Pensamento do dia
07 de Março de 2009
"Podemos encarar a oração não apenas como necessidade nossa, mas como serviço a todo o planeta."
Anônimo
A principal finalidade deste blog é a divulgação da Doutrina Espírita, codificada por ALLAN KARDEC, através de trechos do Evangelho Segundo o Espiritismo, preces, orações, crônicas e comentários.Queremos, também, transformar esse blog em uma CASA ESPÍRITA VIRTUAL.
sábado, 7 de março de 2009
MINUTO DE SABEDORIA
MINUTO DE SABEDORIA
DERRAME raios de sol de alegria em torno de si.
Desta maneira, formará um círculo de pessoas que sentirão prazer em estar a seu lado.
Quando algum amigo seu estiver triste, sabe que encontrará alegria em você.
Derrame sua luz sobre todos os que o rodeiam, porque a alegria é obra divina.
Seja um raio de luz a iluminar a vida das criaturas que se cercam de você.
DERRAME raios de sol de alegria em torno de si.
Desta maneira, formará um círculo de pessoas que sentirão prazer em estar a seu lado.
Quando algum amigo seu estiver triste, sabe que encontrará alegria em você.
Derrame sua luz sobre todos os que o rodeiam, porque a alegria é obra divina.
Seja um raio de luz a iluminar a vida das criaturas que se cercam de você.
O PODER DA PRECE
O PODER DA PRECE
INSTRUÇÕES DOS ESPIRITOS
MANEIRA DE ORAR
2ª Parte
Deves orar sem cessar, sem para isso precisar se recolher em seu aposento, ou ajoelhar nas praças públicas. A prece diária é o cumprimento dos seus deveres, dos seus deveres sem exceção, de qualquer natureza que eles sejam. Não é um ato de amor ao seu Senhor, assistir seus irmãos numa necessidade qualquer, moral ou física? Não é fazer um ato de reconhecimento, elevar seu pensamento até Ele, quando uma alegria lhe chega, um acidente é evitado, mesmo quando uma contrariedade só lhe aflora, se diz pelo pensamento: “Sede bendito meu Pai!” Não é um ato de contrição se humilhar diante do juiz supremo, quando sentes haver falhado, não fosse senão por um pensamento fugidio, e lhe dizer “Perdoa-me meu DEUS, porque eu pequei (por orgulho, por egoísmo, ou por falta de caridade); daí-me a força de não mais falhar e a coragem de reparar?”
Isso é independente das preces regulares da manhã e da tarde, e dos dias consagrados; mas como vê, a prece pode ser de todos os instantes, sem ocasionar nenhuma interrupção aos seus trabalhos, ao contrário, ela os santifica. E creia bem que um só desses pensamentos, partindo do coração, é mais ouvido por seu Pai Celestial que as longas preces ditadas pelo hábito, freqüentemente, sem causa determinada, e às quais a hora convencionada lhe lembra maquinalmente.
(Extraído do livro “Coletânea de Preces Espíritas”).
INSTRUÇÕES DOS ESPIRITOS
MANEIRA DE ORAR
2ª Parte
Deves orar sem cessar, sem para isso precisar se recolher em seu aposento, ou ajoelhar nas praças públicas. A prece diária é o cumprimento dos seus deveres, dos seus deveres sem exceção, de qualquer natureza que eles sejam. Não é um ato de amor ao seu Senhor, assistir seus irmãos numa necessidade qualquer, moral ou física? Não é fazer um ato de reconhecimento, elevar seu pensamento até Ele, quando uma alegria lhe chega, um acidente é evitado, mesmo quando uma contrariedade só lhe aflora, se diz pelo pensamento: “Sede bendito meu Pai!” Não é um ato de contrição se humilhar diante do juiz supremo, quando sentes haver falhado, não fosse senão por um pensamento fugidio, e lhe dizer “Perdoa-me meu DEUS, porque eu pequei (por orgulho, por egoísmo, ou por falta de caridade); daí-me a força de não mais falhar e a coragem de reparar?”
Isso é independente das preces regulares da manhã e da tarde, e dos dias consagrados; mas como vê, a prece pode ser de todos os instantes, sem ocasionar nenhuma interrupção aos seus trabalhos, ao contrário, ela os santifica. E creia bem que um só desses pensamentos, partindo do coração, é mais ouvido por seu Pai Celestial que as longas preces ditadas pelo hábito, freqüentemente, sem causa determinada, e às quais a hora convencionada lhe lembra maquinalmente.
(Extraído do livro “Coletânea de Preces Espíritas”).
sexta-feira, 6 de março de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
06 de Março de 2009
"Os que buscam conectar-se com realidades mais amplas dão ao silêncio uma importância muito especial."
Anônimo
06 de Março de 2009
"Os que buscam conectar-se com realidades mais amplas dão ao silêncio uma importância muito especial."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
MINUTO DE SABEDORIA
SE estiver enfermo, não se impressione.
Qualquer mal, ou aparência de mal, é coisa passageira.
A única essência eterna e real é DEUS, que é todo o Bem, a saúde perfeita, a felicidade integral, a alegria sem sombras.
Se a doença o está experimentando, procure unir-se mentalmente à Energia Cósmica que lhe penetra o organismo juntamente com o ar que respira, e busque assim o revigoramento e purificação de todas as suas cédulas.
SE estiver enfermo, não se impressione.
Qualquer mal, ou aparência de mal, é coisa passageira.
A única essência eterna e real é DEUS, que é todo o Bem, a saúde perfeita, a felicidade integral, a alegria sem sombras.
Se a doença o está experimentando, procure unir-se mentalmente à Energia Cósmica que lhe penetra o organismo juntamente com o ar que respira, e busque assim o revigoramento e purificação de todas as suas cédulas.
O PODER DA PRECE
O PODER DA PRECE
INSTRUÇÕES DOS ESPIRITOS
MANEIRA DE ORAR
1ª Parte
O primeiro dever de toda criatura humana, o primeiro ato que deve assinalar-lhe o retorno à vida ativa de cada dia, é a prece. Quase todos vocês oram. Mas quão poucos sabem orar! Que importa ao Senhor as frases que vocês ligam, maquinalmente, umas às outras, porque disso têm hábito; é um dever que vocês impõem e, como dever, lhes pesa.
A prece do cristão, do Espírita, de qualquer culto que seja, deve ser feita desde que o Espírito retomou ao jugo da carne. Deve se elevar aos pés da majestade divina com humildade, com profundidade, num arrebatamento de gratidão por todos os benefícios concedidos até esse dia: pela noite que se escoou e durante a qual lhes foi permitido, embora inconscientemente, retornar junto de seus amigos, de seus guias, para haurir, ao seu contato, mais força e perseverança. Ela deve se elevar humilde aos pés do Senhor, para lhe recomendar sua fraqueza, pedir seu apoio, sua indulgência, sua misericórdia. Deve ser profunda, porque é sua alma quem deve se ele var até ao Criador, que deve se transfigurar como JESUS no Tabor, e tornar-se alva e irradiante de esperança e de amor.
Sua prece deve encerrar o pedido das graças que tens necessidade, mas uma necessidade real. Inútil, pois, pedir ao Senhor abreviar suas provas, lhes dar as alegrias e a riqueza; pedi-lhe para lhe conceder os bens mais preciosos da paciência, da resignação e da fé. Não diga, como ocorre a muitos entre vocês: “Não vale a pena orar, uma vez que DEUS não me atende”. O Pedes a DEUS na maioria das vezes? Freqüentemente, pensas em lhe pedir o seu melhoramento moral? Oh! Não, muito pouco; mas imaginas antes lhe pedir o sucesso nos seus empreendimentos terrestres, e exclamas: “DEUS não se ocupa conosco; se disso se ocupasse, não haveria tantas injustiças”. Insensatos! Ingratos! Se descesse ao fundo de sua consciência, encontrarias, quase sempre, em si mesmo o ponto de partida dos males dos quais lamentas. Pedi, pois, antes de todas as coisas, o seu progresso, e verás que torrente de graças e de consolações se derramará sobre você. (Cap. V, nº 4)
(Continua amanhã)
INSTRUÇÕES DOS ESPIRITOS
MANEIRA DE ORAR
1ª Parte
O primeiro dever de toda criatura humana, o primeiro ato que deve assinalar-lhe o retorno à vida ativa de cada dia, é a prece. Quase todos vocês oram. Mas quão poucos sabem orar! Que importa ao Senhor as frases que vocês ligam, maquinalmente, umas às outras, porque disso têm hábito; é um dever que vocês impõem e, como dever, lhes pesa.
A prece do cristão, do Espírita, de qualquer culto que seja, deve ser feita desde que o Espírito retomou ao jugo da carne. Deve se elevar aos pés da majestade divina com humildade, com profundidade, num arrebatamento de gratidão por todos os benefícios concedidos até esse dia: pela noite que se escoou e durante a qual lhes foi permitido, embora inconscientemente, retornar junto de seus amigos, de seus guias, para haurir, ao seu contato, mais força e perseverança. Ela deve se elevar humilde aos pés do Senhor, para lhe recomendar sua fraqueza, pedir seu apoio, sua indulgência, sua misericórdia. Deve ser profunda, porque é sua alma quem deve se ele var até ao Criador, que deve se transfigurar como JESUS no Tabor, e tornar-se alva e irradiante de esperança e de amor.
Sua prece deve encerrar o pedido das graças que tens necessidade, mas uma necessidade real. Inútil, pois, pedir ao Senhor abreviar suas provas, lhes dar as alegrias e a riqueza; pedi-lhe para lhe conceder os bens mais preciosos da paciência, da resignação e da fé. Não diga, como ocorre a muitos entre vocês: “Não vale a pena orar, uma vez que DEUS não me atende”. O Pedes a DEUS na maioria das vezes? Freqüentemente, pensas em lhe pedir o seu melhoramento moral? Oh! Não, muito pouco; mas imaginas antes lhe pedir o sucesso nos seus empreendimentos terrestres, e exclamas: “DEUS não se ocupa conosco; se disso se ocupasse, não haveria tantas injustiças”. Insensatos! Ingratos! Se descesse ao fundo de sua consciência, encontrarias, quase sempre, em si mesmo o ponto de partida dos males dos quais lamentas. Pedi, pois, antes de todas as coisas, o seu progresso, e verás que torrente de graças e de consolações se derramará sobre você. (Cap. V, nº 4)
(Continua amanhã)
quinta-feira, 5 de março de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
05 de Março de 2009
"Quando a oração se aprofunda, dá a todos a alegria de ir ao encontro da Vontade Superior e Divina."
Anônimo
05 de Março de 2009
"Quando a oração se aprofunda, dá a todos a alegria de ir ao encontro da Vontade Superior e Divina."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO creia que encontrará a perfeição naqueles que o rodeiam.
A sublimidade é difícil.
Portanto, se encontrar falhas naqueles que você admira, não se decepcione: dê a eles mais carinho e apoio, para que possam reparar as oportunidades perdidas.
Não despreza a quem erra: procure erguê-lo, exaltando aquelas qualidades que todos têm dentro de si, de modo que ele possa vencer e subir.
NÃO creia que encontrará a perfeição naqueles que o rodeiam.
A sublimidade é difícil.
Portanto, se encontrar falhas naqueles que você admira, não se decepcione: dê a eles mais carinho e apoio, para que possam reparar as oportunidades perdidas.
Não despreza a quem erra: procure erguê-lo, exaltando aquelas qualidades que todos têm dentro de si, de modo que ele possa vencer e subir.
O PODER DA PRECE
O PODER DA PRECE
DA PRECE PELOS MORTOS E PELOS
ESPIRITOS SOFREDORES.
2ª Parte
Outros se fundamentam num razão mais especiosa: a imutabilidade dos decretos divinos. DEUS, dizem eles, não pode mudar suas decisões a pedido das criaturas; sem isso nada seria estável no mundo. O homem, pois, nada tem a pedir a DEUS, não tem senão que se submeter e adorá-lo. Há, nessa idéia, uma falsa aplicação da imutabilidade da lei divina, ou melhor, ignorância da lei no que concerne à penalidade futura. Essa lei é revelada pelos espíritos do Senhor, hoje que o homem está maduro para compreender o que, na fé, está conforme ou contrário aos atributos divinos.
Segundo o dogma da eternidade absoluta das penas, ao culpado não se têm em conta seus remorsos e seu arrependimento; para lê, todo desejo de se melhorar é supérfluo e está condenado a permanecer perpetuamente ao mal. Se está condenado por um tempo determinado, a pena cessará quando esse tempo tiver expirado; mas que diz que, então, terá mudado para melhores sentimentos? Quem diz que, a exemplo de muitos condenados na Terra, na sua saída da prisão, não será tão mal quanto antes? No primeiro caso, seria manter na dor do castigo um homem que retornou ao bem; no segundo, agraciar aquele que permaneceu culpado. A lei de DEUS é mais previdente que essa; sempre justa, eqüitativa e misericordiosa, não fixa nenhuma duração à pena, qualquer que seja; ela se resume assim:
“O homem suporta sempre a conseqüência das suas faltas; não há uma só infração à lei de DEUS que não tenha punição”.
“A severidade do castigo é proporcional à gravidade da falta”.
“A duração do castigo, para qualquer falta, é indeterminada e está subordinada ao arrependimento do culpado e seu retorno ao bem. A pena dura tanto quanto a obstinação no mal, e seria perpétua se a obstinação fosse perpétua, de curta duração se o arrependimento chega logo”.
Desde que o culpado clame por misericórdia,DEUS o ouve lhe envia a esperança. Mas o simples remorso do mal não basta, pois é preciso a reparação. Por isso, o culpado é submetido a novas provas, nas quais pode sempre, por sua vontade, fazer o bem em reparação ao mal que fez.
O homem é, assim, constantemente, o árbitro de sua própria sorte, podendo abreviar seu suplicio ou prolongá-lo indefinidamente. Sua felicidade ou sua infelicidade, depende da sua vontade de fazer o bem.
Tal é a lei; lei imutável e conforme a bondade e a justiça de DEUS.
O Espírito culpado e infeliz, pode, assim, sempre se salvar a si mesmo: a lei de DEUS lhe diz em que condições pode fazê-lo. Freqüentemente, o que lhe falta é a vontade, a força, a coragem; se, por nossas preces, nós lhe inspiramos essa vontade, se o sustentamos e encorajamos; se, por nossos conselhos, nós lhe damos as luzes que lhe faltam, ao invés de solicitara DEUS a derrogação da sua lei, nos tornamos instrumentos para a execução da sua lei de amor e de caridade, na qual ele nos permite, assim, participar dando, nós mesmos, uma prova de caridade. (Ver, o Céu e o Inferno, 1ª parte, cap. IV, VI, VII).
(Extraído do livro Coletânea de Preces Espíritas).
DA PRECE PELOS MORTOS E PELOS
ESPIRITOS SOFREDORES.
2ª Parte
Outros se fundamentam num razão mais especiosa: a imutabilidade dos decretos divinos. DEUS, dizem eles, não pode mudar suas decisões a pedido das criaturas; sem isso nada seria estável no mundo. O homem, pois, nada tem a pedir a DEUS, não tem senão que se submeter e adorá-lo. Há, nessa idéia, uma falsa aplicação da imutabilidade da lei divina, ou melhor, ignorância da lei no que concerne à penalidade futura. Essa lei é revelada pelos espíritos do Senhor, hoje que o homem está maduro para compreender o que, na fé, está conforme ou contrário aos atributos divinos.
Segundo o dogma da eternidade absoluta das penas, ao culpado não se têm em conta seus remorsos e seu arrependimento; para lê, todo desejo de se melhorar é supérfluo e está condenado a permanecer perpetuamente ao mal. Se está condenado por um tempo determinado, a pena cessará quando esse tempo tiver expirado; mas que diz que, então, terá mudado para melhores sentimentos? Quem diz que, a exemplo de muitos condenados na Terra, na sua saída da prisão, não será tão mal quanto antes? No primeiro caso, seria manter na dor do castigo um homem que retornou ao bem; no segundo, agraciar aquele que permaneceu culpado. A lei de DEUS é mais previdente que essa; sempre justa, eqüitativa e misericordiosa, não fixa nenhuma duração à pena, qualquer que seja; ela se resume assim:
“O homem suporta sempre a conseqüência das suas faltas; não há uma só infração à lei de DEUS que não tenha punição”.
“A severidade do castigo é proporcional à gravidade da falta”.
“A duração do castigo, para qualquer falta, é indeterminada e está subordinada ao arrependimento do culpado e seu retorno ao bem. A pena dura tanto quanto a obstinação no mal, e seria perpétua se a obstinação fosse perpétua, de curta duração se o arrependimento chega logo”.
Desde que o culpado clame por misericórdia,DEUS o ouve lhe envia a esperança. Mas o simples remorso do mal não basta, pois é preciso a reparação. Por isso, o culpado é submetido a novas provas, nas quais pode sempre, por sua vontade, fazer o bem em reparação ao mal que fez.
O homem é, assim, constantemente, o árbitro de sua própria sorte, podendo abreviar seu suplicio ou prolongá-lo indefinidamente. Sua felicidade ou sua infelicidade, depende da sua vontade de fazer o bem.
Tal é a lei; lei imutável e conforme a bondade e a justiça de DEUS.
O Espírito culpado e infeliz, pode, assim, sempre se salvar a si mesmo: a lei de DEUS lhe diz em que condições pode fazê-lo. Freqüentemente, o que lhe falta é a vontade, a força, a coragem; se, por nossas preces, nós lhe inspiramos essa vontade, se o sustentamos e encorajamos; se, por nossos conselhos, nós lhe damos as luzes que lhe faltam, ao invés de solicitara DEUS a derrogação da sua lei, nos tornamos instrumentos para a execução da sua lei de amor e de caridade, na qual ele nos permite, assim, participar dando, nós mesmos, uma prova de caridade. (Ver, o Céu e o Inferno, 1ª parte, cap. IV, VI, VII).
(Extraído do livro Coletânea de Preces Espíritas).
quarta-feira, 4 de março de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
04 de Março de 2009
"Diferenças e dificuldades se dissolvem quando temos acesa a chama da união com a prática da oração."
Anônimo
04 de Março de 2009
"Diferenças e dificuldades se dissolvem quando temos acesa a chama da união com a prática da oração."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO se queixe do mundo.
O mundo não é mau.
Os homens é que ainda não conseguiram ser bons.
Mas da lama imunda nasce à pureza dos lírios.
E também daquilo que nos parece mau e impuro pode surgir a luz mais sublime.
Repare que a luz não se suja, mesmo quando é refletida pelo pântano.
Procure ter apenas pensamentos bons, porque eles não serão maculados, nem mesmo quando refletidos em ambientes menos puros.
NÃO se queixe do mundo.
O mundo não é mau.
Os homens é que ainda não conseguiram ser bons.
Mas da lama imunda nasce à pureza dos lírios.
E também daquilo que nos parece mau e impuro pode surgir a luz mais sublime.
Repare que a luz não se suja, mesmo quando é refletida pelo pântano.
Procure ter apenas pensamentos bons, porque eles não serão maculados, nem mesmo quando refletidos em ambientes menos puros.
O PODER DA PRECE
O PODER DA PRECE
DA PRECE PELOS MORTOS E PELOS
ESPIRITOS SOFREDORES.
1ª Parte
A prece é reclamada pelos Espíritos sofredores; ela lhes é útil porque vendo que pensam neles, sentem-se menos abandonados, menos infelizes.
Mas a prece tem sobre eles uma ação mais direta: reergue-lhes a coragem, excitar-lhes o desejo de se elevarem pelo arrependimento e pela reparação, e pode desviá-los do pensamento do mal. É nesse sentido que ela não só pode aliviar, mas abreviar seus sofrimentos. (Ver: O Céu e o Inferno, 2ª parte: Exemplos).
Certas pessoas não admitem a prece pelos mortos, porque, na sua crença, não há para a alma senão duas alternativas: ser salva ou condenada às penas eternas, e, num e noutro caso, a prece é inútil. Sem discutir o valor dessa crença, admitamos por um instante a realidade das penas eternas e irremissíveis, e que nossas preces sejam impotentes para lhes pôr um termo. Perguntamos se, nessa hipótese, é lógico, caridoso e cristão rejeitar a prece pelos condenados? Essas preces, por impotentes que sejam para os livrar, não são, para eles, um sinal de piedade que pode dulcificar seu sofrimento? Sobre a Terra, quando um homem é condenado perpetuamente, no caso mesmo que ele não tenha nenhuma esperança de obter a graça, é proibido de uma pessoa caridosa ir sustentar suas correntes para lhe aliviar o peso? Quando alguém está atacado de uma mal incurável, porque não oferece nenhuma esperança de cura, é preciso abandoná-lo sem nenhum alivio? Imagine que, entre os condenados pode se encontrar uma pessoa que vos foi cara, um amigo, talvez um pai, uma mãe ou um filho, e porque, segundo vocês, não poderá esperar sua graça, lhe recusarás um copo de água para estancar-lhe a sede? Um bálsamo para secar suas feridas? Não farias por ele o que farias por um prisioneiro? Não lhe daria um testemunho de amor, uma consolação? Não, isso não seria cristão. Uma crença que resseca o coração, não pode se aliar a de um DEUS que coloca, em primeiro lugar entre os deveres, o amor ao próximo.
A não eternidade das penas não implica a negação de uma penalidade temporária, porque DEUS, na sua justiça, não pode confundir o bem e o mal. Ora, negar, nesse caso, a eficácia da prece, seria negar a eficácia da consolação, do encorajamento e dos bons conselhos. Seria negar a força que se haure na assistência moral daqueles que nos querem bem.
(Continua amanhã)
DA PRECE PELOS MORTOS E PELOS
ESPIRITOS SOFREDORES.
1ª Parte
A prece é reclamada pelos Espíritos sofredores; ela lhes é útil porque vendo que pensam neles, sentem-se menos abandonados, menos infelizes.
Mas a prece tem sobre eles uma ação mais direta: reergue-lhes a coragem, excitar-lhes o desejo de se elevarem pelo arrependimento e pela reparação, e pode desviá-los do pensamento do mal. É nesse sentido que ela não só pode aliviar, mas abreviar seus sofrimentos. (Ver: O Céu e o Inferno, 2ª parte: Exemplos).
Certas pessoas não admitem a prece pelos mortos, porque, na sua crença, não há para a alma senão duas alternativas: ser salva ou condenada às penas eternas, e, num e noutro caso, a prece é inútil. Sem discutir o valor dessa crença, admitamos por um instante a realidade das penas eternas e irremissíveis, e que nossas preces sejam impotentes para lhes pôr um termo. Perguntamos se, nessa hipótese, é lógico, caridoso e cristão rejeitar a prece pelos condenados? Essas preces, por impotentes que sejam para os livrar, não são, para eles, um sinal de piedade que pode dulcificar seu sofrimento? Sobre a Terra, quando um homem é condenado perpetuamente, no caso mesmo que ele não tenha nenhuma esperança de obter a graça, é proibido de uma pessoa caridosa ir sustentar suas correntes para lhe aliviar o peso? Quando alguém está atacado de uma mal incurável, porque não oferece nenhuma esperança de cura, é preciso abandoná-lo sem nenhum alivio? Imagine que, entre os condenados pode se encontrar uma pessoa que vos foi cara, um amigo, talvez um pai, uma mãe ou um filho, e porque, segundo vocês, não poderá esperar sua graça, lhe recusarás um copo de água para estancar-lhe a sede? Um bálsamo para secar suas feridas? Não farias por ele o que farias por um prisioneiro? Não lhe daria um testemunho de amor, uma consolação? Não, isso não seria cristão. Uma crença que resseca o coração, não pode se aliar a de um DEUS que coloca, em primeiro lugar entre os deveres, o amor ao próximo.
A não eternidade das penas não implica a negação de uma penalidade temporária, porque DEUS, na sua justiça, não pode confundir o bem e o mal. Ora, negar, nesse caso, a eficácia da prece, seria negar a eficácia da consolação, do encorajamento e dos bons conselhos. Seria negar a força que se haure na assistência moral daqueles que nos querem bem.
(Continua amanhã)
terça-feira, 3 de março de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
03 de Março de 2009
"Se não nos for concedida a Luz, podemos garantir a qualidade dos nossos atos?"
Anônimo
03 de Março de 2009
"Se não nos for concedida a Luz, podemos garantir a qualidade dos nossos atos?"
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO deseje aquilo que pertence a outrem.
Não queira enriquecer à custas de outras pessoas.
Tudo o que é seu, por direito divino, lhe há de chegar às mãos, na hora oportuna: nem mais cedo do que deve, nem com atraso.
Não hora exata, você receberá aquilo que merecer.
Portanto, trabalhe confiante no Pai, pois não cai um fio de cabelo de sua cabeça, sem a permissão D’ELE.
NÃO deseje aquilo que pertence a outrem.
Não queira enriquecer à custas de outras pessoas.
Tudo o que é seu, por direito divino, lhe há de chegar às mãos, na hora oportuna: nem mais cedo do que deve, nem com atraso.
Não hora exata, você receberá aquilo que merecer.
Portanto, trabalhe confiante no Pai, pois não cai um fio de cabelo de sua cabeça, sem a permissão D’ELE.
O PODER DA PRECE
O PODER DA PRECE
PRECES INTELIGÍVEIS
Se não entendo o que significam as palavras, eu serei bárbaro para aquele com quem falo, e aquele que me fala será para mim bárbaro. Se oro numa língua que não entendo, meu coração ora, mas minha inteligência está sem fruto – Se não louvais a DEUS senão de coração, como um homem, entre aqueles que não entendem senão sua própria língua, responderá amém, ao final da vossa ação de graças, uma vez que ele não entende o que dizeis? Não é que vossa não seja boa, mas os outros dela não estão edificados. (São Paulo, 1ª Epístola aos Corintíos, cap. XIV, v. 11,14,16 e 17).
A prece não tem valor senão pelo pensamento ao qual se liga; ora, é impossível ligar um pensamento ao que não se compreende, porque o não se compreende, não toca o coração. Para a imensa maioria, as preces numa língua incompreendida não são senão conjunto de palavras que nada dizem ao Espírito. Para que a prece toque, é preciso que cada palavra revele uma idéia, e se não é compreendida, não pode revelar nenhuma idéia. Repetem-na como uma simples fórmula que tem, mais ou menos, virtude segundo o número de vezes que é repetida, muitos oram por dever, alguns mesmo por hábito; por isso se crêem quites quando disseram uma prece, um número determinado de vezes, nesta ou naquela ordem. DEUS lê no fundo dos corações, vê o pensamento e a sinceridade, e é rebaixá-lo crê-lo mais sensível à forma do que ao fundo. (Cap. XXVIII nº 2.
(Extraído do livro Coletânea de Preces Espíritas)
PRECES INTELIGÍVEIS
Se não entendo o que significam as palavras, eu serei bárbaro para aquele com quem falo, e aquele que me fala será para mim bárbaro. Se oro numa língua que não entendo, meu coração ora, mas minha inteligência está sem fruto – Se não louvais a DEUS senão de coração, como um homem, entre aqueles que não entendem senão sua própria língua, responderá amém, ao final da vossa ação de graças, uma vez que ele não entende o que dizeis? Não é que vossa não seja boa, mas os outros dela não estão edificados. (São Paulo, 1ª Epístola aos Corintíos, cap. XIV, v. 11,14,16 e 17).
A prece não tem valor senão pelo pensamento ao qual se liga; ora, é impossível ligar um pensamento ao que não se compreende, porque o não se compreende, não toca o coração. Para a imensa maioria, as preces numa língua incompreendida não são senão conjunto de palavras que nada dizem ao Espírito. Para que a prece toque, é preciso que cada palavra revele uma idéia, e se não é compreendida, não pode revelar nenhuma idéia. Repetem-na como uma simples fórmula que tem, mais ou menos, virtude segundo o número de vezes que é repetida, muitos oram por dever, alguns mesmo por hábito; por isso se crêem quites quando disseram uma prece, um número determinado de vezes, nesta ou naquela ordem. DEUS lê no fundo dos corações, vê o pensamento e a sinceridade, e é rebaixá-lo crê-lo mais sensível à forma do que ao fundo. (Cap. XXVIII nº 2.
(Extraído do livro Coletânea de Preces Espíritas)
segunda-feira, 2 de março de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
02 de Março de 2009
"Quando a oração permeia a nossa vida, já não confiamos só em nós mesmos."
Anônimo
02 de Março de 2009
"Quando a oração permeia a nossa vida, já não confiamos só em nós mesmos."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
MINUTO DE SABEDORIA
QUANDO você encontrar trevas diante de si, não esbraveje contra elas: ao contrário, procure acender uma luz.
Quando alguém errar, não o condene nem ataque: acenda uma pequenina luz diante dele, com seu exemplo.
Nada melhor existe para ajudar aos outros do que mantermos nossa luz acesa; servindo nosso exemplo de farol para guiar o próximo, mostramos-lhe o caminho da subida.
QUANDO você encontrar trevas diante de si, não esbraveje contra elas: ao contrário, procure acender uma luz.
Quando alguém errar, não o condene nem ataque: acenda uma pequenina luz diante dele, com seu exemplo.
Nada melhor existe para ajudar aos outros do que mantermos nossa luz acesa; servindo nosso exemplo de farol para guiar o próximo, mostramos-lhe o caminho da subida.
O PODER DA ORAÇÃO
O PODER DA ORAÇÃO
7ª Parte
O homem que não se crê bom para exercer uma influência salutar, não deve se abster de orar por outro, pelo pensamento de que não é digno de ser ouvido. A consciência da sua inferioridade é uma prova de humildade sempre agradável a DEUS, que leva em conta a intenção caridosa que o anima. Seu fervor e sua confiança em DEUS são um primeiro passo para o retorno ao bem, no qual os Espíritos são felizes por encorajá-lo. A prece que é recusada é a do orgulhoso que tem fé em seu poder e seus méritos, e crê poder se substituir à vontade do Eterno.
O poder da prece está no pensamento; ela não se prende nem às palavras, nem no momento que é feita. Pode-se, pois, orar em toda parte, a qualquer hora, sozinho ou em comum. A influência do lugar ou do tempo prende-se às circunstâncias que podem favorecer o recolhimento. A prece em comum tem uma ação mais poderosa, quando todos aqueles que oram se associam de coração a um mesmo pensamento e têm o mesmo objetivo, porque é como se todos gritassem em conjunto e em uníssono; mas o que importa estarem reunidos em grande número se cada um age isoladamente, e por sua própria conta. Cem pessoas reunidas podem orar como egoístas, enquanto que duas, ou três, unidas em comum aspiração, orarão como verdadeiros irmãos em DEUS, e sua prece terá mais força que a das outras cem.
(trecho extraído do livro Coletânea de Preces Espíritas -
De Allan Kardec)
7ª Parte
O homem que não se crê bom para exercer uma influência salutar, não deve se abster de orar por outro, pelo pensamento de que não é digno de ser ouvido. A consciência da sua inferioridade é uma prova de humildade sempre agradável a DEUS, que leva em conta a intenção caridosa que o anima. Seu fervor e sua confiança em DEUS são um primeiro passo para o retorno ao bem, no qual os Espíritos são felizes por encorajá-lo. A prece que é recusada é a do orgulhoso que tem fé em seu poder e seus méritos, e crê poder se substituir à vontade do Eterno.
O poder da prece está no pensamento; ela não se prende nem às palavras, nem no momento que é feita. Pode-se, pois, orar em toda parte, a qualquer hora, sozinho ou em comum. A influência do lugar ou do tempo prende-se às circunstâncias que podem favorecer o recolhimento. A prece em comum tem uma ação mais poderosa, quando todos aqueles que oram se associam de coração a um mesmo pensamento e têm o mesmo objetivo, porque é como se todos gritassem em conjunto e em uníssono; mas o que importa estarem reunidos em grande número se cada um age isoladamente, e por sua própria conta. Cem pessoas reunidas podem orar como egoístas, enquanto que duas, ou três, unidas em comum aspiração, orarão como verdadeiros irmãos em DEUS, e sua prece terá mais força que a das outras cem.
(trecho extraído do livro Coletânea de Preces Espíritas -
De Allan Kardec)
domingo, 1 de março de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
01 de Março de 2009
"Com a oração vem a consciência de que todos têm uma contribuição a dar ao cumprimento do Grande Plano."
01 de Março de 2009
"Com a oração vem a consciência de que todos têm uma contribuição a dar ao cumprimento do Grande Plano."
MINUTO DE SABEDORIA
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO pense que abandonar a vida poderá resolver seu caso.
Ao contrário, vai complicá-lo muito mais.
Não seja covarde!
Enfrente a luta, que todos os seus esperam de você a coragem de lutar até o fim.
Não fuja do campo de batalha, justamente na hora em que o combate se torna mais aceso.
Seja corajoso!
Não fuja às responsabilidades que você assumiu.
NÃO pense que abandonar a vida poderá resolver seu caso.
Ao contrário, vai complicá-lo muito mais.
Não seja covarde!
Enfrente a luta, que todos os seus esperam de você a coragem de lutar até o fim.
Não fuja do campo de batalha, justamente na hora em que o combate se torna mais aceso.
Seja corajoso!
Não fuja às responsabilidades que você assumiu.
O PODER DA ORAÇÃO
O PODER DA ORAÇÃO
6ª Parte
O homem se encontra, então, na posição daquele que solicita bons conselhos e os coloca em prática, mas que está sempre livre de segui-los ou não. DEUS quer que seja assim para que ele tenha a responsabilidade dos seus atos, e deixa-lhe o mérito da escolha entre o bem e o mal. Isso o homem sempre pode obter se pede com fervor, e é ao que podem, sobretudo, se aplicar estas palavras: “Pedi e obtereis.”
A eficácia da prece, mesmo reduzida a essa proporção, não teria um resultado imenso? Estava reservado ao Espiritismo nos provar sua ação pela revelação dos intercâmbios que existem entre o mundo corporal e o mundo espiritual. Mas a isso não se limitam seus efeitos.
A prece é recomendada por todos os Espíritos, renunciar à prece é desconhecer a bondade de DEUS, é renunciar, para si mesmo, à sua assistência, e para os outros ao bem que se lhes pode fazer.
Acedendo ao pedido que lhe é dirigido, DEUS, freqüentemente, tem em vista recompensar a intenção, o devotamento e a fé aquele que ora, eis porque a prece do homem de bem é mais meritória aos olhos de DEUS, e sempre mais eficaz, porque o homem vicioso e mau não pode orar com o fervor e a confiança que só é dado pelo sentimento da verdadeira piedade. Do coração do egoísta, daquele que ora nos lábios, não podem sair senão palavras, mas não os impulsos da caridade que dão à prece todo o seu poder. Isso é tão compreensível, que, por um movimento instintivo, a pessoas se recomenda de preferências às preces daqueles nos quais se percebe que a conduta deve ser agradável a DEUS, porque são mais ouvidos.
Se a prece exerce uma espécie de ação magnética, poder-se-ia crer que seu efeito está subordinado à força fluídica, mas não é assim. Uma vez que os Espíritos exercem essa ação sobre os homens, eles suprem, quando isso seja necessário, a insuficiência daquele que ora , seja agindo diretamente em seu nome, seja lhe dando momentaneamente uma força excepcional, quando é julgado digno desse favor, ou que a coisa possa ser útil.
(Continua amanhã)
6ª Parte
O homem se encontra, então, na posição daquele que solicita bons conselhos e os coloca em prática, mas que está sempre livre de segui-los ou não. DEUS quer que seja assim para que ele tenha a responsabilidade dos seus atos, e deixa-lhe o mérito da escolha entre o bem e o mal. Isso o homem sempre pode obter se pede com fervor, e é ao que podem, sobretudo, se aplicar estas palavras: “Pedi e obtereis.”
A eficácia da prece, mesmo reduzida a essa proporção, não teria um resultado imenso? Estava reservado ao Espiritismo nos provar sua ação pela revelação dos intercâmbios que existem entre o mundo corporal e o mundo espiritual. Mas a isso não se limitam seus efeitos.
A prece é recomendada por todos os Espíritos, renunciar à prece é desconhecer a bondade de DEUS, é renunciar, para si mesmo, à sua assistência, e para os outros ao bem que se lhes pode fazer.
Acedendo ao pedido que lhe é dirigido, DEUS, freqüentemente, tem em vista recompensar a intenção, o devotamento e a fé aquele que ora, eis porque a prece do homem de bem é mais meritória aos olhos de DEUS, e sempre mais eficaz, porque o homem vicioso e mau não pode orar com o fervor e a confiança que só é dado pelo sentimento da verdadeira piedade. Do coração do egoísta, daquele que ora nos lábios, não podem sair senão palavras, mas não os impulsos da caridade que dão à prece todo o seu poder. Isso é tão compreensível, que, por um movimento instintivo, a pessoas se recomenda de preferências às preces daqueles nos quais se percebe que a conduta deve ser agradável a DEUS, porque são mais ouvidos.
Se a prece exerce uma espécie de ação magnética, poder-se-ia crer que seu efeito está subordinado à força fluídica, mas não é assim. Uma vez que os Espíritos exercem essa ação sobre os homens, eles suprem, quando isso seja necessário, a insuficiência daquele que ora , seja agindo diretamente em seu nome, seja lhe dando momentaneamente uma força excepcional, quando é julgado digno desse favor, ou que a coisa possa ser útil.
(Continua amanhã)
sábado, 28 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
28 de Fevereiro de 2009
"A oração não nos deixa esquecer o Plano Evolutivo e nutre nossa aspiração de colaborar com ele."
Anônimo
28 de Fevereiro de 2009
"A oração não nos deixa esquecer o Plano Evolutivo e nutre nossa aspiração de colaborar com ele."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO se deixe arrastar pela vaidade.
Aprenda a conhecer-se.
Não se julgue indispensável.
Quando lhe vier à tentação de julgar-se insubstituível, lembre de uma verdade irrefutável: só DEUS é indispensável.
Não se envaideça!
DEUS, que é grande, não assinou nenhuma de suas obras...
Não esqueça: quem se exalta será humilhado, mas quem se humilha será exaltado.
NÃO se deixe arrastar pela vaidade.
Aprenda a conhecer-se.
Não se julgue indispensável.
Quando lhe vier à tentação de julgar-se insubstituível, lembre de uma verdade irrefutável: só DEUS é indispensável.
Não se envaideça!
DEUS, que é grande, não assinou nenhuma de suas obras...
Não esqueça: quem se exalta será humilhado, mas quem se humilha será exaltado.
O PODER DA ORAÇÃO
O PODER DA ORAÇÃO
5ª Parte
Pela prece, o homem chama para si o concurso dos bons Espíritos, que vêm sustentá-los nas suas boas resoluções, e inspirar-lhes bons pensamentos; adquire, assim, a força moral necessária para vencer as dificuldades e reentrar no caminho reto se dele se afastou, assim como afastar de si os males que atrai por sua própria falta. Um homem, por exemplo, vê sua saúde arruinada pelos excessos que cometeu, e arrasta até o fim de seus dias, uma vida de sofrimentos; ele tem o direito de se lamentar, se não obtém à cura? Não, porque poderia encontrar na prece a força para resistir às tentações.
Se dividíssemos os males da vida em duas partes, uma daquelas que o homem não pode evitar, outra das tribulações, cuja causa primeira é ele mesmo, pela sua incúria e seus excessos, ver-se-ia que esta suplanta muito em número sobre a primeira. É, pois, evidente, que o homem é o autor da maioria das suas aflições, e que delas se pouparia se agisse sempre com sabedoria e prudência.
Não é menos certo que essas misérias são o resultado das nossas infrações às leis de DEUS, e que se observássemos pontualmente essas leis, seríamos perfeitamente felizes. Se não ultrapassarmos o limite do necessário na satisfação de nossas necessidades, não teremos as doenças que são conseqüências dos excessos e as vicissitudes que essas doenças ocasionam. Se colocarmos limite à nossa ambição, não temeremos a ruína. Se não quisermos subir mais alto do que podemos, não temeremos cair. Se formos humildes, não sofreremos decepções do orgulho humilhado. Se praticarmos a lei da caridade, não seremos nem maldizentes, nem invejosos, nem ciumentos, e evitaremos as querelas e as dissensões. Se não fizermos mal a alguém, não temeremos, não temeremos as vinganças, etc.
Admitamos que o homem nada pudesse sobre os outros males; que toda prece seja supérflua para deles se preservar, já não seria muito estar livre de todos aqueles que provém de si mesmo? Ora, aqui a ação da prece se concebe facilmente, porque ela tem por efeito evocar as inspirações salutares dos bons Espíritos, de pedir-lhes a força para resistir aos maus pensamentos, cuja execução pode nos ser funesta. Nesse caso, não é o mal que afastam, mas a nós mesmos do pensamento que pode causar o mal; eles não entravam em nada os decretos de DEUS, nem suspendem o curso das leis da Natureza, mas nos impedem de infringir essas leis, dirigindo o nosso livre arbítrio; mas o fazem com o nosso desconhecimento, de maneira oculta, para não acorrentar nossa vontade.
(Continua amanhã)
5ª Parte
Pela prece, o homem chama para si o concurso dos bons Espíritos, que vêm sustentá-los nas suas boas resoluções, e inspirar-lhes bons pensamentos; adquire, assim, a força moral necessária para vencer as dificuldades e reentrar no caminho reto se dele se afastou, assim como afastar de si os males que atrai por sua própria falta. Um homem, por exemplo, vê sua saúde arruinada pelos excessos que cometeu, e arrasta até o fim de seus dias, uma vida de sofrimentos; ele tem o direito de se lamentar, se não obtém à cura? Não, porque poderia encontrar na prece a força para resistir às tentações.
Se dividíssemos os males da vida em duas partes, uma daquelas que o homem não pode evitar, outra das tribulações, cuja causa primeira é ele mesmo, pela sua incúria e seus excessos, ver-se-ia que esta suplanta muito em número sobre a primeira. É, pois, evidente, que o homem é o autor da maioria das suas aflições, e que delas se pouparia se agisse sempre com sabedoria e prudência.
Não é menos certo que essas misérias são o resultado das nossas infrações às leis de DEUS, e que se observássemos pontualmente essas leis, seríamos perfeitamente felizes. Se não ultrapassarmos o limite do necessário na satisfação de nossas necessidades, não teremos as doenças que são conseqüências dos excessos e as vicissitudes que essas doenças ocasionam. Se colocarmos limite à nossa ambição, não temeremos a ruína. Se não quisermos subir mais alto do que podemos, não temeremos cair. Se formos humildes, não sofreremos decepções do orgulho humilhado. Se praticarmos a lei da caridade, não seremos nem maldizentes, nem invejosos, nem ciumentos, e evitaremos as querelas e as dissensões. Se não fizermos mal a alguém, não temeremos, não temeremos as vinganças, etc.
Admitamos que o homem nada pudesse sobre os outros males; que toda prece seja supérflua para deles se preservar, já não seria muito estar livre de todos aqueles que provém de si mesmo? Ora, aqui a ação da prece se concebe facilmente, porque ela tem por efeito evocar as inspirações salutares dos bons Espíritos, de pedir-lhes a força para resistir aos maus pensamentos, cuja execução pode nos ser funesta. Nesse caso, não é o mal que afastam, mas a nós mesmos do pensamento que pode causar o mal; eles não entravam em nada os decretos de DEUS, nem suspendem o curso das leis da Natureza, mas nos impedem de infringir essas leis, dirigindo o nosso livre arbítrio; mas o fazem com o nosso desconhecimento, de maneira oculta, para não acorrentar nossa vontade.
(Continua amanhã)
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
27 de Fevereiro de 2009
"A oração purifica nossa vida material e abre caminho para que as energias do Ser Interno a conduzam."
Anônimo
27 de Fevereiro de 2009
"A oração purifica nossa vida material e abre caminho para que as energias do Ser Interno a conduzam."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
MINUTO DE SABEDORIA
SAIBA viver os belos momentos de sua vida.
Aproveite os minutos de alegria, sem pressa de novamente mergulhar nos trabalhos agitados.
Goze amplamente seu repouso espiritual.
Olhe a paisagem, contemple as estrelas, aprecie os caprichos da natureza, colha em todos os canteiros as flores da alegria!
Saiba viver integralmente os belos momentos de sua vida.
SAIBA viver os belos momentos de sua vida.
Aproveite os minutos de alegria, sem pressa de novamente mergulhar nos trabalhos agitados.
Goze amplamente seu repouso espiritual.
Olhe a paisagem, contemple as estrelas, aprecie os caprichos da natureza, colha em todos os canteiros as flores da alegria!
Saiba viver integralmente os belos momentos de sua vida.
O PODER DA ORAÇÃO
O PODER DA ORAÇÃO
4ª Parte
AÇÃO DA PRECE. TRANSMISSÃO DO PENSAMENTO
A prece é uma invocação; por ela um ser se coloca em comunicação mental com outro ser ao qual se dirige. Ela pode ter por objetivo um pedido, um agradecimento ou uma glorificação. Pode-se orar por si mesmo ou por outrem, pelos vivos ou pelos mortos. As preces dirigidas a DEUS são ouvidas pelos Espíritos encarregados da execução das suas vontades; aquelas que são dirigidas aos bons Espíritos são levadas a DEUS. Quando se ora a outros seres, senão, a DEUS, é apenas na qualidade de intermediários, intercessores, porque nada se pode fazer sem a vontade de DEUS, e o nosso merecimento.
O Espiritismo faz compreender a ação da prece explicando o modo de transmissão do pensamento, seja quando o ser chamado vem ao nosso apelo, seja quando nosso pensamento o alcança. Para se inteirar do que se passa nessa circunstancia, é preciso mentalizar todos os seres encarnados e desencarnados, mergulhados no fluido universal que ocupa o espaço como o somos, neste mundo, na atmosfera. Esse fluido recebe um impulso da vontade; é o veículo do pensamento como o ar é o veículo do som, com a diferença de que as vibrações do ar são circunscritas, enquanto que as do fluido universal se estendem ao infinito. Portanto, quando o pensamento é dirigido a um ser qualquer, sobre a Terra ou no espaço, de encarnado a desencarnado, ou de desencarnado a encarnado, estabelece-se uma corrente fluídica de uma para outro, transmitindo o pensamento, como o ar transmite o som.
A energia da corrente está em razão do vigor do pensamento e da vontade. Por isso, a prece é ouvida pelos Espíritos, em qualquer lugar que eles se encontrem. Os Espíritos se comunicam entre si, nos transmitem suas inspirações, os intercâmbios se estabelecem à distância entre os encarnados.
Esta explicação é, sobretudo, para aqueles que não compreendem a utilidade da prece puramente mística, e não tem por objetivo materializar a prece, mas tornar seu efeito inteligível que pode ter uma ação direta e efetiva. Ela, por isso, não fica menos subordinada à vontade de DEUS, juiz supremo em todas as coisas, único que pode tornar sua ação efetiva.
(Continua amanhã)
4ª Parte
AÇÃO DA PRECE. TRANSMISSÃO DO PENSAMENTO
A prece é uma invocação; por ela um ser se coloca em comunicação mental com outro ser ao qual se dirige. Ela pode ter por objetivo um pedido, um agradecimento ou uma glorificação. Pode-se orar por si mesmo ou por outrem, pelos vivos ou pelos mortos. As preces dirigidas a DEUS são ouvidas pelos Espíritos encarregados da execução das suas vontades; aquelas que são dirigidas aos bons Espíritos são levadas a DEUS. Quando se ora a outros seres, senão, a DEUS, é apenas na qualidade de intermediários, intercessores, porque nada se pode fazer sem a vontade de DEUS, e o nosso merecimento.
O Espiritismo faz compreender a ação da prece explicando o modo de transmissão do pensamento, seja quando o ser chamado vem ao nosso apelo, seja quando nosso pensamento o alcança. Para se inteirar do que se passa nessa circunstancia, é preciso mentalizar todos os seres encarnados e desencarnados, mergulhados no fluido universal que ocupa o espaço como o somos, neste mundo, na atmosfera. Esse fluido recebe um impulso da vontade; é o veículo do pensamento como o ar é o veículo do som, com a diferença de que as vibrações do ar são circunscritas, enquanto que as do fluido universal se estendem ao infinito. Portanto, quando o pensamento é dirigido a um ser qualquer, sobre a Terra ou no espaço, de encarnado a desencarnado, ou de desencarnado a encarnado, estabelece-se uma corrente fluídica de uma para outro, transmitindo o pensamento, como o ar transmite o som.
A energia da corrente está em razão do vigor do pensamento e da vontade. Por isso, a prece é ouvida pelos Espíritos, em qualquer lugar que eles se encontrem. Os Espíritos se comunicam entre si, nos transmitem suas inspirações, os intercâmbios se estabelecem à distância entre os encarnados.
Esta explicação é, sobretudo, para aqueles que não compreendem a utilidade da prece puramente mística, e não tem por objetivo materializar a prece, mas tornar seu efeito inteligível que pode ter uma ação direta e efetiva. Ela, por isso, não fica menos subordinada à vontade de DEUS, juiz supremo em todas as coisas, único que pode tornar sua ação efetiva.
(Continua amanhã)
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
26 de Fevereiro de 2009
"A oração mantém as ações sintonizadas com metas amplas, tais como a de difundir amor e paz na face da Terra."
Anônimo
26 de Fevereiro de 2009
"A oração mantém as ações sintonizadas com metas amplas, tais como a de difundir amor e paz na face da Terra."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
MINUTO DE SABEDORIA
A beleza transitória da matéria passa depressa.
Procure sondar a beleza interna das pessoas com quem convive.
Há flores belíssimas e perfumadas, que só duram poucas horas.
No entanto, apesar de feias, as pedras duram milênios, realizando suas tarefas.
Não seja, pois, leviano.
Não prefira o efêmero ao eterno, a beleza à sabedoria.
Firme-se no que dura para sempre, que é o Espírito imortal, nosso verdadeiro EU, e não no que cedo desaparece.
A beleza transitória da matéria passa depressa.
Procure sondar a beleza interna das pessoas com quem convive.
Há flores belíssimas e perfumadas, que só duram poucas horas.
No entanto, apesar de feias, as pedras duram milênios, realizando suas tarefas.
Não seja, pois, leviano.
Não prefira o efêmero ao eterno, a beleza à sabedoria.
Firme-se no que dura para sempre, que é o Espírito imortal, nosso verdadeiro EU, e não no que cedo desaparece.
O PODER DA ORAÇÃO
O PODER DA ORAÇÃO
3ª Parte
Tomamos um exemplo: Um homem está perdido no deserto e sofre sede horrível; sente-se desfalecer e se deixa caie no chão. Roga, então, a DEUS para o assistir e espera; mas, nenhum anjo vem lhe trazer o que beber. Entretanto, um bom Espírito lhe sugere o pensamento de se levantar, seguir uma das veredas que se apresentam à sua frente; então, por um movimento maquinal, reúne suas forças, levanta-se e caminha ao acaso. Chega a uma elevação e descobre, ao longe, um riacho; diante disso, encoraja-se. Se tem fé, exclamará: “Obrigado, meu DEUS, pelo pensamento que me haveis inspirado, e pela força que me haveis dado”. Se não tem fé, dirá: “Que pensamento bom eu tive! Que chance eu tive tomando a vereda da direita, ao invés da esquerda; o acaso, algumas vezes, nos serve verdadeiramente bem! Quanto me felicito pela minha coragem e por não ter me deixado abater”.
Mas, dir-se-á, por que o bom Espírito não lhe disse claramente: “Siga esta vereda e ao fim dela encontrará o que necessitas?” “Por que não se mostrou a ele para o guiar e sustentar no seu desfalecimento?” Dessa maneira ficaria convencido da intervenção da Providência. Foi, primeiro, para lhe ensinar que é preciso ajudar a si mesmo e fazer uso das suas próprias forças. Além disso, pela incerteza, DEUS coloca à prova sua confiança e submissão à sua vontade. Esse homem estava na situação de uma criança que cai e que percebendo alguém, grita a espera que a venha levantar; se não vê ninguém, esforça-se e se levanta por si mesma.
Se o anjo que acompanhou Tobias lhe tivesse dito: “Eu sou enviado por DEUS para te guiar em tua viagem e te preservar de todo perigo”. Tobias não teria tido mérito algum; confiante no seu acompanhante, não teria mesmo necessidade de pensar; por isso, o anjo não se fez reconhecer senão no regresso.
(Continua amanhã)
3ª Parte
Tomamos um exemplo: Um homem está perdido no deserto e sofre sede horrível; sente-se desfalecer e se deixa caie no chão. Roga, então, a DEUS para o assistir e espera; mas, nenhum anjo vem lhe trazer o que beber. Entretanto, um bom Espírito lhe sugere o pensamento de se levantar, seguir uma das veredas que se apresentam à sua frente; então, por um movimento maquinal, reúne suas forças, levanta-se e caminha ao acaso. Chega a uma elevação e descobre, ao longe, um riacho; diante disso, encoraja-se. Se tem fé, exclamará: “Obrigado, meu DEUS, pelo pensamento que me haveis inspirado, e pela força que me haveis dado”. Se não tem fé, dirá: “Que pensamento bom eu tive! Que chance eu tive tomando a vereda da direita, ao invés da esquerda; o acaso, algumas vezes, nos serve verdadeiramente bem! Quanto me felicito pela minha coragem e por não ter me deixado abater”.
Mas, dir-se-á, por que o bom Espírito não lhe disse claramente: “Siga esta vereda e ao fim dela encontrará o que necessitas?” “Por que não se mostrou a ele para o guiar e sustentar no seu desfalecimento?” Dessa maneira ficaria convencido da intervenção da Providência. Foi, primeiro, para lhe ensinar que é preciso ajudar a si mesmo e fazer uso das suas próprias forças. Além disso, pela incerteza, DEUS coloca à prova sua confiança e submissão à sua vontade. Esse homem estava na situação de uma criança que cai e que percebendo alguém, grita a espera que a venha levantar; se não vê ninguém, esforça-se e se levanta por si mesma.
Se o anjo que acompanhou Tobias lhe tivesse dito: “Eu sou enviado por DEUS para te guiar em tua viagem e te preservar de todo perigo”. Tobias não teria tido mérito algum; confiante no seu acompanhante, não teria mesmo necessidade de pensar; por isso, o anjo não se fez reconhecer senão no regresso.
(Continua amanhã)
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
PENSAMENTO DO DIA
25 de fevereiro de 2009.
O Poder da Oração está na sinceridade da Prece e em nosso merecimento.
Anônimo
25 de fevereiro de 2009.
O Poder da Oração está na sinceridade da Prece e em nosso merecimento.
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO julgue pequena demais sua tarefa.
Nenhuma obra de arte pode descurar dos pormenores.
Se as minúcias forem perfeitas, é que podemos denominar alguma coisa de obra-prima.
Não busque tarefas grandiosas e de evidência.
Procure dar conta integralmente do serviço pequenino que lhe foi confiado.
Da perfeição com que o executar dependerá sua oportunidade para receber uma incumbência maior.
NÃO julgue pequena demais sua tarefa.
Nenhuma obra de arte pode descurar dos pormenores.
Se as minúcias forem perfeitas, é que podemos denominar alguma coisa de obra-prima.
Não busque tarefas grandiosas e de evidência.
Procure dar conta integralmente do serviço pequenino que lhe foi confiado.
Da perfeição com que o executar dependerá sua oportunidade para receber uma incumbência maior.
O PODER DA ORAÇÃO
O PODER DA ORAÇÃO
2ª Parte
EFICÁCIA DA PRECE
O que quer que seja que pedir na prece, creia que o obterá e lhe será concedido (São Marcos, cap. XI, v. 24)
Há pessoas que contestam a eficácia da prece, e se baseiam no principio de que, conhecendo DEUS nossas necessidades, é supérfluo expor-lhas. Acrescentam, ainda, que tudo se encadeando no Universo por leis eternas, nossos desejos não podem mudar os decretos de DEUS.
Sem nenhuma dúvida, há leis naturais e imutáveis que DEUS não pode derrogar segundo o capricho de cada um; mas daí acreditar que todas as circunstâncias da vida estão submetidas `fatalidade, a distância é grande. Se assim fora, o homem não seria senão um instrumento passivo, sem livre arbítrio e sem iniciativa. Nessa hipótese, não teria senão que curvara cabeça sob o golpe de todos os acontecimentos, sem procurar evitá-los; não deveria procurar desviar o raio. DEUS não lhe deu o discernimento e a inteligência para deles não se servir, a vontade para não querer, a atividade para permanecer inativo. Estando o homem livre para agir, num sentido ou no outro, seus atos têm, para ele e para os outros, conseqüências subordinadas àquilo que faz ou deixa de fazer. Pela sua iniciativa há, pois, acontecimentos que escapam forçosamente à fatalidade, e que não destroem a harmonia das leis universais, como o avanço ou retardo da agulha de um pêndulo não destrói a lei do movimento sobre o qual está estabelecido o mecanismo. DEUS pode, pois, aceder a certos pedidos sem derrogar a imutabilidade das leis que regem o conjunto, ficando seu acesso sempre subordinado à sua vontade.
Seria ilógico concluir desta máxima: “O que quer que seja que pedir pela prece lhe será concedido”, que basta pedir para obter, e seria injusto acusar a Providência porque não cede a todo pedido que lhe é feito, pois ela sabe, melhor que nós, o que é para o nosso bem, e o que merecemos. O mesmo ocorre com um pai sábio que recusa ao filho as coisas contrárias aos interesses deste. O homem, geralmente, não vê senão o presente; ora, o sofrimento é útil à sua felicidade futura. DEUS o deixará sofrer, como o cirurgião deixa o doente sofrer uma operação que deve conduzi-lo à cura.
O que DEUS concederá, se nos dirigimos a ELE com confiança, é a coragem , a paciência e a resignação. O que concederá, ainda, são os meios de sair por sim mesmo da dificuldade, como ajuda das idéias que são sugeridas pelos bons Espíritos, deixando-lhes, assim, o mérito. Assiste aqueles que ajudam a si mesmos, segundo está máxima: “Ajuda-te que o céu te ajudará”, e não àqueles que tudo esperam de um socorro estranho, sem fazer uso das próprias faculdades; mas, geralmente, prefere-se ser socorrido por um milagre, sem nada fazer. (Cap. XXV nº 1 e seguinte).
(Continua amanhã)
2ª Parte
EFICÁCIA DA PRECE
O que quer que seja que pedir na prece, creia que o obterá e lhe será concedido (São Marcos, cap. XI, v. 24)
Há pessoas que contestam a eficácia da prece, e se baseiam no principio de que, conhecendo DEUS nossas necessidades, é supérfluo expor-lhas. Acrescentam, ainda, que tudo se encadeando no Universo por leis eternas, nossos desejos não podem mudar os decretos de DEUS.
Sem nenhuma dúvida, há leis naturais e imutáveis que DEUS não pode derrogar segundo o capricho de cada um; mas daí acreditar que todas as circunstâncias da vida estão submetidas `fatalidade, a distância é grande. Se assim fora, o homem não seria senão um instrumento passivo, sem livre arbítrio e sem iniciativa. Nessa hipótese, não teria senão que curvara cabeça sob o golpe de todos os acontecimentos, sem procurar evitá-los; não deveria procurar desviar o raio. DEUS não lhe deu o discernimento e a inteligência para deles não se servir, a vontade para não querer, a atividade para permanecer inativo. Estando o homem livre para agir, num sentido ou no outro, seus atos têm, para ele e para os outros, conseqüências subordinadas àquilo que faz ou deixa de fazer. Pela sua iniciativa há, pois, acontecimentos que escapam forçosamente à fatalidade, e que não destroem a harmonia das leis universais, como o avanço ou retardo da agulha de um pêndulo não destrói a lei do movimento sobre o qual está estabelecido o mecanismo. DEUS pode, pois, aceder a certos pedidos sem derrogar a imutabilidade das leis que regem o conjunto, ficando seu acesso sempre subordinado à sua vontade.
Seria ilógico concluir desta máxima: “O que quer que seja que pedir pela prece lhe será concedido”, que basta pedir para obter, e seria injusto acusar a Providência porque não cede a todo pedido que lhe é feito, pois ela sabe, melhor que nós, o que é para o nosso bem, e o que merecemos. O mesmo ocorre com um pai sábio que recusa ao filho as coisas contrárias aos interesses deste. O homem, geralmente, não vê senão o presente; ora, o sofrimento é útil à sua felicidade futura. DEUS o deixará sofrer, como o cirurgião deixa o doente sofrer uma operação que deve conduzi-lo à cura.
O que DEUS concederá, se nos dirigimos a ELE com confiança, é a coragem , a paciência e a resignação. O que concederá, ainda, são os meios de sair por sim mesmo da dificuldade, como ajuda das idéias que são sugeridas pelos bons Espíritos, deixando-lhes, assim, o mérito. Assiste aqueles que ajudam a si mesmos, segundo está máxima: “Ajuda-te que o céu te ajudará”, e não àqueles que tudo esperam de um socorro estranho, sem fazer uso das próprias faculdades; mas, geralmente, prefere-se ser socorrido por um milagre, sem nada fazer. (Cap. XXV nº 1 e seguinte).
(Continua amanhã)
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
24 de Fevereiro de 2009
"A vida cotidiana pode manter-se alinhada com os desígnios do Alto da consciência."
Anônimo
24 de Fevereiro de 2009
"A vida cotidiana pode manter-se alinhada com os desígnios do Alto da consciência."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
MINUTO DE SABEDORIA
VOCÊ, que é professor, procure modelar seus alunos com seu próprio exemplo.
O exemplo vale mais que as palavras.
Tenha paciência, responda de boa mente a todas as perguntas, porque os alunos são muito receptivos e ansiosos de aprender.
Dê tudo o que pode, se entregue à sua à sua profissão como um sacerdócio dos mais sublimes, e tenha a alegria de ver uma plêiade de jovens que trabalharão em beneficio de todos, e que foram formados por você.
VOCÊ, que é professor, procure modelar seus alunos com seu próprio exemplo.
O exemplo vale mais que as palavras.
Tenha paciência, responda de boa mente a todas as perguntas, porque os alunos são muito receptivos e ansiosos de aprender.
Dê tudo o que pode, se entregue à sua à sua profissão como um sacerdócio dos mais sublimes, e tenha a alegria de ver uma plêiade de jovens que trabalharão em beneficio de todos, e que foram formados por você.
O PODER DA ORAÇÃO
O PODER DA ORAÇÃO
1ª Parte
QUALIDADE DA PRECE
Quando orar, não se assemelhei aos hipócritas que se comprazem em orar em pé nas igrejas e nas esquinas das ruas para serem vistos pelos homens. Em verdade lhes digo, eles receberam sua recompensa. Mas quando quiser orar entra no seu quarto e, estando fechada a porta, ore ao Pai em segredo; e o nosso Pai Celestial, que vê o que se passa em segredo, lhe recompensará.
Não afete orar muito em sua prece, como fazem os gentios, que pensam ser pela multidão de palavras que serão atendidos. Não se torne, pois, semelhante a eles, porque nosso Pai sabe do que você precisa antes do pedido. (São Mateus, cap. VI, v. 5 a 8)
Quando se apresentar para orar, se tem alguma coisa contra alguém, perdoa-o, a fim de que nosso Pai que está nos céus, perdoe também seus pecados. Se você não perdoar, o nosso Pai que está nos céus, não lhe perdoará também seus pecados. (São Marcos, cap. XI, v. 25,26)
ELE contou também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos como sendo justos e desprezando os outros.
“Dois homens subiram ao templo a fim de orar; um era farizeu e o outro publicano. O farizeu, estando em pé, orava assim com sigo mesmo: Meu DEUS eu lhe rendo graças porque não sou como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem mesmo como esse publicano. Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo que possuo.”
“O publicano ao contrário, mantendo-se distante, não ousava sequer erguer os olhos ao céu; mas batia no peito dizendo: Meu DEUS tende piedade de mim que sou um pecador.”
EU lhes declaro que este retornou entre os seus justificado, e não o outro. Porque todo aquele que se eleva será humilhado, e todo aquele que se humilha será exaltado. (São Lucas, cap. XVIII, v. 9 a 14).
As qualidades da prece estão claramente definidas por JESUS; quando orar, diz ELE, não se coloque em evidência, mas ore secretamente: não afete de muito orar, porque não é pela multiplicidade das palavras que será atendido, mas pela sua sinceridade; antes de orar, se você tem alguma coisa contra alguém, perdoa-o , porque a prece não será agradável a DEUS se ela não parte de um coração purificado de todo sentimento contrário à caridade; ore, enfim, com humildade, como o publicano, e não com orgulho, como o farizeu; examine seus defeitos e não suas qualidades, e ao se comparar aos outros, procure o que há de mal em você.
(Continua amanhã).
1ª Parte
QUALIDADE DA PRECE
Quando orar, não se assemelhei aos hipócritas que se comprazem em orar em pé nas igrejas e nas esquinas das ruas para serem vistos pelos homens. Em verdade lhes digo, eles receberam sua recompensa. Mas quando quiser orar entra no seu quarto e, estando fechada a porta, ore ao Pai em segredo; e o nosso Pai Celestial, que vê o que se passa em segredo, lhe recompensará.
Não afete orar muito em sua prece, como fazem os gentios, que pensam ser pela multidão de palavras que serão atendidos. Não se torne, pois, semelhante a eles, porque nosso Pai sabe do que você precisa antes do pedido. (São Mateus, cap. VI, v. 5 a 8)
Quando se apresentar para orar, se tem alguma coisa contra alguém, perdoa-o, a fim de que nosso Pai que está nos céus, perdoe também seus pecados. Se você não perdoar, o nosso Pai que está nos céus, não lhe perdoará também seus pecados. (São Marcos, cap. XI, v. 25,26)
ELE contou também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos como sendo justos e desprezando os outros.
“Dois homens subiram ao templo a fim de orar; um era farizeu e o outro publicano. O farizeu, estando em pé, orava assim com sigo mesmo: Meu DEUS eu lhe rendo graças porque não sou como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem mesmo como esse publicano. Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo que possuo.”
“O publicano ao contrário, mantendo-se distante, não ousava sequer erguer os olhos ao céu; mas batia no peito dizendo: Meu DEUS tende piedade de mim que sou um pecador.”
EU lhes declaro que este retornou entre os seus justificado, e não o outro. Porque todo aquele que se eleva será humilhado, e todo aquele que se humilha será exaltado. (São Lucas, cap. XVIII, v. 9 a 14).
As qualidades da prece estão claramente definidas por JESUS; quando orar, diz ELE, não se coloque em evidência, mas ore secretamente: não afete de muito orar, porque não é pela multiplicidade das palavras que será atendido, mas pela sua sinceridade; antes de orar, se você tem alguma coisa contra alguém, perdoa-o , porque a prece não será agradável a DEUS se ela não parte de um coração purificado de todo sentimento contrário à caridade; ore, enfim, com humildade, como o publicano, e não com orgulho, como o farizeu; examine seus defeitos e não suas qualidades, e ao se comparar aos outros, procure o que há de mal em você.
(Continua amanhã).
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
23 de Fevereiro de 2009
"São os momentos de quietude e silêncio que repõem nossas energias e nos ajudam a organizar o cotidiano."
Anônimo
23 de Fevereiro de 2009
"São os momentos de quietude e silêncio que repõem nossas energias e nos ajudam a organizar o cotidiano."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
MINUTO DE SABEDORIA
PROCURE não ler coisas desagradáveis e tristes, escândalos e desastres.
Leia e pense somente o que é bom e puro, belo e verdadeiro.
Afirme a si mesmo que estes são os únicos estados dignos de DEUS e do homem.
Não converse sobre suas doenças, dificuldades ou pobreza.
Quanto mais falar nisso, mais as agravará.
Converse apenas sobre fartura e saúde, e viva com otimismo e alegria.
PROCURE não ler coisas desagradáveis e tristes, escândalos e desastres.
Leia e pense somente o que é bom e puro, belo e verdadeiro.
Afirme a si mesmo que estes são os únicos estados dignos de DEUS e do homem.
Não converse sobre suas doenças, dificuldades ou pobreza.
Quanto mais falar nisso, mais as agravará.
Converse apenas sobre fartura e saúde, e viva com otimismo e alegria.
RESUMO DA DOUTRINA ESPIRITA
RESUMO DA
DOUTRINA ESPIRITA
4ª Parte.
A distinção dos bons e maus Espíritos é extremamente fácil. A linguagem dos Espíritos Superiores é constantemente digna, nobre, marcada pela mais alta moralidade, livre de toda paixão inferior, seus conselhos exaltam a mais pura sabedoria, e têm sempre por objetivo nosso progresso e o bem da Humanidade. A dos Espíritos inferiores, ao contrário, é inconseqüente, freqüentemente trivial e mesmo grosseira; se dizem por vezes coisas boas e verdadeiras, mais freqüentemente, dizem coisas falsas e absurdas, por malicia ou por ignorância. Eles se divertem com a credulidade esse distraem às custas daqueles que os interrogam, se vangloriando da sua vaidade, embalando seus desejos com falsas esperanças. Em resumo; as comunicações sérias, na total acepção da palavra, não ocorrem senão nos Centros sérios, naqueles cujos membros estão unidos por uma comunhão de pensamentos para o bem.
A moral dos Espíritos Superiores se resume, como a do CRISTO, nesta máxima evangélica: “Agir para com os outros como queríamos que os outros agissem para conosco”; quer dizer, fazer o bem e não fazer o mal. O homem encontra nesse princípio a regra universal de conduta para as suas menores ações.
Eles nos ensinam que o egoísmo, o orgulho, a sensualidade, são paixões que nos aproximam da natureza animal e nos prendem à matéria; que o homem que, desde este mundo, se desliga da matéria pelo desprezo das futilidades mundanas, e pelo amor ao próximo, se encontra na natureza espiritual; que cada um de nós deve se tornar útil segundo suas faculdades e os meios que DEUS colocou entre suas mãos para o provar; que o Forte e o Poderoso devem apoio e proteção ao Fraco, porque aquele que abusa da sua força e do seu poder, para oprimir seu semelhante, viola a lei de DEUS. Ensinam, enfim, que, no Mundo dos Espíritos, nada podendo ser oculto, o hipócrita será desmascarado e todas as suas torpezas descobertas; que a presença inevitável , e de todos os instantes, daqueles para com os quais agimos mal, é um dos castigos que nos estão reservados; que ao estado de inferioridade e de superioridade dos Espíritos são fixados penas e gozos que nos são desconhecidos sobre a Terra.
Mas eles nos ensinam também que não há faltas irremissíveis, e que não possam ser apagadas pela expiação. O homem encontra o meio, nas diferentes existências, que lhe permite avançar, segundo seu desejo e seus esforços, na senda do progresso e na direção da perfeição que é seu objetivo final.
F I M
(Matéria extraída do livro “COLETÃNEA DE PREÇES ESPIRITAS”. - Allan Kardec)
DOUTRINA ESPIRITA
4ª Parte.
A distinção dos bons e maus Espíritos é extremamente fácil. A linguagem dos Espíritos Superiores é constantemente digna, nobre, marcada pela mais alta moralidade, livre de toda paixão inferior, seus conselhos exaltam a mais pura sabedoria, e têm sempre por objetivo nosso progresso e o bem da Humanidade. A dos Espíritos inferiores, ao contrário, é inconseqüente, freqüentemente trivial e mesmo grosseira; se dizem por vezes coisas boas e verdadeiras, mais freqüentemente, dizem coisas falsas e absurdas, por malicia ou por ignorância. Eles se divertem com a credulidade esse distraem às custas daqueles que os interrogam, se vangloriando da sua vaidade, embalando seus desejos com falsas esperanças. Em resumo; as comunicações sérias, na total acepção da palavra, não ocorrem senão nos Centros sérios, naqueles cujos membros estão unidos por uma comunhão de pensamentos para o bem.
A moral dos Espíritos Superiores se resume, como a do CRISTO, nesta máxima evangélica: “Agir para com os outros como queríamos que os outros agissem para conosco”; quer dizer, fazer o bem e não fazer o mal. O homem encontra nesse princípio a regra universal de conduta para as suas menores ações.
Eles nos ensinam que o egoísmo, o orgulho, a sensualidade, são paixões que nos aproximam da natureza animal e nos prendem à matéria; que o homem que, desde este mundo, se desliga da matéria pelo desprezo das futilidades mundanas, e pelo amor ao próximo, se encontra na natureza espiritual; que cada um de nós deve se tornar útil segundo suas faculdades e os meios que DEUS colocou entre suas mãos para o provar; que o Forte e o Poderoso devem apoio e proteção ao Fraco, porque aquele que abusa da sua força e do seu poder, para oprimir seu semelhante, viola a lei de DEUS. Ensinam, enfim, que, no Mundo dos Espíritos, nada podendo ser oculto, o hipócrita será desmascarado e todas as suas torpezas descobertas; que a presença inevitável , e de todos os instantes, daqueles para com os quais agimos mal, é um dos castigos que nos estão reservados; que ao estado de inferioridade e de superioridade dos Espíritos são fixados penas e gozos que nos são desconhecidos sobre a Terra.
Mas eles nos ensinam também que não há faltas irremissíveis, e que não possam ser apagadas pela expiação. O homem encontra o meio, nas diferentes existências, que lhe permite avançar, segundo seu desejo e seus esforços, na senda do progresso e na direção da perfeição que é seu objetivo final.
F I M
(Matéria extraída do livro “COLETÃNEA DE PREÇES ESPIRITAS”. - Allan Kardec)
domingo, 22 de fevereiro de 2009
MINUTO DE SABEDORIA
MINUTO DE SABEDORIA
QUANDO ensinar, não seja arrogante.
E não esqueça de que o aprendizado dura a vida toda.
Procure aprender também, em todas as ocasiões, e não despreze um bom conselho, só porque lhe chegou de lábios que você julga menos puros.
DEUS ajuda aos homens por meio dos próprios homens, e às vezes se serve de pessoas que não são perfeitas, para dar-nos avisos importantes.
QUANDO ensinar, não seja arrogante.
E não esqueça de que o aprendizado dura a vida toda.
Procure aprender também, em todas as ocasiões, e não despreze um bom conselho, só porque lhe chegou de lábios que você julga menos puros.
DEUS ajuda aos homens por meio dos próprios homens, e às vezes se serve de pessoas que não são perfeitas, para dar-nos avisos importantes.
RESUMO DA DOUTRINA ESPIRITA
RESUMO DA
DOUTRINA ESPIRITA
3ª Parte
Os Espíritos encarnados habitam os diferentes globos do Universo.
Os Espíritos não encarnados ou errantes não ocupam uma nação determinada e circunscrita; estão por toda parte, no espaço e ao nosso lado, nos vendo e nos acotovelando sem cessar; é toda uma população invisível que se agita em torno de nós.
Os Espíritos exercem sobre o mundo moral e mesmo sobre o mundo físico, uma ação incessante. Agem sobre a matéria e sobre o pensamento, e constituem uma das forças da Natureza, causa eficiente de uma multidão de fenômenos, até agora inexplicados, ou mal explicados, e que não encontram uma solução racional senão no Espiritismo.
As relações dos Espíritos com os homens são constantes. Os bons espíritos nos solicitam para o bem, nos sustentam nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação; os maus nos solicitam ao mal: é para eles uma alegria nos ver sucumbir e nos assemelhamos a eles.
As comunicações dos Espíritos com os homens são ocultas ou ostensivas. As comunicações ocultas ocorrem pela influência, boa ou má, que eles exercem sobre nós com o nosso desconhecimento; cabe ao nosso julgamento discernir as boas e más inspirações. As comunicações ostensivas ocorrem por meio da escrita, da palavra, ou outras manifestações materiais, e mais freqüentemente por intermédio dos médiuns que lhes servem de instrumento.
Os Espíritos se manifestam espontaneamente ou por evocação. Podem-se evocar todos os Espíritos: aqueles que animaram homens obscuros, como aqueles de personagens mais ilustres, qualquer que seja a época na qual tenham vivido; os de nossos parentes, de nossos amigos ou de nossos inimigos, e com isso obter, por comunicações escritas ou verbais, conselhos, informações sobre a sua situação no além-túmulo, sobre seus pensamentos a nosso respeito, assim como as revelações que lhes são permitidas nos fazer.
Os Espíritos são atraídos em razão de sua simpatia pela natureza moral do meio que os evoca. Os Espíritos Superiores se alegram nas reuniões sérias onde dominem o amor do bem e o desejo sincero de se instruir e se melhorar. Sua presença afasta os Espíritos inferiores que aí encontram, ao contrário, os Espíritos inferiores têm livre acesso, e podem agir com toda liberdade entre as pessoas frívolas ou guiadas só pela curiosidade, e por toda parte onde se encontrem os maus instintos. Longe de se obter deles bons avisos ou ensinamentos úteis, não se deve esperar senão futilidades, mentiras, maus gracejos ou mistificações, porque eles tomam emprestado, freqüentemente, nomes venerados para melhor induzir ao erro.
(Continua amanhã)
DOUTRINA ESPIRITA
3ª Parte
Os Espíritos encarnados habitam os diferentes globos do Universo.
Os Espíritos não encarnados ou errantes não ocupam uma nação determinada e circunscrita; estão por toda parte, no espaço e ao nosso lado, nos vendo e nos acotovelando sem cessar; é toda uma população invisível que se agita em torno de nós.
Os Espíritos exercem sobre o mundo moral e mesmo sobre o mundo físico, uma ação incessante. Agem sobre a matéria e sobre o pensamento, e constituem uma das forças da Natureza, causa eficiente de uma multidão de fenômenos, até agora inexplicados, ou mal explicados, e que não encontram uma solução racional senão no Espiritismo.
As relações dos Espíritos com os homens são constantes. Os bons espíritos nos solicitam para o bem, nos sustentam nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação; os maus nos solicitam ao mal: é para eles uma alegria nos ver sucumbir e nos assemelhamos a eles.
As comunicações dos Espíritos com os homens são ocultas ou ostensivas. As comunicações ocultas ocorrem pela influência, boa ou má, que eles exercem sobre nós com o nosso desconhecimento; cabe ao nosso julgamento discernir as boas e más inspirações. As comunicações ostensivas ocorrem por meio da escrita, da palavra, ou outras manifestações materiais, e mais freqüentemente por intermédio dos médiuns que lhes servem de instrumento.
Os Espíritos se manifestam espontaneamente ou por evocação. Podem-se evocar todos os Espíritos: aqueles que animaram homens obscuros, como aqueles de personagens mais ilustres, qualquer que seja a época na qual tenham vivido; os de nossos parentes, de nossos amigos ou de nossos inimigos, e com isso obter, por comunicações escritas ou verbais, conselhos, informações sobre a sua situação no além-túmulo, sobre seus pensamentos a nosso respeito, assim como as revelações que lhes são permitidas nos fazer.
Os Espíritos são atraídos em razão de sua simpatia pela natureza moral do meio que os evoca. Os Espíritos Superiores se alegram nas reuniões sérias onde dominem o amor do bem e o desejo sincero de se instruir e se melhorar. Sua presença afasta os Espíritos inferiores que aí encontram, ao contrário, os Espíritos inferiores têm livre acesso, e podem agir com toda liberdade entre as pessoas frívolas ou guiadas só pela curiosidade, e por toda parte onde se encontrem os maus instintos. Longe de se obter deles bons avisos ou ensinamentos úteis, não se deve esperar senão futilidades, mentiras, maus gracejos ou mistificações, porque eles tomam emprestado, freqüentemente, nomes venerados para melhor induzir ao erro.
(Continua amanhã)
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
22 de Fevereiro de 2009
"Para chegarmos à oração tranqüila precisamos ter um ritmo equilibrado de atividades diárias."
Anônimo
22 de Fevereiro de 2009
"Para chegarmos à oração tranqüila precisamos ter um ritmo equilibrado de atividades diárias."
Anônimo
sábado, 21 de fevereiro de 2009
RESUMO DA DOUTRINA ESPIRITA
RESUMO DA
DOUTRINA ESPIRITA
2ª Parte.
Os Espíritos não pertencem perpetuamente à mesma ordem. Todos progridem, passando por diferentes graus da hierarquia espírita.
Esse progresso ocorre pela encarnação, que é imposta a uns como expiação e a outros como missão. A vida material é uma prova que devem suportar por várias vezes, até que hajam alcançado a perfeição absoluta. É uma espécie de exame severo ou depurador, de onde eles saem mais ou menos purificados.
Deixando o corpo físico, a alma reentra no Mundo dos Espíritos, de onde havia saído, para retornar uma nova existência material, depois de um lapso de tempo mais ou menos longo, durante o qual permanece no estado de Espírito errante.
O Espírito, devendo passar por várias encarnações, disso resulta que todos tivemos várias existências e que teremos ainda outras, mais ou menos aperfeiçoadas, seja sobre a Terra, seja em outros mundos.
A encarnação dos Espíritos ocorre sempre na espécie humana: seria um erro acreditar que a alma ou Espírito pode se encarnar no corpo de um animal.
As diferentes existências corporais do Espírito são sempre progressivas e jamais retrógradas; mas a rapidez do progresso depende dos esforços que nós fazemos para atingir a perfeição.
As qualidades da alma são as do Espírito que está encarnado em nós; assim o homem de bem é a encarnação do bom Espírito e o homem perverso a de um Espírito impuro.
A alma tinha sua individualidade antes de sua encarnação e a conserva depois da sua separação do corpo físico.
Na sua reentrada no Mundo dos Espíritos, a alma aí reencontra todos aqueles que conheceu sobre a Terra, e todas as suas existências anteriores se retratam em sua memória com a lembrança de todo o bem e de todo o mal que fez.
O Espírito encarnado está sob a influência da matéria; o homem que supera essa influência pela elevação e depuração de sua alma, se aproxima dos bons Espíritos com os quais estará um dia. Aquele que se deixa dominar pelas más paixões e coloca toda a sua alegria na satisfação dos apetites grosseiros, se aproxima dos Espíritos impuros dando preponderância à natureza animal.
(Continua amanhã)
DOUTRINA ESPIRITA
2ª Parte.
Os Espíritos não pertencem perpetuamente à mesma ordem. Todos progridem, passando por diferentes graus da hierarquia espírita.
Esse progresso ocorre pela encarnação, que é imposta a uns como expiação e a outros como missão. A vida material é uma prova que devem suportar por várias vezes, até que hajam alcançado a perfeição absoluta. É uma espécie de exame severo ou depurador, de onde eles saem mais ou menos purificados.
Deixando o corpo físico, a alma reentra no Mundo dos Espíritos, de onde havia saído, para retornar uma nova existência material, depois de um lapso de tempo mais ou menos longo, durante o qual permanece no estado de Espírito errante.
O Espírito, devendo passar por várias encarnações, disso resulta que todos tivemos várias existências e que teremos ainda outras, mais ou menos aperfeiçoadas, seja sobre a Terra, seja em outros mundos.
A encarnação dos Espíritos ocorre sempre na espécie humana: seria um erro acreditar que a alma ou Espírito pode se encarnar no corpo de um animal.
As diferentes existências corporais do Espírito são sempre progressivas e jamais retrógradas; mas a rapidez do progresso depende dos esforços que nós fazemos para atingir a perfeição.
As qualidades da alma são as do Espírito que está encarnado em nós; assim o homem de bem é a encarnação do bom Espírito e o homem perverso a de um Espírito impuro.
A alma tinha sua individualidade antes de sua encarnação e a conserva depois da sua separação do corpo físico.
Na sua reentrada no Mundo dos Espíritos, a alma aí reencontra todos aqueles que conheceu sobre a Terra, e todas as suas existências anteriores se retratam em sua memória com a lembrança de todo o bem e de todo o mal que fez.
O Espírito encarnado está sob a influência da matéria; o homem que supera essa influência pela elevação e depuração de sua alma, se aproxima dos bons Espíritos com os quais estará um dia. Aquele que se deixa dominar pelas más paixões e coloca toda a sua alegria na satisfação dos apetites grosseiros, se aproxima dos Espíritos impuros dando preponderância à natureza animal.
(Continua amanhã)
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
21 de Fevereiro de 2009
"A oração nutre e plenifica. Por ela a consciência se liberta de assuntos triviais e ergue-se ao Alto."
Anônimo
21 de Fevereiro de 2009
"A oração nutre e plenifica. Por ela a consciência se liberta de assuntos triviais e ergue-se ao Alto."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO julgue o seu próximo.
Não pense mal das pessoas.
Quantas vezes as aparências enganam, e o que pensamos ser um erro é o que está certo nos outros.
Não julgue para não ser julgado!
Se você estivesse na situação “dele”, talvez fizesse pior, e não gostaria que o julgassem mal.
Não faça aos outros o que não gosta que os outros façam a você.
NÃO julgue o seu próximo.
Não pense mal das pessoas.
Quantas vezes as aparências enganam, e o que pensamos ser um erro é o que está certo nos outros.
Não julgue para não ser julgado!
Se você estivesse na situação “dele”, talvez fizesse pior, e não gostaria que o julgassem mal.
Não faça aos outros o que não gosta que os outros façam a você.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
20 de Fevereiro de 2009
"Oração e fé levam-nos a abrir mão dos desejos, a deixar de nos defender e finalmente a servir ao mundo terreno e aos mundos celestiais."
Anônimo
20 de Fevereiro de 2009
"Oração e fé levam-nos a abrir mão dos desejos, a deixar de nos defender e finalmente a servir ao mundo terreno e aos mundos celestiais."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO repise suas dificuldades e dores, porque isso prejudica sua saúde, provoca enfermidades.
Não dê ao seu corpo alimentos nocivos, de pensamentos negativos.
Fale sempre de saúde e riqueza, de progresso e vitória.
Diga “a força de DEUS habita dentro de mim.”
Os bons pensamentos produzem frutos de alegria e aumentam a felicidade cada dia mais.
A palavra do homem é responsável pelo estado de sua saúde física.
NÃO repise suas dificuldades e dores, porque isso prejudica sua saúde, provoca enfermidades.
Não dê ao seu corpo alimentos nocivos, de pensamentos negativos.
Fale sempre de saúde e riqueza, de progresso e vitória.
Diga “a força de DEUS habita dentro de mim.”
Os bons pensamentos produzem frutos de alegria e aumentam a felicidade cada dia mais.
A palavra do homem é responsável pelo estado de sua saúde física.
RESUMO DA DOUTRINA ESPIRITA - 1ª Parte
RESUMO DA
DOUTRINA ESPIRITA
1ª Parte
DEUS é eterno, imutável, imaterial, único, todo-poderoso, soberanamente, justo e bom.
Criou o Universo que compreende todos os seres animados e inanimados, materiais e imateriais.
Os seres materiais constituem o mundo visível ou corporal e os seres imateriais o mundo invisível ou espírita, quer dizer, dos Espíritos.
O Mundo Espírita é o mundo normal, primitivo, eterno, preexistente e sobrevivente a tudo.
O Mundo Corporal não é senão secundário; poderia cessar de existir, ou não ter jamais existido, sem alterar a essência do Mundo Espírita.
Os espíritos revestem, temporariamente, um envoltório material perecível, cuja destruição, pela morte, os torna livres.
Entre as diferentes espécies de seres corpóreos, DEUS escolheu a espécie humana para encarnação dos Espíritos que atingiram um certo grau de desenvolvimento, o que lhe dá a superioridade moral e intelectual sobre os outros.
A alma é um Espírito encarnado do qual o corpo físico não senão um envoltório.
Há no homem três coisas:
1. – O corpo ou ser material análogo ao dos animais e animado pelo mesmo principio vital.
2. – A alma ou ser imaterial, Espírito encarnado no corpo.
3. - O laço que une a alma ao corpo físico, principio intermediário entre a matéria e o Espírito.
O homem tem assim duas naturezas: pelo corpo físico, participa da natureza dos animais, dos quais tem o instinto; pela alma, participa da natureza dos Espíritos.
O laço ou perispirito que une o corpo físico e o Espírito é uma espécie de envoltório mais grosseiro, o Espírito conserva o segundo, que constitui para ele um corpo etéreo, invisível para nós no estado normal, mas que pode, acidentalmente, tornar-se visível e mesmo tangível, como ocorre no fenômeno das aparições.
O Espírito não é assim um ser abstrato, indefinido, que só o pensamento pode conceber; é um ser real, circunscrito, que em certos casos, é apreciado pelos sentidos de visão, audição e tato.
Os Espíritos pertencem a diferentes classes e não são iguais nem em força, nem em inteligência, nem em saber, nem em moralidade.
Os da primeira ordem são os Espíritos Superiores, que se distinguem dos outros por sua perfeição, seus conhecimentos, sua aproximação com DEUS, a pureza de seus sentimentos e seu amor ao bem; são os anjos ou Espíritos puros. As outras classes se distanciam cada vez mais dessa perfeição; os das classes inferiores são inclinados à maioria das nossas paixões: o ódio, a inveja, o ciúme, o orgulhos, etc.: eles se comprazem no mal. Entre eles há os que são nem muito bons nem muito maus, mais trapalhões e importunos que maus, a malícia e as inconseqüências perecem ser sua diversão; são os Espíritos estouvados ou levianos.
(continua amanhã)
DOUTRINA ESPIRITA
1ª Parte
DEUS é eterno, imutável, imaterial, único, todo-poderoso, soberanamente, justo e bom.
Criou o Universo que compreende todos os seres animados e inanimados, materiais e imateriais.
Os seres materiais constituem o mundo visível ou corporal e os seres imateriais o mundo invisível ou espírita, quer dizer, dos Espíritos.
O Mundo Espírita é o mundo normal, primitivo, eterno, preexistente e sobrevivente a tudo.
O Mundo Corporal não é senão secundário; poderia cessar de existir, ou não ter jamais existido, sem alterar a essência do Mundo Espírita.
Os espíritos revestem, temporariamente, um envoltório material perecível, cuja destruição, pela morte, os torna livres.
Entre as diferentes espécies de seres corpóreos, DEUS escolheu a espécie humana para encarnação dos Espíritos que atingiram um certo grau de desenvolvimento, o que lhe dá a superioridade moral e intelectual sobre os outros.
A alma é um Espírito encarnado do qual o corpo físico não senão um envoltório.
Há no homem três coisas:
1. – O corpo ou ser material análogo ao dos animais e animado pelo mesmo principio vital.
2. – A alma ou ser imaterial, Espírito encarnado no corpo.
3. - O laço que une a alma ao corpo físico, principio intermediário entre a matéria e o Espírito.
O homem tem assim duas naturezas: pelo corpo físico, participa da natureza dos animais, dos quais tem o instinto; pela alma, participa da natureza dos Espíritos.
O laço ou perispirito que une o corpo físico e o Espírito é uma espécie de envoltório mais grosseiro, o Espírito conserva o segundo, que constitui para ele um corpo etéreo, invisível para nós no estado normal, mas que pode, acidentalmente, tornar-se visível e mesmo tangível, como ocorre no fenômeno das aparições.
O Espírito não é assim um ser abstrato, indefinido, que só o pensamento pode conceber; é um ser real, circunscrito, que em certos casos, é apreciado pelos sentidos de visão, audição e tato.
Os Espíritos pertencem a diferentes classes e não são iguais nem em força, nem em inteligência, nem em saber, nem em moralidade.
Os da primeira ordem são os Espíritos Superiores, que se distinguem dos outros por sua perfeição, seus conhecimentos, sua aproximação com DEUS, a pureza de seus sentimentos e seu amor ao bem; são os anjos ou Espíritos puros. As outras classes se distanciam cada vez mais dessa perfeição; os das classes inferiores são inclinados à maioria das nossas paixões: o ódio, a inveja, o ciúme, o orgulhos, etc.: eles se comprazem no mal. Entre eles há os que são nem muito bons nem muito maus, mais trapalhões e importunos que maus, a malícia e as inconseqüências perecem ser sua diversão; são os Espíritos estouvados ou levianos.
(continua amanhã)
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
19 de Fevereiro de 2009
"A oração leva-nos a uma vida mais simples, em que se dissolvem inquietações e cessam movimentos inúteis."
Anônimo
19 de Fevereiro de 2009
"A oração leva-nos a uma vida mais simples, em que se dissolvem inquietações e cessam movimentos inúteis."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
MINUTO DE SABEDORIA
VOCÊ, que é mãe, que recebeu uma linda flor do céu para cultivar no jardim da Terra, mantenha sua mente ligada ao PAI celeste, que ELE a sustentará sempre em suas lutas.
Olhe para seu filho com carinho.
Pense nas criaturas que não conseguiram gerar um filho em suas entranhas!
E pense nos milhares de pequeninos que não encontraram ninguém que com eles tivesse o carinho de mãe!
Seja paciente com seu filho!
VOCÊ, que é mãe, que recebeu uma linda flor do céu para cultivar no jardim da Terra, mantenha sua mente ligada ao PAI celeste, que ELE a sustentará sempre em suas lutas.
Olhe para seu filho com carinho.
Pense nas criaturas que não conseguiram gerar um filho em suas entranhas!
E pense nos milhares de pequeninos que não encontraram ninguém que com eles tivesse o carinho de mãe!
Seja paciente com seu filho!
O DOM SUPREMO
O DOM SUPREMO
18ª Parte
Quem é CRISTO?
É aquele que alimentou os pobres, vestiu os nus, e visitou os doentes.
Onde está CRISTO?
“todo aquele que receber uma criancinha destas em seu nome, também me recebe.”
E quem está com CRISTO?
Aquele que ama.
Quando o rapaz acabou de falar, o sol já havia se posto. As pessoas se levantaram, em silêncio, e foram para suas casas. Nunca mais, pelo resto de suas vidas, esqueceriam aquele dia. Haviam sido tocados pelo DOM SUPREMO, e desejaram, naquele instante, que aquela tarde fosse lembrada por muito tempo
“Embora não possa ser lembrada para sempre”, pensou um deles, consigo mesmo.
Porque, como bem havia dito o rapaz:
SÓ O AMOR PERMANECE!!!
F I M
18ª Parte
Quem é CRISTO?
É aquele que alimentou os pobres, vestiu os nus, e visitou os doentes.
Onde está CRISTO?
“todo aquele que receber uma criancinha destas em seu nome, também me recebe.”
E quem está com CRISTO?
Aquele que ama.
Quando o rapaz acabou de falar, o sol já havia se posto. As pessoas se levantaram, em silêncio, e foram para suas casas. Nunca mais, pelo resto de suas vidas, esqueceriam aquele dia. Haviam sido tocados pelo DOM SUPREMO, e desejaram, naquele instante, que aquela tarde fosse lembrada por muito tempo
“Embora não possa ser lembrada para sempre”, pensou um deles, consigo mesmo.
Porque, como bem havia dito o rapaz:
SÓ O AMOR PERMANECE!!!
F I M
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
PENSAMENTO DO DIA
18 de fevereiro de 2009.
Através da Oração iniciamos a nossa
Reforma material e espiritual.
Anônimo
18 de fevereiro de 2009.
Através da Oração iniciamos a nossa
Reforma material e espiritual.
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO perca sua calma!
Não se deixe dominar pela cólera.
Que jamais o sol deite sobre sua raiva.
Contenha-se o mais que puder.
Um simples raio de cólera pode destruir longas e pacientes sementeiras de amor e carinho!
Procure dominar-se.
Quem sabe se a pessoa que o ofendeu não está doente?
Não perca sua calma...
Seu fígado é demais precioso para que você o estrague.
Não se deixe dominar pela cólera.
Que jamais o sol deite sobre sua raiva.
Contenha-se o mais que puder.
Um simples raio de cólera pode destruir longas e pacientes sementeiras de amor e carinho!
Procure dominar-se.
Quem sabe se a pessoa que o ofendeu não está doente?
Não perca sua calma...
Seu fígado é demais precioso para que você o estrague.
O DOM SUPREMO
O DOM SUPREMO
17ª Parte
Mateus nos dá uma descrição clássica do Juízo Final: O Filho do Homem senta-se em um trono, e separa, como um pastor, os cabritos das ovelhas.
Neste momento, a grande pergunta do ser humano não será: “Como eu vivi?”
Será, isto sim: “Como amei?”
O teste final de toda busca da Salvação, será o Amor. Não será levado em conta o que fizemos.
Em que acreditamos.
O que conseguimos.
Nada disso nos será cobrado. O que nos será cobrado: nossa maneira de amar o próximo.
Os erros que cometemos nem sequer serão lembrados. Seremos julgados pelo bem que deixamos de fazer. Pois manter o Amor trancado dentro de si é ir contra o espírito de DEUS, é a prova de que nunca O conhecemos, de que Ele nos amou em vão, de que seu Filho morreu inutilmente.
Deixar de amar significa dizer que DEUS jamais inspirou nossos pensamentos, nossas vidas, e que nunca chegamos perto Dele o suficiente para sermos tocados por seu exuberante Amor. Significa que:
“eu vivi por mim mesmo, pensei por mim mesmo, por mim mesmo e ninguém mais – como se JESUS jamais tivesse vivido, como se Ele jamais tivesse morrido.”
È diante de DEUS que as nações do mundo serão reunidas. É na presença de todos os outros homens que seremos julgados.
E cada homem julgará a si mesmo.
Ali estarão presentes aqueles que encontramos e ajudamos. Ali também vão estar aqueles que desprezamos e negamos. Não há necessidade de chamar qualquer Testemunha, pois nossa própria vida se encarregará de mostrar, na frente de todos, o que fizemos.
Nenhuma outra acusação – Além da falta de Amor – será proferida.
Não se enganem; as palavras que neste Dia ouviremos não virão da Teologia, não virão dos Santos, não virão das Igrejas.
Virão dos famintos e dos pobres.
Não virão dos Credos e das Doutrinas.
Virão dos desnudos e desabrigados.
Não virão das Bíblias e dos livros de Orações.
Virão dos copos de água quedamos ou deixamos de dar.
(continua amanhã)
17ª Parte
Mateus nos dá uma descrição clássica do Juízo Final: O Filho do Homem senta-se em um trono, e separa, como um pastor, os cabritos das ovelhas.
Neste momento, a grande pergunta do ser humano não será: “Como eu vivi?”
Será, isto sim: “Como amei?”
O teste final de toda busca da Salvação, será o Amor. Não será levado em conta o que fizemos.
Em que acreditamos.
O que conseguimos.
Nada disso nos será cobrado. O que nos será cobrado: nossa maneira de amar o próximo.
Os erros que cometemos nem sequer serão lembrados. Seremos julgados pelo bem que deixamos de fazer. Pois manter o Amor trancado dentro de si é ir contra o espírito de DEUS, é a prova de que nunca O conhecemos, de que Ele nos amou em vão, de que seu Filho morreu inutilmente.
Deixar de amar significa dizer que DEUS jamais inspirou nossos pensamentos, nossas vidas, e que nunca chegamos perto Dele o suficiente para sermos tocados por seu exuberante Amor. Significa que:
“eu vivi por mim mesmo, pensei por mim mesmo, por mim mesmo e ninguém mais – como se JESUS jamais tivesse vivido, como se Ele jamais tivesse morrido.”
È diante de DEUS que as nações do mundo serão reunidas. É na presença de todos os outros homens que seremos julgados.
E cada homem julgará a si mesmo.
Ali estarão presentes aqueles que encontramos e ajudamos. Ali também vão estar aqueles que desprezamos e negamos. Não há necessidade de chamar qualquer Testemunha, pois nossa própria vida se encarregará de mostrar, na frente de todos, o que fizemos.
Nenhuma outra acusação – Além da falta de Amor – será proferida.
Não se enganem; as palavras que neste Dia ouviremos não virão da Teologia, não virão dos Santos, não virão das Igrejas.
Virão dos famintos e dos pobres.
Não virão dos Credos e das Doutrinas.
Virão dos desnudos e desabrigados.
Não virão das Bíblias e dos livros de Orações.
Virão dos copos de água quedamos ou deixamos de dar.
(continua amanhã)
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
17 de Fevereiro de 2009
"É a constância na oração que constrói a ponte com a paz e com a eternidade."
Anônimo
17 de Fevereiro de 2009
"É a constância na oração que constrói a ponte com a paz e com a eternidade."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
VOCÊ, que é jovem, construa a sua felicidade em bases sólidas.
A felicidade não depende dos outros, mas de nós mesmos.
Se alguém quiser desviá-lo do bom caminho, não o acompanhe: siga a estrada reta do bem, pois só assim conseguirá ter alegria em seu coração.
Estude o mais que puder, ouça os conselhos de seus pais, seja puro e sincero em suas afeições, pois assim construirá uma vida nobre e digna.
A felicidade não depende dos outros, mas de nós mesmos.
Se alguém quiser desviá-lo do bom caminho, não o acompanhe: siga a estrada reta do bem, pois só assim conseguirá ter alegria em seu coração.
Estude o mais que puder, ouça os conselhos de seus pais, seja puro e sincero em suas afeições, pois assim construirá uma vida nobre e digna.
O DOM SUPREMO
O DOM SUPREMO
16ª Parte
Estou quase acabando este longuíssimo sermão. Mas, antes, quero fazer uma proposta: quantos de vocês querem juntar-se a mim, para ler este trecho da carta aos coríntios, pelo menos uma vez por semana?
Quem quiser, que o faça durante os próximos três meses. Um homem assim o fez, e mudou completamente sua vida.
Ou então vocês podem começar por ler esta epístola uma vez por dia, principalmente os versos que descrevem a maneira de agir que combina com o Amor.
“O amor é paciente, é benigno, o amor não arde em ciúmes.”
Coloquem estes ingredientes na vida de vocês. A partir daí, tudo o que fizerem passará a ser Eterno. Vale a pena dedicar um pouco de tempo para aprender a arte de Amar.
Nenhum homem se torna santo enquanto dorme; é necessário rezar, meditar.
Da mesma maneira, qualquer melhora, em qualquer sentido, requer preparação e cuidados.
Exijam de si mesmos: viver uma vida plena e correta. Se vocês olharem para trás, perceberão que os melhores e mais importantes momentos da vida foram aqueles onde estava presente o espírito do Amor.
Quando olhamos nosso passado – e não nos detemos nos prazeres transitórios da vida – notamos que os momentos marcantes de nossa existência são aqueles em que vivíamos o amor; ou que, escondidos, fizemos algo de bom para alguém. Coisas as vezes tolas demais para serem contadas, mas que, por frações de segundo, nos fizeram sentir como se estivéssemos mergulhados na Eternidade.
Eu já vi quase todas as belas coisas que DEUS criou. Já gozei quase todos os prazeres que um homem pode gozar. Mesmo assim, ao olhar meu passado, sobram apenas quatro ou cinco momentos – geralmente muito curtos – em que pude fazer uma pobre imitação do Amor de DEUS
São estes momentos que justificam minha vida. Todo o resto é passageiro. Qualquer outro bem ou virtude é apenas uma ilusão. Estes pequenos atos de Amor que ninguém reparou, que ninguém conhece, justificam minha vida.
Porque o amor permanece.
(continua amanhã)
16ª Parte
Estou quase acabando este longuíssimo sermão. Mas, antes, quero fazer uma proposta: quantos de vocês querem juntar-se a mim, para ler este trecho da carta aos coríntios, pelo menos uma vez por semana?
Quem quiser, que o faça durante os próximos três meses. Um homem assim o fez, e mudou completamente sua vida.
Ou então vocês podem começar por ler esta epístola uma vez por dia, principalmente os versos que descrevem a maneira de agir que combina com o Amor.
“O amor é paciente, é benigno, o amor não arde em ciúmes.”
Coloquem estes ingredientes na vida de vocês. A partir daí, tudo o que fizerem passará a ser Eterno. Vale a pena dedicar um pouco de tempo para aprender a arte de Amar.
Nenhum homem se torna santo enquanto dorme; é necessário rezar, meditar.
Da mesma maneira, qualquer melhora, em qualquer sentido, requer preparação e cuidados.
Exijam de si mesmos: viver uma vida plena e correta. Se vocês olharem para trás, perceberão que os melhores e mais importantes momentos da vida foram aqueles onde estava presente o espírito do Amor.
Quando olhamos nosso passado – e não nos detemos nos prazeres transitórios da vida – notamos que os momentos marcantes de nossa existência são aqueles em que vivíamos o amor; ou que, escondidos, fizemos algo de bom para alguém. Coisas as vezes tolas demais para serem contadas, mas que, por frações de segundo, nos fizeram sentir como se estivéssemos mergulhados na Eternidade.
Eu já vi quase todas as belas coisas que DEUS criou. Já gozei quase todos os prazeres que um homem pode gozar. Mesmo assim, ao olhar meu passado, sobram apenas quatro ou cinco momentos – geralmente muito curtos – em que pude fazer uma pobre imitação do Amor de DEUS
São estes momentos que justificam minha vida. Todo o resto é passageiro. Qualquer outro bem ou virtude é apenas uma ilusão. Estes pequenos atos de Amor que ninguém reparou, que ninguém conhece, justificam minha vida.
Porque o amor permanece.
(continua amanhã)
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
16 de Fevereiro de 2009
"A oração é viva quando temos aspiração interior constante, sem entusiasmos nem desânimos."
Anônimo
16 de Fevereiro de 2009
"A oração é viva quando temos aspiração interior constante, sem entusiasmos nem desânimos."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
SE o sofrimento bateu à sua porta, não se desespere: são bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
O sofrimento parece a todos um mal, a dor apavora...
Mas, quando aprendemos que a dor é uma libertação que nos devolve a paz ao espírito, passamos a julgá-la menos dolorosa.
Para que a sua dor doa menos, aprenda a conformar-se com ela, porque ela representa sua libertação.
O sofrimento parece a todos um mal, a dor apavora...
Mas, quando aprendemos que a dor é uma libertação que nos devolve a paz ao espírito, passamos a julgá-la menos dolorosa.
Para que a sua dor doa menos, aprenda a conformar-se com ela, porque ela representa sua libertação.
O DOM SUPREMO
O DOM SUPREMO
15ª Parte
AMOR É VIDA
O Amor nunca falha, e a vida não falhará enquanto houver Amor.
É isso que Paulo nos mostra: que, no fundo de todas as coisas criadas, o Amor está presente como o Dom Supremo – porque o Amor permanece, enquanto as coisas acabam.
O Amor está aqui, existe em nós agora, neste momento. Não é algo que nos venha a ser dado depois de morrermos. Ao contrário, teremos pouquíssimas chances de aprender o Amor quando estivermos velhos se não o buscarmos e o praticarmos agora.
O pior destino que o homem pode ter é viver e morrer sozinho, sem amar e sem ser amado.
Quem ama está salvo.
Quem não ama, nem é amado, está condenado.
E aquele que se alegra no Amor, se alegra em DEUS, porque DEUS é amor.
(continua amanhã)
15ª Parte
AMOR É VIDA
O Amor nunca falha, e a vida não falhará enquanto houver Amor.
É isso que Paulo nos mostra: que, no fundo de todas as coisas criadas, o Amor está presente como o Dom Supremo – porque o Amor permanece, enquanto as coisas acabam.
O Amor está aqui, existe em nós agora, neste momento. Não é algo que nos venha a ser dado depois de morrermos. Ao contrário, teremos pouquíssimas chances de aprender o Amor quando estivermos velhos se não o buscarmos e o praticarmos agora.
O pior destino que o homem pode ter é viver e morrer sozinho, sem amar e sem ser amado.
Quem ama está salvo.
Quem não ama, nem é amado, está condenado.
E aquele que se alegra no Amor, se alegra em DEUS, porque DEUS é amor.
(continua amanhã)
domingo, 15 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
PENSAMENTO DO DIA
15 DE FEVEREIRO DE 2009.
O canal aberto, 24 horas, com
DEUS é o da Oração.
Anônimo
15 DE FEVEREIRO DE 2009.
O canal aberto, 24 horas, com
DEUS é o da Oração.
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
MINUTO DE SABEDORIA
TENHA fortaleza de ânimo para resistir a todos os embates e tempestades do caminho.
Não se iluda: mesmo a estrada do bem está cheia de tropeços e dificuldades.
Continue, porém!
Não dê ouvidos às pedras colocadas pela inveja, pelo ciúme, pela intriga.
Marche de cabeça erguida, confiantemente, e vencerá todos os obstáculos da caminhada.
E, se for ferido, lembre-se de que as cicatrizes serão luzes que marcarão a sua vitória.
TENHA fortaleza de ânimo para resistir a todos os embates e tempestades do caminho.
Não se iluda: mesmo a estrada do bem está cheia de tropeços e dificuldades.
Continue, porém!
Não dê ouvidos às pedras colocadas pela inveja, pelo ciúme, pela intriga.
Marche de cabeça erguida, confiantemente, e vencerá todos os obstáculos da caminhada.
E, se for ferido, lembre-se de que as cicatrizes serão luzes que marcarão a sua vitória.
O DOM SUPREMO
O DOM SUPREMO
14ª Parte
Dê a cada coisa apenas o seu devido valor.
Permitam pelo menos que o grande objetivo de suas vidas seja o de conseguir forças suficientes para defender esta idéia, e construir uma existência usando o Amor como principal referência. Como fez CRISTO, que construiu toda a sua obra em cima do Amor.
Eu comentava que o Amor é eterno. Já reparam como João o associa, várias vezes, à Vida Eterna? Quando eu era criança, me diziam que “DEUS amou o mundo de tal maneira que deu seu filho Unigênito para que tudo que| Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Os mais velhos diziam então – lembro-me bem – que DEUS amou tanto o mundo que, se confiássemos Nele, teríamos paz, descanso, alegria ou segurança. Eu tive que descobrir por mim mesmo que não era bem assim. Que, na verdade, todos aqueles que confiassem Nele – isto é, que O amassem, pois a confiança é uma avenida pela qual o Amor caminha – teriam, isto sim, a Vida Eterna.
Os textos sagrados nos falam de uma nova vida. Não ofereça oo próximo apenas a paz, ou o descaso, ou a segurança. Em vez disso, conte como CRISTO veio ao mundo para dar ao homem uma vida mais cheia de Amor – e, por isso mesmo, abundante de salvação, longa o suficiente para que possamos nos dedicar ao aprendizado do Amor.
Só assim as palavras do Evangelho fazem sentido, e podem tocar o corpo, a alma e o espírito, dando a cada uma destas partes uma orientação e uma finalidade.
Muitos dos textos espirituais que vemos hoje são dirigidos apenas a uma parte do homem.
Oferecem Paz, mas não falam em vida.
Discutem a Fé, e esquecem o Amor.
Contam sobre a Justiça, e não tocam na Revelação.
E o homem termina se afastando da Busca Espiritual, porque esta foi incapaz de mantê-lo em sua trilha.
Não comentamos estes erros. Que fique sempre claro para nós que só o Amor Total pode competir com o amor deste mundo.
Amar abundantemente é viver abundantemente.
Amar para sempre é viver para sempre. A Vida Eterna está completamente acorrentada ao amor.
Por que queremos viver para sempre? Porque desejamos que o dia de amanhã nos traga alguém que amamos. Porque queremos conviver mais um dia com a pessoa que está ao nosso lado. Porque queremos encontrar alguém que mereça nosso amor, e que saiba, por sua vez, nos amar como achamos que merecemos.
Por isso, quando um homem não tem ninguém que o ame, sente uma profunda vontade de morrer. Enquanto ele tiver amigos, gente que ele ama e que o ama, ele viverá.
Porque viver é amar.
Até mesmo o amor por um animal de estimação – um cachorro, por exemplo – pode justificar a vida de um ser humano. Mas se ele não tiver mais este laço de amor com a vida, desaparece também qualquer razão para continuar vivendo.
A “a energia da vida” falhou.
Participar da Vida Eterna significa conhecer o Amor. DEUS é Amor. João diz:”Estamos no verdadeiro, em seu Filho. Este é o verdadeiro DEUS e a Vida Eterna”
Seja qual for a sua crença, ou sua Fé, busque primeiro o Amor. E o resto lhes será acrescentado.
Pois o Amor precisa ser eterno. Porque DEUS o é.
(continua amanhã)
14ª Parte
Dê a cada coisa apenas o seu devido valor.
Permitam pelo menos que o grande objetivo de suas vidas seja o de conseguir forças suficientes para defender esta idéia, e construir uma existência usando o Amor como principal referência. Como fez CRISTO, que construiu toda a sua obra em cima do Amor.
Eu comentava que o Amor é eterno. Já reparam como João o associa, várias vezes, à Vida Eterna? Quando eu era criança, me diziam que “DEUS amou o mundo de tal maneira que deu seu filho Unigênito para que tudo que| Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Os mais velhos diziam então – lembro-me bem – que DEUS amou tanto o mundo que, se confiássemos Nele, teríamos paz, descanso, alegria ou segurança. Eu tive que descobrir por mim mesmo que não era bem assim. Que, na verdade, todos aqueles que confiassem Nele – isto é, que O amassem, pois a confiança é uma avenida pela qual o Amor caminha – teriam, isto sim, a Vida Eterna.
Os textos sagrados nos falam de uma nova vida. Não ofereça oo próximo apenas a paz, ou o descaso, ou a segurança. Em vez disso, conte como CRISTO veio ao mundo para dar ao homem uma vida mais cheia de Amor – e, por isso mesmo, abundante de salvação, longa o suficiente para que possamos nos dedicar ao aprendizado do Amor.
Só assim as palavras do Evangelho fazem sentido, e podem tocar o corpo, a alma e o espírito, dando a cada uma destas partes uma orientação e uma finalidade.
Muitos dos textos espirituais que vemos hoje são dirigidos apenas a uma parte do homem.
Oferecem Paz, mas não falam em vida.
Discutem a Fé, e esquecem o Amor.
Contam sobre a Justiça, e não tocam na Revelação.
E o homem termina se afastando da Busca Espiritual, porque esta foi incapaz de mantê-lo em sua trilha.
Não comentamos estes erros. Que fique sempre claro para nós que só o Amor Total pode competir com o amor deste mundo.
Amar abundantemente é viver abundantemente.
Amar para sempre é viver para sempre. A Vida Eterna está completamente acorrentada ao amor.
Por que queremos viver para sempre? Porque desejamos que o dia de amanhã nos traga alguém que amamos. Porque queremos conviver mais um dia com a pessoa que está ao nosso lado. Porque queremos encontrar alguém que mereça nosso amor, e que saiba, por sua vez, nos amar como achamos que merecemos.
Por isso, quando um homem não tem ninguém que o ame, sente uma profunda vontade de morrer. Enquanto ele tiver amigos, gente que ele ama e que o ama, ele viverá.
Porque viver é amar.
Até mesmo o amor por um animal de estimação – um cachorro, por exemplo – pode justificar a vida de um ser humano. Mas se ele não tiver mais este laço de amor com a vida, desaparece também qualquer razão para continuar vivendo.
A “a energia da vida” falhou.
Participar da Vida Eterna significa conhecer o Amor. DEUS é Amor. João diz:”Estamos no verdadeiro, em seu Filho. Este é o verdadeiro DEUS e a Vida Eterna”
Seja qual for a sua crença, ou sua Fé, busque primeiro o Amor. E o resto lhes será acrescentado.
Pois o Amor precisa ser eterno. Porque DEUS o é.
(continua amanhã)
sábado, 14 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
14 de Fevereiro de 2009
"Orar é amar o Ser Interno e buscá-lo a todo instante."
Anônimo
14 de Fevereiro de 2009
"Orar é amar o Ser Interno e buscá-lo a todo instante."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
PLANTE sementes de bondade e de amor, mas não se preocupe com os resultados futuros.
Se não obteve o bem que você esperava, ou se o beneficio não provocou a gratidão desejada, não se aborreça.
Ajude e passe adiante!
Lance as sementes ao solo, e deixe que cresçam e frutifiquem segundo as possibilidades do terreno.
Aguarde o tempo...
Mas, por enquanto, plante as sementes da bondade e do amor, por onde quer que você passe.
Se não obteve o bem que você esperava, ou se o beneficio não provocou a gratidão desejada, não se aborreça.
Ajude e passe adiante!
Lance as sementes ao solo, e deixe que cresçam e frutifiquem segundo as possibilidades do terreno.
Aguarde o tempo...
Mas, por enquanto, plante as sementes da bondade e do amor, por onde quer que você passe.
O DOM SUPREMO
O DOM SUPREMO
13ª Parte
Falta acrescentar pouca coisa sobre as razões que levaram Paulo a considerar o Amor como o Dom Supremo.
Falta apenas analisar a principal razão. Algo muito importante, que pode ser resumido numa frase curtíssima:
O Amor permanece.
“O Amor”, insiste Paulo, “jamais acaba”. Então ele nos dá mais uma de suas maravilhosas listas. Fala de assuntos que eram importantes em sua época. Coisas que todos garantiam serem eternas.
E mostra como são frágeis, temporárias, agonizantes.
“Havendo profecias, desaparecerão.”
Naquele tempo, o sonho de todas as mães era que seus filhos se tornassem profetas. Durante séculos e séculos DEUS tinha escolhido falar ao mundo por meio dos profetas, e estes eram mais poderosos que os Reis. Os homens esperavam, aflitos, que chegassem um novo mensageiro do Alto e o honravam quando ele aparecia.
Paulo é implacável: “Havendo profecias, desaparecerão.”
A Bíblia está repleta de profecias. Mas, na medida em que foram transformadas em realidade, perderam seu verdadeiro sentido. Desapareceram como profecias, para se tornarem apenas o alimento da fé de homens piedosos.
Então, Paulo fala sobre as línguas.
“Havendo línguas, cessarão”, diz ele.
Tanto quanto sabemos, já se passaram milhares de anos desde que as primeiras surgiram sobre a face da Terra. Elas ajudaram o homem a se organizar, crescer e sobreviver num mundo perigoso e hostil. Onde estão estas línguas?
Desapareceram.
Os egípcios construíram pirâmides e gravaram sua escrita em monumentos que permanecem até hoje. Ainda existem como nação, mas sua língua original desapareceu.
Considere estes exemplos da maneira que você quiser – inclusive no sentido literal. Embora não fosse esta a principal preocupação de Paulo, pelo menos podemos entender melhor o que ele estava falando. A carta aos Coríntios, que lemos e que discutimos durante todo este tempo, foi escrita originalmente em grego antigo.
Se formos até a Grécia com o texto original, pouquíssimas pessoas seriam capazes de decifrá-lo.
Há mil e quinhentos anos atrás, o latim dominava o mundo. Hoje não significa mais nada. Reparem as línguas indígenas: estão desaparecendo. A língua original do País de Gales, ou da Escócia, está morrendo diante de nossos olhos.
O livro mais popular da Inglaterra – com exceção da Bíblia – é o Pickwick Papers, de Charles Dickens. Foi quase todo escrito num inglês falado pelas pessoas nas ruas. Pois bem: estudiosos nos garantem que, em cinqüenta anos, este livro será ilegível para o leitor comum.
Então, Paulo vai mais longe e acrescenta, com ênfase: “havendo ciência, passará.”
Onde está a ciência dos antigos? Sumiu por completo. Hoje, um menino de escola secundária conhece muito mais que Sir Isaac Newton – o descobridor da Lei da Gravidade – conhecia na sua época. O Jornal que nos traz as novidades da manhã é jogado fora quando chega a noite. Compramos enciclopédias de dez anos atrás por apenas alguns tostões – porque as conquistas científicas que estão em suas paginas já foram completamente ultrapassadas.
Reparem como a carruagem puxada a cavalo foi substituída pelo vapor. E como a eletricidade, por sua vez, ameaça superar o vapor, jogando no esquecimento centenas de invenções que apenas acabaram de nascer. Umas das maiores autoridades do dia de hoje, Sir William Thomson, garante: “O motor a vapor em breve deixará de existir.”
“Havendo ciência, passará.”
Vemos no fundo dos quintais algumas rodas velhas, peças quebradas, objetos de ferro corroídas pela ferrugem; vinte anos atrás, estas mesmas peças faziam parte de objetos que eram orgulho de seu dono.
Agora não representam mais nada, a não ser um estorvo do qual não conseguimos nos livrar.
Toda ciência e toda filosofia de nossa época, de que tanto nos orgulhamos, um dia envelhecerão.
Alguns anos atrás, a maior autoridade de Edimburgo era Sir James Simpson, o descobridor do clorofórmio e o precursor da anestesia. Recentemente, o bibliotecário da Universidade onde Sir James Simpson lecionava, pediu ao sobrinho do cientista que se livrasse dos livros do seu tio. Estes já não tinham qualquer interesse para os novos estudantes.
O sobrinho disse ao bibliotecário: “Não são apenas os livros do meu tio. Qualquer livro científico com mais de dez anos deve ser levado para o porão.”
Sir James Simpson era uma pessoa mundialmente importante: cientista de todas as partes do planeta vinham consultá-lo.
Entretanto, suas descobertas – e quase todas as outras descobertas de sua época – foram superadas.
“Porque agora vemos como num espelho, obscuramente.”
Vocês podem me dizer algo que permaneça para sempre? Paulo deixou de mencionar muitas coisas. Não falou em dinheiro, fortuna, fama; limitou-se apenas às coisas importantes do seu tempo, às coisas a que se dedicavam os melhores homens da sua época. E as colocou, decididamente, de lado
Paulo nada tem contra as coisas em si; não falou mal delas. Tudo que disse foi que elas não durariam. Eram coisas importantes, mas não eram dons supremos.
Existia algo além delas.
O que somos é mais do que fazemos, e muito mais do que possuímos. Muitas coisas, que os homens chamam de pecado, não são pecados; são sentimentos e deslizes que desaparecem rápido.
Efêmeros.
Este é um argumento favorito do Novo Testamento. João não nos diz que o mundo está errado; diz que “passará.”
Existem muitas coisas no mundo que são belas; coisas que nos entusiasmam e nos engrandecem.
Mas não vão durar. Todo o reino deste mundo, o deslumbramento de visão, os prazeres da carne, o orgulho, tudo existe apenas por um breve momento.
Por isso não deixe que seu amor se prenda às coisas do mundo. Nada que o mundo contém vale a dedicação e o tempo de uma alma imortal. A alma imortal deve entregar-se a algo que é imortal.
E as coisas imortais são: “a Fé, a Esperança e o Amor.”
Alguns podem dizer, inclusive, que duas destas coisas também passam: a fé, quando sentimos e vivemos a presença de DEUS, e a esperança, quando é satisfeita e preenchida.
Mas, com todo certeza, o Amor continuará presente.
DEUS, o ETERNO DEUS, é Amor. Busquem, portanto, o Amor – este momento eterno, a única coisa que vai permanecer quando a própria raça humana tiver chegado ao final de seus dias. O Amor será sempre a única moeda corrente aceita no Universo, quando todas as outras moedas, de todas as nações, tiverem perdido seu uso e seu valor.
Se vocês querem se entregar a muitas coisas, entreguem-se primeiro ao Amor – e tudo o mais lhes será acrescentado. Dê a cada coisa o seu devido valor.
(continua amanhã)
13ª Parte
Falta acrescentar pouca coisa sobre as razões que levaram Paulo a considerar o Amor como o Dom Supremo.
Falta apenas analisar a principal razão. Algo muito importante, que pode ser resumido numa frase curtíssima:
O Amor permanece.
“O Amor”, insiste Paulo, “jamais acaba”. Então ele nos dá mais uma de suas maravilhosas listas. Fala de assuntos que eram importantes em sua época. Coisas que todos garantiam serem eternas.
E mostra como são frágeis, temporárias, agonizantes.
“Havendo profecias, desaparecerão.”
Naquele tempo, o sonho de todas as mães era que seus filhos se tornassem profetas. Durante séculos e séculos DEUS tinha escolhido falar ao mundo por meio dos profetas, e estes eram mais poderosos que os Reis. Os homens esperavam, aflitos, que chegassem um novo mensageiro do Alto e o honravam quando ele aparecia.
Paulo é implacável: “Havendo profecias, desaparecerão.”
A Bíblia está repleta de profecias. Mas, na medida em que foram transformadas em realidade, perderam seu verdadeiro sentido. Desapareceram como profecias, para se tornarem apenas o alimento da fé de homens piedosos.
Então, Paulo fala sobre as línguas.
“Havendo línguas, cessarão”, diz ele.
Tanto quanto sabemos, já se passaram milhares de anos desde que as primeiras surgiram sobre a face da Terra. Elas ajudaram o homem a se organizar, crescer e sobreviver num mundo perigoso e hostil. Onde estão estas línguas?
Desapareceram.
Os egípcios construíram pirâmides e gravaram sua escrita em monumentos que permanecem até hoje. Ainda existem como nação, mas sua língua original desapareceu.
Considere estes exemplos da maneira que você quiser – inclusive no sentido literal. Embora não fosse esta a principal preocupação de Paulo, pelo menos podemos entender melhor o que ele estava falando. A carta aos Coríntios, que lemos e que discutimos durante todo este tempo, foi escrita originalmente em grego antigo.
Se formos até a Grécia com o texto original, pouquíssimas pessoas seriam capazes de decifrá-lo.
Há mil e quinhentos anos atrás, o latim dominava o mundo. Hoje não significa mais nada. Reparem as línguas indígenas: estão desaparecendo. A língua original do País de Gales, ou da Escócia, está morrendo diante de nossos olhos.
O livro mais popular da Inglaterra – com exceção da Bíblia – é o Pickwick Papers, de Charles Dickens. Foi quase todo escrito num inglês falado pelas pessoas nas ruas. Pois bem: estudiosos nos garantem que, em cinqüenta anos, este livro será ilegível para o leitor comum.
Então, Paulo vai mais longe e acrescenta, com ênfase: “havendo ciência, passará.”
Onde está a ciência dos antigos? Sumiu por completo. Hoje, um menino de escola secundária conhece muito mais que Sir Isaac Newton – o descobridor da Lei da Gravidade – conhecia na sua época. O Jornal que nos traz as novidades da manhã é jogado fora quando chega a noite. Compramos enciclopédias de dez anos atrás por apenas alguns tostões – porque as conquistas científicas que estão em suas paginas já foram completamente ultrapassadas.
Reparem como a carruagem puxada a cavalo foi substituída pelo vapor. E como a eletricidade, por sua vez, ameaça superar o vapor, jogando no esquecimento centenas de invenções que apenas acabaram de nascer. Umas das maiores autoridades do dia de hoje, Sir William Thomson, garante: “O motor a vapor em breve deixará de existir.”
“Havendo ciência, passará.”
Vemos no fundo dos quintais algumas rodas velhas, peças quebradas, objetos de ferro corroídas pela ferrugem; vinte anos atrás, estas mesmas peças faziam parte de objetos que eram orgulho de seu dono.
Agora não representam mais nada, a não ser um estorvo do qual não conseguimos nos livrar.
Toda ciência e toda filosofia de nossa época, de que tanto nos orgulhamos, um dia envelhecerão.
Alguns anos atrás, a maior autoridade de Edimburgo era Sir James Simpson, o descobridor do clorofórmio e o precursor da anestesia. Recentemente, o bibliotecário da Universidade onde Sir James Simpson lecionava, pediu ao sobrinho do cientista que se livrasse dos livros do seu tio. Estes já não tinham qualquer interesse para os novos estudantes.
O sobrinho disse ao bibliotecário: “Não são apenas os livros do meu tio. Qualquer livro científico com mais de dez anos deve ser levado para o porão.”
Sir James Simpson era uma pessoa mundialmente importante: cientista de todas as partes do planeta vinham consultá-lo.
Entretanto, suas descobertas – e quase todas as outras descobertas de sua época – foram superadas.
“Porque agora vemos como num espelho, obscuramente.”
Vocês podem me dizer algo que permaneça para sempre? Paulo deixou de mencionar muitas coisas. Não falou em dinheiro, fortuna, fama; limitou-se apenas às coisas importantes do seu tempo, às coisas a que se dedicavam os melhores homens da sua época. E as colocou, decididamente, de lado
Paulo nada tem contra as coisas em si; não falou mal delas. Tudo que disse foi que elas não durariam. Eram coisas importantes, mas não eram dons supremos.
Existia algo além delas.
O que somos é mais do que fazemos, e muito mais do que possuímos. Muitas coisas, que os homens chamam de pecado, não são pecados; são sentimentos e deslizes que desaparecem rápido.
Efêmeros.
Este é um argumento favorito do Novo Testamento. João não nos diz que o mundo está errado; diz que “passará.”
Existem muitas coisas no mundo que são belas; coisas que nos entusiasmam e nos engrandecem.
Mas não vão durar. Todo o reino deste mundo, o deslumbramento de visão, os prazeres da carne, o orgulho, tudo existe apenas por um breve momento.
Por isso não deixe que seu amor se prenda às coisas do mundo. Nada que o mundo contém vale a dedicação e o tempo de uma alma imortal. A alma imortal deve entregar-se a algo que é imortal.
E as coisas imortais são: “a Fé, a Esperança e o Amor.”
Alguns podem dizer, inclusive, que duas destas coisas também passam: a fé, quando sentimos e vivemos a presença de DEUS, e a esperança, quando é satisfeita e preenchida.
Mas, com todo certeza, o Amor continuará presente.
DEUS, o ETERNO DEUS, é Amor. Busquem, portanto, o Amor – este momento eterno, a única coisa que vai permanecer quando a própria raça humana tiver chegado ao final de seus dias. O Amor será sempre a única moeda corrente aceita no Universo, quando todas as outras moedas, de todas as nações, tiverem perdido seu uso e seu valor.
Se vocês querem se entregar a muitas coisas, entreguem-se primeiro ao Amor – e tudo o mais lhes será acrescentado. Dê a cada coisa o seu devido valor.
(continua amanhã)
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
13 de Fevereiro de 2009
"Não precisamos preocupar-nos em como orar. O importante é a atenção e a sinceridade ao nos abrirmos ao Ser Interno."
Anônimo
13 de Fevereiro de 2009
"Não precisamos preocupar-nos em como orar. O importante é a atenção e a sinceridade ao nos abrirmos ao Ser Interno."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
TENHA cuidado em não magoar alguém com suas ações, nem com suas palavras.
Aprenda a dizer o “não” de tal forma, que não melindre.
Não seja ríspido nem demonstre intolerância.
Compreenda o ponto de vista dos outros, que tem tanto direito, quanto você, de ter sua opinião própria.
Use, em todos os seus atos e palavras, de benevolência e gentileza.
Domine a sua irritabilidade!
Aprenda a dizer o “não” de tal forma, que não melindre.
Não seja ríspido nem demonstre intolerância.
Compreenda o ponto de vista dos outros, que tem tanto direito, quanto você, de ter sua opinião própria.
Use, em todos os seus atos e palavras, de benevolência e gentileza.
Domine a sua irritabilidade!
O DOM SUPREMO
O DOM SUPREMO
12ª Parte
Pois bem. Eu mostrei alguns aspectos do Amor, para facilitar nossa compreensão a respeito de DEUS e do próximo.
Mas são apenas aspectos. O Amor jamais pode ser definido.
A luz é muito mais que a soma de seus componentes – é algo que brilha, fulgurante, no espaço.
E o Amor é muito mais que a soma de todos os seus ingredientes – é uma coisa viva, palpitante, divina.
Se misturarmos todas as cores do Arco-íris, tudo que conseguimos criar é a cor branca – não conseguimos fazer a luz.
Da mesma maneira, ao sintetizar todas as virtudes das quais falamos, podemos nos tornar virtuosos, mas não quer dizer que tenhamos aprendido a amar.
Então, como vamos trazer o Amor para dentro de nossos corações?
Vamos trabalhar nossa vontade, para mantê-lo sempre próximo.
Vamos tentar copiar os que aprenderam a amar.
Vamos esquecer todas as regras que nos ensinaram sobre o que é o Amor, inclusive estas minhas palavras.
Vamos orar.
Vamos vigiar.
Nada disso, porém, vai nos fazer amar, porque o Amor é um efeito. E só ao conhecermos a causa, o efeito se manifesta.
Devo dizer qual é esta causa?
Se lermos a Versão revisada da Primeira Epístola de João, vamos encontrar as seguintes palavras.
“Nós amamos porque ELE nos amou primeiro.”
Está escrito: “nós amamos” , e não “nós O amamos”, como traduziram antes, de maneira errada.
“Nós amamos porque ELE no amou primeiro.” Reparem na palavra porque.
Esta é a causa a que me refiro.
Porque ELE primeiro nos amou, o efeito – conseqüentemente – é que nos amamos.
Somos todos manifestações do Amor.
Amamos a ELE, amamos a nós mesmos, amamos a todos.
É assim. Nosso coração vai aos poucos se transformando. Contemplem o amor que lhes é dado, e saberão como amar.
Você não pode se obrigar a amar, e tampouco pode obrigar a qualquer pessoa. Tudo que pode fazer é olhar o Amor, apaixonar-se por ele, e copiá-lo.
Ame o Amor. Olhe o grande sacrifício que ELE propôs a si mesmo. Ao amá-lo, você se tornará como ELE.
O Amor produz Amor.
Coloque uma peça de ferro numa fonte de eletricidade, e você levará um choque. É um processo de indução. Ou a coloque perto de um ímã, e esta peça também se transformará em um ímã enquanto estiver ali.
Permaneça perto de Quem nos amou, e você será imantado por esse Amor.
Qualquer homem que buscar esta Causa, terá o seu Efeito.
Tente livrar-se do preconceito de que a Busca Espiritual existe por acaso, ou capricho, ou por nosso gosto por mistério. Ela está aí por causa de uma lei natural – ou melhor, espiritual, porque é uma lei divina. Edward Irving visitava um menino que estava morrendo. Ao entrar no quarto, colocou a mão na testa do garoto e disse: “Garoto, DEUS te ama.”
Não disse mais nada. Saiu em seguida.
O garoto levantou-se, chamou todas as pessoas da casa, e gritava: “DEUS me ama! DEUS me ama!” A mudança foi completa; a certeza que DEUS o amava lhe deu forças, destruiu o que havia de mal, e permitiu sua transformação.
Da mesma maneira, o Amor derrete o mal que existe no coração de um homem, e o transforma em uma nova criatura – paciente, humilde, tolerante, gentil, entregue, sincera.
Não existe nenhuma outra maneira de conseguir amar – e tampouco há qualquer mistério sobre isto. Nós amamos os outros, amamos a nós mesmos, amamos nossos inimigos, porque, primeiro fomos amados por ELE.
(continua amanhã)
12ª Parte
Pois bem. Eu mostrei alguns aspectos do Amor, para facilitar nossa compreensão a respeito de DEUS e do próximo.
Mas são apenas aspectos. O Amor jamais pode ser definido.
A luz é muito mais que a soma de seus componentes – é algo que brilha, fulgurante, no espaço.
E o Amor é muito mais que a soma de todos os seus ingredientes – é uma coisa viva, palpitante, divina.
Se misturarmos todas as cores do Arco-íris, tudo que conseguimos criar é a cor branca – não conseguimos fazer a luz.
Da mesma maneira, ao sintetizar todas as virtudes das quais falamos, podemos nos tornar virtuosos, mas não quer dizer que tenhamos aprendido a amar.
Então, como vamos trazer o Amor para dentro de nossos corações?
Vamos trabalhar nossa vontade, para mantê-lo sempre próximo.
Vamos tentar copiar os que aprenderam a amar.
Vamos esquecer todas as regras que nos ensinaram sobre o que é o Amor, inclusive estas minhas palavras.
Vamos orar.
Vamos vigiar.
Nada disso, porém, vai nos fazer amar, porque o Amor é um efeito. E só ao conhecermos a causa, o efeito se manifesta.
Devo dizer qual é esta causa?
Se lermos a Versão revisada da Primeira Epístola de João, vamos encontrar as seguintes palavras.
“Nós amamos porque ELE nos amou primeiro.”
Está escrito: “nós amamos” , e não “nós O amamos”, como traduziram antes, de maneira errada.
“Nós amamos porque ELE no amou primeiro.” Reparem na palavra porque.
Esta é a causa a que me refiro.
Porque ELE primeiro nos amou, o efeito – conseqüentemente – é que nos amamos.
Somos todos manifestações do Amor.
Amamos a ELE, amamos a nós mesmos, amamos a todos.
É assim. Nosso coração vai aos poucos se transformando. Contemplem o amor que lhes é dado, e saberão como amar.
Você não pode se obrigar a amar, e tampouco pode obrigar a qualquer pessoa. Tudo que pode fazer é olhar o Amor, apaixonar-se por ele, e copiá-lo.
Ame o Amor. Olhe o grande sacrifício que ELE propôs a si mesmo. Ao amá-lo, você se tornará como ELE.
O Amor produz Amor.
Coloque uma peça de ferro numa fonte de eletricidade, e você levará um choque. É um processo de indução. Ou a coloque perto de um ímã, e esta peça também se transformará em um ímã enquanto estiver ali.
Permaneça perto de Quem nos amou, e você será imantado por esse Amor.
Qualquer homem que buscar esta Causa, terá o seu Efeito.
Tente livrar-se do preconceito de que a Busca Espiritual existe por acaso, ou capricho, ou por nosso gosto por mistério. Ela está aí por causa de uma lei natural – ou melhor, espiritual, porque é uma lei divina. Edward Irving visitava um menino que estava morrendo. Ao entrar no quarto, colocou a mão na testa do garoto e disse: “Garoto, DEUS te ama.”
Não disse mais nada. Saiu em seguida.
O garoto levantou-se, chamou todas as pessoas da casa, e gritava: “DEUS me ama! DEUS me ama!” A mudança foi completa; a certeza que DEUS o amava lhe deu forças, destruiu o que havia de mal, e permitiu sua transformação.
Da mesma maneira, o Amor derrete o mal que existe no coração de um homem, e o transforma em uma nova criatura – paciente, humilde, tolerante, gentil, entregue, sincera.
Não existe nenhuma outra maneira de conseguir amar – e tampouco há qualquer mistério sobre isto. Nós amamos os outros, amamos a nós mesmos, amamos nossos inimigos, porque, primeiro fomos amados por ELE.
(continua amanhã)
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
12 de Fevereiro de 2009
"Há muitas formas de estabelecer coligação com o Ser Interno, porém a mais simples e possível a todos é a oração."
Anônimo
12 de Fevereiro de 2009
"Há muitas formas de estabelecer coligação com o Ser Interno, porém a mais simples e possível a todos é a oração."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO desanime!
Aprenda a começar e a recomeçar!
Não se deixe arrastar pela indiferença: se cair, levante-se e recomece.
Se errar, erga-se e recomece.
Se não consegue dominar-se, firme sua vontade e recomece.
Não desanime jamais!
Talvez chegue ao fim da luta cheio de cicatrizes, mas estas se transformarão em luzes, diante do Pai todo-Compassivo.
Aprenda a começar e a recomeçar!
Não se deixe arrastar pela indiferença: se cair, levante-se e recomece.
Se errar, erga-se e recomece.
Se não consegue dominar-se, firme sua vontade e recomece.
Não desanime jamais!
Talvez chegue ao fim da luta cheio de cicatrizes, mas estas se transformarão em luzes, diante do Pai todo-Compassivo.
O DOM SUPREMO
O DOM SUPREMO
11ª Parte
“o amor não se alegra com a injustiça. Mas regozija-se com a verdade.” Chamei este ingrediente de SINCERIDADE.
Aquele que sabe amar, ama a Verdade tanto quanto o seu próximo. Alegra-se com a Verdade – mas não com a verdade que lhe foi ensinada.
Não com a verdade das doutrinas.
Nem com a verdade das Igrejas.
Nem com este ou aquele “ísmo”.
Ele se alegra na Verdade. Busca a Verdade com uma mente limpa, humilde, e sem preconceitos ou intolerância – e fica satisfeito com o que encontra.
Talvez a palavra SINCERIDADE não seja a melhor para explicar esta qualidade do Amor, mas não consigo encontrar nenhuma outra.
Não estou falando da sinceridade que humilha o próximo. Aquela que usa o erro dos outros para mostrar o quanto somos bons. O verdadeiro Amor não consiste em expor aos outros a sua fraqueza, mas aceitar tudo, alegrar-se ao ver que as coisas são melhores do que os outros disseram.
Chega de analisar o Amor. Agora temos que nos esforçar para que todos estes ingredientes passem a fazer parte de nós mesmos.
Este deve ser nosso objetivo no mundo aprender a amar.
A vida nos oferece milhares de oportunidades para aprender a amar. Todo homem e toda mulher, em todos os dias de suas vidas, têm sempre uma boa oportunidade de entregar-se ao Amor. A vida na é um longo feriado, mas um constante aprendizado.
E a mais importante lição que temos é: APRENDER A AMAR.
Amar cada vez melhor.
O que faz do homem um grande artista, um grande escritor, um grande músico?
Prática.
O que faz do homem um grande homem?
Prática. Nada mais.
O crescimento espiritual aplica as mesmas leis usadas pelo corpo e pela alma. Se um homem não exercita seu braço, jamais terá músculos. Se não exercita sua alma, jamais terá fortaleza de caráter, nem ideais, nem a beleza do crescimento espiritual.
O Amor não é um momento de entusiasmo.
O Amor é uma rica, forte e generosa expressão de nossas vidas – a personalidade do homem em seu mais completo desenvolvimento.
E, para construir isto, precisamos de uma prática constante.
O que fazia CRISTO na carpintaria?
Praticava.
Embora perfeito, aprendia – todos nós já lemos sobre isto. E assim ele crescia em sabedoria, para DEUS e para os homens.
Procure ver o mundo como um grande aprendizado de Amor, e não fique lutando contra aquilo que acontece em sua vida. Não reclame por precisar estar sempre atento, ser obrigado a viver em ambientes mesquinhos, cruzando com almas pouco desenvolvidas.
Esta foi a maneira que DEUS encontrou para você praticar.
E não se assuste com as tentações. Não se surpreenda com o fato de elas estarem sempre à sua volta, e não se afastarem – apesar de tanto esforço e tanta prece. É desta maneira que DEUS trabalha sua alma.
Tudo isto o está ensinando a ser paciente, humilde, generoso, entregue, delicado, tolerante. Não afaste a Mão que esculpi sua imagem, porque esta Mão também mostra o seu caminho.
Esteja certo de que você está ficando mais belo a cada minuto que passa – e, embora não perceba, dificuldades e tentações são as ferramentas utilizadas por DEUS.
Lembre-se das palavras de Goethe: “O talento se desenvolve na solidão; o caráter no rio da vida.”
O talento se desenvolve na solidão; a prece, a Fé, a meditação, a visão clara da vida.
Mas o caráter só pode crescer se fizermos parte do mundo.
Porque é no mundo que aprendemos a Amar.
(continua amanhã)
11ª Parte
“o amor não se alegra com a injustiça. Mas regozija-se com a verdade.” Chamei este ingrediente de SINCERIDADE.
Aquele que sabe amar, ama a Verdade tanto quanto o seu próximo. Alegra-se com a Verdade – mas não com a verdade que lhe foi ensinada.
Não com a verdade das doutrinas.
Nem com a verdade das Igrejas.
Nem com este ou aquele “ísmo”.
Ele se alegra na Verdade. Busca a Verdade com uma mente limpa, humilde, e sem preconceitos ou intolerância – e fica satisfeito com o que encontra.
Talvez a palavra SINCERIDADE não seja a melhor para explicar esta qualidade do Amor, mas não consigo encontrar nenhuma outra.
Não estou falando da sinceridade que humilha o próximo. Aquela que usa o erro dos outros para mostrar o quanto somos bons. O verdadeiro Amor não consiste em expor aos outros a sua fraqueza, mas aceitar tudo, alegrar-se ao ver que as coisas são melhores do que os outros disseram.
Chega de analisar o Amor. Agora temos que nos esforçar para que todos estes ingredientes passem a fazer parte de nós mesmos.
Este deve ser nosso objetivo no mundo aprender a amar.
A vida nos oferece milhares de oportunidades para aprender a amar. Todo homem e toda mulher, em todos os dias de suas vidas, têm sempre uma boa oportunidade de entregar-se ao Amor. A vida na é um longo feriado, mas um constante aprendizado.
E a mais importante lição que temos é: APRENDER A AMAR.
Amar cada vez melhor.
O que faz do homem um grande artista, um grande escritor, um grande músico?
Prática.
O que faz do homem um grande homem?
Prática. Nada mais.
O crescimento espiritual aplica as mesmas leis usadas pelo corpo e pela alma. Se um homem não exercita seu braço, jamais terá músculos. Se não exercita sua alma, jamais terá fortaleza de caráter, nem ideais, nem a beleza do crescimento espiritual.
O Amor não é um momento de entusiasmo.
O Amor é uma rica, forte e generosa expressão de nossas vidas – a personalidade do homem em seu mais completo desenvolvimento.
E, para construir isto, precisamos de uma prática constante.
O que fazia CRISTO na carpintaria?
Praticava.
Embora perfeito, aprendia – todos nós já lemos sobre isto. E assim ele crescia em sabedoria, para DEUS e para os homens.
Procure ver o mundo como um grande aprendizado de Amor, e não fique lutando contra aquilo que acontece em sua vida. Não reclame por precisar estar sempre atento, ser obrigado a viver em ambientes mesquinhos, cruzando com almas pouco desenvolvidas.
Esta foi a maneira que DEUS encontrou para você praticar.
E não se assuste com as tentações. Não se surpreenda com o fato de elas estarem sempre à sua volta, e não se afastarem – apesar de tanto esforço e tanta prece. É desta maneira que DEUS trabalha sua alma.
Tudo isto o está ensinando a ser paciente, humilde, generoso, entregue, delicado, tolerante. Não afaste a Mão que esculpi sua imagem, porque esta Mão também mostra o seu caminho.
Esteja certo de que você está ficando mais belo a cada minuto que passa – e, embora não perceba, dificuldades e tentações são as ferramentas utilizadas por DEUS.
Lembre-se das palavras de Goethe: “O talento se desenvolve na solidão; o caráter no rio da vida.”
O talento se desenvolve na solidão; a prece, a Fé, a meditação, a visão clara da vida.
Mas o caráter só pode crescer se fizermos parte do mundo.
Porque é no mundo que aprendemos a Amar.
(continua amanhã)
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
11 de Fevereiro de 2009
"A coligação com o Ser Interno é indispensável, principalmente em tempos como os atuais."
Anônimo
11 de Fevereiro de 2009
"A coligação com o Ser Interno é indispensável, principalmente em tempos como os atuais."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO desanime!
Aprenda a começar e a recomeçar!
Não se deixe arrastar pela indiferença: se cair, levante-se e recomece.
Se errar, erga-se e recomece.
Se não consegue dominar-se, firme sua vontade e recomece.
Não desanime jamais!
Talvez chegue ao fim da luta cheio de cicatrizes, mas estas se transformarão em luzes, diante do Pai todo-Compassivo.
Aprenda a começar e a recomeçar!
Não se deixe arrastar pela indiferença: se cair, levante-se e recomece.
Se errar, erga-se e recomece.
Se não consegue dominar-se, firme sua vontade e recomece.
Não desanime jamais!
Talvez chegue ao fim da luta cheio de cicatrizes, mas estas se transformarão em luzes, diante do Pai todo-Compassivo.
O DOM SUPREMO
O DOM SUPREMO
10ª Parte.
Vamos falar pouco da INOCÊNCIA e SINCERIDADE. As pessoas que mais nos influenciam, mais nos tocam, são aquelas que acreditam no que dizemos. Num ambiente de mútua suspeita, as pessoas de retraem.
Diante da Inocência, porém, todos nós crescemos. Encontramos coragem e amizade junto de quem acredita em nós.
Quem nos entende, pode nos transformar.
É muito bom saber que, aqui e ali, ainda existem certas pessoas que não ficam ressentidas com o mal porque sabem a importância do bem que estão fazendo. Estas pessoas cresceram aos olhos dos homens e de DEUS. Não temem a inveja ou indiferença. Porque o Amor “não se ressente do mal”, vê sempre o lado bom, colocar o melhor de si para funcionar.
E, de novo, quem ama é quem sai ganhando, embora não procure nenhuma recompensa. Que maravilhosa é a vida daqueles que estão sempre na luz! Que estimulo, que bênção, passar um dia inteiro sem ressentir-se com qualquer mal.
Fazer com que as pessoas confiem em nós é estar muito perto do Amor. E só vamos conseguir isto se confiarmos nas pessoas. O pouco que os outros podem nos ferir por causada nossa atitude inocente, não significa coisa alguma perto da alegria que vamos passar e sentir diante da vida. Não será mais necessário carregar pesadas armaduras, incômodos escudos, armas perigosas. A Inocência nos protege.
Só podemos ajudar alguém, se nele confiarmos. Pois o respeito pelos outros termina fazendo com que recuperemos o respeito por nós mesmos.
Se acreditarmos que uma pessoa pode melhorar, e esta pessoa sente que a consideramos igual a nós mesmos, terá ouvidos para nossas palavras. Acreditará que pode se tornar uma pessoa melhor.
(continua amanhã)
10ª Parte.
Vamos falar pouco da INOCÊNCIA e SINCERIDADE. As pessoas que mais nos influenciam, mais nos tocam, são aquelas que acreditam no que dizemos. Num ambiente de mútua suspeita, as pessoas de retraem.
Diante da Inocência, porém, todos nós crescemos. Encontramos coragem e amizade junto de quem acredita em nós.
Quem nos entende, pode nos transformar.
É muito bom saber que, aqui e ali, ainda existem certas pessoas que não ficam ressentidas com o mal porque sabem a importância do bem que estão fazendo. Estas pessoas cresceram aos olhos dos homens e de DEUS. Não temem a inveja ou indiferença. Porque o Amor “não se ressente do mal”, vê sempre o lado bom, colocar o melhor de si para funcionar.
E, de novo, quem ama é quem sai ganhando, embora não procure nenhuma recompensa. Que maravilhosa é a vida daqueles que estão sempre na luz! Que estimulo, que bênção, passar um dia inteiro sem ressentir-se com qualquer mal.
Fazer com que as pessoas confiem em nós é estar muito perto do Amor. E só vamos conseguir isto se confiarmos nas pessoas. O pouco que os outros podem nos ferir por causada nossa atitude inocente, não significa coisa alguma perto da alegria que vamos passar e sentir diante da vida. Não será mais necessário carregar pesadas armaduras, incômodos escudos, armas perigosas. A Inocência nos protege.
Só podemos ajudar alguém, se nele confiarmos. Pois o respeito pelos outros termina fazendo com que recuperemos o respeito por nós mesmos.
Se acreditarmos que uma pessoa pode melhorar, e esta pessoa sente que a consideramos igual a nós mesmos, terá ouvidos para nossas palavras. Acreditará que pode se tornar uma pessoa melhor.
(continua amanhã)
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
10 de Fevereiro de 2009
"Deveríamos reunir todo o nosso amor no profundo do ser."
Anônimo
10 de Fevereiro de 2009
"Deveríamos reunir todo o nosso amor no profundo do ser."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
NÃO esbanje suas forças mentais com atividades de pouca importância e prejudiciais a você.
Dê finalidade elevada a seus trabalhos.
A alimentação e o sexo consomem demasiada energia mental, se não forem bem equilibradas.
Canalize sua força espiritual e mental para os sublimes interesses da humanidade, para a felicidade das pessoas que o cercam.
Dê finalidade elevada a seus trabalhos.
A alimentação e o sexo consomem demasiada energia mental, se não forem bem equilibradas.
Canalize sua força espiritual e mental para os sublimes interesses da humanidade, para a felicidade das pessoas que o cercam.
O DOM SUPREMO
O DOM SUPREMO
9ª Parte
Reparem! Enquanto falava, me exasperei. E um bolha da intolerância subiu, mostrando algo podre lá no fundo. Este é um grande teste para o Amor, saber que por mais que tentemos, não conseguimos quase nunca a paz necessária para que o Amor floresça. Vejam como as partes mais ocultas da alma aparecem quando baixamos a guarda. E de repente, pregando a generosidade, a humildade, a paciência, a cortesia, a entrega, me exaltei.
Cometi o vício de quem fala em virtude: a intolerância manifestou-se.
Vemos que não basta apenas falar de preconceitos ou lidar com eles. Temos que ir até onde eles se escondem, mudar o que há demais íntimo em nossa própria natureza. Só assim os sentimentos de raiva morrerão por si mesmos. E nossas almas serão mais suaves – não porque colocaram a agressividade para fora, mas porque colocaram o Amor para dentro.
DEUS é Amor. Um Amor que, ao nos penetrar, suaviza, purifica, e a tudo transforma. Afasta o que está errado, renova, regenera, reconstrói o interior do homem.
O poder da vontade não transforma o homem.
O tempo não transforma o homem.
O Amor transforma.
Portanto, deixem o Amor entrar. Lembrem-se: isto é uma questão de vida ou de morte. De nada adianta eu estar aqui falando sobre o amor se sou incapaz de despertá-lo. “Melhor seria que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho e fosse atirado ao mar do que fazer tropeçar a um destes pequeninos.”
Ou seja: MELHOR NÃO VIVER QUE NÃO AMAR.
(continua amanhã)
9ª Parte
Reparem! Enquanto falava, me exasperei. E um bolha da intolerância subiu, mostrando algo podre lá no fundo. Este é um grande teste para o Amor, saber que por mais que tentemos, não conseguimos quase nunca a paz necessária para que o Amor floresça. Vejam como as partes mais ocultas da alma aparecem quando baixamos a guarda. E de repente, pregando a generosidade, a humildade, a paciência, a cortesia, a entrega, me exaltei.
Cometi o vício de quem fala em virtude: a intolerância manifestou-se.
Vemos que não basta apenas falar de preconceitos ou lidar com eles. Temos que ir até onde eles se escondem, mudar o que há demais íntimo em nossa própria natureza. Só assim os sentimentos de raiva morrerão por si mesmos. E nossas almas serão mais suaves – não porque colocaram a agressividade para fora, mas porque colocaram o Amor para dentro.
DEUS é Amor. Um Amor que, ao nos penetrar, suaviza, purifica, e a tudo transforma. Afasta o que está errado, renova, regenera, reconstrói o interior do homem.
O poder da vontade não transforma o homem.
O tempo não transforma o homem.
O Amor transforma.
Portanto, deixem o Amor entrar. Lembrem-se: isto é uma questão de vida ou de morte. De nada adianta eu estar aqui falando sobre o amor se sou incapaz de despertá-lo. “Melhor seria que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho e fosse atirado ao mar do que fazer tropeçar a um destes pequeninos.”
Ou seja: MELHOR NÃO VIVER QUE NÃO AMAR.
(continua amanhã)
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
09 de Fevereiro de 2009
"Enquanto depositarmos nosso amor em algo tangível e externo, seremos vulneráveis."
Anônimo
09 de Fevereiro de 2009
"Enquanto depositarmos nosso amor em algo tangível e externo, seremos vulneráveis."
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
SEJA forte e corajoso.
Não se deixe vencer pela adversidade, pela doença, pela dor.
Saiba que a Força Divina jamais o abandona, porque está dentro de você mesmo.
Reaja com firmeza, porque o auxilio lhe chegará na hora oportuna.
A mesma força que está dentro de você dirige os universos infinitos...
Tenha confiança e seja corajoso.
Seja forte! Tenha bom ânimo!
Não se deixe vencer pela adversidade, pela doença, pela dor.
Saiba que a Força Divina jamais o abandona, porque está dentro de você mesmo.
Reaja com firmeza, porque o auxilio lhe chegará na hora oportuna.
A mesma força que está dentro de você dirige os universos infinitos...
Tenha confiança e seja corajoso.
Seja forte! Tenha bom ânimo!
O DOM SUPREMO
O DOM SUPREMO
8ª Parte
O próximo ingrediente é TOLERÂNCIA. “O Amor não se exaspera”.
Somos inclinados a julgar a intolerância como um defeito de família, uma característica da personalidade, uma distorção da natureza, quando na verdade deveríamos considerá-la uma verdadeira falha do caráter do homem. Em razão disso, na análise que faz do Amor, Paulo cita a tolerância. E a Bíblia, em muitas outras passagens, cita a intolerância como elemento mais destruidor da nossa maneira de agir.
O que mais me impressiona é que a intolerância, o preconceito, está sempre presente na vida de pessoas que se julgam virtuosas. Geralmente é a grande mancha numa personalidade que tinha tudo para ser gentil e nobre. Conhecemos muitas pessoas que são quase perfeitas mas que – de repente – acham que estão certas em alguma coisa e perdem a cabeça por causa disto.
Esta suposta boa relação entre a virtude e a intolerância é um dos mais tristes problemas da raça humana e da sociedade.
Na verdade, existem dois tipos de pecado: pecados do corpo e pecados do espírito. Em certa parábola do Novo Testamento, o Filho Pródigo abandona sua família e sai pelo mundo, enquanto o irmão mais velho fica junto ao pai. Depois de muitas desgraças, o Filho Pródigo resolve voltar, e o pai dá uma grande festa em sua homenagem. Ao saber disso, o irmão mais velho revolta-se contra o pai.”Não fiquei aqui ao seu lado este tempo todo, trabalhando, enquanto ele gastava a sua herança?”, pergunta.
Podemos considerar que o Filho Pródigo comete o primeiro tipo de pecado, enquanto o irmão, o segundo. A sociedade, curiosamente, garante saber qual dos dois tipos de pecado é o pior, e sua condenação cai, sem sombra de dúvida, sobre o Filho Pródigo. Mas será que estamos certos?
Não temos nenhuma balança para pesar o pecado dos outros, e “melhor” ou “pior” são apenas duas palavras do vocabulário. Mas eu vos digo: faltas mais sofisticadas podem ser muito mais graves do que as simples e óbvias.
Aos olhos Daquele que é Amor, um pecado contra o Amor é cem vezes pior. Não existe nenhum vicio, ou desejo, ou avareza, ou luxúria, ou embriaguez que seja pior que um temperamento intolerante.
Por tornar a vida amarga.
Por destruir comunidades.
Por acabar com muitas relações.
Por devastar lares.
Por sacudir homens e mulheres de suas bases.
Por tirar toda a exuberância da juventude.
Por seu poder gratuito de produzir miséria, a intolerância não tem concorrente.
Olhamos para o irmão mais velho, correto, trabalhador, paciente, responsável. Vamos dar a ele todo crédito de suas virtudes – olhemos para este rapaz, para esta criança que agora se encontra na porta da casa, diante de seu pai.
“Ele se indignou”, nós lemos, e não queria entrar”. Como a atitude do irmão deve ter afetado o Filho Pródigo! E quantos filhos pródigos são mantidos fora do Reino de DEUS por causa destas pessoas sem amor, que garantem estar do lado de dentro!
Como devia estar o rosto do irmão mais velho ao dizer aquelas palavras? Coberto por uma nuvem de ciúme, raiva, orgulho, crueldade, certeza que havia agido sempre direito. Determinação, ressentimento, falta de caridade. São estes os ingredientes desta alma escura e sem amor. São estes os ingredientes da intolerância e do preconceito.
E todos nós, que já sofremos este tipo de pressão muitas vezes na vida, sabemos que estes pecados são muito mais destruidores do que os pecados do corpo.
Não falou o próprio CRISTO a este respeito, quando disse que as prostitutas e os pecadores entrariam primeiro no Reino dos Céus, na frente dos sábios de sua época?
Não existe lugar no Reino para os preconceituosos e os intolerantes. Um homem preconceituoso conseguiria tornar o Paraíso insuportável para si e para os outros.
Se o intolerante não nascer de novo, deixando de lado tudo aquilo que julga intocável e certo, ele não pode – simplesmente não pode – entrar no Reino dos Céus.
Porque, para entrar no Reino dos Céus, o homem precisa carregar o Paraíso em sua alma.
(continua amanhã)
8ª Parte
O próximo ingrediente é TOLERÂNCIA. “O Amor não se exaspera”.
Somos inclinados a julgar a intolerância como um defeito de família, uma característica da personalidade, uma distorção da natureza, quando na verdade deveríamos considerá-la uma verdadeira falha do caráter do homem. Em razão disso, na análise que faz do Amor, Paulo cita a tolerância. E a Bíblia, em muitas outras passagens, cita a intolerância como elemento mais destruidor da nossa maneira de agir.
O que mais me impressiona é que a intolerância, o preconceito, está sempre presente na vida de pessoas que se julgam virtuosas. Geralmente é a grande mancha numa personalidade que tinha tudo para ser gentil e nobre. Conhecemos muitas pessoas que são quase perfeitas mas que – de repente – acham que estão certas em alguma coisa e perdem a cabeça por causa disto.
Esta suposta boa relação entre a virtude e a intolerância é um dos mais tristes problemas da raça humana e da sociedade.
Na verdade, existem dois tipos de pecado: pecados do corpo e pecados do espírito. Em certa parábola do Novo Testamento, o Filho Pródigo abandona sua família e sai pelo mundo, enquanto o irmão mais velho fica junto ao pai. Depois de muitas desgraças, o Filho Pródigo resolve voltar, e o pai dá uma grande festa em sua homenagem. Ao saber disso, o irmão mais velho revolta-se contra o pai.”Não fiquei aqui ao seu lado este tempo todo, trabalhando, enquanto ele gastava a sua herança?”, pergunta.
Podemos considerar que o Filho Pródigo comete o primeiro tipo de pecado, enquanto o irmão, o segundo. A sociedade, curiosamente, garante saber qual dos dois tipos de pecado é o pior, e sua condenação cai, sem sombra de dúvida, sobre o Filho Pródigo. Mas será que estamos certos?
Não temos nenhuma balança para pesar o pecado dos outros, e “melhor” ou “pior” são apenas duas palavras do vocabulário. Mas eu vos digo: faltas mais sofisticadas podem ser muito mais graves do que as simples e óbvias.
Aos olhos Daquele que é Amor, um pecado contra o Amor é cem vezes pior. Não existe nenhum vicio, ou desejo, ou avareza, ou luxúria, ou embriaguez que seja pior que um temperamento intolerante.
Por tornar a vida amarga.
Por destruir comunidades.
Por acabar com muitas relações.
Por devastar lares.
Por sacudir homens e mulheres de suas bases.
Por tirar toda a exuberância da juventude.
Por seu poder gratuito de produzir miséria, a intolerância não tem concorrente.
Olhamos para o irmão mais velho, correto, trabalhador, paciente, responsável. Vamos dar a ele todo crédito de suas virtudes – olhemos para este rapaz, para esta criança que agora se encontra na porta da casa, diante de seu pai.
“Ele se indignou”, nós lemos, e não queria entrar”. Como a atitude do irmão deve ter afetado o Filho Pródigo! E quantos filhos pródigos são mantidos fora do Reino de DEUS por causa destas pessoas sem amor, que garantem estar do lado de dentro!
Como devia estar o rosto do irmão mais velho ao dizer aquelas palavras? Coberto por uma nuvem de ciúme, raiva, orgulho, crueldade, certeza que havia agido sempre direito. Determinação, ressentimento, falta de caridade. São estes os ingredientes desta alma escura e sem amor. São estes os ingredientes da intolerância e do preconceito.
E todos nós, que já sofremos este tipo de pressão muitas vezes na vida, sabemos que estes pecados são muito mais destruidores do que os pecados do corpo.
Não falou o próprio CRISTO a este respeito, quando disse que as prostitutas e os pecadores entrariam primeiro no Reino dos Céus, na frente dos sábios de sua época?
Não existe lugar no Reino para os preconceituosos e os intolerantes. Um homem preconceituoso conseguiria tornar o Paraíso insuportável para si e para os outros.
Se o intolerante não nascer de novo, deixando de lado tudo aquilo que julga intocável e certo, ele não pode – simplesmente não pode – entrar no Reino dos Céus.
Porque, para entrar no Reino dos Céus, o homem precisa carregar o Paraíso em sua alma.
(continua amanhã)
domingo, 8 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
Pensamento do dia
08 de Fevereiro de 2009
"Onde está o nosso coração? Qual é a razão da nossa vida?"
Anônimo
08 de Fevereiro de 2009
"Onde está o nosso coração? Qual é a razão da nossa vida?"
Anônimo
MINUTO DE SABEDORIA
CAMINHE alegre pela vida!
Plante sementes boas de paz e otimismo, vivendo com sua consciência.
Ajude aos outros o mais que puder, de tal forma que sua vida se torne uma alegria constante, por beneficiar a todos.
Não pergunte se eles agradecerão ou retribuirão a você.
Faça o bem, sem pensar na recompensa, porque só assim você demonstrará amor para com todos.
Plante sementes boas de paz e otimismo, vivendo com sua consciência.
Ajude aos outros o mais que puder, de tal forma que sua vida se torne uma alegria constante, por beneficiar a todos.
Não pergunte se eles agradecerão ou retribuirão a você.
Faça o bem, sem pensar na recompensa, porque só assim você demonstrará amor para com todos.
O DOM SUPREMO
O DOM SUPREMO
7ª Parte
ENTREGA. O Amor não procura seus interesses, não busca a si mesmo.
O Amor não busca sequer aquilo que é seu.
Na Inglaterra, como em muitos outros países, os homens procuram lutar – e com toda razão – pelos seus direitos. Mas há momentos – momentos muito especiais – em que podemos inclusive abrir mão destes direitos.
Paulo, porém, não nos exige isto. Porque ele sabe que o Amor é algo tão profundo que quem ama ignora qualquer recompensa.
Ama-se porque o Amor é o Dom Supremo, e não porque ele nos dá algo em troca.
Não é difícil abrir mão de nossos direitos – afinal de contas, eles são coisas fora de nós, ligadas à nossa relação com a sociedade. O que é abrir mão de nós mesmos.
Mais difícil é não procurar alguma recompensa para nós mesmos quando amamos.
Geralmente procuramos, compramos, conquistamos, merecemos, atingimos o melhor – e podemos, num gesto nobre, abrir mão da recompensa. Mas eu falo de não buscar.
Id opus est. Esta é a obra. O Amor basta a si mesmo.
“Você procura grandes coisas na sua vida?”, pergunta o profeta. “Não as procure.” Por que? Porque não existe grandeza nas coisas. As coisas não podem ser maiores do que elas mesmas. A única grandeza que existe é na entrega proporcionada pelo Amor.
Sei que é muito difícil abrir mão de uma recompensa.
Mas é muito mais difícil não buscar uma recompensa naquilo que fazemos.
Não, não devo falar desta maneira. Na verdade, nada é difícil para o Amor. Acredito realmente que o fardo do amor seja suave. O “fardo” é apenas Sua maneira de viver a vida. E, tenho certeza, é também a maneira mais fácil de viver, porque o Amor que não busca recompensa é capaz de preencher cada minuto da existência com sua luz.
A lição mais presente em todos os ensinamentos espirituais nos diz: não existe felicidade em ter e receber; apenas em dar.
Repito: não existe felicidade em ter e receber. Apenas em dar.
Quase todo mundo, neste momento, está seguindo uma pista falsa para chegar até a casa da Felicidade. Pensa-se muito em ter e receber, em existir, em conquistar, em ser servido um dia pelos outros. Isto é o que a maior parte das pessoas chama realização.
Realização, entretanto, é dar e servir. O que quiser ser maior entre todos vocês, disse CRISTO, que sirva a seu próximo. Quem quiser ser feliz deve colocar no Amor o seu encontro com a vida. O resto não tem importância.
(continua amanhã)
7ª Parte
ENTREGA. O Amor não procura seus interesses, não busca a si mesmo.
O Amor não busca sequer aquilo que é seu.
Na Inglaterra, como em muitos outros países, os homens procuram lutar – e com toda razão – pelos seus direitos. Mas há momentos – momentos muito especiais – em que podemos inclusive abrir mão destes direitos.
Paulo, porém, não nos exige isto. Porque ele sabe que o Amor é algo tão profundo que quem ama ignora qualquer recompensa.
Ama-se porque o Amor é o Dom Supremo, e não porque ele nos dá algo em troca.
Não é difícil abrir mão de nossos direitos – afinal de contas, eles são coisas fora de nós, ligadas à nossa relação com a sociedade. O que é abrir mão de nós mesmos.
Mais difícil é não procurar alguma recompensa para nós mesmos quando amamos.
Geralmente procuramos, compramos, conquistamos, merecemos, atingimos o melhor – e podemos, num gesto nobre, abrir mão da recompensa. Mas eu falo de não buscar.
Id opus est. Esta é a obra. O Amor basta a si mesmo.
“Você procura grandes coisas na sua vida?”, pergunta o profeta. “Não as procure.” Por que? Porque não existe grandeza nas coisas. As coisas não podem ser maiores do que elas mesmas. A única grandeza que existe é na entrega proporcionada pelo Amor.
Sei que é muito difícil abrir mão de uma recompensa.
Mas é muito mais difícil não buscar uma recompensa naquilo que fazemos.
Não, não devo falar desta maneira. Na verdade, nada é difícil para o Amor. Acredito realmente que o fardo do amor seja suave. O “fardo” é apenas Sua maneira de viver a vida. E, tenho certeza, é também a maneira mais fácil de viver, porque o Amor que não busca recompensa é capaz de preencher cada minuto da existência com sua luz.
A lição mais presente em todos os ensinamentos espirituais nos diz: não existe felicidade em ter e receber; apenas em dar.
Repito: não existe felicidade em ter e receber. Apenas em dar.
Quase todo mundo, neste momento, está seguindo uma pista falsa para chegar até a casa da Felicidade. Pensa-se muito em ter e receber, em existir, em conquistar, em ser servido um dia pelos outros. Isto é o que a maior parte das pessoas chama realização.
Realização, entretanto, é dar e servir. O que quiser ser maior entre todos vocês, disse CRISTO, que sirva a seu próximo. Quem quiser ser feliz deve colocar no Amor o seu encontro com a vida. O resto não tem importância.
(continua amanhã)
Assinar:
Postagens (Atom)