O
mundo a nossa volta é aquilo em que acreditamos.
A principal finalidade deste blog é a divulgação da Doutrina Espírita, codificada por ALLAN KARDEC, através de trechos do Evangelho Segundo o Espiritismo, preces, orações, crônicas e comentários.Queremos, também, transformar esse blog em uma CASA ESPÍRITA VIRTUAL.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
PÃO NOSSO - LIVRO DE CHICO XAVIER
CONTINUAÇÃO
122
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PECADO E PECADOR
“Amado, não sigas o mal, mas
o bem. Quem faz o bem, é de Deus; mas quem faz o mal, não tem visto a Deus.” –
(3ª Epístola de João, 1:11.)
A sociedade humana não deveria
operar a divisão de si própria, como sendo um campo em que se separam bons e
maus, mas sim viver qual grande família em que se integram os espíritos que
começam a compreender o Pai e os que ainda não conseguiram pressenti-Lo.
Claro que as palavras “maldade” e
“perversidade” ainda comparecerão, por vastíssimos anos, no dicionário terrestre,
definindo certas atitudes mentais inferiores; todavia, é forçoso convir que a
questão do mal vai obtendo novas interpretações na inteligência humana.
O evangelista apresenta conceito
justo. João não nos diz que o perverso está exilado de nosso Pai, nem que se conserva
ausente da Criação. Apenas afirma que “não tem visto a Deus”.
Isto não significa que devamos
cruzar os braços, ante as ervas venenosas e zonas pestilencias do caminho;
todavia, obriga-nos a recordar que um lavrador não retira espinheiros e
detritos do solo, a fim de convertê-lo em precipícios.
Muita gente acredita que o “homem
caído” é alguém que deve ser aniquilado. Jesus, no entanto, não adotou essa
diretriz. Dirigindo-se, amorosamente, ao pecador, sabia-se, antes de tudo,
defrontado por enfermo infeliz, a quem não se poderia subtrair as
características de eternidade.
Lute-se contra o crime, mas
ampare-se a criatura que se lhe enredou nas malhas tenebrosas.
O Mestre indicou o combate
constante contra o mal, contudo, aguarda a fraternidade legítima entre os homens
por marco sublime do Reino Celeste.
CONTINUA AMANHÃ
domingo, 29 de dezembro de 2013
CONSELHO DO DIA
Este é o conselho que a Imitação de Cristo lhe dá para hoje:
VOZ DO DISCÍPULO
Oh! Como é grande, Senhor, a abundância da vossa
doçura, que reservastes para os que vos temem! (Sl 30,20).
Quando me
lembro, Senhor, de alguns devotos que se aproximam do vosso Sacramento
com o maior fervor e afeto, fico muitas vezes confuso e envergonhado de
mim mesmo, por chegar tão tíbio e frio ao vosso altar e à mesa da
sagrada comunhão; por ficar tão seco e sem fervor de coração; por não
estar de todo abrasado diante de vós, meu Deus, nem tão veementemente
atraído e comovido, como estavam muitos devotos, que, pelo grande desejo
de sagrada comunhão e amor sensível do seu coração, não podiam reprimir
as lágrimas, mas com a boca da alma e do corpo ao mesmo tempo
suspiravam ardentemente por vós, a fonte viva, não podendo mitigar nem
saciar essa fome doutro modo, senão recebendo vosso corpo com toda
alegria e ânsia espiritual.
(Do ardente desejo que têm alguns devotos
de receber o corpo de Cristo)
Certamente estas palavras se referem a alguma necessidade sua.
Mas isso só você saberá entender.
Mas isso só você saberá entender.
PENSAMENTO DO DIA
A
felicidade não depende do que nos falta, mas do bom uso que fazemos do que
temos.
PÃO NOSSO - LIVRO DE CHICO XAVIER
CONTINUAÇÃO
121
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MONTURO
“Nem presta para a terra, nem
para o monturo; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.” – Jesus.
(Lucas, 14:35.)
Segundo deduzimos, Jesus emprestou
significação ao monturo.
Terra e lixo, nesta passagem,
revestem-se de valor essencial.
Com a primeira, realizaremos a semeadura, com o
segundo é possível fazer a adubação, onde se faça necessária.
Grande porção de aprendizes,
imitando a atitude dos fariseus antigos, foge ao primeiro encontro com as
“zonas estercorárias” do próximo; entretanto, tal se verifica porque lhes
desconhecem as expressões proveitosas.
O Evangelho está cheio de lições,
nesse setor do conhecimento iluminativo.
Se José da Galiléia ou Maria de
Nazaré simbolizam terras de virtudes fartas, o mesmo não sucede aos apóstolos
que, a cada passo, necessitam recorrer à fonte das lágrimas que escorrem do
monturo de remorsos e fraquezas, propriamente humanos, a fim de fertilizarem o
terreno empobrecido de seus corações. De quanto adubo dessa natureza precisaram
Madalena e Paulo, por exemplo, até alcançarem a gloriosa posição em que se
destacaram?
Transformemos nossas misérias em
lições.
Identifiquemos o monturo que a
própria ignorância amontoou em torno de nós mesmos, convertamo-lo em adubo de
nossa “terra íntima” e teremos dado razoável solução ao problema de nossos
grandes males.
CONTINUA AMANHÃ
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