segunda-feira, 25 de junho de 2012

CONSELHO DO DIA

Este é o conselho que a Imitação de Cristo lhe dá para hoje: 

Aceitai, Senhor, Deus meu, os votos e desejos de infinitos louvores e imensas ações de graças, que vos são justamente devidas, segundo a vossa inefável grandeza. 
Isso vos ofereço, e desejo oferecer cada dia e a cada momento, e convido com minhas súplicas e rogos todos os espíritos celestes e todos os vossos fiéis a vos agradecerem comigo e louvarem.

PENSAMENTO DO DIA

Sorria, 
Sorrir abre caminhos, desarma os mal-humorados, contamina. 
Mas sorria com a alma, não apenas com os lábios. 

Autor: Desconhecido

MENSAGEM DIÁRIA

Não passes o tempo com alguém que não esteja disposto a passá-lo contigo. 

Autor: Desconhecido

SOMBRAS DO PASSADO - Livro de Haroldo Freitas

CONTINUAÇÃO 

Ronaldo pensara até em separação, mas amava a esposa e era fiel. 
Nunca tivera uma aventura fora de casa, por mais simples que fosse. 
Oportunidades não faltavam, principalmente durante as viagens.
Na solidão dos quartos de hotéis, ficava pensando o que e porque daquela situação. 
O seu casamento estava, praticamente, acabado. 
No princípio, com as dificuldades que passaram eram felizes. 
Agora, com sua vida profissional estabilizada, boa posição social, econômica e financeira, a felicidade acabara. 
Não conseguia mais passar um fim de semana em casa com a família, preferia ficar solitário, nos quartos de hotéis, para evitar ouvir cobranças e discutir com Cida e Carol. 
Já pedira conselhos à D. Beatriz, mas ao invés de conselhos, recebia convite para participar de uma sessão espírita, no Centro que sua mãe frequentava. 
Ela dizia que os problemas que estavam aparecendo em sua casa eram motivados por dívidas contraídas em encarnações passadas. 
D. Beatriz, assim como toda família, sempre fora católica de não perder a missa aos domingos. 
Após a morte do marido, a convite de uma amiga, passou a frequentar o Centro Espírita Nossa Casa, onde encontrou todas as respostas para as suas dúvidas sobre a vida antes e depois da morte do corpo físico. Depois de alguns anos de estudos e desenvolvimento da mediunidade, tornara-se uma das colaboradoras do Centro. 
Além dos trabalhos de organização e assistência social aos mais necessitados, fazia palestras e trabalhava como médium incorporadora, nas seções mediúnicas. 
Nunca forçara o filho e sua família a seguirem a Doutrina Espírita, pois, sabia que, como ela, um dia eles a descobririam. 
 Infelizmente, na sua maioria, essa descoberta é feita na ocasião de dores e desesperos. 
Achava que a hora tinha chegado para seu filho. 
Se as coisas continuassem como estavam, o final, que estava próximo, seria a separação e o esfacelamento da família. 
Ronaldo continuava católico e sempre que podia ia à missa aos domingos. 
Não acreditava no Espiritismo, principalmente, em reencarna-ção. 
Era contra a atitude de sua mãe, ao trocar o Catolicismo pela Doutrina Espírita e, todas as vezes que conversavam sobre o assunto, procurava convencê-la a voltar para a Igreja Católica. 
D. Beatriz fora aconselhada, pelos mentores espirituais, a fazê-lo participar de uma reunião mediúnica, pois, a sua casa estava cheia de Espíritos Obsessores, cuja finalidade era fazer a separação do casal e destruição de toda a família. 
Vendo que era muito difícil, ou melhor, impossível fazê-lo mudar de ideia, resolveu falar abertamente com Cida e convidá-la a participar de uma sessão mediúnica. 
Talvez, com a participação de Cida nas sessões, pudesse levar o Ronaldo e Carol para o Centro.
 No sábado, pela manhã, D. Beatriz foi a casa do filho. 
- Bom dia Cida. O Ronaldo está em casa? 
- Bom dia D. Beatriz. Há muito tempo o seu filho não passa os finais de semana em casa. Arruma uma viagem na sexta feira e só volta na segunda ou terça feira, aliás, já falei com a senhora sobre isso. 
- Já falou sim. Porém, vim falar com você e, é bom que ele não esteja.
- Aconteceu alguma coisa? Vamos para a sala. 
- Vamos. Os meninos estão dormindo? 
- O Rodrigo está, mas a Carol saiu cedo, dizendo que ia estudar na casa de uma amiga. Agora, conte-me o que tão importante a fez vir visitar-me em uma manhã de sábado? 
- Você sabe que sou Espírita e a muito tempo venho tentando levar o Ronaldo para participar de uma reunião, porém, sem sucesso. Ultimamente, quando começo a falar ele se aborrece e chega ao ponto de dizer, caso eu voltasse ao assunto ele deixaria de ir em casa. 
- Isso prova como está difícil dialogar com o seu filho. Quando o assunto não é do seu interesse, ele encerra a conversa, ameaçando sair de casa.
 - Você não acha que está havendo alguma coisa estranha interferindo em suas atitudes? 
Ele sempre foi um bom filho, um bom esposo e um excelente pai. Não é possível que, de uma hora para outra, uma pessoa possa se transformar dessa maneira, a não ser ocasionado por uma força superior.
 - D. Beatriz acho que ele arrumou outra m-lher e, para não ser o vilão da história, está fazendo tudo para eu abandonar a casa. Mas, isso ele não vai conseguir, até porque, ainda o amo muito e não abandonarei a minha casa e os meus filhos. 
- Não acho que o problema seja outra mulher. Quando ele vai lá em casa e fala sobre vocês, diz que não sabe o que está acontecendo, pois, apesar de amá-la muito, o relacionamento entre vocês, desde o nascimento de Carol, piora dia a dia. Diz, ainda, que esperava ver, com o crescimento da Carol, tudo voltasse ao normal, mas, quando mais ela cresce mais a vida de vocês torna-se um inferno. 
 - Isso é verdade. Esperava com o nascimento da Carol uma maior união de nossa família, mas aconteceu o contrário. Parece até que o nascimento de Carol foi castigo de DEUS. 
- Cida não deixe que os acontecimentos a faça falar blasfêmias. 
Tudo acontece com a permissão de DEUS e, para o nosso bem, para o nosso aprimoramento moral e para a nossa elevação espiritual. DEUS não castiga ninguém. 
Nós é que erramos e pedimos para reparar os nossos erros e, Ele, com justiça e bondade, 

CONTINUA AMANHÃ

O CONSALADOR PROMETIDO POR JESUS

domingo, 24 de junho de 2012

CONSELHO DO DIA

CONSELHO DO DIA 

Este é o conselho que a Imitação de Cristo lhe dá para hoje: 

 Ó meu Deus, doçura inefável! 
Convertei-me em amargura toda consolação carnal, que me aparta do amor das coisas eternas e me fascina pelo encanto de um prazer momentâneo. 
Não me vença, Deus meu, não me vença a carne e o sangue; não me seduza o mundo, com sua glória passageira; não me faça cair o demônio, com sua astúcia. 
Dai-me força para resistir, paciência para sofrer, constância para perseverar. 
Dai-me, em lugar de todas as consolações do mundo, a suavíssima unção do vosso espírito e, em lugar do amor terrestre, infundi-me o amor de vosso nome!

PENSAMENTO DO DIA

Aqueles que se mantêm fiéis conhecem apenas o lado trivial do amor, só os infiéis é que conhecem as tragédias do amor. 

Autor: Desconhecido

MENSAGEM DO DIA

Um ser sereno é aquele que trás em si a leveza e a grandeza de seu próprio ser. 
É aquele que luta pela paz interior, pelo controle de seus pensamentos, para que flua apenas o amor e a compreensão. 
Estar sereno é estar diante da Força da Criação. 

Autor: Desconhecido

SOMBRAS DO PASSADO - Livro de Haroldo Freitas

CONTINUAÇÃO 

passava pouco tempo em casa. 
A responsabilidade da casa e educação dos filhos, pratica-mente, ficava a cargo exclusivo da Cida. 
Ronaldo e Cida formavam um casal feliz e amavam-se muito. 
Porém, há dois anos, a vida do casal estava tornando-se insuportável. 
Ronaldo fora promovido a gerente da filial do Brasil, cargo que lhe trouxe mais prestigio, privilégios, aumento de salário e poder. 
Trouxe, também, mais trabalho e re-ponsabilidade. 
Quando não estava viajando, para as filiais na América do Sul ou para a Matriz, em Miami, ficava em reuniões até altas horas da noite. 
Nos finais de semana, quando não recebia em casa amigos e clientes, estava visitando-os em suas casas. 
No princípio, Cida adorava receber e visitar pessoas diferentes, fazer novas amizades, mas, com o passar do tempo, aquilo foi tornando-se uma rotina cansativa e maçante. 
Já não tinha tempo de ficar à sós com o marido. Quando voltavam dessas visitas e festas, estavam exaustos. Ronaldo absorvido com os problemas da Empesa e a expansão dos negócios, não tinha tempo para dar atenção à Carol e, quando Cida, nos poucos momentos de intimidades, falava dos problemas com a filha, era motivo para discussões e brigas. 
Ele alegava que tinha muitos problemas da Empresa para resolver e os domésticos ela é que deveria resolvê-los. 
Cida amava o marido e sabia que era amada, mas, estava vendo, que aos poucos, o seu casamento estava acabando. 
Tudo por causa do comportamento de Carol, o que a fazia não ter paciência para conversar com a filha, de maneira ponderada e compreensiva. 
Sabia que ela estava errada e tinha a obrigação de consertá-la de qualquer maneira, como se fosse um objeto ou uma máquina. 
Por seu lado, Carol que fora criada, desde o seu nascimento, com suas vontades, desejos e caprichos atendidos sem a menor contestação, achava-se com direito, principalmente agora que já se considerava adulta, de escolher o que era melhor para si. 
Da sua turma, a única que tinha uma mãe chata e careta era ela. 
As outras meninas da turma, algumas mais novas, tinham total liberdade de suas mães, que eram modernas e tinham consciência que estava vivendo nos anos noventa e não como a sua mãe, que parecia estar nos anos cinquenta. 
O relacionamento entre as duas nem parecia de mãe e filha e sim de duas pessoas estranhas e inimigas. 
D. Beatriz, avó de Carol por parte de pai, tivera somente um filho, o Ronaldo. 
Ficara viúva a pouco mais de dez anos e não aceitava ir morar com o filho, preferindo morar sozinha, embora tendo um ótimo relacionamento com a nora. 
Gostava muito da neta e era a sua confidente, principalmente nos conflitos com a mãe. 
Cida tinha dois irmãos, ambos casados e era a caçula. 
 Ficara órfã aos quatros anos, quando um acidente de automóvel tirou a vida de seus pais. 
Ela e os irmãos foram criados por uma irmã de seu pai. 
Foram educados muito bem, inclusive, os dois irmãos, Edson e Abelardo formaram-se em advogado dentista, respectivamente. 
A educação doméstica, desde o dia que passaram para a responsabilidade da tia, foi muito rígida. 
Tinham os direitos que toda criança e adolescente devem ter, também tinham obrigações e deveres, ou seja, os seus direitos tinham limites. 
Cida casou aos dezoito anos. 
Um casamento que tinha tudo para dar certo. 
Os noivos eram jovens, bonitos, com boa formação moral e intelectual e tinham total apoio de suas famílias, que eram conhecidas e amigas há muito tempo. 
No inicio, apesar das dificuldades naturais de todos recém-casados, foi um período maravilhoso. 
Ronaldo voltava do serviço antes das dezenove horas encontrando Cida a sua espera, arrumada e cada dia mais bonita e apaixonada. 
O jantar, preparado pela empregada, era com os pratos preferidos dele. 
Nada tinha a reclamar, somente a agradecer a DEUS por ter casado com uma mulher maravilhosa. 
Logo, Cida ficou grávida de Rodrigo, que nasceu antes de completarem dois anos de casados. 
A gravidez de Cida e o nascimento do filho uniram, ainda, mais o casal. 
Dificilmente passavam um final de semana em casa. 
Quando não iam para a casa de D. Beatriz ou para a casa dos irmãos de Cida, iam para a casa de praia, pertencente a D. Beatriz. 
Durante a semana, pelo menos uma noite, iam ao cinema ou teatro e aproveitavam para jantar fora. 
Sempre juntos, parecendo um casal de namorados. 
Com o passar dos anos e a ascensão de R-naldo na Empresa, que o obrigava a ficar trabalhando até tarde da noite, bem como as frequentes viagens, inclusive para Miami, o relacionamento foi esfriando. 
Rodrigo estava com cinco anos e Cida achou que estava na hora de ter outro filho, até porque, antes de casarem, tinham planejado ter dois filhos e, também, pensava que um novo filho faria Ronaldo ser igual, como fora quando o Rodrigo nasceu. 
Porém, com o nascimento de Carol as coisas pioraram. 
Cida passou a exigir mais atenção para ela e os filhos, principalmente para o bebê. 
Ronaldo para evitar as cobranças de Cida e por conseguinte as brigas diárias, passou a viajar mais e prolongar as estadas fora da cidade, principalmente nos finais de semana. 
As viagens eram programadas, quase sempre, com partida às sextas feiras e com retorno às terças. 
Este clima desagradável se mantinha desde a gravidez de Carol até aos dias atuais. 
Conforme Carol crescia, o relacionamento do casal piorava, estando, atualmente, em níveis insuportáveis. 
Quase não se falavam e quando acontecia era para brigarem e o assunto era o comportamento de Carol. 

CONTINUA AMANHÃ

ALLAN KARDEC - O CONSOLADOR PROMETIDO

sábado, 23 de junho de 2012

CONSELHO DO DIA

Este é o conselho que a Imitação de Cristo lhe dá para hoje: 

Jesus: 
Filho põe tua confiança em Deus e não temas os juízos humanos, enquanto tua consciência te der testemunho da tua piedade e inocência. 
É bom e salutar sofrer deste modo, nem isso será penoso ao coração humilde, que confia mais em Deus que em si mesmo. 
Muitos falam com demasia, e por isso não se lhes deve dar muito crédito. 
Mas também não é possível satisfazer a todos. 
Ainda que Paulo se empenhasse por agradar a todos no Senhor, fazendo-se tudo para todos (1 Cor 9,22), contudo, fez pouco caso de ser julgado no tribunal dos homens (1 Cor 4,3).

PENSAMENTO DO DIA

O inimigo nada mais é do que alguém mais difícil de conquistar. 

 Autor: Desconhecido

MENSAGEM DO DIA

Caminhe com confiança e ousadia... Há uma mão lá em cima que o ajudará a avançar. 

Autor: Desconhecido

SOMBRAS DO PASSADO - Livro de Haroldo Freitas

                                             
            SOMBRAS DO PASSADO
                  Livro de Haroldo Freitas

 ESPIRITISMO CRISTÃO 

 ESPIRITISMO, como ensina André Luiz, é a revivescência do Evangelho de Nosso Senhor JESUS CRISTO, e a mediunidade constitui um dos fundamentos vivos. A mediunidade, porém, não é exclusiva dos chamados “médiuns”. 
Todas as criaturas a possuem, porquanto significa percepção espiritual, que deve ser incentivada em nós mesmos. 
Não bastará, entretanto, perceber. 
É imprescindível santificar essa faculdade, convertendo-a no ministério do bem. 
Para certificarmo-nos desta verdade e alcançarmos esta realidade, procuremos conhecer o Atos dos Apóstolos e as Epístolas desses primeiros seguidores de JESUS, bem assim, estudar o Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec, quando então, verificamos que, efetivamente, a Doutrina Espírita ou Espiritismo é o Evangelho de Nosso Senhor JESUS CRISTO, vivido e sentido, como viveram e sentiram os primeiros discípulos do Mestre Inesquecível. 
Aliás, quando nos adverte Emmanuel, nesta síntese admirável: “Espiritismo, revivendo o Cristianismo, eis a nossa responsabilidade”. Neste passo, lembremo-nos de que, chegados os tempos, fez-se a LUZ, com a vinda do Cristo de DEUS-JESUS. 
Se continuarmos na sombra, a culpa é nossa. 
Despertemo-nos, portanto, para a LUZ e assim, dissipemos a sombra que ainda envolve a nossa caminhada. 
Sigamos à frente, servindo e confiando em DEUS. - 

- Vovó não aguento mais a minha mãe. Parece que ela não gosta de mim. Proibi-me de tudo, até de sair com meus colegas. Chegou ao cúmulo de querer ir à casa de uma amiga minha para conversar com os pais dela, só por que disse que íamos para um aniversário e dormiria na casa dela. 
- Calma minha filha, ela só quer o seu bem. 
- Como o bem vovó? Ela não tem confiança em mim e quer levar-me ao ridículo. Já fiz quinze anos e tenho colegas de treze e quatorze que vão para onde querem e sabe por quê? Os seus pais têm confiança nelas. A mamãe quer criar-me como foi criada. 
-  E você acha que ela não foi bem criada? 
- Não é isso Vovó, os tempos mudaram. Não estamos mais nos anos setenta. Falta um pouco mais de um ano para entrarmos no terceiro milênio. 
- Minha Neta, os anos passam, as modas mudam, mas o bom caráter e a boa moral, não. 
- Vovó é ridículo, toda vez que peço para sair à noite, com meus colegas, ela diz só deixa se for junto. Já pensou eu chegar a um Barzinho com a minha mãe a tiracolo? Ia ser gozada pelo resto da vida. 
- Você precisa entender a sua mãe. Converse com ela, uma conversa franca, sem pré-julgamento e preconceito. Garanto que, depois dela expor as suas razões, você a entenderá. 
- Acho muito difícil haver um diálogo entre nós. Ela não aceito o meu conceito de vida e eu não aceito o seu modo repreensivo de criação. 
- Carol prometo que irei falar com ela a seu respeito. Agora, conte-me como vai no novo Colégio? Os colegas são bons? E nas matérias, você está tendo dificuldades? 
- Não vai adiantar alguma coisa a senhora falar com a mamãe. Acho que ela tem algum trauma de infância. Provavelmente, foi muito reprimida pela minha avó e, agora, está indo à forra comigo. O Colégio e os alunos são iguais ao anterior. 
- Não adianta trocar de Colégio, professores e colegas, o meu ideal não muda. Preciso, literalmente, de liberdade para ter condições de escolher o que é melhor para mim. Não uma liberdade vigiada, ou melhor, policiada, como no tempo da Ditadura. 
Caroline tinha quinze anos. 
Filha de Ronaldo e Maria Aparecida, que tinham mais um filho, o Rodrigo, atualmente, com vinte anos e no quarto ano de Medicina. 
Rodrigo nunca dera trabalho aos pais, tanto nos estudos como na sua vida particular, inclusive na adolescência. 
Carol, ao contrário, estava deixando os pais de cabelos brancos. 
Estava na sexta série há dois anos e andando com uma turma do Colégio, nada recomendável. 
Para tentar mudar a situação, sua mãe, D. Cida, a transferiu para um Colégio mais rígido e administrado por Freiras. 
Todavia, quanto às amizades parece não ter dado resultado positivo. 
Carol continua saindo com os colegas do antigo Colégio. 
O relacionamento entre mãe e filha era o pior possível. Não conseguiam conversar sem discutir. 
A cada dia o diálogo ficava mais difícil. 
Ronaldo, executivo de uma Empresa Multinacional, devido a reuniões e viagens,

CONTINUA AMANHÃ

O CONSOLADOR PROMETIDO - PARTE 5

sexta-feira, 22 de junho de 2012

CONSELHO DO DIA

Este é o conselho que a Imitação de Cristo lhe dá para hoje: 

É, porém, muito para chorar e lastimar a nossa tibieza e negligência, o pouco fervor em receber a Jesus Cristo, em quem reside toda a esperança e merecimento dos que se hão de salvar. 
Porque ele é a nossa santificação e redenção, ele o consolo dos peregrinos e o gozo eterno dos santos. 
E assim é muito pra chorar o pouco caso que tantos fazem deste salutar mistério, sendo ele a alegria do céu e a conservação de todo o mundo. 
Ó cegueira e dureza do coração humano, que tão pouco estima esse dom inefável, antes, com o uso cotidiano que dele faz, chega a cair na indiferença!

PENSAMENTO DO DIA

A dor é uma advertência, assim como os pequenos prejuízos nos negócios, nos ensinam a ser prudente. 

Autor: Desconhecido

MENSAGEM DIÁRIA

Quanto mais livres formos, mais livres tornamos aqueles que nos cercam. 

Autor: Paulo Coelho

RAMBO UM GRANDE AMIGO - Livro de Haroldo Freitas

CONTINUAÇÃO 

                 PARTE FINAL 

Porém, quando abríamos a porta, ele abria os olhos ele nos olhava com aqueles olhos grandes, que outrora eram com brilho, alegria e vida e, que agora, estavam sem brilho, sem vida, tristonhos. 
Resolvemos demorar mais para ir vê-lo, afim de deixa-lo quieto e para que conseguisse dormir. 
Entretanto, alguma coisa internamente avisou-nos que deveríamos ir vê-lo. 
O encontramos junto à porta, deitado, como se estivesse dormindo. 
Aliás, em uma das posições que costumava dormir. 
De bruços, com a cabeça apoiada na para dianteira esquerda. 
Realmente parecia que estava dormindo, mas como não se mexeu e nem abriu os olhos quando abríamos a porta, o chamamos. - Rambo acorda. Está na hora de ir para a rua. Continuava inerte. 
Passamos a mão em sua cabeça e constatamos o que não queríamos aceitar, estava morto. 
Ainda estava quente, tinha acabado de morrer. 
O relógio marcava 23,32 h. 
Ao senti que o momento final se aproximava, provavelmente, com grande esforço, já que estava muito debilitado e fraco, procurou vir até nós, para pedir ajuda ou, simplesmente, para ver-nos pela última vez, porém a porta nos separava. 
Morreu junto à ela. 
Chorando, acordamos a minha mulher, que vendo o nosso grande amigo morto, também, começou a chorar. 
Não conseguimos mais dormir. 
Embora sabendo que era um quadro irreversível, conforme diagnóstico médico, não conseguíamos aceitar com resignação a perda daquele amigão. 
Somos cristãos e espíritas, portanto, sabemos que tudo acontece, até a caída de uma folha da árvore, é com a permissão de Deus e, como Ele é bom e justo, tudo é para o nosso bem, para a nossa evolução espiritual, inclusive, essas separações. 
Tanto para os que vão, como para os que ficam. Todavia, quando acontece conosco é muito difícil aceitarmos, de imediato, com resignação e paciência. 
Neste caso específico, sabíamos que o momento final do nosso amigo estava muito próximo, mas esperávamos que acontecesse um milagre. 
Na manhã seguinte, logo cedo, começamos as buscas para encontrar um local para sepultá-lo. 
Telefonamos para várias Clínicas Veterinárias, Associação de Proteção dos Animais e para o Hospital Veterinário, este pertencente a Universidade Federal da Bahia. 
Não conseguimos coisa alguma, a não a sugestão para chamarmos a Limpeza Pública, pois eles fazem coleta de animais mortos e levam para o Aterro 24 Sanitário da Cidade. 
Embora sabendo que o Espírito do nosso amigo já estava em outro plano e ali, enrolado em um lençol, só estava um corpo sem vida, que logo iria apodrecer e tornar-se pó, não conseguíamos aceitar a ideia de jogá-lo no lixo para transformar-se em pasto de Urubus e outros animais. 
Depois de alguns telefonemas, conseguimos permissão para sepultá-lo em um terreno de um amigo, na periferia da cidade. 
Achamos que Salvador, como a quinta Capital do País, em população, necessita de um Cemitério para animais domésticos, pois, imaginamos que muitas pessoas já passaram pelas mesmas dificuldades que passamos. 
Às 11 horas do dia 18 de março de 2000, uma linda manhã de sábado, com muito sol, que para nós foi um dos dias mais tristes de nossas vidas, o nosso GRANDE E FIEL AMIGO estava sepultado. 
Assim terminou um relacionamento, materialmente falando, que durou 8 anos, 8 meses e 9 dias e que só nos trouxe ALEGRIA, PRAZER E FELICIDADE. 
Amigão, a nossa separação é temporária, pois, voltaremos a nos encontrar em nossa morada definitiva. 

– RAMBO ATÉ BREVE!!! 

- 08/07/1992 – 17/03/200 

                                                                       FIM

O CONSOLADOR PROMETIDO - PARTE 4

quinta-feira, 21 de junho de 2012

CONSELHO DO DIA

Este é o conselho que a Imitação de Cristo lhe dá para hoje: 

Fez todo o possível para a edificação e salvação dos outros, quanto dele dependia; contudo não pôde evitar ser julgado e desprezado por alguns; por isso pôs tudo nas mãos de Deus, que tudo conhecia, e defendeu-se com paciência e humildade contra as línguas maldizentes dos que inventavam maldades e mentiras e as espalhavam a seu bel-prazer. 
Todavia, uma vez ou outra, dava resposta, para que seu silêncio não fosse causa de se escandalizarem os fracos.

PENSAMENTO DO DIA

Amo a liberdade. 
Por isso, todas as coisas que amo, deixo-as livre. 
Se voltar é porque as conquistei, se não é porque jamais as possuí. 

Autor: Desconhecido

MENSAGEM DIÁRIA

Goste do seu trabalho, seja qual for. 

Autor: Desconhecido

RAMBO UM GRANDE AMIGO - Livro de Haroldo Freitas

CONTINUAÇÃO

Porém, quando abríamos a porta, ele abria os olhos ele nos olhava com aqueles olhos grandes, que outrora eram com brilho, alegria e vida e, que agora, estavam sem brilho, sem vida, tristonhos. 
Resolvemos demorar mais para ir vê-lo, afim de deixa-lo quieto e para que conseguisse dormir. 
Entretanto, alguma coisa internamente avisou-nos que deveríamos ir vê-lo. 
O encontramos junto à porta, deitado, como se estivesse dormindo. 
Aliás, em uma das posições que costumava dormir. 
De bruços, com a cabeça apoiada na para dianteira esquerda. 
Realmente parecia que estava dormindo, mas como não se mexeu e nem abriu os olhos quando abríamos a porta, o chamamos. 
- Rambo acorda. 
Está na hora de ir para a rua. Continuava inerte. 
Passamos a mão em sua cabeça e constatamos o que não queríamos aceitar, estava morto. 
Ainda estava quente, tinha acabado de morrer. 
O relógio marcava 23,32 h. 
Ao senti que o momento final se aproximava, provavelmente, com grande esforço, já que estava muito debilitado e fraco, procurou vir até nós, para pedir ajuda ou, simplesmente, para ver-nos pela última vez, porém a porta nos separava. 
Morreu junto à ela.  
Chorando, acordamos a minha mulher, que vendo o nosso grande amigo morto, também, começou a chorar. 
Não conseguimos mais dormir. 
Embora sabendo que era um quadro irreversível, conforme diagnóstico médico, não conseguíamos aceitar com resignação a perda daquele amigão. 
Somos cristãos e espíritas, portanto, sabemos que tudo acontece, até a caída de uma folha da árvore, é com a permissão de Deus e, como Ele é bom e justo, tudo é para o nosso bem, para a nossa evolução espiritual, inclusive, essas separações. 
Tanto para os que vão, como para os que ficam. Todavia, quando acontece conosco é muito difícil aceitarmos, de imediato, com resignação e paciência. 
Neste caso específico, sabíamos que o momento final do nosso amigo estava muito próximo, mas esperávamos que acontecesse um milagre. 
Na manhã seguinte, logo cedo, começamos as buscas para encontrar um local para sepultá-lo. 
Telefonamos para várias Clínicas Veterinárias, Associação de Proteção dos Animais e para o Hospital Veterinário, este pertencente a Universidade Federal da Bahia. 
Não conseguimos coisa alguma, a não a sugestão para chamarmos a Limpeza Pública, pois eles fazem coleta de animais mortos e levam para o Aterro Sanitário da Cidade. 
Embora sabendo que o Espírito do nosso amigo já estava em outro plano e ali, enrolado em um lençol, só estava um corpo sem vida, que logo iria apodrecer e tornar-se pó, não conseguíamos aceitar a ideia de jogá-lo no lixo para transformar-se em pasto de Urubus e outros animais. 
Depois de alguns telefonemas, conseguimos permissão para sepultá-lo em um terreno de um amigo, na periferia da cidade. 
Achamos que Salvador, como a quinta Capital do País, em população, necessita de um Cemitério para animais domésticos, pois, imaginamos que muitas pessoas já passaram pelas mesmas dificuldades que passamos. 
Às 11 horas do dia 18 de março de 2000, uma linda manhã de sábado, com muito sol, que para nós foi um dos dias mais tristes de nossas vidas, o nosso GRANDE E FIEL AMIGO estava sepultado. 
Assim terminou um relacionamento, materialmente falando, que durou 8 anos, 8 meses e 9 dias e que só nos trouxe ALEGRIA, PRAZER E FELICIDADE. 
Amigão, a nossa separação é temporária, pois, voltaremos a nos encontrar em nossa morada definitiva. 

– RAMBO ATÉ BREVE!!! -

 08/07/1992 – 17/03/2000 

FIM

O CONSOLADOR PROMETIDO - PARTE 3

quarta-feira, 20 de junho de 2012

CONSELHO DO DIA

Este é o conselho que a Imitação de Cristo lhe dá para hoje: 

JESUS:

Filho, quando sentires que o céu te inspira saudades da bem-aventurança e o desejo de deixar o tabernáculo do corpo para contemplar minha glória sem sombra de mudanças, alarga o teu coração e recebe esta santa inspiração com todo afeto. 
Dá muitas graças à Bondade soberana, que usa de tanta liberdade para contigo, com tanta clemência te visita, tanto te anima, tão poderosamente te levanta, para que teu próprio peso não te arraste para as coisas terrenas. 
Pois isto não te vem por teus pensamentos ou esforços, mas só pela mercê da graça celeste e do beneplácito divino para que te adiantes nas virtudes, sobretudo na humildade, e te prepares para futuras pelejas; para que te entregues a mim com todo o afeto do teu coração e me sirvas com ardente amor.

PENSAMENTO DO DIA


Ninguém pode fazer você se sentir inferior sem o seu consentimento. 

Autor: Desconhecido

MENSAGEM DO DIA


Se você vibrar só com pensamentos positivos, suas ações consequentemente também serão positivas. 

Autor: Desconhecido

RAMBO - UM GRANDE AMIGO - Livro de Haroldo Freitas

CONTINUAÇÃO 

Tínhamos acertado que, depois de levar os resultados a Veterinária e de posse da receita, ela passaria na Farmácia e voltaria imediatamente para casa, pois, achávamos que o seu estado estava piorando por falta da medicação adequada. 
Por volta das 16 horas o telefone tocou, corremos para atender. 
- Alô, é você? Já comprou os remédios? 
Venha logo, para iniciarmos imediatamente a medicação. Ele está piorando. 
Ela começou a chorar e aos soluços disse: 
- O nosso amigo não tem mais cura. 
A Veterinária disse que o estado dele é irreversível e não iria receitar nada, pois, ainda não existe remédio para esta doença, no estágio que está. 
Chorando, respondemos: - Venha logo para casa. 
Aqui conversaremos melhor. 
Voltamos para junto do nosso amigo e não conseguimos segurar as lágrimas. 
Só nos restava pedir à Deus que permitisse o milagre que devolvesse a saúde do Rambo. 
Oramos e, nas nossas preces, rogamos pela saúde do nosso amigo, porém, que tudo fosse feito conforme a vontade de Deus, pois sabemos que Ele é bom e justo, portanto, só permitiria que acontecesse o melhor. 
Todavia, não conseguíamos dominar a nossa emoção e angústia, com a provável perda do nosso amigão e as lágrimas não paravam de cair. 
As horas passavam lentamente. 
Ao anoitecer o clima e o ambiente ficavam mais tristes e amargos. 
O Rambo não aceitava mais o soro caseiro. A sua hora se aproximava. 
A nossa fé em Deus fazia acreditar em milagres e dizíamos, tentando enganar a nós mesmos: 
- Amanhã ele vai amanhecer curado. 
Por volta das 21 horas, subimos e o levamos para o nosso quarto. 
O colocamos em nossa cama e não parávamos de acariciá-lo, pedindo a Deus pela sua saúde. Embora fechasse os olhos, não conseguia dormir e a qualquer barulho ou a aproximação do Junior, abria os olhos. 
Achamos que seria melhor coloca-lo no outro quarto, pois, talvez, estando só e quieto conseguisse dormir. 
Deveria ser mais ou menos, 22 horas quando o transferimos de quarto. 
Não conseguíamos dormir, fomos vê-lo várias vezes. 

 CONTINUA AMANHÃ

O CONSALADOR PROMETIDO - PARTE 2

terça-feira, 19 de junho de 2012

CONSELHO DO DIA

Este é o conselho que a Imitação de Cristo lhe dá para hoje: 

Nas Sagradas Escrituras devemos buscar a verdade, e não a eloquência. 
Todo livro sagrado deve ser lido com o mesmo espírito que o ditou. 
Nas Escrituras devemos antes buscar nosso proveito que a sutileza da linguagem. 
Tão grata nos deve ser a leitura dos livros simples e piedosos, como a dos sublimes e profundos. 
Não te mova a autoridade do escritor, se é ou não de grandes conhecimentos literários; ao contrário, lê com puro amor a verdade. 
Não procures saber quem o disse; mas considera o que se diz. 

(Da leitura das Sagradas Escrituras)

PENSAMENTO DO DIA

Só damos valor às pessoas que nos rodeiam quando realmente as perdemos. 

Autor: Desconhecido

MENSAGEM DIÁRIA

Quando se ama de verdade, nem sempre a reciprocidade é tudo. O importante é que o ser amado esteja infinitamente Feliz. 

Autor: Desconhecido

RAMBO - UM GRANDE AMIGO - Livro de Haroldo Freitas

CONTINUAÇÃO 

Há mais ou menos três meses, notamos que ele tinha alguma dificuldade em subir a escada, porém, durante uma cirurgia que fez na orelha, devido ao rompimento de uma veia, no mês de outubro/99, a Veterinária constatou nos exames pré-operatórios que ele estava com uma insuficiência no coração. 
Receitou alguns medicamentos, mas avisou que isso era normal, devido a sua idade que deveria ser, aproximadamente, doze anos e, conforme a tabela de equivalência com o ser humano, ele deveria estar com 64 anos. 
Também, nesta ocasião, ela constatou que ele já tinha perdido mais de 50% da visão do olho direito e 20% do esquerdo. 
Devido a estes diagnósticos, achamos que a sua dificuldade de subir a escada era motivada pelos problemas do coração e das vistas. 
Algumas vezes o carregávamos para subir e descer a escada. 
Continuando, no dia 16 de março de 2000, ele amanheceu com as patas dianteiras sujas de sangue. 
Como sempre, o levamos, juntamente com o Júnior, para o passeio matinal, ocorrendo normalmente. 
No retorno, ao examiná-lo, constatamos que estava sangrando pelas gengivas. 
Levamos a Veterinária que o examinou, aplicou a mesma medicação para estancar a hemorragia, também, aplicou soro e fez coleta de sangue para Exames, cujos resultados seriam entregues no outro dia, às 14 horas, quando poderia ser medicado adequadamente. 
Retornamos com ele para casa e durante o resto do dia e a noite lutamos para estancar a hemorragia, com remédios receitados pela Veterinária e também com compressão de algodão molhado com água oxigenada. 
As vezes parava de sangrar, ficávamos alegres, porém, logo voltava a sangrar. 
A nossa única esperança era que, com os resultados dos exames de sangue, a Veterinária fosse medicá-lo e curá-lo. 
Só assim acabaria o seu sofrimento e a nossa angústia. 
No dia seguinte o levamos para o passeio da manhã. 
Notamos que o nosso amigo estava mais abatido e triste. Neste dia não quis tomar o café da manhã e só aceitava soro caseiro. 
Passamos o resto da manhã ao seu lado, com ele deitado, medicando e acariciando-o. 
Ele não reagia, não fazia nada, a não ser olhar-nos com os olhos mais tristes do mundo, como a dizer: 
 - Obrigado por tudo meus amigos, mas, a minha hora está chegando. - 
Após o almoço a minha mulher foi buscar os resultados dos exames e, de imediato, os levaria à Veterinária. 

CONTINUA AMANHÃ

O CONSOLADOR PROMETIDO - PARTE 1

segunda-feira, 18 de junho de 2012

CONSELHO DO DIA

CONSELHO DO DIA 

Este é o conselho que a Imitação de Cristo lhe dá para hoje: 

Os homens passam, mas a verdade do Senhor permanece eternamente (Sl 116,2). 
De vários modos nos fala Deus, sem acepção de pessoa. 
A nossa curiosidade nos embaraça, muitas vezes, na leitura das Escrituras; porque queremos compreender e discutir o que se devia passar singelamente. 
Se queres tirar proveito, lê com humildade, simplicidade e fé, sem cuidar jamais do renome de letrado. Pergunta de boa vontade e ouve calado as palavras dos santos; nem te desagradem as sentenças dos velhos, porque eles não falam sem razão.

PENSAMENTO DO DIA

Leva tempo para alguém ser bem sucedido porque o êxito não é mais do que a recompensa natural pelo tempo gasto em fazer algo direito. 

Autor: Desconhecido

MENSAGEM DIÁRIA

A melhor hora para arrepender-se é antes de cometer o erro. 

Autor: Josh Billings

RANBO UM GRANDE ANIGO - Livro de Haroldo Freitas

CONTINUAÇÃO 

fazendo uma tremenda festa, cada um querendo demonstrar mais alegria e felicidade. 
Ao encontrarmos a casa suja, eles não vinham nos receber e, bastava chamá-los para saber quem era o autor. 
Quando era ele, vinha com a cabeça baixa e, ao chegar junto a nós, olhava-nos com os olhos tristes, parecendo dizer: - Desculpa, não consegui segurar até ser levado à rua. Prometo não fazer mais. 
Adorava ser escovado. Era só ver a escova em nossa mão, corria para junto e, se quiséssemos, passaríamos horas e horas escovando-o. 
Bem diferente do seu filho, o Júnior, que para ser escovado é preciso agarrá-lo a força e no primeiro descuido ele foge. 
Agora vem a parte triste de nossa narrativa. 
Antes, porém, gostaríamos de comentar sobre uma “Nota fúnebre de um cachorro.” 
Assistimos uma reportagem no Fantástico, programa da Rede Globo, sobre uma Nota Fúnebre de um cachorro chamado Pixote. 
Na referida reportagem, algumas pessoas entrevistadas foram contra, dizendo que as colunas de Óbitos, nos Jornais, são destinadas para comunicação de falecimento de pessoas humanas e não de animais. 
Entretanto, outras, em número bem menor, foram favoráveis. 
Nós ficamos com as últimas, por que sabemos o que os donos do Pixote estão sofrendo com o seu falecimento.  
Como foi dito na reportagem, o casal nunca teve filhos e o considerava como se assim fosse. 
 Nós que acabamos de perder o nosso grande amigo, sabemos a dor que este casal está sentindo. 
Existem muitos Pixotes e Rambos que nos dão “Companhia, Amor, Carinho, Fidelidade, Obediência, Proteção, etc.” e não pedem nada em troca, a não ser a permissão para permanecerem ao nosso lado, carinho (como passar a mão em suas cabeças) e algumas palavras amigas. 
Voltemos ao Rambo. 
O início do fim começou quando o nosso amigão caiu da escada que dá acesso à porta de entrada e, em consequência, mordeu o lábio superior, cujo ferimento não parava de sangrar. 
Usamos todos os remédios que tínhamos em casa, para estancar o sangue. 
Quando pensávamos ter conseguido, o liberávamos para comer e andar pela casa. 
Quando íamos ver como ele estava, o encontrávamos lambendo-se e todo sujo de sangue. 
No outro dia o Veterinário receitou um medicamento injetável e depois de duas aplicações conseguimos acabar com a hemorragia. 

Voltemos um pouco no tempo. 

CONTINUA AMANHÃ

SER ESPÍRITA

domingo, 17 de junho de 2012

CONSELHO DO DIA

Este é o conselho que a Imitação de Cristo lhe dá para hoje: 

Voz do discípulo: 
Com suma devoção e abrasado amor, com todo o afeto e fervor do coração, desejo receber-vos, Senhor, como muitos santos e pessoas devotas o desejaram, os quais vos agradaram principalmente pela santidade de sua vida e pela ardentíssima devoção que os animava. 
Ó Deus meu, amor eterno, meu único bem, bem-aventurança interminável! 
Desejo receber-vos com o mais ardente afeto e a mais digna reverência que jamais sentiu ou pôde sentir santo algum!

PENSAMENTO DO DIA

A fofoca é o mais desprezível dos vícios, pois, por não poder influenciar o espírito e o caráter dos sábios, rasteja como uma serpente venenosa e refugia-se na alma dos fracos, tolos e ociosos. 

Autor: Desconhecido

MENSAGEM DO DIA

Tudo bem se de repente meus olhos nada representam, tudo bem. Mas de repente quando você perceber que eles eram para você talvez aí seja tarde. 

Autor: Odair Cezimbra

RAMBO O GRANDE AMIGO - Livro de Haroldo Freitas

CONTINUAÇÃO 

Entretanto, como todo nativo da ilha, era um exímio nadador, o que foi de grande utilidade. 
Tão logo chegamos à praia, tiramos a coleira do nosso amigo e o soltamos. 
Vendo-se livre e aquele mar todo em sua frente, correu para a água e começou a nadar. 
Vendo-o afastar-se muito da areia, começamos a chama-lo, porém, não éramos atendidos. 
Cada vez mais ele se afastava. 
Provavelmente, foi assim que se perdeu do primeiro dono. 
Nesta altura, já estávamos bastante preocupados. 
Foi quando o nosso hóspede, o Raimundinho, atirou-se n’água e, nadando como um peixe, conseguiu alcança-lo, trazendo-o para a areia, onde o prendemos na coleira e não o soltamos mais. 
Nas outras vezes que o levamos à praia, o prendemos em uma corda de nylon, com uns vinte metros de comprimento, e o colocávamos n’água. 
Assim não havia perigo do nosso amigo ir embora. 
Houve, também, uma passagem interessante com o Raimundinho e o nosso amigo. 
Moramos perto da praia e nos passeios diários, pela manhã e a tarde, eram feitos na orla da praia da Ribeira. 
Em uma tarde, o Raimundinho pediu para levá-lo. 
Geralmente ele ia segurando a coleira, mas íamos 15 juntos. 
Nesta tarde, em atenção ao seu pedido e por tratar-se de um animal dócil e obediente, assim, o permitimos. 
Devido aos afazeres em casa, não percebemos a sua demora em retornar do passeio. 
Por volta das 19 horas, notamos a sua ausência e saímos a sua procura. 
Para nossa surpresa, os encontramos na praia, completamente molhados. 
A explicação apresentada pelo Raimundinho, conforme suas próprias palavras, foi o seguinte. 
- Quando nos aproximamos da praia, o Rambo correu para a água, me derrubando e me arrastando pela areia. Só consegui dominá-lo depois que ele entrou n’agua e nadou um pouco. Olhe como estou todo molhado e arranhado. 
Realmente, o Raimundinho estava com os braços, peito e pernas arranhados pela areia, motivado pelo arrastão do nosso amigo. 
Logicamente, ambos estavam completamente molhados. 
Gostaríamos de escrever um pouco sobre a obediência e humildade do nosso amigo. 
Como todos nós, ele, também, as vezes, tinha algum problema estomacal e vomitava ou defecava dentro de casa, durante o dia. 
Quando chegávamos do serviço e, como sempre, ele e o Júnior estavam esperando-nos, 

CONTINUA AMANHÃ

Saiba o que voce tem que fazer para ser Feliz