DIANTE DO SOFRIMENTO, FAÇAMOS O QUESTIONAMENTO NECESSÁRIO, BUSCANDO SERENIDADE PARA TRANSFORMARMOS SOMBRA EM LUZ.
Por JOSÉ ANTONIO FERREIRA DA SILVA
1ª Parte
Observando as pessoas com suas dores e dramas, coloquei-me a refletir sobre o porquê do sofrimento em nossas vidas. O sofrimento é comum a todos nós. Ricos ou pobres, novos ou velhos, todos, em algum momento de nossas vidas, iremos deparar com ele, que geralmente vem quando menos esperamos. Eu, na minha ingenuidade, acreditava que o sofrimento, sendo comum a todos, divergia apenas na forma como o enfrentávamos, pois eu via pessoas que se desesperavam, enquanto outras o enfrentavam com serenidade. Hoje, porém, vejo que existem muitas outras questões que merecem a nossa reflexão, se quisermos realmente aprender algo positivo sobre o assunto. Vejo também que o Espiritismo é uma ferramenta importantíssima para fazermos essa reflexão, pois ele nos traz a chave necessária para uma visão ampla e profunda sobre tudo o que nos acontece e conseqüentemente sobre a finalidade do sofrimento em nossas vidas.
Fazendo uma análise do sofrimento, Allan Kardec escreveu que “O sofrimento é inerente à imperfeição.” Ou seja, ainda estamos nos primeiros degraus da escalada evolutiva, naturalmente trazemos ainda inúmeras imperfeições, e elas nos causam muitas dores e sofrimentos.
(continua amanhã)
1ª Parte
Observando as pessoas com suas dores e dramas, coloquei-me a refletir sobre o porquê do sofrimento em nossas vidas. O sofrimento é comum a todos nós. Ricos ou pobres, novos ou velhos, todos, em algum momento de nossas vidas, iremos deparar com ele, que geralmente vem quando menos esperamos. Eu, na minha ingenuidade, acreditava que o sofrimento, sendo comum a todos, divergia apenas na forma como o enfrentávamos, pois eu via pessoas que se desesperavam, enquanto outras o enfrentavam com serenidade. Hoje, porém, vejo que existem muitas outras questões que merecem a nossa reflexão, se quisermos realmente aprender algo positivo sobre o assunto. Vejo também que o Espiritismo é uma ferramenta importantíssima para fazermos essa reflexão, pois ele nos traz a chave necessária para uma visão ampla e profunda sobre tudo o que nos acontece e conseqüentemente sobre a finalidade do sofrimento em nossas vidas.
Fazendo uma análise do sofrimento, Allan Kardec escreveu que “O sofrimento é inerente à imperfeição.” Ou seja, ainda estamos nos primeiros degraus da escalada evolutiva, naturalmente trazemos ainda inúmeras imperfeições, e elas nos causam muitas dores e sofrimentos.
(continua amanhã)
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
20 de Novembro de 2009
"Ergue a âncora de teu barco e parte, pois o Infinito te espera."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
SEJA forte nos embates da vida e na desanime se o sofrimento o visitar, em sua pessoa ou nas pessoas que lhe são caras.
O sofrimento, além de purificar-nos, realiza o aprimoramento de nossa força interna.
Ninguém consegue passar de ano sem prestar exame.
Ninguém consegue progredir, sem sofrer o exame da natureza, que verificar se realmente sabemos ser fortes, suportando as dores.
O sofrimento, além de purificar-nos, realiza o aprimoramento de nossa força interna.
Ninguém consegue passar de ano sem prestar exame.
Ninguém consegue progredir, sem sofrer o exame da natureza, que verificar se realmente sabemos ser fortes, suportando as dores.
A FORÇA DO PERDÃO
Os desencontros, a ingratidão e as decepções são materiais didáticos que nos dão a oportunidade de ensaiarmos o verdadeiro AMOR.
6ª Parte
Durante o momento em que ela desabafava, o amigo espiritual que me assistia naquela ocasião informou-me que o rapaz estava bem e que ele sofria de uma aversão pela mãe.
Tornava-se necessário apagar certos registros existentes no seu subconsciente. Eu a orientei.
- Não se preocupe, seu filho está bem e vai voltar. Mas é preciso que a senhora colabore com os seus pensamentos. Todos os dias, converse mentalmente com ele, use a sua imaginação para abraçá-lo como se estivesse presente ao diálogo. Diga-lhe que o ama muito. Peça perdão por possíveis erros cometidos em outras vidas contra ele. Use de palavras firmes e sinceras, faça-o sentir que você precisa dele e ele de você.
Passados alguns dias, o rapaz retornou para casa e abraçou-a como nunca o fizera antes. Chorou muito e confessou-lhe que sentia alguma coisa que o distanciava dela.
Era um sentimento que não sabia explicar. Sentia uma vontade constante de ficar longe, mas desta vez percebeu que, apesar de tudo, ele deveria aprender a amá-la.
A partir daí, os dois passaram a desfrutar de uma convivência feliz. Todas as noites ela continua praticando a reconciliação mental. Hoje ela sente que passou a amar ainda mais o seu filho.
O problema desta mãe e deste filho é igual a muitos que existem por aí no seio das famílias, cuja solução está nas próprias pessoas envolvidas. Mães cujos filhos se revelam desde cedo rebeldes, além de corrigi-los energicamente, usem as vossas mente para gravar, no subconsciente deles, as responsabilidades que a própria vida nos impõe e as quais devemos cumprir e respeitar. No caso de aversão espontânea revelada desde cedo, faça como a nossa irmã que reconquistou o filho. Trabalhe o amor e o perdão no seu subconsciente.
Nelson Moraes.
(continua amanhã)
Durante o momento em que ela desabafava, o amigo espiritual que me assistia naquela ocasião informou-me que o rapaz estava bem e que ele sofria de uma aversão pela mãe.
Tornava-se necessário apagar certos registros existentes no seu subconsciente. Eu a orientei.
- Não se preocupe, seu filho está bem e vai voltar. Mas é preciso que a senhora colabore com os seus pensamentos. Todos os dias, converse mentalmente com ele, use a sua imaginação para abraçá-lo como se estivesse presente ao diálogo. Diga-lhe que o ama muito. Peça perdão por possíveis erros cometidos em outras vidas contra ele. Use de palavras firmes e sinceras, faça-o sentir que você precisa dele e ele de você.
Passados alguns dias, o rapaz retornou para casa e abraçou-a como nunca o fizera antes. Chorou muito e confessou-lhe que sentia alguma coisa que o distanciava dela.
Era um sentimento que não sabia explicar. Sentia uma vontade constante de ficar longe, mas desta vez percebeu que, apesar de tudo, ele deveria aprender a amá-la.
A partir daí, os dois passaram a desfrutar de uma convivência feliz. Todas as noites ela continua praticando a reconciliação mental. Hoje ela sente que passou a amar ainda mais o seu filho.
O problema desta mãe e deste filho é igual a muitos que existem por aí no seio das famílias, cuja solução está nas próprias pessoas envolvidas. Mães cujos filhos se revelam desde cedo rebeldes, além de corrigi-los energicamente, usem as vossas mente para gravar, no subconsciente deles, as responsabilidades que a própria vida nos impõe e as quais devemos cumprir e respeitar. No caso de aversão espontânea revelada desde cedo, faça como a nossa irmã que reconquistou o filho. Trabalhe o amor e o perdão no seu subconsciente.
Nelson Moraes.
(continua amanhã)
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
19 de Novembro de 2009
"No silêncio do coração saberás reconhecer a Estrela-Guia."
Trigueirinho
"No silêncio do coração saberás reconhecer a Estrela-Guia."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
PROCURE dar exemplos de paciência e desprendimento, servindo a todos com bondade e dedicação.
A verdadeira vida é a vida do amor e do serviço.
Derrame seu amor sobre todas as coisas criadas, desde a tenra plantinha até as constelações que gravitam nos espaços siderais.
Mas, sobretudo, seja paciente e desprendido com as criaturas humanas, que vivem a seu lado, como seus companheiros de jornada.
A verdadeira vida é a vida do amor e do serviço.
Derrame seu amor sobre todas as coisas criadas, desde a tenra plantinha até as constelações que gravitam nos espaços siderais.
Mas, sobretudo, seja paciente e desprendido com as criaturas humanas, que vivem a seu lado, como seus companheiros de jornada.
A FORÇA DO PERDÃO
Os desencontros, a ingratidão e as decepções são materiais didáticos que nos dão a oportunidade de ensaiarmos o verdadeiro AMOR.
5ª Parte
Ao contrário da paixão, o verdadeiro amor transcende as aparências e supera os obstáculos, consolidando-se em uma convivência feliz, apesar de toda a adversidade que possa enfrentar.
Aqueles que amam de verdade se realizam quando conseguem promover a felicidade de quem ama. O verdadeiro amor coloca, acima dos próprios direitos, os direitos da pessoa amada. Um amor desse porte, nada pode destruí-lo, ele supera o orgulho e todas as paixões que possam prejudicá-lo. É esse amor que se perpetua na eternidade!
Supera os interesses e físicos, para consolidar-se no espírito eterno.
Estamos falando do amor entre um homem e uma mulher, mas é esse mesmo amor que um dia vai prevalecer entre todas as criaturas. Por isso, podemos afirmar com segurança, que o casamento e a constituição da família compõem valioso laboratório para desenvolvê-lo.
É na convivência domiciliar de uma família que acontecem os reencontros mais importantes entre os espíritos em evolução. Na maioria dos casos, são espíritos que se reúnem para exercitarem entre si o perdão, a fim de apagarem as marcas dos desencontros e conflitos vividos em encarnações passadas. É esse convívio, muitas vezes difícil, que, se bem compreendidos, pode levar os espíritos envolvidos à consolidação do verdadeiro amor. Para isso, entretanto, é necessário muita compreensão, tolerância e o exercício constante do perdão.
Certa ocasião, uma senhora procurou-me. Estava aflita. Seu filho de dezoito anos saíra de casa pela terceira vez. Só que, desta vez, fazia dez dias e ele ainda não havia retornado. Desabafou:
- Eu não sei se devo ir a policia ou procurá-lo nos hospitais, estou desesperada.
(continua amanhã)
Ao contrário da paixão, o verdadeiro amor transcende as aparências e supera os obstáculos, consolidando-se em uma convivência feliz, apesar de toda a adversidade que possa enfrentar.
Aqueles que amam de verdade se realizam quando conseguem promover a felicidade de quem ama. O verdadeiro amor coloca, acima dos próprios direitos, os direitos da pessoa amada. Um amor desse porte, nada pode destruí-lo, ele supera o orgulho e todas as paixões que possam prejudicá-lo. É esse amor que se perpetua na eternidade!
Supera os interesses e físicos, para consolidar-se no espírito eterno.
Estamos falando do amor entre um homem e uma mulher, mas é esse mesmo amor que um dia vai prevalecer entre todas as criaturas. Por isso, podemos afirmar com segurança, que o casamento e a constituição da família compõem valioso laboratório para desenvolvê-lo.
É na convivência domiciliar de uma família que acontecem os reencontros mais importantes entre os espíritos em evolução. Na maioria dos casos, são espíritos que se reúnem para exercitarem entre si o perdão, a fim de apagarem as marcas dos desencontros e conflitos vividos em encarnações passadas. É esse convívio, muitas vezes difícil, que, se bem compreendidos, pode levar os espíritos envolvidos à consolidação do verdadeiro amor. Para isso, entretanto, é necessário muita compreensão, tolerância e o exercício constante do perdão.
Certa ocasião, uma senhora procurou-me. Estava aflita. Seu filho de dezoito anos saíra de casa pela terceira vez. Só que, desta vez, fazia dez dias e ele ainda não havia retornado. Desabafou:
- Eu não sei se devo ir a policia ou procurá-lo nos hospitais, estou desesperada.
(continua amanhã)
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
18 de Novembro de 2009
"Deves atravessar a ponte. Esperamos-te na outra extremidade."
Trigueirinho
"Deves atravessar a ponte. Esperamos-te na outra extremidade."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
COM os nossos pensamentos e palavras, construímos o verdadeiro mundo em que vivemos.
Por isso, nossa vida e nossa felicidade dependem exclusivamente de nossos pensamentos e de nossas palavras.
Vigie o momento presente, para que seu futuro seja feliz.
Plante semente de otimismo e de amor, para colher amanhã os frutos da alegria e da felicidade.
Por isso, nossa vida e nossa felicidade dependem exclusivamente de nossos pensamentos e de nossas palavras.
Vigie o momento presente, para que seu futuro seja feliz.
Plante semente de otimismo e de amor, para colher amanhã os frutos da alegria e da felicidade.
A FORÇA DO PERDÃO
Os desencontros, a ingratidão e as decepções são materiais didáticos que nos dão a oportunidade de ensaiarmos o verdadeiro AMOR.
4ª Parte
Quando falamos em sentimentos, não estamos nos referindo ao sentimentalismo, mas sim, aos verdadeiros sentimentos que o ser humano precisa desenvolver para poder desfrutar da verdadeira felicidade.
Sentir, todos sentimos, porém, cada qual ao seu modo. O importante, no sentir, é saber por que sentimos.
Quando se pergunta: Por que você ama? Logo vem a resposta. Não sei! O amor é cego!
Esse conceito é errôneo; na verdade, o amor não é cego. As pessoas que amam por impulso é que são cegas e esse sentimento que dizem ser amor nada mais é do que paixão. Esta sim é cega! Faz-nos iludir com as aparências para depois desiludir-nos com a realidade. Por isso, cresce o número de separações e divórcios no mundo. Todos os dias vemos esse sentimento equivocado que parecia um grande amor se transformar em ódio.
O verdadeiro amor é um conjunto de sentimentos que sobrevive a tudo! Inclusive à paixão! O amor é perdão, compreensão e renuncia. Sem esses ingredientes, não existe o amor.
Este é o amor que precisamos desenvolver!
Não perdoar os erros humanos cometidos pela ignorância é o mesmo que não perdoar as crianças por não se comportarem como adultos. A vida é a grande pedagoga! Todos os dias, através de circunstâncias que fogem ao nosso controle, ela nos ensina a caminharmos na direção do amor ideal!
Os desencontros, a ingratidão e as decepções são materiais didáticos que nos proporcionam a oportunidade de ensaiarmos esse amor. Não existe o amor à primeira vista. Quando duas pessoas se encontram e imediatamente surge entre elas um amor verdadeiro, esse amor não nasceu naquele momento, com certeza, foi construído algum dia no passado.
(continua amanhã)
Quando falamos em sentimentos, não estamos nos referindo ao sentimentalismo, mas sim, aos verdadeiros sentimentos que o ser humano precisa desenvolver para poder desfrutar da verdadeira felicidade.
Sentir, todos sentimos, porém, cada qual ao seu modo. O importante, no sentir, é saber por que sentimos.
Quando se pergunta: Por que você ama? Logo vem a resposta. Não sei! O amor é cego!
Esse conceito é errôneo; na verdade, o amor não é cego. As pessoas que amam por impulso é que são cegas e esse sentimento que dizem ser amor nada mais é do que paixão. Esta sim é cega! Faz-nos iludir com as aparências para depois desiludir-nos com a realidade. Por isso, cresce o número de separações e divórcios no mundo. Todos os dias vemos esse sentimento equivocado que parecia um grande amor se transformar em ódio.
O verdadeiro amor é um conjunto de sentimentos que sobrevive a tudo! Inclusive à paixão! O amor é perdão, compreensão e renuncia. Sem esses ingredientes, não existe o amor.
Este é o amor que precisamos desenvolver!
Não perdoar os erros humanos cometidos pela ignorância é o mesmo que não perdoar as crianças por não se comportarem como adultos. A vida é a grande pedagoga! Todos os dias, através de circunstâncias que fogem ao nosso controle, ela nos ensina a caminharmos na direção do amor ideal!
Os desencontros, a ingratidão e as decepções são materiais didáticos que nos proporcionam a oportunidade de ensaiarmos esse amor. Não existe o amor à primeira vista. Quando duas pessoas se encontram e imediatamente surge entre elas um amor verdadeiro, esse amor não nasceu naquele momento, com certeza, foi construído algum dia no passado.
(continua amanhã)
terça-feira, 17 de novembro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
17 de Novembro de 2009
"Tua resposta virá como fruto da entrega e da decisão."
Trigueirinho
"Tua resposta virá como fruto da entrega e da decisão."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
DEUS habita dentro de você!
Deixe, então, que Sua bondade se manifeste através de seus olhos, tornando-os brandos de compreensão, quentes de compaixão, ternos pelo perdão constantes a todos...
Que nenhum olhar de impaciência ou condenação tolde a beleza de sua vida!
Que sua fisionomia irradie contentamento de felicidade, de tal forma que todos os que se aproximem de você sejam contaminados por seu otimismo!
Deixe, então, que Sua bondade se manifeste através de seus olhos, tornando-os brandos de compreensão, quentes de compaixão, ternos pelo perdão constantes a todos...
Que nenhum olhar de impaciência ou condenação tolde a beleza de sua vida!
Que sua fisionomia irradie contentamento de felicidade, de tal forma que todos os que se aproximem de você sejam contaminados por seu otimismo!
A FORÇA DO PERDÃO
Os desencontros, a ingratidão e as decepções são materiais didáticos que nos dão a oportunidade de ensaiarmos o verdadeiro AMOR.
3ª Parte
As pessoas habituadas ao perdão sofrem menos do que aqueles que ainda se deixam envolver pela idéia de que perdoar irrestritamente é abdicar dos próprios direitos supostamente conferidos pelas leis humanas. Com isso, arrastam-se durante uma vida duelando mentalmente ou juridicamente em uma luta inglória que culminará somente com perdedores perante as leis naturais da vida.
Os movimentos que alguns realizam para agravar as penas sobre os infelizes que optaram pelo crime, quase sempre, nasceram do sentimento de vingança e de ódio daqueles que tiveram seus interesses ou entes queridos feridos pela violência, que não é causa, mas sim um efeito gerado por uma sociedade que ajudamos a construir.
Se, diante de tais fatos, percebemos claramente a importância do perdão até para com os criminosos do mundo, imaginemos a importância do perdão entre aqueles que estão ligados a nós pelos laços consangüíneos ou por um parentesco indireto, submetendo-se, por forças das circunstâncias, a uma convivência útil e necessária.
No decorrer dos fatos aqui relatados, o leitor vai descobrir que, em certos momentos de nossa vida, sofremos muitos dissabores desnecessários por não termos aprendido a exercitar o perdão.
EXERCITANDO O AMOR
Não estamos expondo ao leitor apenas uma teoria, mas sim uma verdade comprovada por fatos colhidos ao longo de muitos anos em contato com os problemas humanos. Por isso, podemos afirmar, com segurança, que a grande maioria dos problemas que fazem o ser humano sofrer são oriundos de sentimentos desequilibrados.
(continua amanhã)
As pessoas habituadas ao perdão sofrem menos do que aqueles que ainda se deixam envolver pela idéia de que perdoar irrestritamente é abdicar dos próprios direitos supostamente conferidos pelas leis humanas. Com isso, arrastam-se durante uma vida duelando mentalmente ou juridicamente em uma luta inglória que culminará somente com perdedores perante as leis naturais da vida.
Os movimentos que alguns realizam para agravar as penas sobre os infelizes que optaram pelo crime, quase sempre, nasceram do sentimento de vingança e de ódio daqueles que tiveram seus interesses ou entes queridos feridos pela violência, que não é causa, mas sim um efeito gerado por uma sociedade que ajudamos a construir.
Se, diante de tais fatos, percebemos claramente a importância do perdão até para com os criminosos do mundo, imaginemos a importância do perdão entre aqueles que estão ligados a nós pelos laços consangüíneos ou por um parentesco indireto, submetendo-se, por forças das circunstâncias, a uma convivência útil e necessária.
No decorrer dos fatos aqui relatados, o leitor vai descobrir que, em certos momentos de nossa vida, sofremos muitos dissabores desnecessários por não termos aprendido a exercitar o perdão.
EXERCITANDO O AMOR
Não estamos expondo ao leitor apenas uma teoria, mas sim uma verdade comprovada por fatos colhidos ao longo de muitos anos em contato com os problemas humanos. Por isso, podemos afirmar, com segurança, que a grande maioria dos problemas que fazem o ser humano sofrer são oriundos de sentimentos desequilibrados.
(continua amanhã)
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
16 de Novembro de 2009
"És elo de uma corrente. Deves mover-te para que outros também se movam."
Trigueirinho
"És elo de uma corrente. Deves mover-te para que outros também se movam."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO fique a pedir as coisas...
Os braços parados nada produzem.
As mãos que não ajudam criam ferrugem.
Trabalhe com entusiasmo e alegria, e o próprio trabalho trará, com seus resultados positivos, a solução de todas as suas dificuldades.
Procure gostar do trabalho que lhe cabe realizar, e dentro de pouco tempo terá a alegria morando em seu coração.
Os braços parados nada produzem.
As mãos que não ajudam criam ferrugem.
Trabalhe com entusiasmo e alegria, e o próprio trabalho trará, com seus resultados positivos, a solução de todas as suas dificuldades.
Procure gostar do trabalho que lhe cabe realizar, e dentro de pouco tempo terá a alegria morando em seu coração.
A FORÇA DO PERDÃO
Os desencontros, a ingratidão e as decepções são materiais didáticos que nos dão a oportunidade de ensaiarmos o verdadeiro AMOR.
2ª Parte
Aqueles que sofreram da violência apenas prejuízos morais, materiais ou físicos, com certeza, submeteram-se a provocações que, se compreendidas, servirão de lastro para grandes conquistas na renovação dos seus sentimentos, resgatando os equívocos cometidos no pretérito.
Analisando as duas situações, percebe-se que o ser humano, em qualquer circunstância, é sempre uma vítima de si mesmo e da sua ignorância; além disso, o mal que pratica acaba servindo aos propósitos divinos no cumprimento das suas leis sábias e justas que punem os criminosos de ontem, através dos criminosos de hoje. Todos são dignos da nossa compreensão!
Até que consigamos superar esse período de ignorância espiritual em que vive a maioria dos seres encarnados, os cárceres, os hospitais e os manicômios estão sempre lotados.
Não quero, sob esse argumento, isentar de culpa aqueles que optaram pelos caminhos do crime, mas apenas chamar a atenção a um sentimento que, estimulado pela mídia, parece se generalizar na grande maioria das mentes desprevenidas. Trata-se da idéia de que os criminosos são seres à parte do contexto social e incapazes de qualquer recuperação.
Não podemos generalizar e nem tão pouco esquecer de que, há menos de cento e cinqüenta anos, as leis humanas permitiam a muitos de nós, reencarnados naquela época, dar os filhos recém-nascidos dos nossos escravos como alimento aos cães e aos porcos e até matar os adultos nos troncos, sob o guante infame da chibata, além de nos permitir praticar abusos inconfessáveis contra as mulheres cativas.
Apesar disso não nos tornamos criminosos perante as leis da Terra, mas ferimos profundamente as leis naturais e as leis Divinas. É por esse motivo que jamais devemos julgar ou condenar quem quer que seja. Talvez os erros que apontamos no nosso próximo sejam aqueles que mais praticamos no passado. Hoje entendemos porque JESUS desafiou a turba sequiosa pela condenação, afirmando: “Atire a primeira pedra quem não tiver pecado”.
(continua amanhã)
Aqueles que sofreram da violência apenas prejuízos morais, materiais ou físicos, com certeza, submeteram-se a provocações que, se compreendidas, servirão de lastro para grandes conquistas na renovação dos seus sentimentos, resgatando os equívocos cometidos no pretérito.
Analisando as duas situações, percebe-se que o ser humano, em qualquer circunstância, é sempre uma vítima de si mesmo e da sua ignorância; além disso, o mal que pratica acaba servindo aos propósitos divinos no cumprimento das suas leis sábias e justas que punem os criminosos de ontem, através dos criminosos de hoje. Todos são dignos da nossa compreensão!
Até que consigamos superar esse período de ignorância espiritual em que vive a maioria dos seres encarnados, os cárceres, os hospitais e os manicômios estão sempre lotados.
Não quero, sob esse argumento, isentar de culpa aqueles que optaram pelos caminhos do crime, mas apenas chamar a atenção a um sentimento que, estimulado pela mídia, parece se generalizar na grande maioria das mentes desprevenidas. Trata-se da idéia de que os criminosos são seres à parte do contexto social e incapazes de qualquer recuperação.
Não podemos generalizar e nem tão pouco esquecer de que, há menos de cento e cinqüenta anos, as leis humanas permitiam a muitos de nós, reencarnados naquela época, dar os filhos recém-nascidos dos nossos escravos como alimento aos cães e aos porcos e até matar os adultos nos troncos, sob o guante infame da chibata, além de nos permitir praticar abusos inconfessáveis contra as mulheres cativas.
Apesar disso não nos tornamos criminosos perante as leis da Terra, mas ferimos profundamente as leis naturais e as leis Divinas. É por esse motivo que jamais devemos julgar ou condenar quem quer que seja. Talvez os erros que apontamos no nosso próximo sejam aqueles que mais praticamos no passado. Hoje entendemos porque JESUS desafiou a turba sequiosa pela condenação, afirmando: “Atire a primeira pedra quem não tiver pecado”.
(continua amanhã)
domingo, 15 de novembro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
15 de novembro de 2009
"Faça cada dia um pouco: seja sob débil luz da lâmpada, seja sob deslumbrante iluminação da alma."
Pio de Pietrelcina
"Faça cada dia um pouco: seja sob débil luz da lâmpada, seja sob deslumbrante iluminação da alma."
Pio de Pietrelcina
MINUTO DE SABEDORIA
VOCÊ, que é enfermeira, ame os doentes que a procuram e que lhe foram confiados, como se fossem seus próprios filhos e irmãos.
Sua missão é grandiosa e sublime, embora difícil e espinhosa.
Não se irrite jamais!
Os enfermos são exigentes, porque sentem mais necessidade de carinho do que as pessoas sadias.
Seu carinho lhes apressará a cura, mais do que qualquer outro remédio.
Sua missão é grandiosa e sublime, embora difícil e espinhosa.
Não se irrite jamais!
Os enfermos são exigentes, porque sentem mais necessidade de carinho do que as pessoas sadias.
Seu carinho lhes apressará a cura, mais do que qualquer outro remédio.
A FORÇA DO PERDÃO
Os desencontros, a ingratidão e as decepções são materiais didáticos que nos dão a oportunidade de ensaiarmos o verdadeiro AMOR.
1ª Parte
Com os inegáveis avanços da ciência, o homem, em seus arroubos de grandeza, gasta valiosos recursos tentando ampliar seu domínio ao espaço cósmico, sem ao menos ter aprendido a viver no diminuto espaço que ocupa na sociedade onde convive com o seu semelhante.
Cada presídio construído no mundo comprova essa realidade, atestando o grau de ignorância em que ainda se encontra o homem na Terra. Não falamos da ignorância cultural ou inocente, mas da mais grave de todas as ignorâncias que predomina não só entre os incultos, mas principalmente nos meios ditos esclarecidos.
A tecnologia encurtou distancias e ampliou as comunicações, proporcionando ao homem tomar conhecimento em poucos instantes de tudo o que acontece no mundo. Entretanto, com todos esses recursos, por incrível que pareça, a grande maioria dos homens ainda continua ignorante da sua real natureza e da verdadeira finalidade da vida.
É essa ignorância que contribui para o aumento da criminalidade e o crescimento constante da população carcerária em todo o mundo. Se analisarmos o problema da criminalidade de forma um pouco mais profunda, vamos perceber que, na verdade, não existe criminosos, o que existe são dois tipos de vítimas dessa ignorância: a vítima passiva e a vítima ativa.
Os violentos, os desonestos, os corruptos e os criminosos de toda sorte são as vítimas ativas que, sem compreenderem o verdadeiro significado da vida, acham-se no direito de tomar para si o que não conseguiram conquistar pelos meios adequados e justos. Vítimas da própria ignorância serão julgados no tribunal da própria consciência onde o remorso os condenará a duras penas que poderão representar séculos de sofrimentos até que, como vítimas da violência que usaram hoje, resgatem seus crimes no futuro. Por outro lado, menos doloroso, nossos irmãos que sucumbiram como vítimas passivas, provavelmente, são criminosos de outrora que retornaram ao mundo físico para resgatarem a consciência atormentada pelos crimes cometidos em encarnações passadas. Como vítimas hoje, retornaram ao mundo espiritual aliviados em suas consciências.
(continua amanhã).
Com os inegáveis avanços da ciência, o homem, em seus arroubos de grandeza, gasta valiosos recursos tentando ampliar seu domínio ao espaço cósmico, sem ao menos ter aprendido a viver no diminuto espaço que ocupa na sociedade onde convive com o seu semelhante.
Cada presídio construído no mundo comprova essa realidade, atestando o grau de ignorância em que ainda se encontra o homem na Terra. Não falamos da ignorância cultural ou inocente, mas da mais grave de todas as ignorâncias que predomina não só entre os incultos, mas principalmente nos meios ditos esclarecidos.
A tecnologia encurtou distancias e ampliou as comunicações, proporcionando ao homem tomar conhecimento em poucos instantes de tudo o que acontece no mundo. Entretanto, com todos esses recursos, por incrível que pareça, a grande maioria dos homens ainda continua ignorante da sua real natureza e da verdadeira finalidade da vida.
É essa ignorância que contribui para o aumento da criminalidade e o crescimento constante da população carcerária em todo o mundo. Se analisarmos o problema da criminalidade de forma um pouco mais profunda, vamos perceber que, na verdade, não existe criminosos, o que existe são dois tipos de vítimas dessa ignorância: a vítima passiva e a vítima ativa.
Os violentos, os desonestos, os corruptos e os criminosos de toda sorte são as vítimas ativas que, sem compreenderem o verdadeiro significado da vida, acham-se no direito de tomar para si o que não conseguiram conquistar pelos meios adequados e justos. Vítimas da própria ignorância serão julgados no tribunal da própria consciência onde o remorso os condenará a duras penas que poderão representar séculos de sofrimentos até que, como vítimas da violência que usaram hoje, resgatem seus crimes no futuro. Por outro lado, menos doloroso, nossos irmãos que sucumbiram como vítimas passivas, provavelmente, são criminosos de outrora que retornaram ao mundo físico para resgatarem a consciência atormentada pelos crimes cometidos em encarnações passadas. Como vítimas hoje, retornaram ao mundo espiritual aliviados em suas consciências.
(continua amanhã).
sábado, 14 de novembro de 2009
MINUTO DE SABEDORIA
“TUDO coopera para o bem daqueles que amam a DEUS!”
Então, manifeste constantemente a todas as criaturas, que são a manifestação da Divindade em redor de você!
DEUS revela-se ao homem através do próprio homem.
O melhor meio de amar a DEUS é saber amar ao próximo, relevando-lhes as faltas, compreendendo seus problemas e ajudando-o em todas as circunstâncias.
Então, manifeste constantemente a todas as criaturas, que são a manifestação da Divindade em redor de você!
DEUS revela-se ao homem através do próprio homem.
O melhor meio de amar a DEUS é saber amar ao próximo, relevando-lhes as faltas, compreendendo seus problemas e ajudando-o em todas as circunstâncias.
COMO ESTÁ A SUA FÉ
A FÉ TRANSPORTA MONTANHAS
(O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. XIX – Allan Kardec)
(O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. XIX – Allan Kardec)
1 – Quando ELE veio ao encontro do povo, um home se lhe aproximou e, lançando-se de joelhos a seus pés, disse: SENHOR tem piedade do meu filho, que é lunático e sofre muito, pois cai muitas vezes no fogo e muitas vezes na água. Apresentei-o aos teus discípulos, mas eles não o puderam curar.
JESUS respondeu dizendo: Ó raça incrédula e depravada, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei? Trazei-me aqui esse menino.
- E tendo JESUS ameaçado o demônio, este saiu do menino, que no mesmo instante ficou são. Os discípulos vieram então ter com JESUS em particular e lhe perguntaram: Por que não pudemos nós outros expulsar esse demônio:
- Respondeu-lhes JESUS: Por causa da vossa incredulidade. Pois em verdade vos digo:
Se tivésseis a Fé do tamanho de um grão de mostarda, diríeis a esta montanha:
Transporta-te daí para ali e ela se transportaria, e nada vos seria impossível (São MATEUS. 17:14 a 20)
2 – No sentido próprio é certo que a confiança nas suas próprias forças torna o homem capaz de executar coisas materiais, que não consegue fazer quem duvida de si. Aqui, porém, unicamente no sentido moral se devem entender essas palavras. As montanhas que a fé desloca são as dificuldades, as resistências, a má vontade, em suma, com que se depara da parte dos homens, ainda quando se trate das melhores coisas. Os preconceitos da rotina, o interesse material, o egoísmo, a cegueira do fanatismo e as paixões orgulhosas são outras tantas montanhas que barram o caminho a quem trabalha pelo progresso da Humanidade. A Fé robusta dá a perseverança, a energia e os recursos que faze se vençam os obstáculos, assim nas pequenas coisas, que nas grandes. Da Fé vacilante resultam a incerteza e a hesitação de que se aproveitam os adversários que se têm de combater; essa Fé não procura os meios de vencer, porque não acredita que possa vencer.
A verdadeira Fé se conjuga à humildade; aquele que as possui deposita mais confiança em DEUS do que em si próprio.
JESUS respondeu dizendo: Ó raça incrédula e depravada, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei? Trazei-me aqui esse menino.
- E tendo JESUS ameaçado o demônio, este saiu do menino, que no mesmo instante ficou são. Os discípulos vieram então ter com JESUS em particular e lhe perguntaram: Por que não pudemos nós outros expulsar esse demônio:
- Respondeu-lhes JESUS: Por causa da vossa incredulidade. Pois em verdade vos digo:
Se tivésseis a Fé do tamanho de um grão de mostarda, diríeis a esta montanha:
Transporta-te daí para ali e ela se transportaria, e nada vos seria impossível (São MATEUS. 17:14 a 20)
2 – No sentido próprio é certo que a confiança nas suas próprias forças torna o homem capaz de executar coisas materiais, que não consegue fazer quem duvida de si. Aqui, porém, unicamente no sentido moral se devem entender essas palavras. As montanhas que a fé desloca são as dificuldades, as resistências, a má vontade, em suma, com que se depara da parte dos homens, ainda quando se trate das melhores coisas. Os preconceitos da rotina, o interesse material, o egoísmo, a cegueira do fanatismo e as paixões orgulhosas são outras tantas montanhas que barram o caminho a quem trabalha pelo progresso da Humanidade. A Fé robusta dá a perseverança, a energia e os recursos que faze se vençam os obstáculos, assim nas pequenas coisas, que nas grandes. Da Fé vacilante resultam a incerteza e a hesitação de que se aproveitam os adversários que se têm de combater; essa Fé não procura os meios de vencer, porque não acredita que possa vencer.
A verdadeira Fé se conjuga à humildade; aquele que as possui deposita mais confiança em DEUS do que em si próprio.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
13 de Novembro de 2009
"Foste eleito para determinada tarefa e aguardamos tua resposta."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
PROCURE descobrir o seu caminho na vida.
Ninguém é responsável pelo nosso destino, a não ser nós mesmos.
Nós é que temos que descobrir a estrada e segui-la com os nossos próprios pés.
Desperte para a vida, para a VERDADEIRA VIDA.
E, se deseja a felicidade, lembre-se: você é o único responsável por seu destino.
Supere as dificuldades, vença os obstáculos e construa sua vida.
Ninguém é responsável pelo nosso destino, a não ser nós mesmos.
Nós é que temos que descobrir a estrada e segui-la com os nossos próprios pés.
Desperte para a vida, para a VERDADEIRA VIDA.
E, se deseja a felicidade, lembre-se: você é o único responsável por seu destino.
Supere as dificuldades, vença os obstáculos e construa sua vida.
COMO ESTÁ A SUA FÉ?
SERÁ QUE, REALMENTE, CONFIAMOS NA JUSTIÇA E BONDADE DIVINAS?
CREMOS, DE CORAÇÃO, QUE JAMAIS SEREMOS DESEMPARADOS?
CREMOS, DE CORAÇÃO, QUE JAMAIS SEREMOS DESEMPARADOS?
4ª Parte
A FÉ EM DEUS
Podemos, finalmente, de uma forma bem simples, entender a Fé como a certeza de que DEUS nos ama e que tudo que a vida nos apresenta é para nosso bem, tudo mesmo. Na verdade, somos a própria manifestação de DEUS, que está em tudo e em todos. O que precisamos, na escola da vida, é aprendermos a manifestar esta plenitude cada vez mais. Compreendendo a vida atuas como uma sala de aula e nós como alunos aplicados fica fácil entender que, quanto mais nos aplicarmos aos estudos, mais fácil ficará o aprendizado e mais tranqüila as provas de conhecimento. Falar, bem sei que é fácil, mas, ter a confiança de que somos orientados e conduzidos por mãos hábeis e bondosas não é impossível, pois precisamos analisar se acreditamos ou não em DEUS.
Cada um de nós deve ter uma concepção diferente de DEUS, mas seja ela como for é de grande importância que nos habituemos a sentir a presença Divina em todos os momentos; tanto nos de alegria como nos de tristeza, nos período de paz ou de guerra, quando estivermos agindo bem e quando não estivermos também. Se vivermos de acordo com as bases religiosas que todos nós temos, se colocarmos realmente em prática o “seja feita a Tua vontade”, viveremos então com Fé e sentiremos a Presença Divina em nós.
A observação e conhecimento das leis da vida são muito importantes, mas é na prática delas que conheceremos seus resultados e já que todos nós entendemos o valor da Fé, façamos nosso dever de casa, vivendo com entusiasmo e com a certeza de que a paz, o amor e a alegria serão nossa meta final.
Humberto Pazian (Revista Cristã de ESPIRITISMO)
Cada um de nós deve ter uma concepção diferente de DEUS, mas seja ela como for é de grande importância que nos habituemos a sentir a presença Divina em todos os momentos; tanto nos de alegria como nos de tristeza, nos período de paz ou de guerra, quando estivermos agindo bem e quando não estivermos também. Se vivermos de acordo com as bases religiosas que todos nós temos, se colocarmos realmente em prática o “seja feita a Tua vontade”, viveremos então com Fé e sentiremos a Presença Divina em nós.
A observação e conhecimento das leis da vida são muito importantes, mas é na prática delas que conheceremos seus resultados e já que todos nós entendemos o valor da Fé, façamos nosso dever de casa, vivendo com entusiasmo e com a certeza de que a paz, o amor e a alegria serão nossa meta final.
Humberto Pazian (Revista Cristã de ESPIRITISMO)
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
12 de Novembro de 2009
"Reconhece os tempos de hoje e molda tua vida em conformidade com eles."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO perca sua serenidade.
A raiva faz mal a saúde, o rancor estraga o fígado, a mágoa envenena o coração.
Domine suas reações emotivas.
Seja dono de si mesmo.
Não jogue lenha no fogo de seu aborrecimento.
Esqueça e passe adiante, para não perder sua serenidade.
Não perca sua calma.
A raiva faz mal a saúde, o rancor estraga o fígado, a mágoa envenena o coração.
Domine suas reações emotivas.
Seja dono de si mesmo.
Não jogue lenha no fogo de seu aborrecimento.
Esqueça e passe adiante, para não perder sua serenidade.
Não perca sua calma.
Pense, antes de falar, e não ceda à sua impulsividade.
COMO ESTÁ A SUA FÉ ?
SERÁ QUE, REALMENTE, CONFIAMOS NA JUSTIÇA E BONDADE DIVINAS?
CREMOS, DE CORAÇÃO, QUE JAMAIS SEREMOS DESEMPARADOS?
CREMOS, DE CORAÇÃO, QUE JAMAIS SEREMOS DESEMPARADOS?
3ª Parte
Observando a vida dessa forma, fica mais fácil compreendermos que, com tantas atividades inerentes ao nosso aprendizado é natural que de vez em quando tenhamos alguns contratempos, alguns dissabores, desilusões e outros tipos de “dores”, como também teremos muitos momentos de grande alegria e prazer. O tempo e a intensidade do nosso sofrimento ou prazer estarão sempre relacionados com nossa forma de “sentir a vida”. A Fé, nesse caso, pode ser interpretada como a certeza na justiça e bondade Divina, a Fé de que jamais seremos desamparados e que embora em alguns momentos a situação possa parecer insuportável, ela passará... tudo passa... só o amor Divino permanece.
Observando a vida dessa forma, fica mais fácil compreendermos que, com tantas atividades inerentes ao nosso aprendizado é natural que de vez em quando tenhamos alguns contratempos, alguns dissabores, desilusões e outros tipos de “dores”, como também teremos muitos momentos de grande alegria e prazer. O tempo e a intensidade do nosso sofrimento ou prazer estarão sempre relacionados com nossa forma de “sentir a vida”. A Fé, nesse caso, pode ser interpretada como a certeza na justiça e bondade Divina, a Fé de que jamais seremos desamparados e que embora em alguns momentos a situação possa parecer insuportável, ela passará... tudo passa... só o amor Divino permanece.
A FÉ EM NÓS
Já perceberam como reagimos de forma diferente aos acontecimentos ou situações da vida? Tomemos como exemplo um dia frio e chuvoso de inverno. Talvez um de nós diga que o dia está cinzento e feio e que fica muito triste num dia assim, enquanto o outro possa sentir-se confortável e propenso a reflexões e ajustes no seu trabalho ou vida particular e sinta até uma grande paz. Se perguntássemos a mais pessoas outras opiniões divergiriam das nossas com toda a certeza.
Os “problemas” da vida se processam da mesma forma, pois, dificuldades todos nós temos, momentos de incertezas, de dor, de inquietações são comuns a todos nós, só que a maneira de reagirmos a eles é que diferem. Se de um lado devemos confiar na justiça Divina, de outro devemos ter Fé em nossas habilidades e em nosso poder de reabilitação e superação, pois, fazemos parte da criação e não podemos esquecer que somos “filhos de DEUS”. Podemos definir que o tamanho da nossa Fé será o fator que vai fazer com que dure um maior ou menor tempo nosso sofrimento e ainda se ele existirá ou não.
(continua amanha)
Os “problemas” da vida se processam da mesma forma, pois, dificuldades todos nós temos, momentos de incertezas, de dor, de inquietações são comuns a todos nós, só que a maneira de reagirmos a eles é que diferem. Se de um lado devemos confiar na justiça Divina, de outro devemos ter Fé em nossas habilidades e em nosso poder de reabilitação e superação, pois, fazemos parte da criação e não podemos esquecer que somos “filhos de DEUS”. Podemos definir que o tamanho da nossa Fé será o fator que vai fazer com que dure um maior ou menor tempo nosso sofrimento e ainda se ele existirá ou não.
(continua amanha)
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
11 de Novembro de 2009
"Um vício é produto de um hábito. Renuncia aos hábitos e não serás vulnerável a vícios."
Trigueirinho
"Um vício é produto de um hábito. Renuncia aos hábitos e não serás vulnerável a vícios."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
SUA luz deve brilhar de dentro para fora.
Procure manifestar a todos a luz interior que vibra em você, através de seus atos e de suas palavras de compreensão e otimismo.
Seja você mesmo sua própria luz, iluminando a todos com suas palavras de conforto e incentivo, com seu sorriso de entusiasmo e de encorajamento, com seu exemplo de fé e otimismo.
Procure manifestar a todos a luz interior que vibra em você, através de seus atos e de suas palavras de compreensão e otimismo.
Seja você mesmo sua própria luz, iluminando a todos com suas palavras de conforto e incentivo, com seu sorriso de entusiasmo e de encorajamento, com seu exemplo de fé e otimismo.
COMO ESTÁ A SUA FÉ
SERÁ QUE, REALMENTE, CONFIAMOS NA JUSTIÇA E BONDADE DIVINAS?
CREMOS, DE CORAÇÃO, QUE JAMAIS SEREMOS DESEMPARADOS?
CREMOS, DE CORAÇÃO, QUE JAMAIS SEREMOS DESEMPARADOS?
2ª Parte
A FÉ E AS RELIGIÕES
As religiões, durante séculos, utilizaram-se da Fé dos seus fiéis para a manutenção de suas estruturas. Todos tinham que acreditar (ter Fé) no que ensinavam e crerem que eles eram os únicos representantes da vontade divina na Terra, mesmo que essa idéia fosse completamente contrária a razão ou a ciência. Os grandes mestres espirituais, como Buda, Krishna, Lao-Tse, Jesus, entre outros, nos deixaram lições que refletem a mais pura sabedoria, mas muitos homens ambiciosos, os chamados “falsos profetas”, fizeram dos ensinamentos espiritualistas uma forma de ter poder sobre outras pessoas. A Fé nas instituições religiosas, sem o confronto com a razão, fez com que a humanidade torturasse inúmeros pensadores sensatos e realizasse outros tantos atos terríveis e desastrosos que a historia registrou. Infelizmente, ainda nos dias de hoje, alguns grupos religiosos não evoluíram muito a esse respeito.
A FÉ E O ESPIRITISMO
Com o advento da Doutrina dos Espíritos, codificada por Allan Kardec, a população leiga pôde, finalmente, aliar a Fé à Razão, enfrentando a verdade face a face, algo que até então era privilégio apenas de grupos de discípulos e iniciados.
O Espiritismo veio corroborar ensinamentos milenares, universalistas, já ensinados nas mais antigas religiões. Ele explica que nascemos, ou melhor, renascemos várias vezes neste planeta para continuarmos em nossa evolução espiritual. Isso quer dizer que aqui estamos paras aprendermos novas lições, reaprendemos as não assimiladas, para conhecermos e superarmos nossas fraquezas, consolidarmos nossas virtudes, para nos reabilitarmos perante aqueles que prejudicamos (nesta ou em outra encarnação) e perdoarmos quem nos agrediu entre tantos outros propósitos que poderíamos enumerar.
(continua amanhã)
O Espiritismo veio corroborar ensinamentos milenares, universalistas, já ensinados nas mais antigas religiões. Ele explica que nascemos, ou melhor, renascemos várias vezes neste planeta para continuarmos em nossa evolução espiritual. Isso quer dizer que aqui estamos paras aprendermos novas lições, reaprendemos as não assimiladas, para conhecermos e superarmos nossas fraquezas, consolidarmos nossas virtudes, para nos reabilitarmos perante aqueles que prejudicamos (nesta ou em outra encarnação) e perdoarmos quem nos agrediu entre tantos outros propósitos que poderíamos enumerar.
(continua amanhã)
terça-feira, 10 de novembro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
10 de Novembro de 2009
"A cada um cabe fechar em si portas para a entrada de forças adversas."
Trigueirinho
"A cada um cabe fechar em si portas para a entrada de forças adversas."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO perca de vista sua filiação divina.
DEUS é pai de todas as crianças e vive dentro de cada um de seus filhos.
Todas as criaturas são irmãs.
As diferenças raciais e religiosas são apenas de superfície.
Olhe paras todos como templos vivos da Divindade, e ame a DEUS através do amor às criaturas, procurando servi-lO, servindo ao seu próximo com amor e dedicação.
DEUS é pai de todas as crianças e vive dentro de cada um de seus filhos.
Todas as criaturas são irmãs.
As diferenças raciais e religiosas são apenas de superfície.
Olhe paras todos como templos vivos da Divindade, e ame a DEUS através do amor às criaturas, procurando servi-lO, servindo ao seu próximo com amor e dedicação.
COMO ESTÁ A SUA FÉ ?
SERÁ QUE, REALMENTE, CONFIAMOS NA JUSTIÇA E BONDADE DIVINAS?
CREMOS, DE CORAÇÃO, QUE JAMAIS SEREMOS DESEMPARADOS?
1ª Parte
Quantos discursos nós já ouvimos em nome do poder de um tal de pensamento positivo? Quantos artigos e livros nós já lemos discorrendo sobre o maravilhoso poder da nossa mente? Quantas e quantas vezes não ficamos demoradamente a refletir sobre essa força maravilhosa da fé?
E o Evangelho com suas profundas lições sobre o tema, foram lidas quantas vezes? E, mesmo assim, quando nos deparamos com dificuldades, tropeços e aflições, quase sempre o desespero e a dúvida ocupam nossa mente, dizemos que estamos perdidos, que não temos saída, que o mundo acabou e tantas outras lamentações que o texto ficaria muito longo caso resolvesse aqui enumerá-las.
Não falo em nome de todos, isso é óbvio, mas acredito que para um grande número de pessoas isso acontece; ou seja, no momento que mais necessitamos dela não a temos: A FÉ.
A FÉ E A CIÊNCIA
Independente das várias interpretações religiosas sobre a Fé, a ciência vem alçando altos vôos sobre o assunto. Pesquisas realizadas em laboratórios sérios e grandes fundações, já há várias décadas, vem comprovando o poder da Fé ou do pensamento positivo no combate as doenças e na manutenção da saúde. O termo psicossomático, já amplamente utilizado, significa esse efeito que relatamos, ou seja, o efeito da psique no corpo (soma). Já as pesquisas na área da física quântica, o processo é mais abrangente e profundo, e esperamos, em breve, constatações surpreendentes a respeito da abrangência do pensamento e da Fé.
(continua amanhã)
Quantos discursos nós já ouvimos em nome do poder de um tal de pensamento positivo? Quantos artigos e livros nós já lemos discorrendo sobre o maravilhoso poder da nossa mente? Quantas e quantas vezes não ficamos demoradamente a refletir sobre essa força maravilhosa da fé?
E o Evangelho com suas profundas lições sobre o tema, foram lidas quantas vezes? E, mesmo assim, quando nos deparamos com dificuldades, tropeços e aflições, quase sempre o desespero e a dúvida ocupam nossa mente, dizemos que estamos perdidos, que não temos saída, que o mundo acabou e tantas outras lamentações que o texto ficaria muito longo caso resolvesse aqui enumerá-las.
Não falo em nome de todos, isso é óbvio, mas acredito que para um grande número de pessoas isso acontece; ou seja, no momento que mais necessitamos dela não a temos: A FÉ.
A FÉ E A CIÊNCIA
Independente das várias interpretações religiosas sobre a Fé, a ciência vem alçando altos vôos sobre o assunto. Pesquisas realizadas em laboratórios sérios e grandes fundações, já há várias décadas, vem comprovando o poder da Fé ou do pensamento positivo no combate as doenças e na manutenção da saúde. O termo psicossomático, já amplamente utilizado, significa esse efeito que relatamos, ou seja, o efeito da psique no corpo (soma). Já as pesquisas na área da física quântica, o processo é mais abrangente e profundo, e esperamos, em breve, constatações surpreendentes a respeito da abrangência do pensamento e da Fé.
(continua amanhã)
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
09 de Novembro de 2009
"O Plano Evolutivo não é fixo. Podes adiantar etapas e precipitar fases futuras."
Trigueirinho
"O Plano Evolutivo não é fixo. Podes adiantar etapas e precipitar fases futuras."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO diga jamais que é pobre.
A pobreza não é falta de dinheiro: a pobreza verdadeira é a falta de compreensão.
Todo aquele que compreende a vida, que sabe dizer uma palavra de conforto, que sabe estender a mão compassiva ao que sofre, que sabe distribuir alegria e otimismo, é rico, imensamente rico de bondade, que jamais falta, por mais que você a distribua por milhares de pessoas.
A pobreza não é falta de dinheiro: a pobreza verdadeira é a falta de compreensão.
Todo aquele que compreende a vida, que sabe dizer uma palavra de conforto, que sabe estender a mão compassiva ao que sofre, que sabe distribuir alegria e otimismo, é rico, imensamente rico de bondade, que jamais falta, por mais que você a distribua por milhares de pessoas.
ESPIRITISMO NO BRASIL
27ª Parte
TRECHOS DO LIVRO
“A DOUTRINA ESPÍRITA
COMO
FILOSOFIA TEOGÔNICA”
TRECHOS DO LIVRO
“A DOUTRINA ESPÍRITA
COMO
FILOSOFIA TEOGÔNICA”
Não creio na lenda dos anjos decaídos, porque crer nisso valeria por negar a onipotência e a onisciência do Senhor. Não creio que o mal possa triunfar do bem, eternizando-se, como este, no reino de Satanás. Não creio que um Espírito criado pelo Senhor possa fazer-lhe frente, resistir-lhe e destruir-lhe os planos e nem que o Senhor permita isso, servindo-se do rebelde para castigar o rebelde, porque, nesse caso, DEUS não criou o homem para o bem, para a felicidade. Não creio na vida única, porque o homem é perfectível. Não crio nas penas eternas, porque DEUS é pai. Não creio na infalibilidade do papa, porque assim teríamos um DEUS no Céu e outro na Terra.
E a comunicação dos santos significa, para mim, a comunicação dos Espíritos. E a ressurreição da carne significa a reencarnação dos Espíritos.
Eis o meu credo e digo-lhe: que tenho fé viva e esperança firme de subir com ele à sociedade de DEUS na eternidade.
PALMILHAR
Diferentes são, da Vida, as Estradas,
Que o destino nos deu a palmilhar,
De flores mil, algumas são juncadas,
Outras, espinhos têm a atapetar.
Aquelas são suaves, perfumadas,
A fortuna caminha a nosso par.
Nesta sangram os pés, e a alma
É abrasada.
Pelo sol da desdita a crepitar.
Mas ao término, enfim, desta jornada
Um estranho contraste nos aguarda,
Enveredando assim noutros caminhos.
Compensando-nos os gozos e as dores,
São de espinhos os que foram
Só de flores,
São de flores os que foram
Só de espinhos.
Graças a DEUS
Pelo Espírito de Vicente
E... Que o Amor Único de DEUS,
Inspire sempre
Todas as Almas para o Bem.
(Antonio de Aquino)
(continua amanhã)
E a comunicação dos santos significa, para mim, a comunicação dos Espíritos. E a ressurreição da carne significa a reencarnação dos Espíritos.
Eis o meu credo e digo-lhe: que tenho fé viva e esperança firme de subir com ele à sociedade de DEUS na eternidade.
PALMILHAR
Diferentes são, da Vida, as Estradas,
Que o destino nos deu a palmilhar,
De flores mil, algumas são juncadas,
Outras, espinhos têm a atapetar.
Aquelas são suaves, perfumadas,
A fortuna caminha a nosso par.
Nesta sangram os pés, e a alma
É abrasada.
Pelo sol da desdita a crepitar.
Mas ao término, enfim, desta jornada
Um estranho contraste nos aguarda,
Enveredando assim noutros caminhos.
Compensando-nos os gozos e as dores,
São de espinhos os que foram
Só de flores,
São de flores os que foram
Só de espinhos.
Graças a DEUS
Pelo Espírito de Vicente
E... Que o Amor Único de DEUS,
Inspire sempre
Todas as Almas para o Bem.
(Antonio de Aquino)
(continua amanhã)
domingo, 8 de novembro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
08 de Novembro de 2009
"Apresentam-se provas para indivíduos e para grupos. Fica atento."
Trigueirinho
"Apresentam-se provas para indivíduos e para grupos. Fica atento."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO alimente inimizades!
Procure fazer as pazes com todos aqueles que estão de mal com você.
Aproveite a oportunidade de estar ao lado de seus adversários, para fazer-lhes bem, em troca do mal que lhe fizeram.
Não deixe escapar o ensejo de anular o mal em torno de você, enquanto estiver na Terra, para que, ao sair dela, tenha sua consciência tranqüila.
Procure fazer as pazes com todos aqueles que estão de mal com você.
Aproveite a oportunidade de estar ao lado de seus adversários, para fazer-lhes bem, em troca do mal que lhe fizeram.
Não deixe escapar o ensejo de anular o mal em torno de você, enquanto estiver na Terra, para que, ao sair dela, tenha sua consciência tranqüila.
ESPIRITISMO NO BRASIL
26ª Parte
TRECHOS DO LIVRO
“A DOUTRINA ESPÍRITA
COMO
FILOSOFIA TEOGÔNICA”
TRECHOS DO LIVRO
“A DOUTRINA ESPÍRITA
COMO
FILOSOFIA TEOGÔNICA”
No Oriente, a caridade e pluralidade de existências foram duas colunas em que assentou a Doutrina dos brâmanes e do Buda. E nem por já ter aquele curso forçado em todos os países aonde chegou a estupenda civilização bramânica, se poderá dizer que o CRISTO foi plagiário. Os princípios eternos são dados por intuição ao homem, diz Santo Agostinho, e confirma-o a mais trivial observação na ordem seguida pela revelação Divina. Há, porém, para cada um, tempo marcado pelo progresso humano, para passar da ordem de simples intuição à ordem de lei humana. E aquele que fez essa transformação foi o ministro do Senhor.
O CRISTO foi, portanto, quem fez germinar a semente da caridade, lançada à Terra desde o principio da Humanidade; como o Espiritismo está fazendo germinar a semente das vidas sucessivas, que a Humanidade só agora está em condições de compreender, não em si, porque não há nada mais compreensível, mas em suas relações, no plano teogônico a que serve de pedra angular, o que reclama muito mais fina compreensão. A antiguidade, pois, não exclui a novidade de uma idéia teogônica, visto que todas foram dadas intuitivamente ao homem, desde a sua criação.
III – Creio em DEUS Pai Todo Poderoso, Criador do Céu e da Terra. Creio em JESUS CRISTO, seu dileto Filho, Nosso Senhor e Redentor. Creio que a Igreja foi instituída por ELE para ensinar sua santa Doutrina e que é assistida pelo Espírito Santo nesse santíssimo mister. Creio na comunhão dos Santos, na ressurreição da carne, na vida eterna.
(continua amanhã)
O CRISTO foi, portanto, quem fez germinar a semente da caridade, lançada à Terra desde o principio da Humanidade; como o Espiritismo está fazendo germinar a semente das vidas sucessivas, que a Humanidade só agora está em condições de compreender, não em si, porque não há nada mais compreensível, mas em suas relações, no plano teogônico a que serve de pedra angular, o que reclama muito mais fina compreensão. A antiguidade, pois, não exclui a novidade de uma idéia teogônica, visto que todas foram dadas intuitivamente ao homem, desde a sua criação.
III – Creio em DEUS Pai Todo Poderoso, Criador do Céu e da Terra. Creio em JESUS CRISTO, seu dileto Filho, Nosso Senhor e Redentor. Creio que a Igreja foi instituída por ELE para ensinar sua santa Doutrina e que é assistida pelo Espírito Santo nesse santíssimo mister. Creio na comunhão dos Santos, na ressurreição da carne, na vida eterna.
(continua amanhã)
sábado, 7 de novembro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
07 de Novembro de 2009
"Reconhece os sinais e obedece aos ciclos que te forem visíveis."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
MANTENHA elevado seu otimismo na vida!
Quem possui o coração cheio de amor, nada teme! Arrosta todos os vendavais da vida, com um sorriso nos lábios.
Procure amar a todos e a tudo, mesmo àqueles que o fazem sofrer, e você se estará tornando perfeito, como o PAI CELESTIAL, que dá a todos, sem distinção – bons e maus, justos e injustos – as mesmas oportunidades de salvação.
Quem possui o coração cheio de amor, nada teme! Arrosta todos os vendavais da vida, com um sorriso nos lábios.
Procure amar a todos e a tudo, mesmo àqueles que o fazem sofrer, e você se estará tornando perfeito, como o PAI CELESTIAL, que dá a todos, sem distinção – bons e maus, justos e injustos – as mesmas oportunidades de salvação.
ESPIRITISMO NO BRASIL
25ª Parte
TRECHOS DO LIVRO
“A DOUTRINA ESPÍRITA
COMO
FILOSOFIA TEOGÔNICA”
TRECHOS DO LIVRO
“A DOUTRINA ESPÍRITA
COMO
FILOSOFIA TEOGÔNICA”
I – Eu me preocupo sem cessar com o que pode aproveitar à minha alma, considerando esta vida, com todas as glórias que oferece, uma simples parada (pouso) na infinita viagem que temos de fazer, em busca da casa do PAI. Creio, portanto, em DEUS Padre Todo Poderoso, Criador do Céu e da Terra – e creio que sou um espírito por ELE criado para a imortalidade.
Não sou cristão, porque meus pais me criaram nessa lei e me batizaram; mas sim porque minha razão e minha consciência, livremente agindo, firmaram minha fé nessa Doutrina sublime que, única na Terra, eleva o homem, em espírito, acima da sua condição carnal – e que por si mesma se revela obra de infinita sabedoria, a que o homem jamais poderá chegar.
Tenho diante dos olhos de minha alma o código sagrado da revelação messiânica, procuro sem descanso arrancar de mim os maus instintos naturais w substituí-los pelas virtudes cristãs. Tendo fé, tenho esperança e, quanto à caridade, procuro tê-la o mais que me é possível, na medida do ensino de São Paulo. Não guardo ódio e perdôo as injúrias, evito fazer mal e procuro fazer bem aos próprios que me odeiam.
II – A idéia básica desta Doutrina, a pluralidade de existências, não é nova, embora aplicando mal a metempsicose. Ela vem da origem dos tempos históricos, como a caridade, que serve de característica à Doutrina de JESUS CRISTO. O que se deu com uma e com a outra foi que um dia passaram de concepções intuitivas da Humanidade à ordem de princípios definidos e de elementos integrantes de um sistema teogônico, apresen5tado ao mundo como verdade descida do Céu.
(continua amanhã
Não sou cristão, porque meus pais me criaram nessa lei e me batizaram; mas sim porque minha razão e minha consciência, livremente agindo, firmaram minha fé nessa Doutrina sublime que, única na Terra, eleva o homem, em espírito, acima da sua condição carnal – e que por si mesma se revela obra de infinita sabedoria, a que o homem jamais poderá chegar.
Tenho diante dos olhos de minha alma o código sagrado da revelação messiânica, procuro sem descanso arrancar de mim os maus instintos naturais w substituí-los pelas virtudes cristãs. Tendo fé, tenho esperança e, quanto à caridade, procuro tê-la o mais que me é possível, na medida do ensino de São Paulo. Não guardo ódio e perdôo as injúrias, evito fazer mal e procuro fazer bem aos próprios que me odeiam.
II – A idéia básica desta Doutrina, a pluralidade de existências, não é nova, embora aplicando mal a metempsicose. Ela vem da origem dos tempos históricos, como a caridade, que serve de característica à Doutrina de JESUS CRISTO. O que se deu com uma e com a outra foi que um dia passaram de concepções intuitivas da Humanidade à ordem de princípios definidos e de elementos integrantes de um sistema teogônico, apresen5tado ao mundo como verdade descida do Céu.
(continua amanhã
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
06 de Novembro de 2009
"Teus encontros espirituais devem ser um serviço e não uma reunião de energias para teu proveito."
Trigueirinho
"Teus encontros espirituais devem ser um serviço e não uma reunião de energias para teu proveito."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
DEUS é a Energia Cósmica universal, que habita dentro de você e de tudo que existe nos universos infinitos, dando-lhes vida e força.
Confie nessa força inesgotável, que está dentro de você.
Mantenha a sua mente ligada a ela, e não mais se lamente do que lhe desagrada ou faz sofrer.
Sorria diante das dificuldades e confie n’Aquele que o fortalece e vivifica.
Confie nessa força inesgotável, que está dentro de você.
Mantenha a sua mente ligada a ela, e não mais se lamente do que lhe desagrada ou faz sofrer.
Sorria diante das dificuldades e confie n’Aquele que o fortalece e vivifica.
ESPIRITISMO NO BRASIL
24ª - Parte
BEZERRA DE MENEZES
SUAS OBRAS
BEZERRA DE MENEZES
SUAS OBRAS
E não encontrava onde assentar minha cabeça, porque o ensino de JESUS que uma força intrínseca e uma disposição psíquica me levaram a procurar, como o nauta perdido na vastidão dos mares procura o Norte me era oferecido sob um aspecto impossível de acomodar-se com um sentimento íntimo, instrutivo, exato, que me desse a razão e a consciência de ali estar a verdade; mas a verdade não é aquilo. Ah! A Igreja Romana!
A Igreja Romana! O Cristianismo nunca terá tão formidável inimigo! O materialismo nunca terá aliado tão prestimoso! Eu já disse como, antes de aceitar o Espiritismo, vivi a fugir de toda a crença religiosa, por não poder aceitar uma que impõe à fé, por decreto de seus ministros, e a ser arrastado para essa mesma crença, que não podia aceitar, como se mão amiga me arrastasse para o cascalho, dentro do qual estava incrustado o brilhante.
Eu já disse como me abracei com o cascalho para não rolar no abismo da descrença, e como aquela mão me impeliu para ele, quebrou-o a meus olhos, e me fez perante o brilhante nele contido. Minha alma encontrou finalmente onde pousar.
Posso dizer o meu “credo” espírita, com aplauso de minha consciência e não por força de uma autoridade que se arroga o direito de impor a fé! Nestas condições, tendo encontrado a linfa que me saciou a sede de crer, posso ser mais o que era antes? A moral cristã, iluminada pelos inefáveis princípios do Espiritismo, não pode deixar de modificar, para melhor, a quem cultiva não somente por dever, mas também e principalmente por nela ter encontrado a paz do Espírito! Não sou, por minha fraqueza, o que ela deve fazer do coração humano; não posso julgar, nem incorrer em orgulho ou falsa modéstia; mas posso assegurar que já compreendo os meus deveres para com DEUS, para com os meus semelhantes, de um modo diverso, acentuadamente mais elevado, que antes de ser Espírita. Julgo, pois, que me é lícito dizer que as novas opiniões acarretaram para mim sensível modificação moral! E, para confirmá-lo basta consignar este fato antes de ser Espírita, só pensar em perder um filho, fazia-me mentalmente blasfemar, punha-me louco. Depois de Espírita, tenho perdido quatro filhos adorados, e depois de criados, louvando e agradecendo ao PAI de amor ter provado, por aquele modo, minha obediência a seus sacrossantos decretos (mantida a grafia da época da publicação)
(continua amanhã)
A Igreja Romana! O Cristianismo nunca terá tão formidável inimigo! O materialismo nunca terá aliado tão prestimoso! Eu já disse como, antes de aceitar o Espiritismo, vivi a fugir de toda a crença religiosa, por não poder aceitar uma que impõe à fé, por decreto de seus ministros, e a ser arrastado para essa mesma crença, que não podia aceitar, como se mão amiga me arrastasse para o cascalho, dentro do qual estava incrustado o brilhante.
Eu já disse como me abracei com o cascalho para não rolar no abismo da descrença, e como aquela mão me impeliu para ele, quebrou-o a meus olhos, e me fez perante o brilhante nele contido. Minha alma encontrou finalmente onde pousar.
Posso dizer o meu “credo” espírita, com aplauso de minha consciência e não por força de uma autoridade que se arroga o direito de impor a fé! Nestas condições, tendo encontrado a linfa que me saciou a sede de crer, posso ser mais o que era antes? A moral cristã, iluminada pelos inefáveis princípios do Espiritismo, não pode deixar de modificar, para melhor, a quem cultiva não somente por dever, mas também e principalmente por nela ter encontrado a paz do Espírito! Não sou, por minha fraqueza, o que ela deve fazer do coração humano; não posso julgar, nem incorrer em orgulho ou falsa modéstia; mas posso assegurar que já compreendo os meus deveres para com DEUS, para com os meus semelhantes, de um modo diverso, acentuadamente mais elevado, que antes de ser Espírita. Julgo, pois, que me é lícito dizer que as novas opiniões acarretaram para mim sensível modificação moral! E, para confirmá-lo basta consignar este fato antes de ser Espírita, só pensar em perder um filho, fazia-me mentalmente blasfemar, punha-me louco. Depois de Espírita, tenho perdido quatro filhos adorados, e depois de criados, louvando e agradecendo ao PAI de amor ter provado, por aquele modo, minha obediência a seus sacrossantos decretos (mantida a grafia da época da publicação)
(continua amanhã)
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
MINUTO DE SABEDORIA
TENHA bom ânimo e coragem: você vencerá todas as dificuldades!
A vida apresenta-nos problemas às vezes difíceis.
Mas dificuldade superada é problema resolvido.
Jamais desanime: você há de vencer galhardamente todos os problemas que se lhe apresentarem.
Se o problema for complexo, divida-o em partes, e vença cada uma delas separadamente.
Mas não desanime jamais!
A vida apresenta-nos problemas às vezes difíceis.
Mas dificuldade superada é problema resolvido.
Jamais desanime: você há de vencer galhardamente todos os problemas que se lhe apresentarem.
Se o problema for complexo, divida-o em partes, e vença cada uma delas separadamente.
Mas não desanime jamais!
ESPIRITISMO NO BRASIL
23ª - Parte
BEZERRA DE MENEZES
SUAS OBRAS
BEZERRA DE MENEZES
SUAS OBRAS
Um dia, deixei de ir à Câmara dos Deputados, de que fazia parte, e, pelas duas horas da tarde, passeava, na varanda, lendo uma obra que tinha me chegado às mãos, quando me apareceu um vizinho, Senhor Andrade Pinheiro, filho do Presidente da Relação de Lisboa, e moço de inteligência bem cultivada. O Senhor Pinheiro não conhecia o Espiritismo, senão de conversa, e como eu fazia experiência em mim, ele aproveitava a minha experiência, para fazer juízo sobre a verdade ou falsidade da nova Doutrina. Depois dos primeiros cumprimentos, perguntou-me como eu ia com tratamento espírita.
Respondi-lhe com estas palavras: “Estou bom; sinto apenas um dorzinha nos quadris e uma fraqueza nas coxas, como quem está cansado de andar muito”.
Conversamos sobre o fato de minha cura em três meses, quando nada alcancei com a medicina oficial, em cinco anos, e passamos a outros assuntos, até que, uma hora pouco mais ou menos depois, entrou meu primo com os vidros de remédios e com um bilhete, escrito a lápis, que me mandava Nascimento, e que dizia: “Não, meu amigo, não estás bom como pensas. Esta dor nos quadris que acusas, esta fraqueza das coxas, são a prova de que a moléstia não está de todo debelada. És médico e sabes que muitas vezes elas parecem combatidas, mas fazer erupções, porventura perigosas. Tua vida é necessária; continua teu tratamento”. É fácil compreender a surpresa, a admiração, o abalo profundo que produziu na minha alma um fato tão fora de tudo o que tinha visto em minha vida. Repetiram-se, da cidade, textualmente, as minhas palavras, como só poderia fazer quem estivesse ao alcance de ouvi-las!
Efetivamente, calculado o tempo que leva o bonde da casa do Nascimento á minha, reconhecemos, eu e Pinheiro, que aquela resposta me fora dada, da cidade, precisamente à hora em que eu respondia, na Tijuca, à interpelação de meu visitante.
Pode haver fatos mais importantes no domínio do Espiritismo; eu, porém, não tive ainda nenhum que me impressionasse como este, e, atendendo-se ao tempo em que ele se deu (quando eu estava sujeitando à prova experimental a nova Doutrina) compreende-se que impressão poderia causar-me. Creio que se eu fosse ainda um incrédulo, dessem que fecham os olhos para não ver, ainda assim não poderia resistir à impressão que me causou semelhante fato. Saulo não teve, mais do que eu teria, razão para fazer-se Paulo. Influência física, nenhuma senti,; porém, moralmente sou outro homem. Minha alma encontrou finalmente onde pousar, tendo deixado os espaços agitados pelo vendaval da descrença, da dúvida, do cepticismo, que devasta, que esteriliza, que calcina, se assim me posso exprimir, recordando as torturas de quem sente a necessidade de crer, mas não encontra onde assentar sua crença.
(continua amanha)
Respondi-lhe com estas palavras: “Estou bom; sinto apenas um dorzinha nos quadris e uma fraqueza nas coxas, como quem está cansado de andar muito”.
Conversamos sobre o fato de minha cura em três meses, quando nada alcancei com a medicina oficial, em cinco anos, e passamos a outros assuntos, até que, uma hora pouco mais ou menos depois, entrou meu primo com os vidros de remédios e com um bilhete, escrito a lápis, que me mandava Nascimento, e que dizia: “Não, meu amigo, não estás bom como pensas. Esta dor nos quadris que acusas, esta fraqueza das coxas, são a prova de que a moléstia não está de todo debelada. És médico e sabes que muitas vezes elas parecem combatidas, mas fazer erupções, porventura perigosas. Tua vida é necessária; continua teu tratamento”. É fácil compreender a surpresa, a admiração, o abalo profundo que produziu na minha alma um fato tão fora de tudo o que tinha visto em minha vida. Repetiram-se, da cidade, textualmente, as minhas palavras, como só poderia fazer quem estivesse ao alcance de ouvi-las!
Efetivamente, calculado o tempo que leva o bonde da casa do Nascimento á minha, reconhecemos, eu e Pinheiro, que aquela resposta me fora dada, da cidade, precisamente à hora em que eu respondia, na Tijuca, à interpelação de meu visitante.
Pode haver fatos mais importantes no domínio do Espiritismo; eu, porém, não tive ainda nenhum que me impressionasse como este, e, atendendo-se ao tempo em que ele se deu (quando eu estava sujeitando à prova experimental a nova Doutrina) compreende-se que impressão poderia causar-me. Creio que se eu fosse ainda um incrédulo, dessem que fecham os olhos para não ver, ainda assim não poderia resistir à impressão que me causou semelhante fato. Saulo não teve, mais do que eu teria, razão para fazer-se Paulo. Influência física, nenhuma senti,; porém, moralmente sou outro homem. Minha alma encontrou finalmente onde pousar, tendo deixado os espaços agitados pelo vendaval da descrença, da dúvida, do cepticismo, que devasta, que esteriliza, que calcina, se assim me posso exprimir, recordando as torturas de quem sente a necessidade de crer, mas não encontra onde assentar sua crença.
(continua amanha)
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
04 de Novembro de 2009
"Sê doador de energia superior e não buscador de comprovações para tuas suposições."
Trigueirinho
"Sê doador de energia superior e não buscador de comprovações para tuas suposições."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
DEUS está em toda parte: portanto, está também dentro de nós e dentro de todas as pessoas que nos cercam, boas ou más.
Tudo provém de DEUS.
Tudo é manifestação divina.
Mesmo aquilo que nos parece mal ou erro pode ser a causa de um beneficio futuro.
Nosso sofrimento resulta do desconhecimento da verdade básica: DEUS dirige todos os acontecimentos, porque está em tudo.
Tudo provém de DEUS.
Tudo é manifestação divina.
Mesmo aquilo que nos parece mal ou erro pode ser a causa de um beneficio futuro.
Nosso sofrimento resulta do desconhecimento da verdade básica: DEUS dirige todos os acontecimentos, porque está em tudo.
ESPIRITISMO NO BRASIL
22ª - Parte
BEZERRA DE MENEZES
SUAS OBRAS
BEZERRA DE MENEZES
SUAS OBRAS
Depois deles comecei as investigações experimentais sobre os vários pontos da Doutrina, e posso afirmar, daqui, que tenho verificado, quanto é permitido ao homem alcançar em certeza, a perfeita exatidão de todos os princípios fundamentais do Espiritismo.
Não cabe num trabalho desta ordem referir o resultado experimental alcançado sobre cada um, por isto me limito a dizer: o Espiritismo é para mim uma ciência, cujos postulados são demonstrados tão perfeitamente como se demonstro o peso de um corpo.
Nada me impressionou mais do que ver um homem, sem conhecimentos médicos até sem instrução regular, discorrer sobre moléstias, com proficiência anatômica e fisiológica, sem claudicar, como bem poucos médicos o podem fazer.
Mais do que isto, porém, é, para impressionar, ver dizer um indivíduo, que não se conhece, que não se examina, de quem não se colhem sequer informações, e não se sabe senão a idade dizer, em tais condições, que sofre de tais moléstias, com tais e tais complicações, por tais e tais causas, e confirmar o diagnóstico pelo resultado eficaz do tratamento aplicado naquele sentido.
Tive, porém, de minha experiência pessoal, outro fato que muito me impressionou. Eu estava em tratamento com o médium receitista Gonçalves Nascimento, e este costumava mandar-me os vidros, logo que eu acabava uma prescrição, por um primo meu, estudante de preparatórios, que morava em minha casa, na Tijuca, a um hora de viagem da cidade.
Meu primo costumava, sempre que me trazia os remédios (homeopáticos) da casa do Nascimento, entregar-me os vidros em mão, e nunca, durante três meses que já durava meu tratamento, me trouxe do médium recado por escrito, senão simplesmente os vidros de remédios, tendo no rótulo a indicação do modo pelo qual devia ser tomado.
(continua amanhã)
Não cabe num trabalho desta ordem referir o resultado experimental alcançado sobre cada um, por isto me limito a dizer: o Espiritismo é para mim uma ciência, cujos postulados são demonstrados tão perfeitamente como se demonstro o peso de um corpo.
Nada me impressionou mais do que ver um homem, sem conhecimentos médicos até sem instrução regular, discorrer sobre moléstias, com proficiência anatômica e fisiológica, sem claudicar, como bem poucos médicos o podem fazer.
Mais do que isto, porém, é, para impressionar, ver dizer um indivíduo, que não se conhece, que não se examina, de quem não se colhem sequer informações, e não se sabe senão a idade dizer, em tais condições, que sofre de tais moléstias, com tais e tais complicações, por tais e tais causas, e confirmar o diagnóstico pelo resultado eficaz do tratamento aplicado naquele sentido.
Tive, porém, de minha experiência pessoal, outro fato que muito me impressionou. Eu estava em tratamento com o médium receitista Gonçalves Nascimento, e este costumava mandar-me os vidros, logo que eu acabava uma prescrição, por um primo meu, estudante de preparatórios, que morava em minha casa, na Tijuca, a um hora de viagem da cidade.
Meu primo costumava, sempre que me trazia os remédios (homeopáticos) da casa do Nascimento, entregar-me os vidros em mão, e nunca, durante três meses que já durava meu tratamento, me trouxe do médium recado por escrito, senão simplesmente os vidros de remédios, tendo no rótulo a indicação do modo pelo qual devia ser tomado.
(continua amanhã)
sábado, 31 de outubro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
31 de Outubro de 2009
"Precisas impessoalizar-te para perceber a rede de serviço da qual participas."
Trigueirinho
"Precisas impessoalizar-te para perceber a rede de serviço da qual participas."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO se irrite contra aqueles que o caluniam!
São benfeitores seus, que lhe estão sempre chamando a atenção para seus erros, reais ou possíveis.
Siga à frente!
A dor é o adubo que faz crescer em nós a produção evolutiva.
O arado que rasga o seio da terra é que permite a colheita abundante.
E as lágrimas fertilizam nosso coração, tornando possível um progresso maior...
São benfeitores seus, que lhe estão sempre chamando a atenção para seus erros, reais ou possíveis.
Siga à frente!
A dor é o adubo que faz crescer em nós a produção evolutiva.
O arado que rasga o seio da terra é que permite a colheita abundante.
E as lágrimas fertilizam nosso coração, tornando possível um progresso maior...
ESPIRITISMO NO BRASIL
20ª Parte
BEZERRA DE MENEZES
SUAS OBRAS
Eu não acreditava nem deixava de acreditar na medicina medianímica, e confesso que propendia mais para a crença de que o tal médium era um especulador. Em desespero de causa, porém, eu recorreria a ele, mesmo que soubesse ser um curandeiro. Tentava um recurso desesperado, e fazia uma experiência sobre a mediunidade receitista.
Era preciso, porém, visto que se tratava de uma experiência, que eu tomasse todas as cautelas, para que ela me pudesse dar uma convicção fundada. Combinei com o Doutor Maia de Lacerda, completamente desconhecido de tal médium, ser ele que fizesse pessoalmente a consulta, recomendando-lhe que assistisse ao trabalho do médium, enquanto este escrevesse, e pedisse-lhe o papel, logo que acabasse de escrever, porque bem podia ter ele um médico hábil, por detrás do reposteiro, que lhe arranjasse aquelas peças.
É verdade que um médico, não sabendo de quem se tratava, visto que só dava ao médium o nome de batismo e a idade dos consulentes, não podia adivinhar-lhe os sofrimentos, mas, em todo o caso, eu queria ter a certeza de que era exclusivamente do médium, homem completamente ignorante de medicina.
O Doutor Lacerda fez como lhe recomendei, e trouxe-me o que, a meu respeito, escreveu o médium, que não podia reconhecer por meu próprio, “Adolfo”, não só por que há muitas pessoas com este nome, como porque sou conhecido geralmente por BEZERRA DEMENEZES, e bem poucos dos que não entretêm relações íntimas comigo sabem que me chamo Adolfo. Tomei o papel que dizia:
(continua amanhã)
BEZERRA DE MENEZES
SUAS OBRAS
Eu não acreditava nem deixava de acreditar na medicina medianímica, e confesso que propendia mais para a crença de que o tal médium era um especulador. Em desespero de causa, porém, eu recorreria a ele, mesmo que soubesse ser um curandeiro. Tentava um recurso desesperado, e fazia uma experiência sobre a mediunidade receitista.
Era preciso, porém, visto que se tratava de uma experiência, que eu tomasse todas as cautelas, para que ela me pudesse dar uma convicção fundada. Combinei com o Doutor Maia de Lacerda, completamente desconhecido de tal médium, ser ele que fizesse pessoalmente a consulta, recomendando-lhe que assistisse ao trabalho do médium, enquanto este escrevesse, e pedisse-lhe o papel, logo que acabasse de escrever, porque bem podia ter ele um médico hábil, por detrás do reposteiro, que lhe arranjasse aquelas peças.
É verdade que um médico, não sabendo de quem se tratava, visto que só dava ao médium o nome de batismo e a idade dos consulentes, não podia adivinhar-lhe os sofrimentos, mas, em todo o caso, eu queria ter a certeza de que era exclusivamente do médium, homem completamente ignorante de medicina.
O Doutor Lacerda fez como lhe recomendei, e trouxe-me o que, a meu respeito, escreveu o médium, que não podia reconhecer por meu próprio, “Adolfo”, não só por que há muitas pessoas com este nome, como porque sou conhecido geralmente por BEZERRA DEMENEZES, e bem poucos dos que não entretêm relações íntimas comigo sabem que me chamo Adolfo. Tomei o papel que dizia:
(continua amanhã)
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
30 de Outubro de 2009
"Adapta-te à situação de estar diante do inusitado."
Trigueirinho
"Adapta-te à situação de estar diante do inusitado."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
TUDO tem sua hora própria.
“O próprio céu tem seu horário para as trevas e para a luz”
Aprenda com a Natureza!
Se em certas horas precisamos receber, não esqueça de que, noutras horas, temos obrigação de dar.
Ajude, pois, mas sem querer substituir-se a quem você ajuda.
Cada um precisa caminhar com seus próprios pés, para aprender a viver.
Saiba distinguir o momento oportuno de dar e receber.
“O próprio céu tem seu horário para as trevas e para a luz”
Aprenda com a Natureza!
Se em certas horas precisamos receber, não esqueça de que, noutras horas, temos obrigação de dar.
Ajude, pois, mas sem querer substituir-se a quem você ajuda.
Cada um precisa caminhar com seus próprios pés, para aprender a viver.
Saiba distinguir o momento oportuno de dar e receber.
ESPIRITISMO NO BRASIL
Décima Nona Parte
BEZERRA DE MENEZES
SUAS OBRAS
BEZERRA DE MENEZES
SUAS OBRAS
Embarquei com o livro, e, não tendo distração para a longa e fastidiosa viagem, disse comigo: ora, adeus! Não hei de ir para o inferno por ler isto; e, depois, é ridículo confessar-me ignorante de uma filosofia, quando tenho estudado todas as escolas filosóficas. Pensando assim, abri o livro e prendi-me a ela, como acontecera com a Bíblia. Lia, mas não encontrava nada que fosse novo para o meu Espírito e, entretanto, tudo aquilo era novo para mim! Dava-se em mim o que acontece muitas vezes a quem muito lê, e que um dia encontra uma obra onde se lhe deparam idéias, que já leu, mas não sabe em que autor.
Eu já tinha lido e ouvido tudo o que se acha em “O Livro dos Espíritos”, mas eu tinha a certeza de nunca haver lido obra alguma Espírita, e, portanto, me era impossível descobrir onde e quando me fora dado o conhecimento de semelhantes idéias!
Preocupei-me seriamente com este fato que me era maravilhoso e a mim mesmo dizia: parece que eu era Espírita inconsciente, ou, como se diz vulgarmente, de nascença, e que todas essas vacilações que meu Espírito sentia eram marchas e contramarchas que ele fazia, por descobrir o que lhe era conhecido e, porventura, obrigado a isto. Eis o que fui e em que crença vivi, até que me tornei Espírita.
Apesar de convencido da verdade do Espiritismo, eu nunca tinha assistido, nem tentado assistir a qualquer trabalho experimental, confirmativo sequer da comunicação dos Espíritos.
Tendo sido atacado de dispepsia, que me reduziu a um estado desesperador, sem que me tivesse proporcionado o menor alívio a medicina oficial, apesar de eu ter recorrido aos mais notáveis médicos desta capital, resolvi, depois de um sofrimento de cinco anos, recorrer a um médium receitista, em quem muito se falava, o Senhor João Gonçalves do Nascimento.
(continua amanhã)
Eu já tinha lido e ouvido tudo o que se acha em “O Livro dos Espíritos”, mas eu tinha a certeza de nunca haver lido obra alguma Espírita, e, portanto, me era impossível descobrir onde e quando me fora dado o conhecimento de semelhantes idéias!
Preocupei-me seriamente com este fato que me era maravilhoso e a mim mesmo dizia: parece que eu era Espírita inconsciente, ou, como se diz vulgarmente, de nascença, e que todas essas vacilações que meu Espírito sentia eram marchas e contramarchas que ele fazia, por descobrir o que lhe era conhecido e, porventura, obrigado a isto. Eis o que fui e em que crença vivi, até que me tornei Espírita.
Apesar de convencido da verdade do Espiritismo, eu nunca tinha assistido, nem tentado assistir a qualquer trabalho experimental, confirmativo sequer da comunicação dos Espíritos.
Tendo sido atacado de dispepsia, que me reduziu a um estado desesperador, sem que me tivesse proporcionado o menor alívio a medicina oficial, apesar de eu ter recorrido aos mais notáveis médicos desta capital, resolvi, depois de um sofrimento de cinco anos, recorrer a um médium receitista, em quem muito se falava, o Senhor João Gonçalves do Nascimento.
(continua amanhã)
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
29 de Outubro de 2009
"Tua atitude determinará a realização ou não de certas etapas do Plano Evolutivo."
Trigueirinho
"Tua atitude determinará a realização ou não de certas etapas do Plano Evolutivo."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
O que importa antes de tudo é o momento presente.
O que foram nossos pais não tem importância; o que vale é o que você é agora.
O momento presente é o criador de seu amanhã.
Sua felicidade está baseada em seus pensamentos de hoje.
Somos escravos do ontem, mas somos donos de nosso amanhã!
Preste muita atenção ao momento que passa, ao que você está fazendo AGORA, porque do “AGORA’ depende seu “AMANHÔ.
O que foram nossos pais não tem importância; o que vale é o que você é agora.
O momento presente é o criador de seu amanhã.
Sua felicidade está baseada em seus pensamentos de hoje.
Somos escravos do ontem, mas somos donos de nosso amanhã!
Preste muita atenção ao momento que passa, ao que você está fazendo AGORA, porque do “AGORA’ depende seu “AMANHÔ.
ESPIRITISMO NO BRASIL
Décima Oitava Parte
BEZERRA DE MENEZES
SUAS OBRAS
BEZERRA DE MENEZES
SUAS OBRAS
A leitura foi sempre a minha distração predileta, mas dava-se a este respeito o mesmo que a respeito de escrever, abria um, outro, outro livro sobre ciência, sobre literatura, sobre o quer que fosse, mas não tolerava a leitura de uma página sequer.
Um dia, meu companheiro de consultório trouxe da rua um exemplar da Bíblia, tradução do padre Pereira de Figueiredo, entressachado de estampas finíssimas.
Tomei o livro, não para ler, que já não tentava semelhante exercício, mas para ver as estampas, com verdadeira curiosidade infantil. Passei todas em revista, mas no fim, senti desejo de ler aquele livro que encerrava minhas perdidas crenças, e também porque era vergonha para um homem de letras dizer que nunca o lera.
Comecei, pois, e esqueci-me a ler o belo livro, até perder a condução para minha casa; e, depois que cheguei à residência, sentia prazer em pensar que voltaria a lê-lo! Eu mesmo fiquei surpreendido do que se passava em mim.
Li toda a Bíblia e, quando mais lia, mais vontade tinha de continuar com aquela leitura. Quando acabei, eu sentia a necessidade de crer, não nessa crença imposta à fé, mas numa crença firmada na razão e na consciência. Onde lhe descobrir a fonte? Atirei-me à leitura dos livros sagrados, com ardor, com sede; mas sempre uma falha ao que meu Espírito reclamava.
Começaram a aparecer as primeiras notas espíritas no Rio de Janeiro; mas eu repelia semelhante Doutrina, sem conhecê-la nem de leve! Somente porque temia que ela perturbasse a tal ou qual paz que me trouxera ao Espírito a minha volta à religião de meus maiores, embora com restrições. Um colega (Doutor Joaquim Carlos Travassos), porém, tendo traduzido “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec, fez-me de presente de um exemplar, que aceitei, por cortesia. Deu-mo na cidade, e eu morava em Tijuca, a uma hora de viagem de bonde.
(continua amanha)
Um dia, meu companheiro de consultório trouxe da rua um exemplar da Bíblia, tradução do padre Pereira de Figueiredo, entressachado de estampas finíssimas.
Tomei o livro, não para ler, que já não tentava semelhante exercício, mas para ver as estampas, com verdadeira curiosidade infantil. Passei todas em revista, mas no fim, senti desejo de ler aquele livro que encerrava minhas perdidas crenças, e também porque era vergonha para um homem de letras dizer que nunca o lera.
Comecei, pois, e esqueci-me a ler o belo livro, até perder a condução para minha casa; e, depois que cheguei à residência, sentia prazer em pensar que voltaria a lê-lo! Eu mesmo fiquei surpreendido do que se passava em mim.
Li toda a Bíblia e, quando mais lia, mais vontade tinha de continuar com aquela leitura. Quando acabei, eu sentia a necessidade de crer, não nessa crença imposta à fé, mas numa crença firmada na razão e na consciência. Onde lhe descobrir a fonte? Atirei-me à leitura dos livros sagrados, com ardor, com sede; mas sempre uma falha ao que meu Espírito reclamava.
Começaram a aparecer as primeiras notas espíritas no Rio de Janeiro; mas eu repelia semelhante Doutrina, sem conhecê-la nem de leve! Somente porque temia que ela perturbasse a tal ou qual paz que me trouxera ao Espírito a minha volta à religião de meus maiores, embora com restrições. Um colega (Doutor Joaquim Carlos Travassos), porém, tendo traduzido “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec, fez-me de presente de um exemplar, que aceitei, por cortesia. Deu-mo na cidade, e eu morava em Tijuca, a uma hora de viagem de bonde.
(continua amanha)
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
28 de Outubro de 2009
"Tuas desarmonias e teu orgulho serão transformados pela irradiação da Grande Presença, sempre próxima."
Trigueirinho
"Tuas desarmonias e teu orgulho serão transformados pela irradiação da Grande Presença, sempre próxima."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
COLOQUE DEUS, conscientemente, em tudo o que faz, em todos os seus problemas.
E verificará que seus sofrimentos se transformarão em experiências e aprendizado.
Coloque DEUS em todos os seus pensamentos, e sua vida se transformará num hino de alegria e louvor, porque as dores se esvairão como as trevas, que desaparecem aos primeiros clarões das luzes da aurora...
E verificará que seus sofrimentos se transformarão em experiências e aprendizado.
Coloque DEUS em todos os seus pensamentos, e sua vida se transformará num hino de alegria e louvor, porque as dores se esvairão como as trevas, que desaparecem aos primeiros clarões das luzes da aurora...
O QUE É O ESPIRITISMO
ESPIRITISMO NO BRASIL
Décima Sétima Parte
BEZERRA DE MENEZES
SUAS OBRAS
Aos 19 anos, e naquela disposição de espírito, deixei a casa paterna, para vir fazer meus estudos na capital do Império, onde vivi, mesmo no tempo de estudante, sobre mim, sem ter a quem prestar obediência. Continuei na crença e práticas religiosas que eu trouxe do berço, mas, na convivência com os moços, meus colegas, em sua maior parte livrem pensadores, ateus, comecei batendo-me com eles e acabei concordando com eles, parecendo-me excelso não ter a gente que prestar conta de seus atos.
Não foi difícil esta mudança, pela razão de não ser firmada em fé raciocinada a minha crença católica; mas, apesar disto, a mudança não foi radical, porque nunca pude banir de toda a crença em DEUS e na alma. Houve em mim uma perturbação, de que nasceu a dúvida. Fiquei mais céptico do que cristão e cristão somente por aqueles dois pontos.
Em todo o caso deixei de ser católico e via os meus dois pontos luminosos por entre as nuvens.
Casei com uma moça católica, a quem de coração e sempre respeitei suas crenças, guardando nos seios de minha alma a descrença. No fim de quatro anos, fui subitamente batido pelo tufão da maior adversidade que me podia sobrevir: minha mulher me foi roubada pela morte, em vinte horas, deixando-me dois filhinhos, um de três anos e outro de um. Aquele fato produziu-me um abalo físico e moral, de prostrar-me.
As glórias mundanas, que havia conquistado mais por ela que por mim, tornaram-se me aborrecidas, senão odiosas, e, delas, coisas da terra, eu não via nada, nada encontrei que me fosse de lenitivo a tamanha dor. Sempre gostei de escrever, mas inutilmente tentava fazê-lo, porque, no fim de poucas linhas, tédio mortal se apoderava de mim.
(continua amanhã)
Décima Sétima Parte
BEZERRA DE MENEZES
SUAS OBRAS
Aos 19 anos, e naquela disposição de espírito, deixei a casa paterna, para vir fazer meus estudos na capital do Império, onde vivi, mesmo no tempo de estudante, sobre mim, sem ter a quem prestar obediência. Continuei na crença e práticas religiosas que eu trouxe do berço, mas, na convivência com os moços, meus colegas, em sua maior parte livrem pensadores, ateus, comecei batendo-me com eles e acabei concordando com eles, parecendo-me excelso não ter a gente que prestar conta de seus atos.
Não foi difícil esta mudança, pela razão de não ser firmada em fé raciocinada a minha crença católica; mas, apesar disto, a mudança não foi radical, porque nunca pude banir de toda a crença em DEUS e na alma. Houve em mim uma perturbação, de que nasceu a dúvida. Fiquei mais céptico do que cristão e cristão somente por aqueles dois pontos.
Em todo o caso deixei de ser católico e via os meus dois pontos luminosos por entre as nuvens.
Casei com uma moça católica, a quem de coração e sempre respeitei suas crenças, guardando nos seios de minha alma a descrença. No fim de quatro anos, fui subitamente batido pelo tufão da maior adversidade que me podia sobrevir: minha mulher me foi roubada pela morte, em vinte horas, deixando-me dois filhinhos, um de três anos e outro de um. Aquele fato produziu-me um abalo físico e moral, de prostrar-me.
As glórias mundanas, que havia conquistado mais por ela que por mim, tornaram-se me aborrecidas, senão odiosas, e, delas, coisas da terra, eu não via nada, nada encontrei que me fosse de lenitivo a tamanha dor. Sempre gostei de escrever, mas inutilmente tentava fazê-lo, porque, no fim de poucas linhas, tédio mortal se apoderava de mim.
(continua amanhã)
terça-feira, 27 de outubro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
27 de Outubro de 2009
"Confia na orientação interna e saberás reconhecer a atitude para cada momento."
Trigueirinho
"Confia na orientação interna e saberás reconhecer a atitude para cada momento."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO limite o poder de sua vida!
Não pense que conseguirá tudo o que deseja, numa só existência.
Não confie, porque a vida é eterna, infindável.
Não pense também que, depois desta, irá iniciar uma vida diferente: nada disso!
Esta mesma vida é que continuará sempre.
Portanto, procure aumentar seus conhecimentos e aperfeiçoar-se, verificando como é rápido o momento atual, comparado com a eternidade!
Não pense que conseguirá tudo o que deseja, numa só existência.
Não confie, porque a vida é eterna, infindável.
Não pense também que, depois desta, irá iniciar uma vida diferente: nada disso!
Esta mesma vida é que continuará sempre.
Portanto, procure aumentar seus conhecimentos e aperfeiçoar-se, verificando como é rápido o momento atual, comparado com a eternidade!
O QUE É O ESPIRITISMO
ESPIRITISMO NO BRASIL
Décima Sexta Parte
BEZERRA DE MENEZES
SUAS OBRAS
BEZERRA DEMENEZES escreveu as seguintes obras literárias: “a Escravidão no Brasil e as medidas que convém tomar para extingui-la sem dano para a Nação” (1869). “Breves considerações sobre as secas do Norte” (1877). “A Casa Assombrada”. “A Loucura sob Novo Prisma”. “A Doutrina Espírita” ou “Uma Carta de Bezerra de Menezes”. “Casamento e Mortalha” (romance inacabado). “Discursos Parlamentares” (reunidos por Freitas Nobre). “Estudos Filosóficos” em três volumes. “Mensagens Psicografadas” (reunidas por Freitas Nobre). “Os Carneiros de Panurgio”. “A Criança Tal Como é”.”Doutrina Espírita como Philosofia”. “O Bandido”. “História de um Sonho”. “Perola Negra”. “Evangelho do Futuro”. “Os Mortos que Vivem”. “Segredos da Natura” e “Lázaro, o Leproso”. Traduziu o livro “Obras Póstumas” de Allan Kardec e publicou também várias biografias de homens célebres, como Visconde do Uruguai e o Visconde de Carvalas.
ESCRITOS DE BEZERRA DE MENEZES.
Explanação sobre sua aproximação com a Doutrina Espírita e como ela transformou sua vida, publicada na revista “Reformador” em 15 de outubro de 1892.
“Nasci e criei-me, até aos 18 anos, no seio de uma família tradicionalmente católica, que levava a sua crença até a aceitação de um absurdo, por mais repugnante que fosse, imposto à fé passiva dos crentes, pela Igreja Romana. Aprendi aquela Doutrina e acostumei-me às suas práticas, mas empiricamente, seria procurar a razão da minha crença.
Dois pontos, entretanto, me apareciam luminosos no meio daquela névoa; eram: a existência da alma, responsável por suas obras, e a de DEUS, criador da alma e de tudo o que existe. Ao demais, eu considerava sagrado tudo o que meus pais me ensinavam a crer e a praticar; a religião católica, apostólica e romana.
(continua amanhã)
Décima Sexta Parte
BEZERRA DE MENEZES
SUAS OBRAS
BEZERRA DEMENEZES escreveu as seguintes obras literárias: “a Escravidão no Brasil e as medidas que convém tomar para extingui-la sem dano para a Nação” (1869). “Breves considerações sobre as secas do Norte” (1877). “A Casa Assombrada”. “A Loucura sob Novo Prisma”. “A Doutrina Espírita” ou “Uma Carta de Bezerra de Menezes”. “Casamento e Mortalha” (romance inacabado). “Discursos Parlamentares” (reunidos por Freitas Nobre). “Estudos Filosóficos” em três volumes. “Mensagens Psicografadas” (reunidas por Freitas Nobre). “Os Carneiros de Panurgio”. “A Criança Tal Como é”.”Doutrina Espírita como Philosofia”. “O Bandido”. “História de um Sonho”. “Perola Negra”. “Evangelho do Futuro”. “Os Mortos que Vivem”. “Segredos da Natura” e “Lázaro, o Leproso”. Traduziu o livro “Obras Póstumas” de Allan Kardec e publicou também várias biografias de homens célebres, como Visconde do Uruguai e o Visconde de Carvalas.
ESCRITOS DE BEZERRA DE MENEZES.
Explanação sobre sua aproximação com a Doutrina Espírita e como ela transformou sua vida, publicada na revista “Reformador” em 15 de outubro de 1892.
“Nasci e criei-me, até aos 18 anos, no seio de uma família tradicionalmente católica, que levava a sua crença até a aceitação de um absurdo, por mais repugnante que fosse, imposto à fé passiva dos crentes, pela Igreja Romana. Aprendi aquela Doutrina e acostumei-me às suas práticas, mas empiricamente, seria procurar a razão da minha crença.
Dois pontos, entretanto, me apareciam luminosos no meio daquela névoa; eram: a existência da alma, responsável por suas obras, e a de DEUS, criador da alma e de tudo o que existe. Ao demais, eu considerava sagrado tudo o que meus pais me ensinavam a crer e a praticar; a religião católica, apostólica e romana.
(continua amanhã)
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
26 de Outubro de 2009
"À medida que te elevares, cada vez menos terás junto a ti os que sugam a energia criadora."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO esqueça de que, qualquer que seja sua posição na vida, há sempre dois níveis a observar: os que estão acima e os que estão abaixo de você.
Procure colocar-se algumas vezes na posição de seus chefes; e outras vezes na posição de seus subordinados.
Assim, você poderá compreender ao vivo os problemas que surgem dos dois lados.
E, desta forma, poderá ajudar melhor uns e a outros.
Procure colocar-se algumas vezes na posição de seus chefes; e outras vezes na posição de seus subordinados.
Assim, você poderá compreender ao vivo os problemas que surgem dos dois lados.
E, desta forma, poderá ajudar melhor uns e a outros.
O QUE É O ESPIRITISMO
ESPIRITISMO NO BRASIL
Décima Quinta Parte
BEZERRA DE MENEZES
Em 1889 iniciou como presidente da Casa de Ismael, o estudo metódico do “O Livro dos Espíritos” e os escritos de Roustaing, em sessões semanais no salão da FEB. Quando vice-presidente da entidade, entre 1890 e 1891, traduziu o livro “Obras Póstumas”, de Allan Kardec, publicado em 1892. Durante vários anos presidiu o Centro Espírita do Brasil, fundado em 21 e abril de 1889 e foi Diretor do Centro da União Espírita de Propaganda do Brasil, que foi reorganizado em quatro de abril de 1894. Em 1892 publica o romance “Lázaro, o Leproso”.
Em 1893, a convulsão provocada no Brasil pela Revolta da Armada, ocasionou o fechamento de todas as sociedades espíritas ou não. No Natal do mesmo ano, o médico encerrou a série de “Estudos Filosóficos” que vinha publicando no jornal “O Paíz”. Em 1895, o movimento espírita do país, desunido e desestimulado na época, com duas correntes de estudos: uma tendendo para o cientificismo e outra que mantinha a matriz original como filosofia e religião. A Federação Espírita Brasileira estava com as finanças arruinadas e com cargo da presidência vago. Aos 63 anos, BEZERRA DE MENEZES foi o único capaz de reaglutinar o movimento espírita e foi indicado como o novo Presidente. Eleito em três de agosto de 1895, imprimiu uma orientação evangélica nos trabalhos da FEB, estabelecendo a divisa: DEUS, CRISTO E CARIDADE, como máxima. Essa determinação norteou e movimento e aglutinou os espíritas do país.
Em dezembro de 1899, BEZERRA DE MENEZES foi acometido por uma congestão cerebral (ou um acidente vascular cerebral) e desencarnou em 11 de abril de 1900, às onze e meia, recebendo honras da Câmara Municipal da Corte por sua conduta e pelos serviços prestados aos necessitados. Já o jornal “O Paiz”, sob direção de Quintino Bocaiúva, destacava em sua primeira página: “Revestiram-se de uma solenidade augusta as derradeiras homenagens prestadas a este eminente brasileiro. Desde que se divulgou a notícia de seu traspasse, até uma parte do dia de ontem, uma incessante romaria se estabeleceu em demanda da sua habitação. Eram os pobres, os humildes e necessitados, no anonimato de sua condição em que, não raro, brilham excelsas virtudes, que lhe iam render o tributo da saudade e do reconhecimento, conquistados a golpes de bondade, e cujos soluços e lamentações se confundiam com os da pobre família desolada.
Hoje, BEZERRA DE MENEZES é Coordenador no Plano Espiritual Superior (nome dado ao plano dos Espíritos elevados) da Revolução Mundial dos Espíritos da Luz Celeste na Quarta Revelação ( Religião de DEUS).
(continua amanhã)
Décima Quinta Parte
BEZERRA DE MENEZES
Em 1889 iniciou como presidente da Casa de Ismael, o estudo metódico do “O Livro dos Espíritos” e os escritos de Roustaing, em sessões semanais no salão da FEB. Quando vice-presidente da entidade, entre 1890 e 1891, traduziu o livro “Obras Póstumas”, de Allan Kardec, publicado em 1892. Durante vários anos presidiu o Centro Espírita do Brasil, fundado em 21 e abril de 1889 e foi Diretor do Centro da União Espírita de Propaganda do Brasil, que foi reorganizado em quatro de abril de 1894. Em 1892 publica o romance “Lázaro, o Leproso”.
Em 1893, a convulsão provocada no Brasil pela Revolta da Armada, ocasionou o fechamento de todas as sociedades espíritas ou não. No Natal do mesmo ano, o médico encerrou a série de “Estudos Filosóficos” que vinha publicando no jornal “O Paíz”. Em 1895, o movimento espírita do país, desunido e desestimulado na época, com duas correntes de estudos: uma tendendo para o cientificismo e outra que mantinha a matriz original como filosofia e religião. A Federação Espírita Brasileira estava com as finanças arruinadas e com cargo da presidência vago. Aos 63 anos, BEZERRA DE MENEZES foi o único capaz de reaglutinar o movimento espírita e foi indicado como o novo Presidente. Eleito em três de agosto de 1895, imprimiu uma orientação evangélica nos trabalhos da FEB, estabelecendo a divisa: DEUS, CRISTO E CARIDADE, como máxima. Essa determinação norteou e movimento e aglutinou os espíritas do país.
Em dezembro de 1899, BEZERRA DE MENEZES foi acometido por uma congestão cerebral (ou um acidente vascular cerebral) e desencarnou em 11 de abril de 1900, às onze e meia, recebendo honras da Câmara Municipal da Corte por sua conduta e pelos serviços prestados aos necessitados. Já o jornal “O Paiz”, sob direção de Quintino Bocaiúva, destacava em sua primeira página: “Revestiram-se de uma solenidade augusta as derradeiras homenagens prestadas a este eminente brasileiro. Desde que se divulgou a notícia de seu traspasse, até uma parte do dia de ontem, uma incessante romaria se estabeleceu em demanda da sua habitação. Eram os pobres, os humildes e necessitados, no anonimato de sua condição em que, não raro, brilham excelsas virtudes, que lhe iam render o tributo da saudade e do reconhecimento, conquistados a golpes de bondade, e cujos soluços e lamentações se confundiam com os da pobre família desolada.
Hoje, BEZERRA DE MENEZES é Coordenador no Plano Espiritual Superior (nome dado ao plano dos Espíritos elevados) da Revolução Mundial dos Espíritos da Luz Celeste na Quarta Revelação ( Religião de DEUS).
(continua amanhã)
domingo, 25 de outubro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
25 de Outubro de 2009
"Dá a cada um o alimento que necessita para superar o próprio ego."
Trigueirinho
"Dá a cada um o alimento que necessita para superar o próprio ego."
Trigueirinho
MINUTO DE SABEDORIA
SEM esforço de nossa parte jamais atingiremos o alto da montanha.
Não desanime no meio da estrada: siga à frente, porque os horizontes se tornarão amplos e maravilhosos à medida que for subindo.
Mas não se iluda, pois só atingirá o cimo da montanha se estiver decidido a enfrentar o esforço da caminhada.
Não desanime no meio da estrada: siga à frente, porque os horizontes se tornarão amplos e maravilhosos à medida que for subindo.
Mas não se iluda, pois só atingirá o cimo da montanha se estiver decidido a enfrentar o esforço da caminhada.
O QUE É O ESPIRITISMO
ESPIRITISMO NO BRASIL
Décima Quarta Parte
BEZERRA DE MENEZES
Décima Quarta Parte
BEZERRA DE MENEZES
Como médico, atendia a qualquer hora, adota a homeopatia como método e filosofia de trabalho. Por sua dedicação aos doentes é apelidado de “Médico dos Pobres”. BEZERRA atendia gratuitamente aqueles que não podiam pagar. Sua fama continua a se espalhar e o consultório do centro da cidade começou a ficar movimentado, também com clientes que pagavam. O dinheiro que recebia no consultório era gasto com os seus pobres em remédios, roupas ou simplesmente auxílio em dinheiro.
Para BEZERRA DE ENEZES a função de médico tinha o mais elevado conceito, por isso, ele dizia: “Um médico não tem o direito de terminar uma refeição, nem de perguntar se é longe ou perto, quando um aflito qualquer lhe bate à porta. O que não acode por estar com visitas, por ter trabalhado muito e achar-se fatigado, ou por ser alta hora da noite, mau o caminho ou o tempo, ficar longe ou no morro, o que, sobretudo pede um carro a quem não tem com que pagar a receita, ou diz a quem lhe chora à porta que procure outro – esse não é médico, é negociante da medicina, que trabalha paras recolher capital e juros dos gastos de formatura. Esse é um desgraçado, que manda para outro o anjo da caridade que lhe veio fazer uma visita e lhe trazia a única espórtula que podia saciar a sede de riqueza do seu Espírito, a única que jamais se perderá nos vaivens da vida”.
Em 1887, MENEZES começou a escrever uma série chamada “Espiritismo, Estudos Filosóficos”, que saía aos domingos no jornal “O Paíz”, sob o pseudônimo de Max. Vale lembrar que na época esse era o jornal mais lido do Brasil. Continuaria a série de artigos até o Natal de 1894. Usando o mesmo pseudônimo escreveria ainda para dois outros jornais de circulação regional.
Em 1888, Dr. BEZERRA perde dois filhos. Reagiu e continuou trabalhando. Durante cinco anos, escreveu sobre a Doutrina, elucidou muitas pessoas e aproximou outras tantas para a Doutrina Espírita.
(continua amanhã)
Para BEZERRA DE ENEZES a função de médico tinha o mais elevado conceito, por isso, ele dizia: “Um médico não tem o direito de terminar uma refeição, nem de perguntar se é longe ou perto, quando um aflito qualquer lhe bate à porta. O que não acode por estar com visitas, por ter trabalhado muito e achar-se fatigado, ou por ser alta hora da noite, mau o caminho ou o tempo, ficar longe ou no morro, o que, sobretudo pede um carro a quem não tem com que pagar a receita, ou diz a quem lhe chora à porta que procure outro – esse não é médico, é negociante da medicina, que trabalha paras recolher capital e juros dos gastos de formatura. Esse é um desgraçado, que manda para outro o anjo da caridade que lhe veio fazer uma visita e lhe trazia a única espórtula que podia saciar a sede de riqueza do seu Espírito, a única que jamais se perderá nos vaivens da vida”.
Em 1887, MENEZES começou a escrever uma série chamada “Espiritismo, Estudos Filosóficos”, que saía aos domingos no jornal “O Paíz”, sob o pseudônimo de Max. Vale lembrar que na época esse era o jornal mais lido do Brasil. Continuaria a série de artigos até o Natal de 1894. Usando o mesmo pseudônimo escreveria ainda para dois outros jornais de circulação regional.
Em 1888, Dr. BEZERRA perde dois filhos. Reagiu e continuou trabalhando. Durante cinco anos, escreveu sobre a Doutrina, elucidou muitas pessoas e aproximou outras tantas para a Doutrina Espírita.
(continua amanhã)
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