segunda-feira, 6 de abril de 2009

RESUMO DO ENSINAMENTO DOS ESPÍRITOS

RESUMO DO ENSINAMENTO DOS ESPÍRITOS
Quarta Parte

20. DEUS, sendo soberanamente justo e bom, não condena suas criaturas a castigos perpétuos por faltas transitórias; oferece-lhes, em todo o tempo, meios de progredir e de reparar o mal que puderam fazer. DEUS aceita, mas exige o arrependimento, a reparação e o retorno ao bem; de sorte que a duração do castigo é proporcional à persistência do Espírito no mal; que, por conseqüência, o castigo seria eterno para aquele que permanecesse eternamente no mau caminho; mas, desde que um clarão de arrependimento entre no coração do culpado, DEUS estende sobre ele sua misericórdia. A eternidade das penas, assim, deve ser entendida no sentido relativo, e não no sentido absoluto.

21. Os Espíritos, em se encarnando, trazem com eles o que adquiriram em suas existências precedentes; é a razão pela qual os homens mostram, instintivamente, aptidões especiais, inclinações boas ou más que parecem inatas neles.
As más tendências naturais são os restos das imperfeições do Espírito, e das quais não está inteiramente despojado; são também os indícios das faltas que cometeu, e o verdadeiro PECADO ORIGINAL. Em cada existência, deve-se lavar de algumas impurezas.

22. O esquecimento das existências anteriores, é um beneficio de DEUS que, em sua bondade, quis poupar ao homem as lembranças, o mais freqüentemente, penosas. A cada nova existência, o homem é o que fez de si mesmo; é para ele um novo ponto de partida, conhece seus defeitos atuais, sabe que esses defeitos são as conseqüências daqueles que tinha; disso conclui o mal que pôde cometer, e isso lhe basta para trabalhar a fim de se corrigir. Se tinha outrora defeitos que não tem mais, nada tem a se preocupar com isso; ele tem muitas imperfeições presentes.

23. Se a alma jamais vivera, seria porque fora criada ao mesmo tempo em que o corpo, nessa suposição, ela não pode ter nenhuma relação com aqueles que a precederam. Pergunta-se então como DEUS, que é soberanamente justo e bom, pode tê-la tornado responsável da falta do pai do gênero humano, manchando-o com um pecado original que não cometeu. Em dizendo, ao contrário, que ela traz, em renascendo, o germe das imperfeições de suas existências anteriores; que ela sofre, na existência atual, as conseqüências de suas faltas passadas, dá-se ao pecado original uma explicação lógica, que cada um pode compreender e admitir, porque a alma não é responsável senão pelas suas obras.
(continua amanhã)

CONFIA NO SENHOR - Padre Zezinho

domingo, 5 de abril de 2009

PENSAMENTO DO DIA

PENSAMENTO DO DIA
05 DE ABRIL DE 2009


Não espere por milagres. Trabalhe, reforme-se e estude; e receba as dádivas de Deus por merecimento.

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA
O homem não pode viver isolado.
Lembre-se de que cada companheiro de jornada é um amigo que o ajuda e a quem você precisa também ajudar.
A cooperação existe entre todas as coisas criadas.
Procure você também cooperar com tudo e com todos, em beneficio da própria Terra que o acolhe bondosamente, permitindo sua evolução.
Ajude sempre, e jamais desanime.

RESUMO DO ENSINAMENTO DOS ESPÍRITOS

RESUMO DO ENSINAMENTO DOS ESPIRÍTOS
Terceira Parte
15. A vida espiritual é a vida normal do Espírito: ela é eterna; a vida corpórea é transitória e passageira: não é senão um instante na eternidade.
16. No intervalo de suas existências corpóreas, o Espírito é errante. A erraticidade não tem duração determinada; nesse estado, o Espírito é feliz ou infeliz, segundo o bom ou mau emprego que fez de sua última existência; ele estuda as causas que apressaram ou retardaram seu adiantamento; toma as resoluções que procurará por em prática na sua próxima encarnação e escolhe, ele mesmo, as provas que crê as mais próprias para seu adiantamento; mas algumas vezes ele se engana, ou sucumbe não tendo como homem as resoluções que tomou como Espírito.
17. O Espírito culpado é punido por sofrimentos morais no mundo dos Espíritos, e por penas físicas na vida corpórea. Suas aflições são a conseqüência de suas faltas, quer dizer, de sua infração à lei de DEUS; de sorte que são, ao mesmo tempo, uma expiação do passado e uma prova para o futuro: assim é que o orgulhoso pode ter uma existência de humilhação, o tirano uma de servidão, o mau rico uma de miséria.
18. Há mundos apropriados aos diferentes graus de adiantamento dos Espíritos, e onde a existência corpórea encontra-se em condições muito diferentes. Quanto menos o Espírito é avançado, mais os corpos que ele reveste são pesados e materiais; a medida que ele se purifica, passa para mundos superiores moral e fisicamente.A Terra não é o primeiro nem o último, mas é um dos mais atrasados.
19. Os Espíritos culpados estão encarnados nos mundos menos avançados, onde expiam suas faltas pelas atribulações da vida material. Esses mundos são, para eles, verdadeiros purgatórios, mas de onde depende deles saírem, trabalhando pelo seu adiantamento moral. A Terra é um desses mundos.
(continua amanhã)

ÁGUIA PEQUENA - Padre Zezinho

sábado, 4 de abril de 2009

PENSAMENTO DO DIA

Pensamento do dia
04 de Abril de 2009


"Em estado de oração a pessoa se torna leve e adaptável e descobre o serviço a Deus."

Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA

ASSIM como os universos foram criados pela palavra de DEUS, assim também nossos pequenos mundos individuais são criados pelas nossas palavras.

E as palavras são a manifestação dos pensamentos, a fim de criar um mundo de paz e beleza, de saúde e felicidade, através de palavras amáveis e delicadas, corteses e animadoras.

Lembre-se de que, uma vez proferida uma palavra, nada mais a destrói.

RESUMO DO ENSINAMENTO DOS ESPÍRITOS

RESUMO DO ENSINAMENTO DOS ESPÍRITOS
Segunda Parte

8. Para concorrer, como agentes do poder divino, à obra dos mundos materiais, os Espíritos revestem temporariamente um corpo material. Pelo trabalho que sua existência corpórea necessita, aperfeiçoam sua inteligência e adquirem, em observância a lei de DEUS, os méritos que deverão conduzi-los à felicidade eterna.

9. A encarnação não é imposta ao Espírito, no principio, como uma punição; ela é necessária ao seu desenvolvimento e ao cumprimento das obras de DEUS, e todos devem suportá-la, tomem o caminho do bem ou do mal; somente aqueles que seguem a rota do bem, avançam mais depressa, estão menos longe para alcançarem o objetivo e ai chegarem em condições menos penosas.

10. Os espíritos encarnados constituem a Humanidade, que não é circunscrita à Terra; mas que povoa todos os mundos disseminados no espaço.

11. A alma do homem é um Espírito encarnado. Para secundá-lo no cumprimento de sua tarefa, DEUS lhe deu, como auxiliares, os animais que lhe são submissos e cuja inteligência e caráter são proporcionais às suas necessidades.

12. O aperfeiçoamento do Espírito é o fruto de seu próprio trabalho; não podendo, em uma só existência corpórea, adquirir todas as qualidades morais e intelectuais que devem conduzi-lo ao objetivo, ele o alcança por uma sucessão de existências, em cada uma das quais dá alguns passos para frente no caminho do progresso.

13. Em cada existência corpórea, o Espírito deve prover uma tarefa proporcional ao seu desenvolvimento; quanto mais ela é rude e laboriosa, mais mérito tem em cumpri-la. Cada existência, assim, é uma prova que o aproxima do objetivo. O número dessas existências e indeterminado. Depende da vontade do Espírito abreviá-lo, trabalhando ativamente pelo seu aperfeiçoamento moral; do mesmo modo que depende da vontade do obreiro, que deve fornecer um trabalho, de abreviar o número de dias que emprega ao fazê-lo.

14. Quando uma existência foi mal empregada, é sem proveito para o Espírito, que deve recomeçar em condições mais ou menos penosas, em razão de sua negligência e de sua má vontade; assim é que, na vida, pode-se ser constrangido a fazer, no dia seguinte, o que não se fez na véspera, ou a refazer o que se fez mal.

(continua amanhã)

POR UM PEDAÇO DE PÃO - Padre Zezinho

sexta-feira, 3 de abril de 2009

PENSAMENTO DO DIA

Pensamento do dia
03 de Abril de 2009

"
A vida de oração dissolve a inflexibilidade da personalidade e desata amarras, mesmo as mais imperceptíveis."
Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA

MANTENHA seu equilíbrio.
O equilíbrio depende da serenidade da mente.
Jamais se aborreça nem se exalte.
Não ligue importância às coisas passageiras que lhe vêm de fora.
Não se impressione com o que os outros dizem.
Siga a conduta ditada por sua consciência, e não perca seu equilíbrio.
Caminhe para frente, alegre e certo de que há de vencer, por maiores que sejam as dificuldades do caminho.

RESUMO DO ENSINAMENTO DOS ESPÍRITOS

RESUMO DO ENSINAMENTO DOS ESPIRITOS
Primeira Parte

1. DEUS é a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas.

DEUS é eterno, único, imaterial, imutável, todo-poderoso, soberanamente justo e bom. Deve ser infinito em todas as suas perfeições, porque se supondo um único de seus atributos imperfeito, não seria DEUS.

2. DEUS criou a matéria que constitui os mundos; criou também seres inteligentes, que chamamos Espíritos, encarregados de administrarem os mundos materiais, segundo as leis imutáveis da criação, e que são perfectíveis pela sua natureza. Em se aperfeiçoando, aproximam-se da divindade.

3. O Espírito, propriamente dito, é o principio inteligente; para nós, ele é imaterial, porque não tem nenhuma analogia com o que chamamos matéria.

4. Os Espíritos são seres individuais, tem um envoltório etéreo, imponderável, chamado perispírito, espécie de corpo fluídico, tipo da forma humana. Eles povoam os espaços, que percorrem com a rapidez do relâmpago, e constituem o mundo invisível.

5. A origem e o modo de criação dos Espíritos nos são desconhecidos; apenas sabemos que foram criados simples e ignorantes, quer dizer, sem ciência e sem conhecimento do bem e do mal, com igual aptidão para tudo, porque DEUS, em sua justiça, não poderia isentar uns do trabalho que houvesse imposto aos outros para chegarem à perfeição. No principio, estão numa espécie de infância, sem vontade própria, e sem consciência perfeita de sua existência.

6. O livre arbítrio se desenvolve nos Espíritos ao mesmo tempo que as idéias, e DEUS lhes disse: “Podeis todos pretender a felicidade suprema, quando houverdes adquirido os conhecimentos que vos faltam e cumprida a tarefa que eu vos imponho. Trabalhai, pois, para o vosso adiantamento; eis o objetivo: vós o atingireis em seguindo as leis que gravei em vossa consciência.”
Em conseqüência de seu livre arbítrio, uns tomam o caminho mais curto, que é o do bem, outros o mais longo, que é o do mau.

7. DEUS não criou o mal: estabeleceu leis, e essas leis são sempre boas, porque ELE é soberanamente bom; aquele que as observasse fielmente seria perfeitamente feliz; mas os Espíritos, tendo seu livre arbítrio, nem sempre as observavam, e o mal resultou, para eles, de sua desobediência. Pode-se, pois, dizer que o bem é tudo o que está conforme a lei de DEUS e o mal tudo o que é contrário a essa mesma lei.

(continua amanhã)

A BENÇÃO JOÃO DE DEUS - Padre Zezinho

quinta-feira, 2 de abril de 2009

PENSAMENTO DO DIA



Pensamento do dia
02 de Abril de 2009


"Há um modo de ouvir elevado: manter atenção confiante e receptiva ao nosso mundo interior."

Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA

VIVA com simplicidade.

Por que complicar as coisas?

Você acabará atrapalhando sua própria vida, porque as complicações nos atrasam.

Seja simples e eficaz.

A simplicidade olha a natureza sem colocar óculos.

Quando puder resolver as coisas sem complicá-las, faça-o em seu próprio beneficio.

Busque na simplicidade a solução de todos os seus problemas.

HISTÓRICO DO ESPIRITISMO

HISTÓRICO DO ESPIRITISMO

COMO MORAL: ele é essencialmente cristão, porque a que ele ensina não é senão o desenvolvimento e a aplicação da do CRISTO, a mais pura de todas e cuja superioridade não é contestada por ninguém, prova evidente de que ela está na lei de DEUS; ora, a moral é para o uso de todo o mundo.

O Espiritismo, sendo independente de toda forma de culto, não prescreve nenhum deles, e não se ocupa de dogmas particulares, não é uma religião especial, porque não tem nem seus sacerdotes e nem seus templos. Aqueles que lhe perguntam se fazem bem seguir tal ou tal prática, ele responde: Se credes vossa consciência induzida a fazê-lo, fazei-o: DEUS tem sempre em conta a intenção. Em uma palavra, ele não se impõe a ninguém; não se dirige àqueles que têm a fé, e a quem esta fé basta, mas à numerosa categoria dos incertos e dos incrédulos; ele não os arrebata da igreja, uma vez que dela estão separados moralmente no todo ou em parte; é-lhes necessário fazer três quartas partes do caminho para nela entrarem; cabe a ela fazer o resto.

O Espiritismo combate, é verdade, certas crenças tais como a eternidade das penas, o fogo material do inferno, a personalidade do diabo, etc.; mas não é certo que essas crenças, impostas como absolutas, em todos os tempos fizeram incrédulos e o fazem todos os dias? Se o Espiritismo, dando a esses dogmas e da alguns outros, uma interpretação racional, conduz à fé aqueles que dela desertaram, na presta serviço à religião? Também um venerável eclesiástico dizia a esse respeito: “O Espiritismo faz crer em alguma coisa; ora, é melhor crer em alguma coisa que nada crer de tudo.”

Os Espíritos, não sendo outros que as almas, não se pode negar os Espíritos sem negar a alma. Admitindo-se a alma, ou os Espíritos, a questão, reduzida à sua mais simples expressão, é esta: As almas daqueles que morreram podem se comunicar com os vivos? O Espiritismo prova a afirmativa por fatos materiais; que prova se pode dar de que isso não seja possível? Se isso for, todas as negações do mundo não impedirão que isso seja, porque não é nem um sistema, nem uma teoria, mas uma lei da Natureza; ora, contras as leis da Natureza, a vontade do homem é impotente; é necessário, por bem ou por mal, aceitar-lhes as conseqüências, e a elas conformar suas crenças e seus hábitos.

F I M

(Trecho extraído do livro O QUE É O ESPIRITISMO de Allan Kardec

OLHOS DO MEDO - Padre Zezinho

quarta-feira, 1 de abril de 2009

PENSAMENTO DO DIA

Pensamento do dia
01 de Abril de 2009


"Ao nos coligarmos com o silêncio, cessa a própria luta pelo controle da palavra."
Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA
NEM tudo o que nos aborrece e faz sofrer é, forçosamente, um mal.
Quando os irmãos de José o venderam, o que parecia um mal tornou-se maravilhoso bem, pois, lhe deram oportunidade de chegar a ser governador do Egito.
Tenha confiança no Pai, que sabe extrair o bem daquilo que nos parece um mal.
Não se desespere.
Confie e siga à frente!

HISTÓRICO DO ESPIRITISMO

HISTÓRICO DO ESPIRITISMO
Sétima Parte

Pelos fatos e pela sua lógica, o Espiritismo vem dissipar a ansiedade da dúvida, e conduzir à fé aqueles que dela se afastaram; em nos revelando a existência do mundo invisível que nos cerca, e no meio do qual vivemos sem disso nos dar conta, as condições de nossa felicidade ou de nossa infelicidade futuras; explica-nos a causa de nossos sofrimentos neste mundo e o meio de abrandá-los. Sua propagação terá efeitos inevitáveis a destruição das doutrinas materialistas que não podem resistir à evidência. O Homem, convencido da grandeza e da importância de sua existência futura, que é eterna, compara-a a incerteza da vida terrestre, que é tão curta, e se eleva, pelo pensamento, acima das mesquinhas considerações humanas; conhecendo a causa e o objetivo de suas misérias, suporta-as com paciência e resignação, porque sabe que elas são um meio para chegar a um estado melhor. O exemplo daqueles que vêm de além-túmulo descrever suas alegrias e suas dores, em provando a realidade da vida futura, ao mesmo tempo, prova que a justiça de DEUS não deixa nenhum vício sem punição, nem nenhuma virtude sem recompensa. Acrescentemos, enfim, as comunicações com os seres queridos, que já partiram, que proporcionam uma doce consolação provando não somente que eles existem, mas que se está menos separado do que se estivessem vivos e num país estrangeiro.

EM RESUMO, o Espiritismo abranda a amargura dos desgostos da vida; os desesperos e as agitações da alma, dissipa as incertezas ou os terrores do futuro, detém o pensamento de abreviar a vida por suicídio; por isso mesmo, torna felizes aqueles que nele penetram, e aí está o grande segredo de sua rápida propagação.

DO PONTO DE VISTA RELIGIOSO, o Espiritismo tem por base as verdades fundamentais de todas as religiões: DEUS, a alma, a imortalidade, as penas e as recompensas futuras; mas ele é independente de todo culto particular. Seu objetivo é provar, àqueles que negam ou que duvidam, que a alma existe, que ela sobrevive ao corpo; que Lea suporta, depois da morte, as conseqüências do bem e do mal que fez durante a vida corpórea; ora isto é de todas as religiões.

COMO CRENÇA NOS ESPÍRITOS, é igualmente de todas as religiões, do mesmo modo que é de todos os povos, uma vez que, por toda parte que haja homens, há almas ou Espíritos, que as manifestações são de todos os tempos, e que o relato se encontra em todas as religiões sem exceções. Pode-se, pois, ser católico, grego ou romano, protestante, judeu ou muçulmano, e crer nas manifestações dos Espíritos, e, por conseqüência, ser Espírita; a prova é que o Espiritismo tem adeptos em todas as seitas.

(continua amanhã)

PARA QUE EU SAIBA PERDOAR - Padre Zezinho

terça-feira, 31 de março de 2009

PENSAMENTO DO DIA

Pensamento do dia
31 de Março de 2009

"A vida de oração brota do silêncio, o amor brota do silêncio, a sabedoria brota do silêncio."
Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA

NÃO duvide do poder da bondade, embora pareça que tudo está contra você.
Um coração com DEUS representa maioria, contra toda uma multidão desvairada.
A bondade praticada em todos os momentos é uma sementeira que nos garantirá colheitas de felicidade e paz.
Só quem planta bondade encontra dentro de si força de viver com DEUS.
Use, então, sem restrições, a bondade de seu coração.

HISTÓRICO DO ESPIRITISMO

HISTÓRICO DO ESPIRITISMO
Sexta Parte

O Espiritismo, todavia, não é uma descoberta moderna; os fatos e os princípios sobre os quais repousam, pedem-se na noite dos tempos, porque se lhes encontram os traços nas crenças de todos os povos, em todas religiões, na maioria dos escritos sagrados e profanos; somente os fatos, incompletamente observados, freqüentemente foram interpretados segundo as idéias supersticiosas da ignorância, e não lhes foram deduzidas todas as conseqüências.

Com efeito, o Espiritismo está fundado sobre a existência de Espíritos, mas os Espíritos, não sendo outros que as almas dos homens, desde que há homens há Espíritos; o Espiritismo não os descobriu, nem os inventou. Se as Almas ou Espíritos podem se manifestar aos vivos, é porque isso está na Natureza, e desde então devem fazê-lo de todos os tempos; também de todos os tempos, e pop toda parte, encontram-se as provas dessas manifestações, que são muitas, sobretudo nos relatos bíblicos.

O que é moderno é a explicação lógica dos fatos, o conhecimento mais completo da natureza dos Espíritos, de seu papel e de seu modo de ação, a revelação de nosso estado futuro, enfim sua constituição de corpo, de ciência e de doutrina e suas diversas aplicações. Os Antigos conheciam o princípio, os Modernos conhecem os detalhes. Na antigüidade, o estudo desses fenômenos era o privilégio de certas castas, que os revelavam senão aos iniciados nos seus mistérios; na idade média, aqueles que deles se ocupavam ostensivamente eram olhados como feiticeiros e queimados; mas hoje não há mistérios para ninguém, não se queima mais ninguém, tudo se passa à luz do dia, e todo mundo está em condições de se esclarecer e de praticar, porque os médiuns se encontram por toda parte.

A própria doutrina que os Espíritos ensinam hoje, nada tem de nova; se a encontra, por fragmentos, na maioria dos filósofos da Índia, do Egito e da Grécia, e toda inteira no ensinamento de CRISTO. Que vem, pois, fazer o Espiritismo? Ele vem confirmar por novos testemunhos, demonstrar por fatos, verdades desconhecidas ou mal compreendidas, restabelecer, em seu verdadeiro sentido, aqueles que foram mal interpretadas.

O Espiritismo nada ensina de novo, é verdade; mas é nada provar, de maneira patente, irrecusável, a existência da alma, sua sobrevivência ao corpo, sua individualidade depois da morte, sua imortalidade, as penas e as recompensas? Quantas pessoas crêem nessas coisas, mas nela crêem com vago preconceito de incerteza, e se dizem eu seu foro intimo: “Se, todavia, isso não o for!” Quantos foram conduzidos à incredulidade porque se lhes apresentou o futuro sob um aspecto que sua razão não podia admitir! Não é, pois, nada para o crente vacilante poder dizer-se “Agora estou seguro!” Para o cego rever a luz!

(continua amanhã)

PARA QUE EU SAIBA PERDOAR

segunda-feira, 30 de março de 2009

PENSAMENTO DO DIA

Pensamento do dia
30 de Março de 2009


"Nosso ser interior está eternamente no silêncio. Precisamos, apenas, aprender a escutá-lo."

Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA
NÃO esqueça de que somos o reflexo daquilo que pensamos.
O pensamento plasma nossa vida de amanhã.
Aproveite, portanto, o momento que passa, a fim de construir um amanhã risonho.
Plante em torno de você as sementes do otimismo e bondade, para que possa colher
amanhã os frutos do amor e da felicidade.
Se somos escravos do ontem, somos donos de nosso amanhã.

CRÔNICA SEMANAL

CRESCER

É ser cada dia um pouco de nós mesmos.
É dar espontaneamente, sem cobrar inconscientemente.
É aprender a ser feliz de dentro para fora.
É buscar no próximo um meio de nos prolongarmos
É sentir a vida na natureza.
É entender a morte como coisa natural da vida.
É conseguir a calma na hora do caos.
É ter sempre uma arma para lutar e uma razão para ir em frente.
É saber à hora exata de parar e buscar um algo novo.
É não devanear sobre o passado, mas trabalhar em cima dele para o futuro.
É reconhecer nossos erros e valorizar nossas virtudes.
É conseguir nossa liberdade com equilíbrio, para não sermos libertinos.
É saber que nada nem ninguém é totalmente bom ou mau.
É exigir dos outros apenas o que damos a eles.
É realizar algo edificante.
É ter responsabilidade por nossos atos e por suas conseqüências.
É entender que temos o espaço de uma vida inteira para crescer.
É nos amar para que possamos amar os outros como a nós mesmos.
É assumir que nunca seremos grandes, mas que o importante é estarmos sempre em crescimento.

TEREZA CRUZ

HISTÓRICO DO ESPIRITISMO

HISTÓRICO DO ESPIRITISMO
Quinta Parte

Os Espíritos se comunicam geralmente com prazer, e para eles é uma satisfação ver que não foram esquecidos; descrevem voluntariamente suas impressões em deixando a Terra, sua nova situação, a natureza de suas alegrias e de seus sofrimentos no mundo dos Espíritos onde se encontram; uns são muito felizes, outros infelizes, alguns mesmo suportam tormentos terríveis, segundo a maneira pela qual viveram, e o emprego bom ou mau, útil ou inútil que fizeram da vida. Em os observando em todas as fases de sua nova existência, segundo a posição que ocuparam na Terra, seu gênero de morte, seu caráter e seus hábitos como homens, chega-se a um conhecimento senão completo, pelo menos bastante preciso, do mundo invisível, para se dar conta do nosso estado futuro e pressentir a sorte feliz ou infeliz que ali nos espera.

As instruções dadas pelos Espíritos de uma ordem elevada, sobre todos os assuntos que interessam à Humanidade, as respostas que deram às perguntas que lhes foram propostas, tendo sido recolhidas e coordenadas com cuidado, constituem toda uma ciência, toda uma doutrina moral e filosófica sob o nome de Espiritismo. O Espiritismo é, pois, a doutrina fundada sobre a existência, as manifestações e o ensinamento dos Espíritos. Essa doutrina se acha exposta, de maneira completa, em O Livro dos Espíritos para a parte filosófica, em o Livro dos Médiuns para a parte prática e experimental, e em O Evangelho Segundo o Espiritismo para a parte moral. Pode-se julgar, pela análise que damos adiante dessas obras, da variedade, da extensão e da importância das matérias que elas abarcam.

Assim como se viu, O Espiritismo teve seu ponto de partida no fenômeno vulgar das Mesas Girantes; mas como esses fatos falam mais aos olhos que à inteligência, que despertam mais curiosidade que sentimento, a curiosidade satisfeita, se tem tanto menos interesse neles quanto não se os compreenda. Não ocorreu o mesmo quando a teoria veio explicar-lhes a causa; quando, sobretudo, viu-se que dessas Mesas Girantes, com as quais se divertiu por um instante; saiu toda uma doutrina moral falando à alma, dissipando as angústias da dúvida, satisfazendo a todas as aspirações deixadas no vago por um ensinamento incompleto sobre o futuro da Humanidade, as pessoas sérias acolheram a nova doutrina como um benefício e, desde então, longe de declinar, ela cresce com uma rapidez incrível; no espaço de alguns anos, ela reuniu, em todos os países do mundo, e, sobretudo, entre as pessoas esclarecidas, inumeráveis partidários que aumentam todos os dias numa proporção extraordinária, de tal sorte que, hoje, pode-se dizer que o Espiritismo conquistou direito de cidadania; e está assentado sobre bases que desafiam os esforços de seus adversários mais ou menos interessados em combatê-lo, e a prova disso é que os ataques e críticas não afrouxaram sua marcha um só instante: este é um fato adquirido pela experiência, e do qual os opositores jamais puderam dar razão; os Espíritas dizem, muito simplesmente, que se ele se propaga apesar das críticas, é que se acha bom e que se prefere seu raciocínio ao dos contraditores.

(continua amanhã)



MARIA DE NAZARÉ - Padre Zezinho

domingo, 29 de março de 2009

PENSAMENTO DO DIA

PENSAMENTO DO
DIA 29 DE MARÇO DE 2009

A razão conduz inexoravelmente a DEUS, e o milagre nem tira nem acrescenta alguma coisa à suprema verdade de sua existência.
Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA
VOCÊ já reparou que é um herói?
O trabalho diário, as conduções difíceis, a luta constante, tudo isso forma de você um herói.
Então, na desanime, porque os heróis superam as dificuldades com alegria.
Jamais se irrite!
Olhe para todos com bons olhos, procurando distribuir a coragem e alegria que habitam em você.
Você é um herói, comporte-se como um herói!

HISTÓRICO DO ESPIRITISMO

HISTÓRICO DO ESPIRITISMO
Quarta Parte

Com a ajuda dos golpes e dos movimentos convencionais, eles puderam exprimir seus pensamentos, mas a escrita lhes oferece o meio completo, o mais rápido e o mais cômodo; também é aquele que eles preferem (1). Pela mesma razão que podem levar a formar caracteres, podem guiar a mão para fazer traçar desenhos, escrever músicas, executar um trecho num instrumento, em uma palavra, na falta de seu próprio corpo, que não tem mais, servem-se do médium para se manifestarem aos homens de maneira sensível.

Os Espíritos ainda podem se manifestar de várias maneiras, entre outras pela visão e pela audição. Certas pessoas, ditas médiuns audientes, têm a faculdade de ouvi-los, e podem assim conversar com eles; outros os vêem: são os médiuns videntes. Os Espíritos que se manifestam à visão, geralmente, apresentam-se sob uma forma análoga à que tinham quando vivos, mais vaporosas; outras vezes, essa forma tem toda as aparências de um ser vivo, ao ponto de iludir completamente, e que algumas vezes, foram tomados por pessoas em carne e osso, com os quais se pôde conversar e trocar apertos de mão, sem desconfiar que se relacionava com Espíritos, de outro modo senão pelo seu desaparecimento súbito.

A visão permanente e geral dos Espíritos é muito rara, mas as aparições individuais são bastante freqüentes, sobretudo no momento da morte; o Espírito liberto parece se apressar para ir rever seus parentes e amigos, como para adverti-los que acaba de deixar a Terra e dizer-lhes que vive sempre.

Que cada um reúna suas lembranças, e ver-se-á quantos fatos desse gênero, dos quais não se dava conta, ocorreram não somente à noite, durante o sono, mas em pleno dia, no estado de vigília mais completo. Outrora se olhava esses fatos como sobrenaturais e maravilhosos, e se os atribuía à magia e à feitiçaria; hoje os incrédulos os colocam à conta da imaginação; mas desde que a ciência espírita deu-lhes a chave, sabe-se como se produzem, e que não saem da ordem de fenômenos naturais.

Crê-se ainda que os Espíritos, pelo único fato de serem Espíritos, devem ter a soberana ciência e a soberana sabedoria; foi um erro que a experiência não tardou a demonstrar. Entre as comunicações dadas pelos Espíritos, há as que são sublimes de profundeza, de eloqüência, de sabedoria, de moral, e não respiram senão a bondade e a benevolência; mas, ao lado disso, há as muito vulgares, levianas, triviais, grosseiras mesmo, e pelas quais o Espírito revela os instintos mais perversos. É, pois, evidente que elas não podem emanar da mesma fonte, e que se há bons Espíritos, há também maus. Os Espíritos, não sendo outra coisa que a alma dos homens, não podem naturalmente tornarem-se perfeitos deixando seu corpo; até que hajam progredido, conservam as imperfeições da vida corpórea; por isso, se os vê em todos os graus de bondade e de maldade, de saber e de ignorância.

(continua amanhã)

ESTOU PENSANDO EM DEUS - Padre Zezinho

sábado, 28 de março de 2009

PENSAMENTO DO DIA

Pensamento do dia
28 de Março de 2009

"A serenidade ajuda-nos a ouvir os outros e a perceber suas necessidades sem lhes impor um modo de ser ou de pensar."
Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA
AJUDE a todos, como desejaria ser ajudado.
Se tem empregados, saiba compreender suas dificuldades, tanto quanto você deseja que eles compreendam as suas.
Coloque-se no lugar deles, e trate-os como você gostaria de ser tratado se ocupasse a posição deles.
Seu empregado é um irmão seu, que está iniciando a sua carreira.
Ajude-o o mais que puder e não se arrependerá.

HISTÓRICO DO ESPIRITISMO

HISTÓRICO DO ESPIRITISMO
Terceira Parte
- Que são esses Espíritos? Que papel desempenham no Universo? Com qual objetivo se comunicaram aos mortais?

Tais são as primeiras perguntas que se tratava de resolver. Soube-se logo, por eles mesmos, que não são seres à parte na criação, mas as próprias almas daqueles que viveram na Terra ou em outros mundos; que essas almas, depois de se despojarem de seu envoltório corporal, povoam e percorrem o espaço. Não mais foi permitido disso duvidar quando se reconheceu, entre eles, seus parentes e seus amigos, com os quais puderam se entreter; quando estes vieram dar a prova de sua existência, demonstrar que não há de morto neles senão o corpo, que sua alma ou Espírito vive sempre, que estão ali, perto de nós, vendo-nos e observando-nos como quando vivos, cercando com sua solicitude aqueles que amaram, e dos quais a lembrança, para eles, é uma doce satisfação.
Faz-se geralmente dos Espíritos uma idéia completamente falsa; eles não são como muitos os figuram, seres abstratos, favos e indefinidos, nem qualquer coisa como um clarão ou uma centelha; são, ao contrário, seres muito reais, tendo sua individualidade e uma forma determinada. Pode-se deles fazer uma idéia aproximada pela explicação seguinte:

Há no homem três coisas essenciais: 1ª a alma ou Espírito, principio inteligente em quem residem o pensamento, a vontade e o senso moral; 2ª o corpo, envoltório material pesado e grosseiro, que coloca o Espírito em relação com o mundo exterior; 3ª o perispírito, envoltório fluídico, leve, servindo de laço e de intermediário entre o Espírito e o corpo. Quando o envoltório exterior está usado e não pode mais funcionar, ele cai e o Espírito dele se despoja como o fruto de sua casca, a árvore de sua crosta; em uma palavra, como se tira uma velha roupa fora de seu uso; é o que se chama a morte.

A morte, portanto, não é outra coisa senão a destruição do grosseiro envoltório do Espírito; só o corpo morre o Espírito não morre. Durante a vida o Espírito está, de alguma sorte, comprimido pelos laços da matéria ao qual está unido; e que, freqüentemente, paralisa suas faculdades; a morte do corpo desembaraça-o de seus laços; dele se liberta e recobra sua liberdade, como a borboleta saindo de sua crisálida; mas não deixa senão o corpo material; conserva o perispirito, que constitui, para ele, uma espécie de corpo etéreo,vaporoso, imponderável pra nós e de forma humana, que parece ser a forma tipo. Em seu estado normal, o perispirito é invisível, mas o Espírito pode fazê-lo sofrer certas modificações que o tornam momentaneamente acessível à visão e mesmo ao toque, como ocorre para o vapor condensado; é assim que podem, algumas vezes, mostrarem-se a nós nas aparições. É com a ajuda do perispirito que o Espírito age sobre a matéria inerte, e produz os diversos fenômenos de ruídos, de movimentos, de escrita, etc. (as pancadas e os movimentos são, para os Espíritos, os meios de atestarem sua presença e chamarem sobre eles, a atenção, absolutamente como quando uma pessoa bate para advertir que há alguém. Há os que não se limitam a ruídos moderados, mas que vão até fazerem um alarido semelhante ao da louça que se quebra, de portas que se abrem, ou de móveis que tombam.

(continua amanhã)


O AMOR - Padre Zezinho

sexta-feira, 27 de março de 2009

PENSAMENTO DO DIA

Pensamento do dia
27 de Março de 2009


"Quando aprofundamos o silêncio, nossa vigilância se aprofunda, e a serenidade se implanta."
Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA

PROCURE compreender o próximo.
Não magoe aqueles que o beneficiaram.
Procure compreender as palavras e ações dos outros, especialmente se o amam.
Não fira a sensibilidade alheia, porque você sabe como sofre, quando fazem isto com você.
Como dói ouvir palavras duras, de ingratidão, proferidas pelos lábios da pessoa a quem amamos!
Não faça isso!
Procure compreender os outros!

HISTÓRICO DO ESPIRITISMO

HISTÓRICO DO ESPIRITISMO
Segunda Parte

Da América, esse fenômeno passou para a França e ao resto da Europa, onde, durante alguns anos, as Mesas Girantes e Falantes foram a moda, e se tornaram o divertimento dos salões; depois, quando delas se usou bastante, foram deixadas de lado, para passar a uma outra distração.
O fenômeno não tardou a se apresentar sob um novo aspecto que a fez sair do domínio da simples curiosidade. Os limites deste resumo não nos permitindo segui-lo em todas as suas fases, passaram, sem outra transição, ao que oferece de mais característico, ao que, sobretudo, fixou a atenção de pessoas sérias.
Dizemos preliminarmente, de passagem, que a realidade do fenômeno encontra numerosos contraditores, uns, sem levar em conta o desinteresse e a honorabilidade dos experimentadores, não viram nele senão um malabarismo, um hábil jogo de escamoteação. Aqueles que não admitem nada fora do mundo da matéria, que não crêem senão no mundo visível, que pensam que tudo morre com o corpo, os materialistas, em uma palavra: aqueles que se qualificam de espíritos fortes, rejeitaram a existência dos Espíritos invisíveis na classe de fábulas absurdas; taxaram de loucos aqueles que levavam a coisa a sério, e os acabrunharam com sarcasmos e zombarias. Outros, não podendo negar os fatos, e sob o império de certa ordem de idéias, atribuíram esses fenômenos à influência exclusiva do diabo, e procuraram, por esse meio, atemorizar os tímidos. Mas hoje o medo do diabo perdeu singularmente seu prestigio; tanto dele se falou, se o pintou de tantos modos que se está familiarizado com essa idéia, e muitos se disseram que era necessário aproveitar a ocasião para ver o que ele é realmente. Disso resultou que, à parte um pequeno número de mulheres tímidas, o anúncio da chegada do verdadeiro diabo tinha alguma coisa de picante para aqueles que não o viram senão em pintura e no teatro; foi para muitas pessoas, um poderoso estimulante: de sorte que aqueles que quiseram, por esse meio, opor uma barreira às idéias novas, foi contra seu objetivo, e tornaram-se, sem o querer, agentes propagadores tanto mais eficazes quanto gritavam mais forte. Os outros críticos não tiveram maior sucesso, porque, aos fatos constatados, aos raciocínios categóricos, não puderam opor senão denegações. Lede o que publicaram. Por toda parte encontrará a prova da ignorância e da falta de observação séria dos fatos, e nenhuma parte uma demonstração peremptória de sua impossibilidade; toda sua argumentação assim se resume “eu não creio,portanto, isso não existe; todos os que crêem são loucos; só nós temos o privilégio da razão e do bom-senso.” O número de adeptos feitos pela crítica séria ou bufa, é incalculável, porque por toda parte não se encontram senão opiniões pessoais, vazias de provas contrárias. Prossigamos nossa exposição.
As comunicações por pancadas eram lentas e incompletas; reconheceu-se que, adaptando-se um lápis a um objeto móvel; cesta prancheta ou outro, sobre o qual se colocavam os dedos, esse objeto se punha em movimento e traçava caracteres. Mais tarde reconheceu-se que esses objetos não eram senão acessórios os quais se podia dispensar; a experiência demonstrou que o Espírito, agindo sobre um corpo inerte para dirigi-lo à vontade poderia agir, do mesmo modo, sobre o braço ou a mão a fim de conduzir o lápis. Teve-se , então, os médiuns escreventes, quer dizer, pessoas escrevendo de modo involuntário sob o impulso de Espíritos, dos quais se achavam assim os instrumentos e os intérpretes. Desde esse momento, as comunicações não tiveram mais limites, e a troca de pensamentos pôde ser feita com tanta rapidez e desenvolvimento quanto entre os vivos. Era um vasto campo aberto à exploração, a descoberta de um mundo novo; o mundo dos invisíveis, como o microscópio descobrira o mundo dos infinitamente pequenos.

(continua amanhã)

SOL NASCENTE - Padre Zezinho

quinta-feira, 26 de março de 2009

PENSAMENTO DO DIA

Pensamento do dia
26 de Março de 2009


"O silêncio é como a luz do sol que nos ilumina, que nos livra dos fantasmas da ignorância."
Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA

LEMBRE-SE que não devemos humilhar qualquer pessoa.
Os erros que os outros cometem hoje, nós podemos cometê-los amanhã.
Não se julgue inatingível nem infalível.
Todos podem falhar.
Trate os outros com tolerância, para que possa reerguê-los, se errarem.
A perfeição não é desta terra.
Não exija dos outros aquilo que você também ainda não pode dar.

HISTÓRICO DO ESPIRITISMO

O ESPIRITISMO
EM SUA MAIS SIMPLES EXPRESSÃO
HISTÓRICO DO ESPIRITSMO
Primeira Parte

Por volta de 1848, a atenção foi chamada, nos Estados Unidos da América, sobre diversos fenômenos estranhos e consistentes em ruídos, pancadas e movimento de objetos sem causa conhecida. Esses fenômenos, freqüentemente, ocorriam espontaneamente, com uma intensidade e uma persistência singulares; mas notou-se também que eles se produziam mais particularmente sob influência de certas pessoas, que se designou sob o nome de médiuns, e que podiam, de alguma sorte, provocá-los à vontade, o que permite repetir as experiências. Serviu-se, sobretudo, para isso de mesas; não que esse objeto seja mais favorável do que um outro, mas unicamente porque é o móvel mais cômodo, e que se senta, mais facilmente e mais naturalmente, ao redor de uma mesa que ao redor de qualquer outro móvel. Obteve-se, dessa maneira, a rotação da mesa, depois movimentos em todos os sentidos, sobressaltos, tombamentos, erguimentos, pancadas com violência, etc. E o fenômeno que foi designado no principio, sob o nome de mesas girantes ou dança das mesas.
Até aí o fenômeno podia perfeitamente se explicar por uma corrente elétrica ou magnética, ou pela ação de um fluido desconhecido, e essa foi mesmo a opinião que se formou a respeito. Mas não tardou a se reconhecer, nesses fenômenos, efeitos inteligentes; assim, o movimento obedecia à vontade; a mesa se dirigia à direita ou à esquerda para uma pessoa designada, e se dirigia ao comando, sobre um ou dois pés, batendo o número de pancadas pedidas, batia o compasso, etc. Desde então ficou evidente que a causa não era puramente física, e segundo esse axioma que se todo efeito tem uma causa, todo efeito inteligente deve ter uma causa inteligente, concluiu-se que a causa desse fenômeno deveria ser uma inteligência.

- Qual era a natureza dessa inteligência?

Ai estava à questão. O primeiro pensamento foi que isso poderia ser um reflexo da inteligência do médium ou dos assistentes, mas a experiência logo lhe demonstrou a impossibilidade, porque obtinham-se coisas completamente fora do pensamento e dos conhecimentos das pessoas presentes, e mesmo em contradição com suas idéias, sua vontade e seu desejo; ele não podia , pois, pertencer senão a um ser invisível. O meu para disso se assegurar era muito simples: tratava=se de entrar em conversação, o que se fez por meio de um número de golpes convencionados significando sim ou não, ou designando as letras do alfabeto, e se teve, dessa maneira, respostas às mais diversas perguntas que se lhe dirigia. E o fenômeno que foi designado sob o nome de Mesas Falantes. Todos os seres que se comunicaram desse modo, interrogados sobre a sua natureza, declararam ser Espíritos e pertencerem a um mundo invisível. Tendo os mesmos efeitos se produzido num grande número de localidades, por intermédio de pessoas diferentes, e sendo, aliás, observado por homens muito sérios e muito esclarecidos, não era possível que se fosse joguete de uma ilusão.

(continua amanhã)


SALMO 22 - Padre Zezinho

quarta-feira, 25 de março de 2009

PENSAMENTO DO DIA

Pensamento do dia
25 de Março de 2009

"Se amamos a verdade, devemos amar o silêncio."
Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA


O minuto que você está vivendo agora é o mais importante de sua vida, onde quer que você esteja.
Preste atenção ao que está fazendo.
O Ontem já lhe fugiu das mãos.
O amanhã ainda não chegou.
Viva o momento presente, porque dele depende todo o seu futuro.
Procure aproveitar ao máximo o momento que está vivendo, tirando todas as vantagens que puder, para seu aperfeiçoamento.

O HOMEM DEPOIS DA MORTE

O HOMEM DEPOIS DA MORTE
Parte VI

Além das penas espirituais, há penas e provas materiais que o Espírito, que não está depurado, suporta nas novas encarnações, onde é colocado numa posição para suportar o que fez os outros suportarem: ser humilhado, se foi orgulhoso; miserável, se foi mau rico; infeliz por seu filho, se foi mau filho, etc. A Terra , como dissemos, é um lugar de exílio e de expiação, um purgatório, para os Espíritos dessa natureza, e no qual depende de cada um não retornar, melhorando-se bastante para merecer ir a um mundo melhor.

- A prece é útil para as Almas sofredoras?

A prece é recomendada por todos os bons Espíritos: por outro lado, ela é pedida pelos Espíritos imperfeitos como um meio de aliviar seus sofrimentos. A alma pela qual se ora experimenta alívio, porque é um testemunho de interesse e o infeliz e sempre aliviado quando encontra corações caridosos que se compadecem de suas dores. Por outro lado, ainda pela prece, estimula-se ao arrependimento e ao desejo de fazer o que é preciso para ser feliz; é nesse sentido que se pode abreviar a sua pena se, por sua vez, ela secunda pela sua vontade.

- Em que consistem os gozos das almas felizes? Elas ficam em eterna contemplação?

A justiça quer que a recompensa seja proporcional ao mérito, como a punição à gravidade das faltas; há, portanto, graus infinitos nos gozos da alma, desde o instante em que ela entra no caminho do bem, até que atinja a perfeição.
A felicidade dos bons Espíritos consiste em conhecer todas as coisas, não ter nem ódio, nem ciúme, nem inveja, nem ambição, nem alguma das paixões que fazem a infelicidade dos homens. O amor que as une é, para elas, a fonte de uma suprema felicidade. Elas não experimentam nem as necessidades, nem os sofrimentos, nem as angústias da vida material. Um estado de contemplação perpétua seria uma felicidade estúpida e monótona, própria do egoísta, uma vez que sua existência seria uma inutilidade sem limites. A vida espiritual, ao contrário, é uma atividade incessante pelas missões que os Espíritos recebem do ser supremo, como sendo seus agentes no governo do Universo; missões que são proporcionais ao seu adiantamento e das quais são felizes, porque lhes fornecem ocasiões de se tornarem úteis e de fazerem o bem.

NOTA: convidamos os adversários do Espiritismo e aqueles que não admitem a reencarnação, a darem aos problemas acima uma solução mais lógica, por qualquer outro princípio que o da pluralidade das existências.

FIM

(Trecho extraído do livro “O QUE É O ESPIRITISMO” de Allan
Kardec)

QUANDO JESUS PASSAR - Padre Zezinho

terça-feira, 24 de março de 2009

PENSAMENTO DO DIA

Pensamento do dia
24 de Março de 2009

"A vida de oração nos leva à experiência de que todos os fatos são parte de uma harmoniosa melodia cósmica."
Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA

TENHA coragem em todas as circunstâncias da vida.
Por piores que lhe pareçam as dificuldades, tenha a certeza de que pode superá-las com a persistência e a força que provêm de seu íntimo.
DEUS está dentro de cada um de nós, pronto a dar-nos energia e vigor, ânimo e incentivo.
Confie na bondade do Pai, que jamais desampara nenhum de seus filhos.

O HOMEM DEPOIS DA MORTE

O HOMEM DEPOIS DA MORTE
5ª Parte

- Qual é, na vida futura a sorte das crianças que morrem em tenra idade?

Essa questão é uma das que provam melhor a justiça e a necessidade da pluralidade das existências. Uma alma que não tivesse vivido senão alguns instantes, não tendo feito nem o bem nem o mal, não mereceria nem recompensa nem punição. Segundo a máxima do CRISTO, de que cada um é punido ou recompensado segundo suas obras, seria, tanto ilógico como contrário à justiça de DEUS admitir-se que, sem trabalho, ela fosse chamada a gozar da felicidade dos anjos, ou que pudesse disso ser privada, e, todavia, ela deve ter uma sorte qualquer; um estado misto, pela eternidade, seria também injusto. Interrompida uma existência desde o seu principio, não podendo ter, pois, nenhuma conseqüência para a alma, sua sorte atual é a que merecia na sua precedente existência, e sua sorte futura aquela que merecerá nas suas existências ulteriores.

- As almas têm ocupações na outra vida? Ocupam-se de outras coisas além das suas alegrias ou seus sofrimentos?

Se as almas não se ocupassem senão de si mesmas durante a eternidade, isso seria egoísmo, e DEUS, que condena o egoísmo, não aprovaria na vida espiritual o que pune na vida corporal. As almas ou Espíritos têm ocupações de acordo com seu grau de adiantamento, ao mesmo tempo que procuram se instruírem e melhorarem.

- Em que consistem os sofrimentos da alma depois da morte? As almas culpadas são torturadas nas chamas materiais?

A Igreja, hoje, reconhece perfeitamente que o fogo do inferno é um fogo moral e não um fogo material, todavia, não define a natureza dos sofrimentos. As comunicações espíritas os colocam sob nossos olhos; por esse meio, nós podemos apreciá-los e nos convencer de que, por não ser o resultado de um fogo material, que não poderia queimar, com efeito, almas imateriais, eles não menos terríveis em certos casos. Essas penas não são uniformes e variam ao infinito, segundo a natureza e o grau das faltas cometidas, e são, quase sempre, essas próprias faltas que servem ao castigo. È assim que certos homicidas são constrangidos a permanecerem sobre o lugar do crime e a ter, sem cessar, suas vitimas sob seus olhos; que o homem de gostos sensuais e materiais conservas esses mesmos gostos, mas a impossibilidade de os satisfazer materialmente é para ele uma tortura; que certos avarentos crêem sofre o frio e as privações que suportaram durante a vida por avareza; outros permanecem perto dos tesouros que enterraram e estão em transe perpetuo pelo medo que os roubem; em uma palavra, não há uma falta, uma imperfeição moral, uma ação má que não tenha no mundo dos Espíritos, sua contrapartida e suas conseqüências naturais; e, para isso não há necessidade de um lugar determinado e circunscrito; por toda parte em que se encontre, o Espírito perverso carrega seu inferno consigo.

(Continua amanhã)

PAI NOSSO - Padre Zezinho

segunda-feira, 23 de março de 2009

PENSAMENTO DO DIA

Pensamento do dia
23 de Março de 2009


"A vida de oração fortalece o ser e o ajuda a não mais temer os perigos deste mundo."
Anônimo

MINUTO DE SABEDORIAS

MINUTO DE SABEDORIA

PARA você subir na vida, dois degraus existem de suma importância.
São representados por dois verbos: AMAR E SERVIR.
Jamais desanime na escalada dos valores da alma, e procure em todas as circunstâncias AMAR e SERVIR a todos e a tudo, para ajudar o máximo o progresso do planeta que o recebe tão generosamente, auxiliando-lhe a evolução.

O HOMEM DEPOIS DA MORTE

O HOMEM DEPOIS DA MORTE
4ª Parte

- Qual é, na outra vida, o estado intelectual e moral da alma da criança morta em tenra idade? Suas faculdades estão na infância, como durante a vida?

O desenvolvimento incompleto dos órgãos da criança não permitia ao Espírito se manifestar completamente; liberto desse envoltório, suas faculdades são as que tinha antes da sua encarnação. O Espírito não tendo passado senão alguns instantes na vida, suas faculdades não puderam se modificar.

NOTA: Nas comunicações Espíritas, o Espírito de uma criança pode, pois, falar como de um adulto, porque pode ser um espírito muito avançado. Se toma, algumas vezes, a linguagem infantil é para não tirar da mãe o encanto de um ser frágil e delicado, e enfeitado com as graças da inocência.

A mesma pergunta podendo ser feita sobre o estado intelectual da alma dos cretinos, dos idiotas e dos loucos, depois da morte, encontra uma solução na precedente.

- Que diferença há, depois da morte, entre a alma do sábio e do ignorante, do selvagem e do homem civilizado?

A mesma diferença, aproximadamente, que existe entre eles durante a vida, porque a entrada no mundo dos Espíritos não dá à alma todos os conhecimentos que lhe faltavam sobre a Terra.

- As almas progridem intelectual e moralmente, depois da morte?

- Elas progridem mais ou menos segundo sua vontade, e algumas progridem muito, mas têm necessidade de porem em prática, durante a vida corporal, o que adquiriram em ciência e em moralidade. Aquelas que estão estacionárias retomam uma existência análoga à que deixaram; as que progrediram merecem uma encarnação de uma ordem mais elevada.
O progresso, sendo proporcional à vontade do Espírito, há os que conservam por longo tempo os gostos e as tendências que tinham durante a vida, e que perseguem as mesmas idéias.

- A sorte do homem, na vida futura, é irrevogavelmente fixada depois da morte?

A fixação irrevogável do homem depois da morte seria a negação absoluta da justiça e da bondade de DEUS, porque há muitos que não dependeram de si mesmos para se esclarecerem suficientemente, sem falar dos idiotas, dos cretinos e dos selvagens, e das inumeráveis crianças que morrem antes de terem entrevisto a vida. Mesmo entre as pessoas esclarecidas, há muitas que puderam crer-se bastante perfeitas para estarem dispensadas de fazer mais, e isso não é uma prova manifesta que DEUS dá da sua bondade, permitindo ao homem fazer no dia seguinte o que não fez na véspera? Se a sorte está irrevogavelmente fixada, por que os homens morrem em idades tão diferentes, e por que DEUS, na sua justiça, não deixa a todos o tempo para fazerem o maior bem possível ou reparar o mal que fizeram? Quem sabe se o culpado que morreu aos trinta anos, não estaria arrependido, não teria se tornado um homem de bem, se vivesse até os sessenta anos? Porque DEUS lhes tira esse meio enquanto dá a outros? Só o fato da diversidade da vida, e do estado moral da grande maioria dos homens, prova a impossibilidade, se admitimos a justiça de DEUS, de que a sorte da alma seja irrevogavelmente fixada depois da morte.

(continua amanhã)

POR UM PEDAÇO DE PÃO - Padre Zezinho

domingo, 22 de março de 2009

PENSAMENTO DO DIA

Pensamento do dia
22 de Março de 2009

"O reconhecimento das realidades espirituais leva-nos à transcendência das dificuldades que se apresentam numa vida exteriorizada."
Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA

INTERPRETE corretamente a frase de Juvenal: mente sã – corpo são.
Não é a mente que depende da saúde do corpo.
Ao contrário, é o corpo sadio que depende da mente saia.
Quando o Espírito está perfeitamente equilibrado, não há enfermidades que nos ataquem.
Cuide se sua mente, para que a saúde se reflita em todo o seu corpo.

O HOMEM DEPOIS DA MORTE FÍSICA

O HOMEM DEPOIS DA MORTE
3ª Parte

- O Gênero da morte influi sobre o estado da alma?

O estado da alma varia consideravelmente segundo o gênero de morte, mas, sobretudo, segundo a dos hábitos que teve durante a vida. Na morte natural, o desligamento se opera gradualmente e sem abalo; freqüentemente, ele começa mesmo antes que a vida se extinga. Na morte violenta por suplicio, suicídio ou acidente, os laços se rompem bruscamente; o Espírito, surpreendido pelo imprevisto, fica como atordoado pela mudança que nele se opera e não compreende sua situação. Um fenômeno mais ou menos constante, em semelhante caso, é a persuasão em que se acha de não estar morto, e essa ilusão pode durar vários meses e mesmo vários anos. Nesse estado, vai, vem e crê aplicar-se aos seus trabalhos, como se fosse ainda deste mundo, muito espantado porque não respondem quando ele fala. Essa ilusão não é exclusivamente dos casos de mortes violentas; é encontrada nos indivíduos cuja vida foi absorvida pelos gozos e interesses materiais.

- Aonde a alma vai depois de ter deixado o corpo?

Ela não se perde na imensidade do infinito, como geralmente se figura; ela erra no espaço e, o mais freqüentemente, no meio daqueles que conheceu, e sobretudo daqueles que amou, podendo se transportar instantaneamente a distâncias imensas.

- A alma conserva as afeições que tinha sobre a Terra?


Ela conserva todas as afeições morais; não esquece senão as afeições materiais que não são mais da sua essência. Por isso, vem com alegria rever seus parentes e seus amigos, e é feliz por dela se lembrarem.

- A alma conserva a lembrança do que fez sobre a Terra? Interessa-se pelos trabalhos que deixou inacabados?

Isso depende de sua elevação e da natureza dos seus trabalhos. Os Espíritos desmaterializados pouco se preocupam com as coisas materiais, das quais são felizes de estarem livres. Quanto aos trabalhos que começaram, segundo a sua importância e a sua utilidade, eles inspiram, algumas vezes a outros o pensamento de terminá-los.

- A alma reencontra no mundo dos Espíritos os parentes e amigos que a precederam?

Não somente os reencontra, mas reencontra aí muitos outros que havia conhecido nas suas precedentes existências. Geralmente, aqueles que por ela mais se afeiçoaram vêm recebê-la na sua chegada ao Mundo dos Espíritos, e a ajudam a se libertar dos laços terrestres. Entretanto, a privação do reencontro com as almas mais queridas, algumas vezes, é uma punição para as almas culpadas.

(continua amanhã)

CONFIA NO SENHOR - Padre Zezinho

sábado, 21 de março de 2009

PENSAMENTO DO DIA

PENSAMENTO DO DIA
21 DE MARÇO DE 2009

A nossa Alma é eterna, assim como os nossos atos.
Pensemos muito antes de agir, pois, os bons atos são LEVES e os maus muito PESADOS.

Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA

QUANDO der uma esmola, não anuncie a todos.
“Não saiba sua mão direita o que fez a esquerda”.
Ajude sem alarde, para não humilhar aquele a quem sua generosidade ajudou.
Respeite o próximo e ajude sempre, mas em silencio, porque o PAI, que vê no segredo, o recompensará
muito mais do que o reconhecimento público que tiverem seus atos.

O HOMEM DEPOIS DA MORTE

O HOMEM DEPOIS DA MORTE
2ª Parte

- A alma que deixou o corpo, vê DEUS?

As faculdades perceptivas da alma são proporcionais à sua depuração; não é dado senão às almas de elite gozar da presença de Deus.

- Se DEUS está por toda parte, porque todos os Espíritos não podem vê-lo?

DEUS está por toda parte porque Ele irradia por toda parte, e pode-se dizer que o Universo está mergulhado na divindade, como nós estamos mergulhados na luz solar. Mas os Espíritos atrasados são rodeados de uma espécie de neblina que o oculta aos seus olhos, e não se dissipa senão à medida que eles se depuram e se desmaterializam. Os Espíritos inferiores são, pela vista, com relação à DEUS, o que os encarnados são com relação aos Espíritos: verdadeiros cegos.

- Depois da morte, a alma tem consciência de sua individualidade? Como a constata e como podemos constatá-la?

Se as almas não tivessem mais individualidade depois da morte, seria para elas, e para nós, como se não existissem, e as conseqüências morais seriam exatamente as mesmas. Elas não teriam nenhum caráter distintivo, e a do criminoso estaria no mesmo plano da do homem de bem, do que resultaria que não se teria nenhum interesse em fazer o bem.
A individualidade da alma foi posta a descoberto de uma maneira, por assim dizer, material, nas manifestações espíritas, pela linguagem e as qualidades próprias de cada uma; uma vez que elas pensam e agem de uma maneira diferente, que umas são boas e outras más, umas sábias e outras ignorantes, umas querem o que as outras não querem, isso é uma prova evidente de que elas não estão confundidas num todo homogêneo, sem falar das provas patentes que nos dão de terem animado tal ou tal individuo sobre a Terra. Graças ao Espiritismo experimental, a individualidade da alma não é mais uma coisa vaga, porém um resultado da observação.
A própria alma constata sua individualidade, porque tem pensamento e vontade próprios, distintos das outras; ela a constata, ainda, pelo seu envoltório fluídico ou perispírito, espécie de corpo limitado que faz dela um ser a parte.

NOTA: Certas pessoas crêem fugir à censura de materialismo admitindo um principio inteligente universal do qual observemos uma parte ao nascer, o que constitui a alma, para devolvê-la depois da morte à massa comum onde ela se confunde como as gotas d’água no Oceano. Esse sistema, espécie de transação, não merece o nome de espiritualismo, porque é tão desesperador quanto o materialismo; o reservatório comum do todo universo equivaleria ao nada, uma vez que aí não haveria mais individualidades.

(Continua amanhã)

ILUMINA, ILUMINA - Padre Zezinho

sexta-feira, 20 de março de 2009

PENSAMENTO DO DIA

Pensamento do dia
20 de Março de 2009


"É a identificação com a vida material que cria a ilusão de que o mundo interior é distante."
Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA

LEVANTEM todos aqueles que estiverem caídos em seu redor.
Você não sabe onde seus pés tropeçarão.
Estas palavras de André Luiz nos alertam quanto ao dever de ajudar a todos os que caem, não só física, como moralmente.
Não critique quem cair.
Ajude-o a ergue-se, tal como você gostaria que fizessem com você, se estivesse no mesmo caso.

O HOMEM DEPOIS DA MORTE

O HOMEM DEPOIS DA MORTE
1ª Parte

- Como se opera a separação da alma e do corpo? Opera-se brusca ou gradualmente?

A liberação se opera gradualmente e com uma lentidão variável, segundo os indivíduos e as circunstâncias da morte. Os laços que unem a alma ao corpo não se rompem senão pouco a pouco, e tanto menos rapidamente quanto a vida foi mais material e mais sensual (O Livro dos Espíritos nº 155)

- Qual é a situação da alma imediatamente após a morte do corpo? Ela tem, instantaneamente, a consciência de si mesma? Em uma palavra, o que ela vê? O que sente?

No momento da morte, primeiro tudo é confuso; a alma precisa de algum tempo para se reconhecer, porque está meio atordoada, e no estado de um homem saindo de sono profundo e que procura inteirar-se da sua situação. A lucidez das idéias e a memória do passado lhe retornam à medida que se desfaz a influência da matéria da qual acaba de se libertar, e que se dissipa a espécie de bruma que obscurece seus pensamentos.
A duração da perturbação que se segue à morte é muito variável: pode ser de algumas horas somente, como de vários dias, de vários meses e mesmo de vários anos. Ela é menos longa naqueles que, durante a vida, se identificaram com seu estado futuro, porque compreendem imediatamente sua situação; é tanto mais longa quanto o homem tenha vivido mais materialmente.
As sensações que a alma experimenta nesse momento são também muito variáveis; a perturbação que segue a morte nada tem de penosa para o homem de bem; ela é calma e em tudo semelhante a sensação que acompanha um despertar tranqüilo. Para aquele cuja consciência não é pura e que está mais preso à vida corporal que à espiritual, ela é cheia de ansiedade e de angústias que aumentam à medida que ela se reconhece; porque então ela está tomada de medo e de uma espécie de terror em presença daquilo que vê, e sobretudo daquilo que entrevê.
A sensação que se poderia chamar física é a de um grande alivio e de um imenso bem-estar; sente-se como livre de um fardo, e se está muito feliz por não sentir mais as dores corporais que se sentia poucos instantes de se sentir livre, desligado e alerta como quem viesse a ser libertado de pesadas correntes.
Na sua nova situação, a alma vê e ouve o que via e ouvia antes da morte, mas vê e ouve outras coisas que escapam à grosseria dos órgãos corporais; ela tem sensações e percepções que nos são desconhecidas (Revista Espírita, 1859, pág. 224: Morte de um espírita, 1860, pág. 332: O sonho do Espírito, 1862, pág. 129 e 171: Funerais de M. Sanson)
NOTA: estas respostas, e todas aquelas relativas à situação da alma depois da morte ou durante a vida, não são o resultado de uma teoria ou de um sistema, mas de estudos diretos feitos sobre milhares de indivíduos observados em todas as fases e em todos os períodos da sua existência espiritual, desde o mais baixo até o mais alto grau da escala, segundo seus hábitos durante a vida terrestre, o gênero de morte, etc.

Diz-se, freqüentemente, falando da vida espiritual, que não se sabe o que lá se passa porque pessoa alguma dela retornou; é um erro, uma vez que são precisamente os que lá se encontram que vem dela nos instruir,e DEUS o permite hoje mais que em nenhuma outra época, como última advertência dada à incredulidade e ao materialismo.

(continua amanhã)

CANTIGA DO MATRIMÔNIO - Padre Zezinho

quinta-feira, 19 de março de 2009

PENSAMENTO DO DIA

Pensamento do dia
19 de Março de 2009


"Estar desperto no sonho e sonhar quando desperto, mantendo assim a consciência em permanente vigília, eis como orar continuamente."
Anônimo

O MEDO DA MORTE

O MEDO DA MORTE
2ª Parte

Compreensivo, pois, que nos prepararmos superando temores, inquietações e enganos, afim que, ao chegar a nossa hora, estejamos habilitados a um retorno equilibrado e feliz.
O primeiro passo neste sentido é o de tirar da morte o aspecto fúnebre, mórbido, temido e sobrenatural. Há acondicionamentos milenares neste sentido.
Existem pessoas que, simplesmente, se recusam a conceber o falecimento de um familiar, ou o seu próprio, transferindo o assunto para um futuro remoto. Por isso se desajustam quando chega o tempo da separação.

“Onde está oh morte a tua vitória?”. Perguntou o Apóstolo Paulo a demonstrar que a Fé Raciocinada supera os temores e angústias da grande transição, dando-nos a compreensão que o fenômeno chamado Morte, nada mais é que o passaporte para a VERDADEIRA VIDA.

O Espiritismo, se bem estudado, nos proporciona uma fé inabalável, um conhecimento de tudo que nos espera e a disposição de trabalhar para que nos espere o melhor.

Um dos maiores motivos do sofrimento além túmulo é o apego aos bens terrenos. Muitas pessoas aceitam as normas estabelecidas pela “Aduana do Túmulo” que não nos permitem levar os bens materiais no momento que passamos para o outro lado.
Isso demonstra que tais pessoas ainda não entenderam que os bens materiais nos são emprestados por DEUS, como meio de progresso, e que teremos de devolvê-los mais cedo ou mais tarde.
Os únicos bens que levamos conosco são os bens morais, ou seja, as boas ações que praticamos, através do amor ao próximo, do trabalho, do bom caráter.
É importante, pois, que reflitamos sobre isso; não nos deixando possuir pelos bens terrestres, dos quais somos apenas os usufrutuários.

(trecho extraído do livro “O QUE É O ESPIRITISMO” de
Allan Kardec)

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA

NÃO fique remoendo as coisas do passado.
Ficar preso ao passado não dá futuro.
Não se deixe prender por mágoas e ressentimentos.
Não se atormente com o que passou, mesmo que reconheça o seu erro.
Levante-se e siga à frente, o mais rapidamente que puder.
Faça as pazes com seus adversários,envie pensamentos de simpatia e amor, e todas as mágoas se afastarão e você viverá feliz e risonho.

O SILENCIO ESTÁ CANTANDO- Padre Zezinho

quarta-feira, 18 de março de 2009

PENSAMENTO DO DIA

Pensamento do dia
18 de Março de 2009

"A oração pode tornar-se meio de comunicação entre os mundos sutis e o mundo material."
Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA

A cooperação é uma das coisas mais sublimes da vida, mas a interferência é uma das mais desagradáveis.
Ajude sem interferir.
Não importa o seu ponto de vista quando ajuda alguém.
A cooperação ajuda, a interferência atrapalha.
Então, coopere com todos, mas sem interferir em sua maneira especial de agir e de pensar.
Não temos o direito de interferir na vida de ninguém.

O MEDO DA MORTE

O MEDO DA MORTE
1ª Parte

Um homem transitava por uma estrada deserta, altas horas de uma noite escura, sem lua e sem estrelas.
Seguia apreensivo, pois, ali ocorreram vários assaltos. Percebeu que alguém o seguia, e perguntou.
Olá, quem vem aí? Não recebeu resposta.
Apressou-se, ao que foi imitado pelo perseguidor; correu, o desconhecido também. Apavorada, em desabalada carreira, tão rápido quanto suas pernas permitiam, coração a galopar no peito, pulmões em brasa, passou diante de um poste de luz; olhou para trás, e por encanto o medo desapareceu. Percebeu que o seu acompanhante era, apenas, um velho burro acostumado a acompanhar os andarilhos.

A história assemelha-se com a morte.
A imortalidade é algo intuitivo na mente humana. No entanto, muitos têm medo, porque desconhecem inteiramente o processo e o que os espera no mundo Espiritual.
O Espiritismo é o Poste de Luz que ilumina os caminhos misteriosos do Retorno, afugentando temores sem fundamentos e constrangimentos perturbadores. A forma racional esclarece a cerca da Alma, descerrando a cortina que separa os dois mundos.
Com a Doutrina Espírita aprendemos a encarar com serenidade a morte, que chamamos de desencarnação, pois, o nosso espírito é eterno; o que morre é o nosso corpo físico.
Isso é muito importante, fundamental mesmo, já que se trata de uma única certeza da existência humana; todos nós desencarnaremos um dia.
O nosso planeta Terra é uma Oficina de Trabalho para os que desenvolvem “Atividades Edificantes”. Um Hospital para os que corrigem “Desajustes” nascidos em viciações pretéritas. Uma Prisão, em expiação dolorosa, para os que resgatam “Débitos” com crimes cometidos em existências anteriores. Uma”Escola” para os que já compreendem que a vida não é um simples acidente biológico, nem a existência uma simples jornada recreativa.
Mas, não é o Nosso Lar. Este está no plano Espiritual onde poderemos viver em plenitude sem realizações impostas pelo caminho.

(continua amanhã)

SALMO 23 - Padre Zezinho

terça-feira, 17 de março de 2009

PENSAMENTO DO DIA

Pensamento do dia
17 de Março de 2009

"Atitudes incorretas, ou vazias, dão ênfase ao ego e causam dor."
Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA

CUIDE bem do seu corpo, dando-lhe alimentação sadia e frugal.
Não abuse das carnes nem de bebidas alcoólicas.
Mas não esqueça também que a alma precisa de alimentação!
Procure ler bons livros.
Faça da leitura um hábito diário.
Não é só de pão que vive o homem: é também de sabedoria.
E esta você encontrará nos bons livros, companheiros deliciosos e cheios de ensinamentos úteis.

O PODER DA PRECE

PRECES GERAIS
ORAÇÃO DOMINICAL DESENVOLVIDA
5ª PARTE

VI. Não nos abandoneis à tentação, mas livrai-nos do mal (1)

Dai-nos, SENHOR, a força de resistir ás sugestões dos maus Espíritos que tentam nos desviar do caminho do bem, em nos inspirando maus pensamentos.
Mas somos, nós mesmos, Espíritos imperfeitos, encarnados sobre esta Terra para expiar e nos melhorarmos. A causa primeira do mal está em nós, e os maus Espíritos não fazem senão aproveitar nossas tendências viciosas, nas quais nos mantêm , para nos tentar.
Cada imperfeição é uma porta aberta à sua influência, ao passo que nada podem , e renunciam a toda tentativa, contra os seres perfeitos. Tudo o que poderíamos fazer para os afastar é inútil se não lhes opusermos uma vontade inabalável no bem, e uma renuncia absoluta ao mal. É, pois, contra nós mesmos que é preciso dirigir nossos esforços, e então os maus Espíritos se afastarão naturalmente, porque é o mal que os atrai, enquanto que o bem os repele.
SENHOR, sustentai-nos em nossa fraqueza; inspirai-nos, pela voz dos nossos anjos guardiãs e dos bons Espíritos, a vontade de nos corrigir em nossas imperfeições, a fim de fechar, as Espíritos impuros, o acesso à nossa alma.
O mal não é vossa obra, SENHOR, porque a fonte de todo bem não pode nada engendrar de mau; nós mesmos o criamos infringindo vossas leis, e pelo mau uso que fazemos da liberdade que nos concedestes. Quando os homens observarem vossas leis, o mal desaparecerá da Terra, como já desapareceu dos mundos mais avançados.
O mal não é uma necessidade fatal para ninguém, e não parece irresistível senão aqueles que a ele se abandonam com satisfação. Se tivermos a vontade de fazê-lo, podemos ter também a de fazer o bem; por isso, oh meu DEUS, pedimos vossa assistência e a dos bons Espíritos para resistirmos à tentação.

VII. Assim seja.

Praza a vós, SENHOR, que nossos desejos se cumpram! Mas nos inclinamos diante da vossa sabedoria infinita. Sobre todas as coisas que não nos é dado compreender, que seja feito segundo vossa santa vontade, e não segundo a nossa, porque não quereis senão nosso bem, e sabeis melhor do que nós o que nos é útil.
Nós vos dirigimos esta prece, meu DEUS, por nós mesmos; nós vo-la dirigimos também por toda as almas sofredoras , encarnadas e desencarnadas, por nossos amigos e nossos inimigos, por todos aqueles que reclamam nossa assistência, e em particular por (nome de alguém que sabemos que passa por grande dificuldade).
Pedimos para todos a vossa misericórdia e a vossa benção.

(1) Certas traduções trazem: Não nos induzais em tentação (et ne nos induças in tentationem); essa expressão daria a entender que a tentação vem de DEUS, que ele compele voluntariamente os homens al mal, pensamento blasfematório que assemelharia DEUS a Satã, e não pode ter sido o de JESUS. Ela está, de resto, conforme a Doutrina vulgar sobre o papel dos demônios (Ver O Céu e o Inferno, cap. X, os Demônios).


(Trecho extraído do livro Coletânea de Preces Espíritas) –
Allan Kardec).

DIZEM QUE É SAUDADE - Padre Zezinho

segunda-feira, 16 de março de 2009

Pensamento do dia
16 de Março de 2009

"Despojarmo-nos de nós mesmos pode ser difícil, mas é o principal. A diminuição do ego nos pacifica."
Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA

O homem é o que pensa.
Se você insistir em pensar no mal, na dor, na doença, você os atrairá para si.
Pense na saúde, na alegria, na prosperidade, e sua vida tomará novo rumo.
Afirme sempre que é feliz, que as dores passam, que a saúde se consolida cada vez mais, e a felicidade baterá à sua porta.
Seja otimista e permaneça o mais possível ligado ao PAI CELESTIAL.

O PODER DA ORAÇÃO

PRECES GERAIS
ORAÇÃO DOMINICAL DESENVOLVIDA
4ª parte

V. Perdoai as nossas dividas como nós as perdoamos aqueles que nos devem. Perdoai as nossas ofensas, como perdoamos aqueles que nos ofenderam.

Casa uma das nossas infrações às vossas leis, SENHOR, é uma ofensa para convosco, e uma dívida contraída que nos será preciso, cedo ou tarde, pagar. Para elas solicitamos o perdão de vossa infinita misericórdia, sob a promessa de fazer esforços para não contrair dívidas novas.

Fizestes uma lei expressa da caridade; mas caridade não consiste somente em assistir o semelhante na necessidade; consiste também no esquecimento e no perdão das ofensas. Com que direito reclamaríamos vossa indulgência, se nós mesmos faltamos com ela em relação aqueles dos quais temos do que nos queixar?
Dai-nos, ó meu DEUS, a força para sufocar em nossa alma todo ressentimento. Todo ódio e todo rancor; fazei com que a morte não nos surpreenda com um desejo de vingança no coração. Se vos apraz nos retirar hoje mesmo deste mundo, fazei com que possamos nos apresenta a vós puros de toda animosidade, a exemplo do CRISTO, cujas últimas palavras foram por seus algozes. (Cap. X).
As perseguições que os maus nos fazem suportar fazem parte das nossas provas terrestres; devemos aceitá-las sem murmurar, como todas as outras provas, e não maldizer aqueles que, por sua maldade, mos abrem o caminho da felicidade eterna, porque dissestes pela boca de JESUS: “Bem-aventurados aqueles que sofrem pela justiça!” Bendigamos, pois, a mão que nos fere e nos humilha, porque as contusões do corpo fortalecem nossa alma, e seremos levantados da nossa humildade. (Cap. XII, nº 4).
Bendito seja vosso nome, SENHOR, por nos haverdes ensinado que nossa sorte não está irremediavelmente fixada depois da morte; que encontraremos em outras existências os meios de resgatar e de reparar nossas faltas passadas, de cumprir numa nova vida o que não pudemos fazer nesta por nosso adiantamento. (Cap. IV nº 5).
Assim se explicam, enfim, todas as anomalias aparentes da vida; é a luz lançada sobre nosso passado e nosso futuro, o sinal radioso da vossa soberana justiça e da vossa bondade infinita.

(Continua amanhã).

PEGADAS NA AREIA - Padre Zezinho e Padre Antonio Maria

domingo, 15 de março de 2009

PENSAMENTO DO DIA

Pensamento do dia
15 de Março de 2009

"Nada a temer, nada a desejar, basta seguir os preceitos do Caminho."
Anônimo

MINUTO DE SABEDORIA

MINUTO DE SABEDORIA

NÃO dê ouvidos às intrigas e calúnias; só a árvore que produz frutos é que se vê apedrejada, para deixá-los cair.
A árvore estéril ninguém dá importância.
A calúnia, muitas vezes, é um honra para quem a recebe.
Não pare seu serviço por causa da calúnia.
Se parar de fazer o que estava fazendo, dá razão ao caluniador.
Siga à frente, e todos acabarão calando-se e no fim ainda baterão palmas ao seu trabalho.

O PODER DA PRECE

PRECES GERAIS

ORAÇÃO DOMINICAL DESENVOLVIDA

3ª PARTE

Antes de nos lamentarmos da nossa sorte, perguntemo-nos se ela não é obra nossa; a casa infelicidade que nos chegue, perguntemo-nos se não dependeu de nós evitá-la; mas digamos também que DEUS nos deu a inteligência para nos tirar do lamaçal, e que depende nós dela fazer uso.
Uma vez que alei do trabalho é a condição do homem na Terra, dai-nos a coragem e a força para cumpri-la; dai-nos também a prudência, a previdência e a moderação, a fim de não perder-lhe o fruto.
Dai-nos, pois, SENHOR, nosso pão de cada dia, quer dizer, os meios de adquirir, pelo trabalho, as coisas necessárias à vida,porque ninguém tem o direito de reclamar do supérfluo.
Se o trabalho nos é impossível, nós confiamos à vossa divina providência.
Se está em vosso desígnios nos experimentar pelas mais duras privações, malgrado nossos esforços, nós as aceitaremos como uma justa expiação de faltas que havemos podido cometer nesta vida, ou numa vida precedente, porque sois justo; sabemos que não há penas imerecidas, e que não punis jamais sem causa.
Preservai-nos, ó meu DEUS, de conceber a inveja contra aqueles que possuem o que não temos, nem mesmo contra aqueles que tem o supérfluo, quando nos falte o necessário. Perdoai-lhes, se olvidam da Lei da Caridade e de Amor ao próximo, que lhes havíeis ensinado. (Cap. XVI n. 8).
Afastai também do nosso Espírito o pensamento de negar vossa justiça, vendo a prosperidade do mau e a infelicidade que oprime, por vezes, o homem de bem. Sabemos, agora, graças às novas luzes que vos aprouve dar-nos, que vossa justiça se cumpre sempre e não falta a ninguém; que a prosperidade material do mau é efêmera como sua existência corporal, e que terá terríveis reveses, ao passo que a alegria reservada aquele que sofre com resignação será eterna. (Cap V, nºs. 7,9,12,18).

(Continua amanhã)

VOCAÇÃO - Padre Zezinho