quarta-feira, 27 de junho de 2012

PENSAMENTO DO DIA

Sorria sempre, mesmo que seu sorriso seja um sorriso triste, pois mais triste que um sorriso triste é a tristeza de não poder sorrir. 

Autor: Desconhecido

MENSAGEM DIÁRIA

Correndo o risco do fracasso, das decepções, das desilusões, mas nunca deixando de buscar o amor. Quem não desistir da busca, vencerá. 

Autor: Paulo Coelho

SOMBRAS DO PASSADO - Livro de Haroldo Freitas

SER ESPÍRITA NA SOCIEDADE

terça-feira, 26 de junho de 2012

CONSELHO DO DIA



Este é o conselho que a Imitação de Cristo lhe dá para hoje:

Regozija-te, minha alma, e agradece a Deus tão excelente dádiva e singular consolação, que ele te deixou neste vale de lágrimas.
Porque todas as vezes que celebrares este mistério e receberes o corpo de Cristo, renovas a obra de tua redenção e te tornas participante de todos os merecimentos de Cristo.
Pois a caridade de Cristo nunca se diminui, nem se esgota jamais a grandeza de sua propiciação.
Por isso te deves preparar sempre para este ato pela renovação do espírito, e considerar com atenção este grande mistério de salvação.
Tão grande, novo e delicioso se te deve afigurar, quando celebras ou ouves Evangelho, como se Cristo no mesmo dia descesse pela primeira vez ao seio da Virgem e se fizesse homem, ou como se, pendente da cruz, padecesse e morresse pela salvação dos homens.

PENSAMENTO DO DIA



Para o triunfo dos maus, basta que os bons não façam nada.
 

MENSAGEM DO DIA



A alegria é o segredo da beleza. Sem entusiasmo não há beleza que seja atraente.
 

SOMBRAS DO PASSADO - Livro de Haroldo Freitas

CONTINUAÇÃO 

 permite que possamos, na encarnação atual, reparar os erros cometidos em encarnações pretéritas. 
- D. Beatriz a senhora sabe que, como toda a nossa família, sou católica e estudei em Colégio de Freiras, portanto não acredito em reencarnações. O que fazemos de errado em nossa vida, quando não pagamos aqui mesmo, pagamos após a morte física. Para isso existem o purgatório e o inferno. 
- Antes de tornar-me Espírita pensava dessa maneira, hoje, conhecendo melhor o nosso Pai Celestial não posso acreditar que um Pai justo e bondoso, como Ele é, condene os seus filhos para sofrerem eternamente no fogo do inferno. Na Doutrina Espírita encontrei todas as respostas para as minhas dúvidas sobre a nossa passagem neste planeta. 
- Desde os tempos de Católica sabia da existência do nosso Espírito, mas na Doutrina Espírita encontrei justificativa para a sua existência e a sua imortalidade. 
- Minha querida sogra, a senhora está ficando fanática. Claro que a vida justifica a existência da alma. Quando nascemos, nasce a alma que nos acompanhará até a nossa morte, quando vai para o céu, prestar conta de seus pecados aqui na terra. Se seus pecados forem graves e não se arrependeu durante a vida, será condenado ao inferno, onde permanecerá eternamente. Se seus pecados foram leves e se arrependeu, será enviado ao purgatório, onde ficará até purgar os pecados, quando seguirá para o céu, junto à DEUS. 
- E quem é esse juiz que condena os Espíritos a prisão perpétua? 
- DEUS, o nosso Pai Celestial. 
- Você já ouviu falar que um pai condenou o seu filho a prisão perpétua ou a morte? 
- Não, nunca ouvi falar sobre isso. 
- E como posso acreditar que o nosso Pai Celestial, que sabemos que é justo, bondoso e sempre pregou o Amor, através do seu filho JESUS e seus apóstolos, pode julgar e condenar um filho a prisão perpétua, sem dar qualquer chance de defesa ou oportunidade de reparar os seus erros? 
- Como justificar a desigualdade entre ricos e pobres? Entre pessoas sadias e as que nascem com graves e incuráveis doenças? Entre as pessoas que vivem até a terceira idade, com todas as possibilidades de pecarem com aquelas que morrem na mais tenra idade, sem pecados graves? Só encontrei na reencarnação as respostas para essas perguntas e muitas outras. 
- É. O seu ponto de vista tem alguma lógica, mas como posso esquecer tudo que a prendi até agora, na Religião Católica? Religião essa seguida por toda a minha família? E, de uma hora para outra, seguir a Religião que a senhora está propondo? 
- Não minha filha. Não estou propondo que você mude de Religião e, sim, devido os meus estudos e conhecimento da Doutrina Espírita, sugerindo que você participe de uma reunião Espírita, para, através das Entidades Superiores, tentarmos encontrar os motivos dessa desunião em sua família, principalmente, após o nascimento da Carol. 
- Tudo indica tratar-se de conflitos em encarnações pretéritas. 
- O que está acontecendo com a Carol é, simplesmente, que o seu filho não quis participar da educação dela e, confesso que, sozinha não consegui educa-la dentro dos padrões de uma família de bem. Veja o Rodrigo, um exemplo de filho. 
- O Ronaldo participou, efetivamente, de sua educação? 
- Não. Quando o Rodrigo nasceu, ele estava muito preocupado com o emprego. Queria crescer dentro da Empresa e dizia que só com muito trabalho e aprendizado alguém consegue escalar os degraus de uma Empresa Multinacional, onde não existe apadrinhamento. Desde o nosso casamento, a responsabilidade de administrar a casa foi minha e, por conse-guinte, com o nascimento do Rodrigo a responsabilidade aumentou. 
- Isto quer dizer que a responsabilidade da educação dos filhos, também, era sua. 
- Sim, era minha. Porém, na época do Rodrigo ele estava presente. Todo o fim de semana passava conosco, assim sendo, acompanhava e aprovava a criação que dava ao nosso filho. 
- Acompanhava e aprovava, mas, você não disse que ele participava. Você não acha que o Rodrigo, desde o nascimento, foi uma criança dócil, meiga, amorosa e mais fácil de ser educada, do que a Carol que sempre foi, desde pequena, egoísta, orgulhosa e revoltada? Já procurou descobrir o motivo de sua revolta? A situação econômica e financeira de vocês, com relação a época do nascimento do Rodrigo, era bem melhor quando ela nasceu e, quanto ao amor e a educação que você deu, foram iguais para os dois. Portanto, aparentemente, não existem motivos para ela ser tão diferente. 
 - Ora, D. Beatriz, nem os nossos dedos são iguais, quanto mais as pessoas. Quase em todas as famílias existem as ovelhas negras. 
- Muito bem. Mas como justificar essas ovelhas negras? A Doutrina Espírita explica, através das reencarnações, que são produtos de conflitos não resolvidos em encarnações passadas. Explica, também, através da lógica e da ciência, que o planeta Terra é um mundo de Provas e Expiações, para onde somos enviados para trabalhar e aprender, para o nosso aper-feiçoamento moral. Só através do amor e da perfeição moral conseguiremos alcançar a Felicidade Eterna. 
- A senhora me convenceu, aceito o seu convite para participar de uma Reunião Espírita. 

 CONTINUA AMANHÃ

O CONSALADOR PROMETIDO - EVANGELHO

segunda-feira, 25 de junho de 2012

CONSELHO DO DIA

Este é o conselho que a Imitação de Cristo lhe dá para hoje: 

Aceitai, Senhor, Deus meu, os votos e desejos de infinitos louvores e imensas ações de graças, que vos são justamente devidas, segundo a vossa inefável grandeza. 
Isso vos ofereço, e desejo oferecer cada dia e a cada momento, e convido com minhas súplicas e rogos todos os espíritos celestes e todos os vossos fiéis a vos agradecerem comigo e louvarem.

PENSAMENTO DO DIA

Sorria, 
Sorrir abre caminhos, desarma os mal-humorados, contamina. 
Mas sorria com a alma, não apenas com os lábios. 

Autor: Desconhecido

MENSAGEM DIÁRIA

Não passes o tempo com alguém que não esteja disposto a passá-lo contigo. 

Autor: Desconhecido

SOMBRAS DO PASSADO - Livro de Haroldo Freitas

CONTINUAÇÃO 

Ronaldo pensara até em separação, mas amava a esposa e era fiel. 
Nunca tivera uma aventura fora de casa, por mais simples que fosse. 
Oportunidades não faltavam, principalmente durante as viagens.
Na solidão dos quartos de hotéis, ficava pensando o que e porque daquela situação. 
O seu casamento estava, praticamente, acabado. 
No princípio, com as dificuldades que passaram eram felizes. 
Agora, com sua vida profissional estabilizada, boa posição social, econômica e financeira, a felicidade acabara. 
Não conseguia mais passar um fim de semana em casa com a família, preferia ficar solitário, nos quartos de hotéis, para evitar ouvir cobranças e discutir com Cida e Carol. 
Já pedira conselhos à D. Beatriz, mas ao invés de conselhos, recebia convite para participar de uma sessão espírita, no Centro que sua mãe frequentava. 
Ela dizia que os problemas que estavam aparecendo em sua casa eram motivados por dívidas contraídas em encarnações passadas. 
D. Beatriz, assim como toda família, sempre fora católica de não perder a missa aos domingos. 
Após a morte do marido, a convite de uma amiga, passou a frequentar o Centro Espírita Nossa Casa, onde encontrou todas as respostas para as suas dúvidas sobre a vida antes e depois da morte do corpo físico. Depois de alguns anos de estudos e desenvolvimento da mediunidade, tornara-se uma das colaboradoras do Centro. 
Além dos trabalhos de organização e assistência social aos mais necessitados, fazia palestras e trabalhava como médium incorporadora, nas seções mediúnicas. 
Nunca forçara o filho e sua família a seguirem a Doutrina Espírita, pois, sabia que, como ela, um dia eles a descobririam. 
 Infelizmente, na sua maioria, essa descoberta é feita na ocasião de dores e desesperos. 
Achava que a hora tinha chegado para seu filho. 
Se as coisas continuassem como estavam, o final, que estava próximo, seria a separação e o esfacelamento da família. 
Ronaldo continuava católico e sempre que podia ia à missa aos domingos. 
Não acreditava no Espiritismo, principalmente, em reencarna-ção. 
Era contra a atitude de sua mãe, ao trocar o Catolicismo pela Doutrina Espírita e, todas as vezes que conversavam sobre o assunto, procurava convencê-la a voltar para a Igreja Católica. 
D. Beatriz fora aconselhada, pelos mentores espirituais, a fazê-lo participar de uma reunião mediúnica, pois, a sua casa estava cheia de Espíritos Obsessores, cuja finalidade era fazer a separação do casal e destruição de toda a família. 
Vendo que era muito difícil, ou melhor, impossível fazê-lo mudar de ideia, resolveu falar abertamente com Cida e convidá-la a participar de uma sessão mediúnica. 
Talvez, com a participação de Cida nas sessões, pudesse levar o Ronaldo e Carol para o Centro.
 No sábado, pela manhã, D. Beatriz foi a casa do filho. 
- Bom dia Cida. O Ronaldo está em casa? 
- Bom dia D. Beatriz. Há muito tempo o seu filho não passa os finais de semana em casa. Arruma uma viagem na sexta feira e só volta na segunda ou terça feira, aliás, já falei com a senhora sobre isso. 
- Já falou sim. Porém, vim falar com você e, é bom que ele não esteja.
- Aconteceu alguma coisa? Vamos para a sala. 
- Vamos. Os meninos estão dormindo? 
- O Rodrigo está, mas a Carol saiu cedo, dizendo que ia estudar na casa de uma amiga. Agora, conte-me o que tão importante a fez vir visitar-me em uma manhã de sábado? 
- Você sabe que sou Espírita e a muito tempo venho tentando levar o Ronaldo para participar de uma reunião, porém, sem sucesso. Ultimamente, quando começo a falar ele se aborrece e chega ao ponto de dizer, caso eu voltasse ao assunto ele deixaria de ir em casa. 
- Isso prova como está difícil dialogar com o seu filho. Quando o assunto não é do seu interesse, ele encerra a conversa, ameaçando sair de casa.
 - Você não acha que está havendo alguma coisa estranha interferindo em suas atitudes? 
Ele sempre foi um bom filho, um bom esposo e um excelente pai. Não é possível que, de uma hora para outra, uma pessoa possa se transformar dessa maneira, a não ser ocasionado por uma força superior.
 - D. Beatriz acho que ele arrumou outra m-lher e, para não ser o vilão da história, está fazendo tudo para eu abandonar a casa. Mas, isso ele não vai conseguir, até porque, ainda o amo muito e não abandonarei a minha casa e os meus filhos. 
- Não acho que o problema seja outra mulher. Quando ele vai lá em casa e fala sobre vocês, diz que não sabe o que está acontecendo, pois, apesar de amá-la muito, o relacionamento entre vocês, desde o nascimento de Carol, piora dia a dia. Diz, ainda, que esperava ver, com o crescimento da Carol, tudo voltasse ao normal, mas, quando mais ela cresce mais a vida de vocês torna-se um inferno. 
 - Isso é verdade. Esperava com o nascimento da Carol uma maior união de nossa família, mas aconteceu o contrário. Parece até que o nascimento de Carol foi castigo de DEUS. 
- Cida não deixe que os acontecimentos a faça falar blasfêmias. 
Tudo acontece com a permissão de DEUS e, para o nosso bem, para o nosso aprimoramento moral e para a nossa elevação espiritual. DEUS não castiga ninguém. 
Nós é que erramos e pedimos para reparar os nossos erros e, Ele, com justiça e bondade, 

CONTINUA AMANHÃ

O CONSALADOR PROMETIDO POR JESUS

domingo, 24 de junho de 2012

CONSELHO DO DIA

CONSELHO DO DIA 

Este é o conselho que a Imitação de Cristo lhe dá para hoje: 

 Ó meu Deus, doçura inefável! 
Convertei-me em amargura toda consolação carnal, que me aparta do amor das coisas eternas e me fascina pelo encanto de um prazer momentâneo. 
Não me vença, Deus meu, não me vença a carne e o sangue; não me seduza o mundo, com sua glória passageira; não me faça cair o demônio, com sua astúcia. 
Dai-me força para resistir, paciência para sofrer, constância para perseverar. 
Dai-me, em lugar de todas as consolações do mundo, a suavíssima unção do vosso espírito e, em lugar do amor terrestre, infundi-me o amor de vosso nome!

PENSAMENTO DO DIA

Aqueles que se mantêm fiéis conhecem apenas o lado trivial do amor, só os infiéis é que conhecem as tragédias do amor. 

Autor: Desconhecido

MENSAGEM DO DIA

Um ser sereno é aquele que trás em si a leveza e a grandeza de seu próprio ser. 
É aquele que luta pela paz interior, pelo controle de seus pensamentos, para que flua apenas o amor e a compreensão. 
Estar sereno é estar diante da Força da Criação. 

Autor: Desconhecido

SOMBRAS DO PASSADO - Livro de Haroldo Freitas

CONTINUAÇÃO 

passava pouco tempo em casa. 
A responsabilidade da casa e educação dos filhos, pratica-mente, ficava a cargo exclusivo da Cida. 
Ronaldo e Cida formavam um casal feliz e amavam-se muito. 
Porém, há dois anos, a vida do casal estava tornando-se insuportável. 
Ronaldo fora promovido a gerente da filial do Brasil, cargo que lhe trouxe mais prestigio, privilégios, aumento de salário e poder. 
Trouxe, também, mais trabalho e re-ponsabilidade. 
Quando não estava viajando, para as filiais na América do Sul ou para a Matriz, em Miami, ficava em reuniões até altas horas da noite. 
Nos finais de semana, quando não recebia em casa amigos e clientes, estava visitando-os em suas casas. 
No princípio, Cida adorava receber e visitar pessoas diferentes, fazer novas amizades, mas, com o passar do tempo, aquilo foi tornando-se uma rotina cansativa e maçante. 
Já não tinha tempo de ficar à sós com o marido. Quando voltavam dessas visitas e festas, estavam exaustos. Ronaldo absorvido com os problemas da Empesa e a expansão dos negócios, não tinha tempo para dar atenção à Carol e, quando Cida, nos poucos momentos de intimidades, falava dos problemas com a filha, era motivo para discussões e brigas. 
Ele alegava que tinha muitos problemas da Empresa para resolver e os domésticos ela é que deveria resolvê-los. 
Cida amava o marido e sabia que era amada, mas, estava vendo, que aos poucos, o seu casamento estava acabando. 
Tudo por causa do comportamento de Carol, o que a fazia não ter paciência para conversar com a filha, de maneira ponderada e compreensiva. 
Sabia que ela estava errada e tinha a obrigação de consertá-la de qualquer maneira, como se fosse um objeto ou uma máquina. 
Por seu lado, Carol que fora criada, desde o seu nascimento, com suas vontades, desejos e caprichos atendidos sem a menor contestação, achava-se com direito, principalmente agora que já se considerava adulta, de escolher o que era melhor para si. 
Da sua turma, a única que tinha uma mãe chata e careta era ela. 
As outras meninas da turma, algumas mais novas, tinham total liberdade de suas mães, que eram modernas e tinham consciência que estava vivendo nos anos noventa e não como a sua mãe, que parecia estar nos anos cinquenta. 
O relacionamento entre as duas nem parecia de mãe e filha e sim de duas pessoas estranhas e inimigas. 
D. Beatriz, avó de Carol por parte de pai, tivera somente um filho, o Ronaldo. 
Ficara viúva a pouco mais de dez anos e não aceitava ir morar com o filho, preferindo morar sozinha, embora tendo um ótimo relacionamento com a nora. 
Gostava muito da neta e era a sua confidente, principalmente nos conflitos com a mãe. 
Cida tinha dois irmãos, ambos casados e era a caçula. 
 Ficara órfã aos quatros anos, quando um acidente de automóvel tirou a vida de seus pais. 
Ela e os irmãos foram criados por uma irmã de seu pai. 
Foram educados muito bem, inclusive, os dois irmãos, Edson e Abelardo formaram-se em advogado dentista, respectivamente. 
A educação doméstica, desde o dia que passaram para a responsabilidade da tia, foi muito rígida. 
Tinham os direitos que toda criança e adolescente devem ter, também tinham obrigações e deveres, ou seja, os seus direitos tinham limites. 
Cida casou aos dezoito anos. 
Um casamento que tinha tudo para dar certo. 
Os noivos eram jovens, bonitos, com boa formação moral e intelectual e tinham total apoio de suas famílias, que eram conhecidas e amigas há muito tempo. 
No inicio, apesar das dificuldades naturais de todos recém-casados, foi um período maravilhoso. 
Ronaldo voltava do serviço antes das dezenove horas encontrando Cida a sua espera, arrumada e cada dia mais bonita e apaixonada. 
O jantar, preparado pela empregada, era com os pratos preferidos dele. 
Nada tinha a reclamar, somente a agradecer a DEUS por ter casado com uma mulher maravilhosa. 
Logo, Cida ficou grávida de Rodrigo, que nasceu antes de completarem dois anos de casados. 
A gravidez de Cida e o nascimento do filho uniram, ainda, mais o casal. 
Dificilmente passavam um final de semana em casa. 
Quando não iam para a casa de D. Beatriz ou para a casa dos irmãos de Cida, iam para a casa de praia, pertencente a D. Beatriz. 
Durante a semana, pelo menos uma noite, iam ao cinema ou teatro e aproveitavam para jantar fora. 
Sempre juntos, parecendo um casal de namorados. 
Com o passar dos anos e a ascensão de R-naldo na Empresa, que o obrigava a ficar trabalhando até tarde da noite, bem como as frequentes viagens, inclusive para Miami, o relacionamento foi esfriando. 
Rodrigo estava com cinco anos e Cida achou que estava na hora de ter outro filho, até porque, antes de casarem, tinham planejado ter dois filhos e, também, pensava que um novo filho faria Ronaldo ser igual, como fora quando o Rodrigo nasceu. 
Porém, com o nascimento de Carol as coisas pioraram. 
Cida passou a exigir mais atenção para ela e os filhos, principalmente para o bebê. 
Ronaldo para evitar as cobranças de Cida e por conseguinte as brigas diárias, passou a viajar mais e prolongar as estadas fora da cidade, principalmente nos finais de semana. 
As viagens eram programadas, quase sempre, com partida às sextas feiras e com retorno às terças. 
Este clima desagradável se mantinha desde a gravidez de Carol até aos dias atuais. 
Conforme Carol crescia, o relacionamento do casal piorava, estando, atualmente, em níveis insuportáveis. 
Quase não se falavam e quando acontecia era para brigarem e o assunto era o comportamento de Carol. 

CONTINUA AMANHÃ

ALLAN KARDEC - O CONSOLADOR PROMETIDO